Primus

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Carroca1.jpg Enxada-2.pngEsti artigu é caipira, sô!!Enxada-1.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

Optimus Prime
PrimusPringles.jpg
Até em salgadinho eles tão.
Origem El Sobrante
País Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Período 1984 - 1942, 2003 - 2115, 1882 - atualmente
Gênero(s) Metal fazendeiro
Gravadora(s) LSD
Integrante(s) Les Claypool
Larry Lalonde
Tim "Herb" Alexander
Ex-integrante(s) Todd Huth
Bryan Mantia
Jay Lane
Buckethead
Site oficial Animalcrossing.com

Cquote1.svg Primus sucks! Cquote2.svg
Grito de guerra dos fãs
Primus é uma banda de funk carioca cult e metal caipira criada em 1984. A banda é cultuada por nerds brancos héteros pela sonoridade super esquisita e psicodélica, misturando metal e funk com música de caipiras das montanhas do Alaska. Primus foi a primeira banda a inventar um estilo único de se fazer música, misturando do funk metal ao progressivo thrash hard punk axé forró alternativo, valsa, rock e rap. Você provavelmente já ouviu essa banda no tema clássico de South Park.

Carreira[editar]

Começo de mendicância[editar]

Antes de se chamar Optimus Prime, a banda se chamou Primate, que faz alusão ao macaco de estimação que Les Claypool tinha [carece de fontes], macaco esse que fazia várias músicas progressivas esticando um barbante e tocando ele com o dente, fazendo um som que Les sempre invejou. Por isso quis tocar baixo, então chamou seu amigo de colégio esquisito o suficiente pra fazer a banda, o problema é que não tinham um baterista, e não conseguiram ensinar o macaco nem a tocar tambor de tinta, então tocaram um tempinho com uma bateria elétrica de churrascaria mesmo.

Um amigo do Les, que estava no exército como auxiliar do cortador de plantas, voltou pronto pra detonar... na bateria, então se juntou à banda, e começam a fazer shows cobrando dois dólares e um prato de comida. Les Claypool vendeu o carro dele (sério), um Corsa tunado e rebaixado, pra pagar a primeira demo da banda, não foi nem álbum, foi uma porcaria de uma demo, pra tu ver como os caras eram fodidos de grana. Pra piorar, uma banda também chamada Primate ameaçou processá-los caso continuassem com o mesmo nome. O Les Claypool não havia checado no Google se já havia uma banda com esse nome, bom, na época nem o Cadê? existia ainda.

Primeiro álbum, finalmente[editar]

Os Primos na época que cogitaram tocar hair metal

Em 1900, quer dizer, 1990, a banda venceu a preguiça e lançou o primeiro álbum, "Frizzle Fry", que contém várias músicas clássicas da banda, como "John The Fisherman" (mais famoso pelo cover do O Rappa, "Pescador de Ilusões"), "Smells Like Teen Spirit" e "Pudding Time", e como é o primeiro álbum da banda, obviamente é o mais querido pelos fãs. Conseguiram um certo "sucesso" no underground do underground do underground da cidade de El Sobrante e arredores, que preferiam ter chamado o Guns 'n' Roses e não esses doidos. O segundo álbum foi "Sailing the Seas of Cheese", feito em 1991, o primeiro com uma gravadora decente (não estou falando dos microfones). Aqui a esquisitice da banda se destaca, que é o que acontece quando um caipira dá uma de rockstar, se entope de cogumelo e vai gravar um álbum. Tem a participação especial de Tom Waits na música "Tommy The Cat", um músico de voz rouca que quis dar uma moral para eles, por isso conseguiram disco de ouro e viraram hits na MTV americana.

"Sucesso"[editar]

Em 1994 eles fizeram "Pork Soda", com músicas mais sombrias e pesadas, tratando de assuntos mais sérios que os membros da banda viam rapidamente no jornal na hora do almoço. A música mais famosa é "My Name Is Mud", que como toda música de sucesso do Primus, tem um riff de baixo esquizofrênico que dura quase a música inteira e a tortura de instrumentos é forte. Com esse álbum, eles viraram mainstream e tiveram várias bitches querendo dar pra eles, ou não... Fãs com raiva da popularidade da banda começam a dizer que Primus é uma bosta e que ela suga caralhos (Primus sucks!), o que não chega a ser mentira.

Olha ali o baixista com roupa de pagodeiro

Em apenas um ano lançaram outro álbum (tá pior que as empresas de jogos que lançam um jogo cagado por ano), "Tales From The Punchbowl", nome muito pop e comercial. A única coisa decente desse álbum é que tem uma das músicas mais famosas da banda e o maior single, "Wynona's Big Brown Beaver". Bom, mesmo que o(a) senhor(a) nunca tenha ouvido falar dessa banda, você provavelmente já ouviu ela. Em 1996, a banda foi obrigada convidada a fazer o tema de um desenho animado pouco conhecido e muito politicamente correto, chamado South Park. Foi aqui que eles realmente conseguiram os tão sonhados quinze minutos de fama, na verdade tá mais pra quinze segundos. Um ano depois, lançaram o "Brown Album", numa tentativa descarada de copiar o álbum dos bitos e do Metallica. Não foi um álbum tão aceito pela crítica e pelo público, que na época queria mesmo era ouvir Nu Metal. A única música que presta é "Shake Hands With Beef", que há boatos que é uma alusão à masturbação.

Antipop, hiato, a volta[editar]

Em 1999, um ano antes do mundo acabar, queriam fazer um álbum contra as músicas pop que estavam dominando as rádios, e pra ajudar eles, a banda chamaram vários artistas de música pop, como James Hetfield, o DJ do Rage Against the Machine, o carinha do Limpe o Biscoito, o carinha do Faith no More, o carinha do... enfim. O maior destaque é "Lacquer Head", música com uma mensagem antidrogas que foi banida da MTV por fazer apologia às drogas, assim como 1+1=3.

Depois de Antipoop, a banda caiu num limbo criativo e entraram em um hiato no começo dos anos 2000. Ficaram uns três anos descansando os dedos em casa, e quando voltaram ficaram com putaria de lançar EP e outras coisas, sério, quem se importa? Só foram fazer outro disco em 2011, com "Green Naugahyde", outro álbum merda com nome esquisito. Na verdade não foi odiado pela crítica e nem tanto assim pelos fãs, que sempre querem que a banda lance um "Frizzle Fry Part II". Foi um álbum... ok.

Álbum do chocolate e álbum dos goblins dorgados[editar]

Flagra da banda, em 1834, caçando os até-então-quase-extintos patos gigantes pra vender no mercado livre negro.

Cquote1.svg Tim, o Claypool endoidou de novo, agora quer fazer álbum sobre chocolate!! Cquote2.svg
Larry LaLonde
Les Claypool era muito fã do filme do Willy Wonka de 1900 e bolinha, então resolveu fazer uma reimaginação da trilha sonora do filme, mas ao invés de só imaginar a reimaginação, ele resolveu fazer músicas com essa grande imaginação dele, lançando "Primus & The Chocolate Factory with the Fungi Ensemble", olha o nome dessa desgraça. Talvez o álbum mais "tanto faz" da banda.

Em 2017, mais uma vez a banda... quer dizer, Les Claypool, fez um álbum sobre algo aleatório, dessa vez sobre um livro infantil chamado "The Rainbow Goblins", que Les lia para seu baixo favorito toda noite antes de dormir. Esse álbum é extremamente progressivo e tem altas doses de drogas contidas nele, com músicas que duram a vida toda. Cuidado pra não dormir enquanto ouve e ir parar no país das maravilhas da Alice.

Depois disso, o Les focou na banda que fez com o Sean, filho do Jão Leno, "The Claypool Lennon Delirium", banda que só os mais fãs dela sabem falar o nome inteiro sem ter que olhar no Google. Essa banda é muito mais transcendental que Primus, e vai te transformar em um crackudo em pouco tempo. Não use drogas, crianças!

Membros[editar]

Les Claypool
Um tiozinho que vendeu a alma pra tocar baixo tão rápido quanto o Flash corre atrás de bandido e que às vezes parece uma versão jovem do Fidel Castro.
Larry LaLonde
Um guitarrista razoável que é ofuscado pelos slaps violentos do Claypool (o baixo dele cria uma onda sonora que abaixa o volume da guitarra).
Tim Alexander
Baterista de tambor de macumba que fica saindo da banda mas sempre volta.

Ver também[editar]