Voltaire
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Carla Peres ganhadora do Prêmio nobel de conhecimentos gerais sobre Voltaire
Voltaire é o nome fantasia de François-Marie Arouet(Paris, 21 de novembro de 1694 , um francês da turma do Nietzche, Hegel, Baudelaire e Balzac e também um cara que não gostava do próprio nome. Foi um defensor da reforma social, o fim da censura e severas punições para quem as quebrasse. Um polemista satírico, ele frequentemente usou suas obras para criticar o sistema.
| Vencedor(a) do Prêmio Nobel da Literatura de 1750 | |
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Índice |
[editar] Voltaire
Voltaire ficou famoso no Iluminismo como filósofo. Sua filosofia baseava-se em falar mal da Igrêja, do rêi, da Igreija de novo e do réi mais uma vez. A tática de Voltaire era muito simples, enchia o saco de todo mundo fazia os seus textos com subliminares, e quando revidavam ele mudava de nome e começava de novo
[editar] Em um desses processos
O rei Luis XIV da França ficou tão puto que quase o mandou para a guilhotina. Mas o Voltaire escapou e foi para a corte da [[Inglaterra]. Lá, protegido, ele pode dedicar-se mais a sua filosofia anárquica anti-monárquica ateísta.
[editar] Na Inglaterra
Voltaire dedicou-se ao consumo de heroína, droga que ficou dependente. Voltando para a França, Voltaire para manter seu vício, levou alguns pés de papoula para a França e iniciou a nova plantação do momento.
[editar] Grandes Feitos
Foi precursor da Revolução Francesa, que instaurou a intolerância, a censura e o aumento dos impostos para financiar as guerras coloniais e napoleônicas.
[editar] Frases famosas
"A amizade é o casamento da alma."
"O valor dos grandes homens mede-se pela importância dos serviços prestados à humanidade."
"Uma única palavra posta fora do lugar estraga o pensamento mais bonito."
"Tudo se pode suportar, até mesmo o desprezo."
"Não concordo com uma única palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte o vosso direito de dizê-la."
"A necessidade obrigatória de falar e o embaraço de nada ter para falar são duas coisas capazes de tornar ridículo ainda mesmo o maior dos mafagafos."
"Que Deus me proteja dos meus amigos. Dos inimigos, cuido eu."
"A guerra é o maior dos crimes, mas não existe agressor que não disfarce seu crime com pretexto de justiça."
"O acaso é uma palavra sem sentido. Nada pode existir sem causa."
"Um minuto de felicidade vale mais que mil anos de glória."
"Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas."
"Encontra-se oportunidade para fazer o mal cem vezes por dia e para fazer o bem apenas meia dúzia."
"Faz tempo que não tenho nenhuma frase famosa..."
" Você não quis? A Cássia Kiss .Você não faria? O Reginaldo Faria" (se bem que alguns biógrafos atribuem esta frase na verdade a Nietzche, não a Voltaire)!
" Este mundo será melhor... no dia em que o último religioso for enforcado com as tripas do último político."
[editar] Principais obras
[editar] Cartas Filosóficas:
Com sua caneta esferiográfica ou boligrafo, ele escreveu cartas que foram para o correio com texto que retratam a filosófica filosofia de Voltaire. As cartas filosóficas filosofam com a filosifia filósofica e retratam sua filosófica filosofia de vida. Nelas, Voltaire escreve com a mão, não com o pé, teorias teóricas que filofam sobre a filosofia da retórica teórica da filosofia do filosofico filosofado.
Durante esse período Voltaire filosofou muito antes ter ter um filosófico filho filósofo chamado João Evangelista Filho de Lima Silva Carlos Mário Augusto Santos Aborghetti Jereissati Voltaire Tetraneto
[editar] Declaração de morte
Foi sua última obra:
"Eu, o que escreve, declaro que havendo sofrido um vômito de sangue faz quatro dias, na idade de oitenta e quatro anos e declaro que se tenho escandalizado a Igreja que se foda peço perdão a Deus ele que se foda também.![]()
Assinado: Voltaire, 2 de março de 1778 na casa do marqués de Villete, na presença do senhor abade Mignot, meu sobrinho e do senhor marqués de Villevielle."
[editar] Pós Mourten da revista guilhotinal francesa na semana de sua morte
Voltaire morreu em 30 de maio de 1778 "o maior, o mais ilustre e talvez o único monumento desta época sangrenta gloriosa o espírito humano elevado ao mais alto grau de sua perfeição".
[editar] O Túmulo
A família quis que seus restos repousassem na abadia de Scellieres. A Igreja reservou o pior túmulo para Voltaire que ficou ali por algum tempo. A Revolução que quebrou o sistema e guilhotinou os realezes modificou a sepultura de Voltaire para o panteão de Paris - antiga igreja de Santa Genoveva - dedicada aos grandes homens. Na escura cripta, frente a de seu inimigo Rousseau, permanece até hoje a tumba de Voltaire com este epitáfio:
"Aos Oréganos de Voltaire. A Assembléia Nacional Francesa decretou em 30 de maio de 1791 que havia merecido as honras dadas aos grandes mafagafos".