Cristina Ferreira

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Verdade. Este artigo contém... VERDADES!
(pelo menos foi o que a Veja disse)

Material verídico: Use com moderação.


Bush-besta.jpg "Não, cê é burro cara, que loucura..."

Este artigo é sobre algo ou alguém burro ou completamente imbecil.

Cuidado: as burrices podem te morder!


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Este é o número de número de pessoas que encomendaram aparelhos auditivos depois de assistirem ao programa da Cristina
Cristina tentando detectar rede Wi–Fi.

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A opinião de qualquer Português com mais de um neurónio sobre a Cristina


ATENÇÃO

Esta página foi escrita por um Português e, portanto, encontra-se escrita em PT-PT (sem o novo acordo ortográfico). Qualquer palavra ou frase escritas em PT-BR é um acrescento posterior feito por algum Brasileiro interessado no tema abordado nesta página ou por algum tuga analfabeto.

Definição de 'Português' – habitante de Portugal íntegro.

Definição de 'tuga' – habitante de Portugal que merece que lhe empurrem os dentes pela garganta abaixo.


Cristina Ferreira (Malveira, 69 de entraAgosto de 69 d.C.) conhecida também como Saloia da Malveira, é uma antiga vendedora da feira e pseudo-apresentadora de TV, empresária, modelo e mais um sem número de (des)ocupações (a vaselina ainda não acabou), porém uma máquina de fazer dinheiro. É uma entre muitas tentativas que os tugas arranjaram recentemente para ser notícia no estrangeiro (é, por outras palavras, uma necessidade de chamar a atenção por parte dos tugas). É vista como um modelo de sucesso por tugas idiotas com QI abaixo de - 0 que encontram refúgio nas novelas e odiada de morte por Portugueses que sabem que ela é uma fraude e carece de talento (e não só de talento). Para os Brasileiros terem uma ideia, a Carla Perez é um génio se comparada à Cristina.

Os grandes talentos da Tina.

Um contexto previsível[editar]

A Desciclopédia avisa “NENHUM artigo da Desciclopédia representa a verdade. TODOS servem apenas como sátira ou humor”. Pois, mas no caso da mediocridade colossal que a Cristina Ferreira constitui, este artigo representa a verdade, mas serve também como sátira ou humor.

Muitos continuam a repetir o erro de dar a conhecer ao mundo a merda e esquecer o contexto. E quando a merda tem, como seria de esperar, “MADE IN PORTUGAL” gravada, é vital fazê-lo. Mas ninguém o faz. Porquê? Porque se trata de Portugal. Portugal… Para os turistas, é um paraíso que mana leite e mel por causa da sua “gastronomy”, das suas “bitches” “beaches”, da sua “culture”, do seu “peaceful people” e por ser uma “land of opportunities”.

As aspas não têm nada a ver com citações de terceiros. Portugal é o país das aspas. As aspas só funcionam em “gastronomy” e “beaches”, mas caem em saco roto com as restantes. “Cultura”: os nazis diziam que sacavam a pistola quando ouviam a palavra ‘cultura’. É o mesmo em Portugal, onde a cultura é idêntica à N-word. Os tugas só se lembraram há poucos segundos de que, como os outros países, também possuem “cultura” porque pegaram num dicionário pela primeira vez. “Peaceful people”: alguma vez assistiram a um jogo de futebol em Portugal? Falem mal da mãe de um fanático e ninguém vos toca; falem mal do seu clube campónio sem terem saído de casa com os vossos documentos de identificação com antecedência e serão enterrados como indigentes. “Land of opportunities”: para um país que em pleno século XXI continua a ser uma terra de emigrantes e de retardados e provincianos que nunca viram o mar (os tugas fazem peregrinações a pé a Fátima mas aparentemente não há tempo para caminhar até à praia mais perto de casa), este termo “serve” que nem uma luva. Ganda oportunidade de se cursar uma licenciatura e uma pós-graduação para passar a vida a ganhar um salário mínimo como atendente em um hipermercado ou uma gasolineira.

Os tugas insistem que têm tradições e que as tradições são para ser respeitadas. A tradição serve de desculpa para tudo. Se levar no cu fosse tradição em Portugal, todos nós teríamos de andar com o cu encostado às paredes.

- Oh Zé, porque é que estás a meter esse prego no cu? Meter pregos no cu, além de estúpido, dói muito.
- Pois é, Manel. Mas isto é tradição.
- Ai é tradição? Então também vou meter pregos no cu.

‘Tradição’ rima com ‘perdição’. Eis porque Portugal é um país parado no tempo. Eis porque os tugas serão sempre vistos lá fora como nada mais do que Neandertais que não prestam para mais nada a não ser para dobrar as costas e trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar e trabalhar. Aqui só dá para lucrar com as duas principais tradições: religião e futebol. O fado não se incluiu entre as principais tradições portuguesas porque o fado não passa de uma tentativa ridícula e recente que os portugueses arranjaram para dizer ao mundo, “Olhem para nós! Nós também somos alguém! Falem de nós! FALEM DE NÓS! FALEM DE NÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓS!” E por que razão só a religião e o futebol fazem lucro em Portugal? Simplesmente porque são os principais entretenimentos do maior fardo e empecilho de Portugal, o qual, infelizmente, é tratado com a máxima prioridade na terra do bigode e do tremoço: os velhos.

Se nem Einstein conseguiu explicar o fenómeno Cristina Ferreira, quem consegue?
Stephen Hawking tentou explicar o fenómeno Cristina Ferreira (e eis o resultado).
O Dr. Roberto também tentou explicar o fenómeno Cristina Ferreira (e é o que se vê).

“Se os outros têm, nós também temos”[editar]

Os tugas não têm identidade própria. Os tugas são aquilo que copiam dos outros. O problema é que copiam mal. Há os que, mesmo copiando, sabem copiar. Os tugas, para não variar, até a copiar falham miseravelmente. Tudo é uma cópia pobre (e óbvia) de algo. Mas não importa se a cópia é uma merda quando o que está em jogo é Portugal ser falado lá fora. Pode ser por algo fútil e ridículo, mas que se lixe; o importante é que os olhos do mundo estão virados para nós. A melhor comparação é um filho bastardo que é posto de lado pelo seu pai por causa da sua ilegitimidade e que se metem 'em perigos e guerras esforçados' para conseguir o reconhecimento do pai.

Uma das muitas recentes e ridículas tentativas que os tugas arranjaram para serem notícia é implorar à UNESCO que tornem alguma porcaria portuguesa Património Cultural Imaterial da Humanidade. Sabiam que o chocalho tornou-se Património Cultural Imaterial da Humanidade em 2015, e que os meios de comunicação ainda fazem um enorme alarido por causa disso? E sabiam que desde 2007, quando a cerimónia das Novas 7 Maravilhas do Mundo foi realizada em Portugal, os tugas lembraram-se de que Portugal também tem maravilhas? Que maravilhas? Por ordem cronológica: 7 Maravilhas de Portugal (e suas contra partes), 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo, 7 Maravilhas Naturais de Portugal, 7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa, 7 Maravilhas Praias de Portugal, 7 Maravilhas de Portugal (Aldeias), 7 Maravilhas à Mesa, 7 Maravilhas Doces de Portugal, 7 Maravilhas da Cultura Popular... E ainda muito está por vir.

Carecendo de identidade própria, os tugas lançaram-se recentemente numa busca desesperada para ter a atenção do mundo. Fazem algo que pode ser resumido assim: se os outros têm, nós também temos. Para quem não entendeu, aqui ficam alguns exemplos:

Num país recheado de velhos senis, ignorantes, tradicionalistas e medrosos (cujas pisadas os idiotas dos filhos insistem seguir), o principal entretenimento (e companhia) é a televisão. Futebol, histórias de merda sentimentais para fazer chorar as pedras da calçada, tradições mesquinhas e culinária são as principais preferências.

Hoje em dia, mais do que nunca, o sucesso é uma questão de timing. Os tugas não são estúpidos, e não demorou muito para que à equação futebol+fanatismo+provincianismo+tradições+religião+histórias sentimentais+culinária fosse acrescentado outro elemento muito hipocritamente badalado na actualidade para virar entretenimento e, ao mesmo tempo, fazer com que lá fora se fale de Portugal: feminismo.

E é aqui que entra em cena a protagonista desta página. Enquanto nos Estados Fodidos Oprah Winfrey, Martha Stewart e Ellen DeGeneres continuam a entreter velhinhas e fufas com QI abaixo de 0 e, com isso, a mostrar ao mundo a “influência” que uma mulher tem na sociedade, em Portugal surgia a versão pobre, estridente e a feder a bagaço das três: Cristina Ferreira.

Uma marca[editar]

Quem é a Cristina Ferreira, além de uma puta com nome de actriz porno? Boa pergunta, pois nem ela deve saber. A Tina é uma puta tão fútil e medíocre que se a sua fútil e medíocre vida fosse adaptada ao cinema, o filme nem estrearia nos cinemas. Seria feito, passado para DVDs, enviado para o mercado e, em seguida, as cópias seriam todas destruídas, pois ninguém com um pingo de inteligência quereria uma merda tão inútil na estante, nem que lhe fosse dada.

A Tina nasceu em Lisboa (que novidade!). Não propriamente em Lisboa, mas numa vila pertencente à merda desta cidade, mas quem quer saber! É raro o filho da puta que não nasça em Lisboa neste país. Talvez seja uma estratégia dos pais para que, no futuro, o/a idiota do filho/a não seja rotulado/a de “provinciano/a”.

A primeira foto conhecida da Tina.

Em certas saloias, os indícios de que se vão tornar gente medíocre no futuro são visíveis desde muito cedo. É o caso da Tina. O facto de ‘Maria’ constar no seu nome já comprova a merda em que ela se tornaria.

Os tugas adoram a história de simplórios que começam por baixo e que, no fim, “triunfam”. Assim, a Tina inventou a história (ou não) de que começou por baixo (como seria de se esperar), mais propriamente nas feiras. Ela era aquela que gritava “OHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH FREGUÊSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS! VENHA, VENHA! CINCO PARES DE MEIAS A 5 ESCUDOSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!” O segredo do sucesso em Portugal é contar (ou inventar) a velha ladainha do pobretanas e do desgraçadinho que suportou todo e qualquer trabalho servil para, no fim, "atingir os píncaros".

A Tina depois do teste do sofá.

Foi professora, mas graças aos altas quantias que pedia por broche seus guinchos estridentes (um traço característico das saloias), nenhum aluno comparecia às suas aulas. Rapidamente ganhou a alcunha de “Bianca Castafiore”.

Cansada de ver a sala de aula vazia, a Tina despiu-se despediu-se e decidiu ir entreter as velhas do lar de idosos local, pois lá poderia gritar o quanto quisesse que ninguém reclamaria. Cansou-se rapidamente, mas o lar de idosos incentivou-a a seguir uma carreira onde poderia entreter velhas e, além disso, ganhar dinheiro: apresentadora de televisão.

Depois de muito chupar batalhar, passou por muitos programas de merda . Não vale a pena referi-los, pois a merda o conteúdo é o mesmo, só o chulo nome é que muda. O que deve ser referido é que ela cruzou-se com apresentadores/as que têm duas coisas que a Tina não tem, nunca teve, nunca terá e nunca se esforçará para ter: voz e presença. Mas uma cara laroca um chulo e uns quantos testes do sofá é uma ajuda valiosa.

A Tina prestes a obter um contracto com a TVI, a SIC, a Desciclopédia e o Redtube.

Como em Portugal a qualidade é sacrificada em prol da mediocridade, não demorou muito para que a Tina atingisse os píncaros. Num tempo em que o feminismo é moda lá fora, Portugal também entrou na onda. Foi assim que aqueles que mexem os cordelinhos decidiram fazer da Tina uma marca para mostrar que as mulheres também “triunfam” em Portugal (e, ao mesmo tempo, tentar com que Portugal seja falado no estrangeiro). Foi assim que, do dia para a noite, a Tina se tornou uma puta de sucesso mulher de sucesso. Do nada, a Tina tinha o seu nome em roupa, perfumes, vibradores , sapatos, dildos , chinelos, preservativos , botins, vaginas artificiais , pantufas, anéis penianos , sabrinas, bombas de vácuo , botas, ténis, bolas Ben Wa , vernizes, algemas , malas, sybians e em redes sociais e blogs. Plagiou Escreveu livros (mas em Portugal escrever e publicar livros de merda é tão vulgar como as balas perdidas do Rio de Janeiro). Também publica revistas onde tenta mostrar ao país a puta e aproveita ossos revolucionária e vanguardista que é. Não demorou para que tivesse uma porrada de programas da manhã com o seu nome de puta .

Um dos principais compradores da loja de roupa da Tina.

E foi assim que a Tina cimentou a sua reputação de puta . De vez em quando usa a fórmula que é tiro e queda no que respeita a conseguir audiências em Portugal: aparece na televisão para dizer que é crente, que reza e que agradece a Deus e a Nossa Senhora de Fátima pelo seu sucesso e que torce pelo Benfica.

Teve na TVI até que a vaselina durou , saltou para a SIC (sem antes dar uma de 'os Beatles são mais populares do que Jesus’ ao comparar o “impacto” da sua saída com a morte da princesa Diana), mas quando os milhões no ordenado e a vaselina começaram a acabar, decidiu voltar à TVI para, ao que parece, tornar-se directora ou uma merda parecida.

Continua a guinchar falar, dar entrevistas e a olhar fixamente e chorar para a câmara (os tugas da velha-escola, por alguma razão, adoram ver malta a chorar na televisão e a falar sobre as suas reles histórias de vida) como se fosse a pessoa mais amada do país. Mas o “amor” que os tugas sentem por ela é tão grande que a própria admitiu que a sua casa não aparece no GPS. Se é verdade, é melhor que também tenha mil trancas na porta e arame farpado em volta da casa, não vá algum paladino do bom senso querer ajustar as contas com a paladina da mediocridade.

Enquanto o Império da Mediocridade fundado pela Tina continua a expandir-se para lá da periferia, outros apresentadores/as de qualidade, como Jorge Gabriel e Sónia Araújo, continuam na sombra, a fazer aquilo que a Tina também é boa a fazer: entreter velhinhas. O importante são os velhos, pois eles fizeram "muito" no passado para que as novas gerações pudessem progredir. A propaganda é boa, pois ainda há gente muito mais estúpida que a Tina que a aplaude (ou que são pagas para o fazer) e a consideram um modelo de sucesso (ou que são pagas para o fazer). Fazem-no porque, segundo a lógica tuga, todos devem gostar da mesma coisa. Quem não gostar é invejoso.

MORAL DA HISTÓRIA: o sucesso no século XXI é uma questão de timing e de garganta funda .

Realizações da "mulher mais poderosa de Portugal"[editar]

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Oh, ela invocou a Maria Leal, isso conta?

Televisão[editar]

  • TVI
    • Você não está na TV – programa em que fazendo dupla com o careca do Goucha falava de assuntos para donas de casa e velhotas. Teve como pico da carreira a participação da *tosse* cantora *tosse* Maria Leal.
    • A tua cara é-me bem estranha – programa para as insónias em que o objectivo era avaliar o talento do concorrente para a imitação de famosos por parte de estrelas decadentes procurando fama.
    • Big Broche Brother – programa de início de carreira, graças a um simpático director.
    • Apanha se Puderes – programa concurso em que utilizava do seu maior dom "ESTÁ CERTOOOOO!", rebentando os ouvidos do Pedro Teixeira, dos colegas e dos telespectadores, sendo esse grito já ter sido escutado por aldeões numa vila isolada na Sibéria.
  • SIC
    • Casa da Tinhinha – onde morou durante o seu intercâmbio na SIC, tendo o Cláudio Ramos como vizinho chato.

Outras atividades[editar]

  • Empresária – dona e senhora da TVI, ups, canal da Tinhinha e de lojas de brinquedos sexuais sex shop roupa, de perfumes com aroma de bosta e de mais merdas só para os seus discípulos cegos comprarem e engordarem ainda mais a sua conta bancária.
  • Revista – dona de uma revista desinteressante e inútil que só serve para causar polémica com as suas capas e para ir buscar ainda mais dinheiro aos seus milionários fãs.
  • Influencer – dona do blog Treta Diária, em que partilha com os seus seguidores como ser famosa usando apenas o tom de voz estridente e fazer figura de palhaço.
  • Escritora – lançou três livros, ideais para se ler durante o tempo passado no WC.
    • Gostosa Cristina – livro de CUlinária com várias receitas de arroz com atum escrito em conjunto com Assunção Cristas.
    • Sentir Cristina – livro em que conta a vida de feirante e onde ensina a montar barracas.
    • Não Falar inglês Cristina – livro que ensina a falar inglês com sotaque da aldeia, usado por todas as escolas de línguas ao redor do mundo.
    • Para Em cima dae Puta - Livro autobiográfico. Foi neste livro que foi baseado este artigo na [Desciclopédia]

Factos sobre Cristina Ferreira[editar]

Até mesmo a própria Cristina reconhece sua fama
  • A Tina é morena natural (mas isso não a impede de ser burra).
  • Cromos e cartas coleccionáveis da Tina podem ser encontrados em caixas de Viagra, Levitra e Cialis.
  • A Tina é uma piada.
  • Dizer que a Tina deixou a SIC e voltou para a TVI (ou vice-versa) é um disparate. Há já muito tempo que a TVI não faz mais nada senão copiar o que a SIC faz. Para a Tina tudo não passou de uma viagem de autocarro de ida e volta.
  • A Tina é tão estúpida que para ter dinheiro para gasolina ou deixa que lhe façam cunilíngua ou vende o carro.
  • Quem tem vontade de matar a Tina não tem alto nível de psicopatia, mas sim alto nível de inteligência.
  • A Tina é um estorvo.
  • A Tina é tão estúpida que quando vai para a cama com algum proxenta leva consigo uma régua para medir o tempo de sono.
  • Para os tugas, quem odeia a Tina é invejoso.
  • A Tina é o reflexo do triste país que a cagou.
  • O ódio dos Portugueses pela Tina é ainda maior do que o ódio dos Brasileiros pelo Latino.
  • O Bento Rodrigues e o Jaimão são alguns dos milhões de proxenetas da Tina.
  • A Tina só aceita apresentar toda a merda que lhe pedirem desde que o programa tenha o seu nome.
  • A Tina é tão feia que olhou pela janela e foi presa por dano moral.
  • Só por dar um peido pela boca a Tina já consegue ser notícia em Portugal.
  • Escreveu um livro onde ensina a falar inglês mas passa a vida a entreter velhas que nem o Português sabem falar como deve ser.
  • O olho do cu da Tina, visto ao longe, é eNOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORME.
  • A “beleza” da Tina deve-se a muitos camiões de maquilhagem (óbvio!)
  • A Tina considera-se uma mulher tão vanguardista que já pensou despir-se para a “revista” dela e escrever um conto erótico. Mas faltam–lhe mamas e um cérebro.
  • Nas suas sessões fotográficas, a Tina não faz mais do que copiar (mal) poses de actrizes de Hollywood.
  • A Tina acha-se uma diva.
  • A Tina é considerada uma pessoa influente em Portugal (quem não o é em Portugal?)
  • Se a Tina fosse vítima de um assassino, uma estátua seria erigida para honrar o assassino.
  • A publicidade a aparelhos auditivos aumenta sempre que a Tina é apresentadora (na SIC ou na TVI).
  • A maquilhagem da Tina cheira a sémen (ou, talvez, não seja maquilhagem).
  • A Tina é tão feia que entrou num concurso de feiura e foi recusada. Disseram-lhe “não aceitamos profissionais”.
  • A Tina ficará desempregada no dia em que o último velho tuga morrer.
  • A Tina acha-se uma mulher moderna e revolucionária, mas vai para a televisão dizer que eventos como os protestos em Hong Kong são coisas da China e que não se deve meter o nariz nos assuntos dos outros países.
  • A Tina não sabe porque é tão odiada.
  • A Tina tentou fazer parte do elenco do Dragon Ball, mas foi recusada por o Tartaruga Genial achar que ela estava demasiado gasta.
  • Se a Tina sofresse um acidente rodoviário, os Portugueses ficariam com pena do carro.
  • A Tina não testou positivo ao COVID–19 porque ela própria é um vírus.
  • O nome da Tina foi incluído no Dicionário. Significa ‘deterioração da imagem do sexo feminino’.
  • A Tina é tão feia que precisa de dois sacos de serapilheira para tapar a cara, para a carroça dos cães não a levar.
  • A Tina, para os padrões tugas, é uma mulher revolucionária, pois conseguiu tornar-se apresentadora sem ter primeiro passado por um reality show.
  • A Tina ambiciona ser Presidenta da República Portuguesa. Isto parece ridículo, mas deixa de o ser quando nos lembramos de que o actual Presidente da República Portuguesa é um palhaço.
  • A Tina já chegou a dizer que aquilo que o SirKazzio faz é «parvo». (Parece piada, mas não é.)
  • A Tina é uma mulher "à frente do seu tempo", mas ai de quem fale mal dela ou a insulte!
  • A Tina criou recentemente uma petição contra o cyberbullying. Tenham medo, tenham muito medo! Se em Portugal ainda há alguém que não precisa da televisão para ter opinião, assine esta petição.


A Tina fazendo aquilo que melhor sabe fazer: rir para não chorar.


MarcoFeliciano.png Este artigo trata de uma personalidade mortalmente,
putaqueparivelmente e filhadaputamente odiada!
Que não sai na rua para não sofrer linchamento.

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