Yuliya Zaripova

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Yuliya Zaripova
Yuliya Zaripova.jpg
Zaripova preferindo correr descalça, porque não existem tênis que suportem o pé esquisito dela
Nascimento 26 de abril de 1986
Bandeira da Rússia Rússia - Svetly Yar
Ocupação fudida, corredora de obstáculos

Yuliya Zaripova é uma duende (gnoma dependendo de sua cultura) advinda da Rússia e competidora de corrida de obstáculos, sendo campeã unânime apenas na prova de atleta mais esquisita do circuito por ter o corpo composto apenas de pele, osso e orelha.

Juventude[editar]

Nasceu numa aldeia no interior de Volgogrado, filha de um pai lenhador, aprendeu desde cedo, portanto, a ser lenhadora, caminhar na neve, derrubar pinheiros da taiga, carregar toras para casas e esse tipo de coisas de russos.

Começou a treinar para competições de salto em distância, salto em altura e arremesso de peso, mas como no atletismo só treinar não é o bastante, por muitos anos Zapirova foi apenas uma coadjuvante dessas que ficava nas posições de décimo para baixo nas competições, e isso só iria mudar quando ela começasse a beber Remédio da Turma da Mônica importados pelo seu novo técnico.

Carreira[editar]

Zapirova estrou em 2008 na nova prova de corrida com obstáculos quando marcou o tempo de 9m54s9, uma marca horrível, praticamente 1 minuto atrás da vencedora, uma marca nada promissora, todavia, estranhamente e de maneira muito suspeita, apenas 1 ano depois ganhou uma medalha de prata no Mundial de Berlim ao marcar 9m08s39, tudo graças a uma nova remessa de Remédio da Turma da Mônica vencidos que duplicaram a performance física da atleta.

Nas Olimpíadas de Londres ganhou a sonhada medalha de ouro na sua prova onde é especialista, a corrida com obstáculos, que é muito similar ao simples dia-a-dia na Rússia, só que com menos frio. E com a mesma pegada venceu também a corrida com obstáculos do Mundial de Daegu de 2011 com o tempo de 9m07s03.

Todavia, em 2015 a atleta foi denunciada pela Agência Russa de Anti-Doping por envolvimento com doping de consumo excessivo de Grapette do Cascão e Guaraná da Mônica que contém substâncias proibidas pela IAAF como creolina, Cogumelo do Sol e xixi de iaque (para dar acidez), mas como ninguém se importa, a medalha nem foi revogada, porque ela punida a perder tudo o que conquistou em 2010, ano em que não houve competição alguma.