Virtual Boy
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| Virtual Boy surgiu das trevas!!! Saaaaaiiii capeta... Saaaaaaiiii capeta! |
Você quis dizer: Trambolho![]()
Google sobre Virtual Boy
Hã? Quê? Não sei do que você tá falando... ![]()
Funcionário da Nintendo sobre Virtual Boy
Não sei de nada não! ![]()
Shigeru Miyamoto sobre Virtual Boy
Não fui eu quem fiz! ![]()
Paulo Maluf sobre Virtual Boy
Ahhhhhhhh, meus olhos... ![]()
Jogador desprevinido sobre Virtual Boy
É uma cilada, Bino! ![]()
Pedro sobre Virtual Boy
O Virtual Boy é o filho renegado da Nintendo. O staff da Nintendo jura até a morte que não foram eles que “cometeram” esse aparelho.
[editar] História
Vindos da década de 90. A Nintendo comemorava seus lucros monstruosos com o Super Nintendo e o Game Boy. O alto escalão da empresa então prepara uma super festança com todos os funcionários. Todos vão a festa, exceto o Shigeru Miyamoto, pois esse havia descoberto que o Mário estava pegando a mulher dele atrás do armário. A festa rola solta madrugada adentro, com muita bebida, sexo e drogas. Nem é preciso dizer que ficou todo mundo chapado. Após toda a orgia, bebedeira e truco valendo o toba, um funcionário aleatório, no meio de suas alucinações, cismou que iria fazer um videogame de realidade virtual. Outro funcionário alucinado levou essa ideia a sério e construiu um puta aparelho a partir da ideia.
Apenas cinco pessoas compraram o aparelho, sendo que três devolveram no outro dia e as outras duas foram internadas com ataque epilético, após jogar por uma hora seguida. Os dois funcionários (o que teve a ideia e o que fez o aparelho) foram demitidos por justa causa e sofreram processo indenizatório por parte da Nintendo pelos danos causados à imagem da empresa, o qual a Nintendo ganhou. O autor da ideia acabou internado num hospício, enquanto o que concebeu o aparelho foi à falência, acabando por virar mendigo e morar embaixo de um viaduto. Ambos não podem se aproximar a um quilômetro da sede da empresa, devido a uma ordem de restrição imposta pela justiça japonesa, e por via das dúvidas a Nintendo contratou um franco-atirador profissional que está sempre no telhado da sede, caso algum deles se aproxime.
[editar] O bagulho, digo, aparelho
O Virtual Boy é um aparelho absurdamente estranho, constituído de um capacete parecido com o do Jaspion, um controle e um pedestal para apoiar o trambolho. O capacete possuía um visor, que era a tela do jogo, que por ficar na cara do jogador era excelente para fritar a retina do trouxa que caiu na armadilha. O aparelho precisava ficar carregando por 42 horas ininterruptas, o que garantia mais ou menos 5 horas de jogo. Sem falar que o capacete era pesado pra cacete, obrigando o jogador a usar um suporte enorme para se apoiar, suporte esse em que o console propriamente dito ficava. Resumindo, o jogador ou ficava com a coluna torta, ou ficava cego.
Agora você deve estar se perguntando, “Quais jogos saíram para essa bagaça?”. Apenas uma meia-dúzia de jogos foram feitos para essa atrocidade, dentre os quais se destacam:
- 3-D Tetris
- Galatic Pinball
- Mario Clash
- Mario Tennis (sendo bem mais horrível do que o do 64)
- Panic Bomber (o único jogo da Hudson pra essa bagaça)
- Virtual Boy Wario Land
- Waterworld (sim, um filme de bosta que virou um jogo de merda prum videogame que não vale nem um dos parafusos do próprio)
E o prinicpal game de todos é:
| Desciclopédia has a problem
(Can't contact the database server: Can't connect to local MySQL server through socket '/var/lib/mysql/mysql.sock' (11) (localhost)) |
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Virtual Boy foi uma invenção que fracassou. Que nem o Internet Explorer. |


