Vita-Sackville West
| Este artigo pode conter pornografia pesada ou leve. De preferência, leia-o de olhos fechados...
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| Nome | "Orlandão" Vita Sackville-west | |
| Profissão | Transsex, depósito de DSTs, jardineira e escritora | |
| Sexo | Todos os possíveis | |
| Dieta | Homens, mulheres, crianças, cachorros, árvores... | |
| Maior feito | Comer Virginia Woolf | |
Você quis dizer: Bicha Velha![]()
Google sobre Vita-Sackville West
Eu pensei que fosse mulher! ![]()
Ronaldinho sobre V. Sack-ville West
Cinco "reáu" pra fazê caridade! ![]()
Velhinho que comeu e não pagou sobre V. Sack-ville West
Quando me visita, as tardes adquirem uma deliciosa quentura; Nos tornamos animais, que se enroscam por todos os cantos da casa - E quão é excitante - me amacia as carnes com a delicadeza de exímia jardineira; Entregue à volúpia ardente, amoleço - como violetas molhadas. ![]()
Virginia Woolf sobre Chá da tarde com V. Sackville-west
Comi, várias vezes! O bagaço e a sífilis deixei pra Virginia. ![]()
Violet Trefusis debochando de V.Woolf
Já comi também! ![]()
Toda sociedade londrina sobre V. Sack-ville West
Ainda como! ![]()
Necrófilo sobre V. Sack-ville West
Puta que o pariu! Que fixação é essa com V.! V de viado ou V de vagina? ![]()
Você sobre V. Sack-ville West
Foi o primeiro travesti ao contrário da história! ![]()
Historiador da VEJA sobre V. Sack-ville West
Pode por na bunda? ![]()
Maísa sobre V. Sack-ville West
Tabela de conteúdo |
[editar] Biografia
Vita Sackville-west, Orlandão, ou Vida da Vila-dos-sacos ocidentais foi apenas mais uma das amantes de Virginia Woolf, e apenas por isso é lembrada até hoje. Pouco se sabe dos detalhes de sua vida, teve infância indefinida, escrita indefinida, sexualidade indefinida e até um marido de procedência duvidosa.
Ninfomaníaca e polêmica por natureza, foi a inspiração de Virginia Woolf sempre ela para a escrita de Orlando - um livro de drogado, como todos de V.Woolf, em que um homem se torna mulher da noite para o dia - também foi inspiração para a versão pornográfica de Pinóquio, que não se encontra disponível no Brasil por ser Britânico e esnobe demais.
[editar] Infância
Como toda garotinha safada do sul da Inglaterra, Orlandão Vita começou cedo com as práticas panssexuais. Seu primeiro amor foi um São Bernardo tinha o dobro de seu tamanho - como sempre, a mania de grandeza - a partir daí, sua paixão por animais apenas cresceu, vindo posteriormente a molestar cavalos, búfalos irlandeses e cabritas magrelas, estas passaram a ser seu maior objeto de desejo desde então.
Como criança não demonstrou talentos especiais na escrita, como adolescente nãotambém não, nem como adulta, nem como idosa, como morta muito menos. Aliás, morrer foi o maior bem que fez à literatura.
[editar] Vida Adulta
O tempo passou, Vita cresceu,mas não mais do que seu nariz. Por ter passado a maior parte da vida - senão toda a vida - vagabundando, não tinha conseguido juntar fortuna. Pobre, peito murcho, jeitão de homem e sem ter para onde ir, decidiu prostituir-se nas ruas de Londres; mas não como uma puta qualquer, Vita foi o primeiro travesti ao contrário da história da humanidade. Quando caía a noite, vestia seu terno de tecido inglês 100% indiano e saía a caça de homens (ou mulheres) à procura de diversão.
Orlandão era o mito da Oxford Street, mas não se contentava com aqueles clientes imundos fedendo à banha de porco. Queria algo mais sofisticado. Foi então que descobriu a Sociedade Literária Inglesa - o grupitcho de Virginia Woolf e de todos os gays da época - lá as pessoas eram refinadas e já usavam KY. Como toda pessoa dada (em todos os possíveis sentidos) à Literatura queima a rosca, a clientela ali aumentou e Vita fez sua fortuna.
Os ânus anos sempre foram implacáveis com Orlandão, estava ficando velha e toda Londres já havia abusado de seu corpo, era hora de casar. Foi nesta ocasião que encontrou conheceu Harold Nicolson, um ricaço bissexual que aceitou se casar com ela. Juntos, roubaram duas crianças na Índia para provar à sociedade que eles também tinham relações heterossexuais - o que durou muito, muito pouco tempo, já que as crianças pensavam que Deus era um elefante.
Vita teve mais duas relações sólidas após o casamento, uma com Violet Trefusis - uma puta qualquer que não interessa a ninguém - e com Virginia Woolf - outra vadia na vida, mas essa é famosa.
[editar] Um retrato de Vita
Nos magníficos diários de Virginia Woolf,uma cabrita que dedicava parte de seu dia à literatura (que você nunca estudará na escola),disse certa vez de Vita Sackville-west:
Vita Sackville-West (North,East and South) por quatro dias em Long Fur... Gosto muito de ficar deitadinha a seu lado,em meio ao gozo que produz. Sabe iluminar até o boteco da esquina,quando por lá passa com seu brilho exagerado de árvore de natal. Seu andar é um tesão,sua bunda gigantesca,parece uma maçã,gorda,rosada,suculenta,lembrando o tom das pérolas raras ou das uvas deliciosas. Que efeito me causa Vita? Um efeito duplo - múltiplos orgasmos. Há sua selvageria,seu despudor. Gosta de saltar por sobre minha barriga como cavalgasse em um cavalo,enquanto eu sou estragada para o sexo. Sabe fazer sexo em qualquer ambiente - no Rio ouse; no seu castelo; nos botequins de Londres ou em nossos encontros no Bloomsbury Group,quando me masturba por baixo da mesa - representar a sua classe,visitar as ninfas de que toma conta; fiscalizar a putaria,os cachorros e as piranhas. Admiro seu jeito de mamãe (embora odeie os filhos), sua maneira de ser. Em suma,tudo o que eu nunca fui: uma sapatão assumida. Depois,ui,aquela voluptuosidade - os faróis estão acesos - e nenhuma reflexão. Isto mesmo: Quanto ao cérebro e dotes intuitivos é burra como uma travesti; não é organizada nos pensamentos como eu;nunca fará parte do grupo de melhores escritores da Inglaterra. Mesmo assim,ela é ótima para o gasto; sabe que nunca poderá competir comigo,mesmo assim: me lambe,me morde,me arranha,me bate. Dá tudo o que ansiosamente esperei receber de algaym.
