Universidade de Brasília

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ATENÇÃO:
Simplesmente estamos cagando e andando para quem não gostar do conteúdo deste artigo e, por conseguinte, das opiniões e sugestões dos mesmos. We just couldn't care less.
Verdade.
Verdade.
Este artigo contém

verdades!

(pelo menos foi o que a Veja disse)
Material verídico:
Use com Moderação.
Cquote1.png Uma cataa-cata-aaa-aas-troo-cata-aas-tro-tro, um grande pobrema, né? Cquote2.png
Joaquim Roriz, sobre UnB

Cquote1.png Soooooooooooooohhh Cquote2.png
Maconheiro, sobre UnB
Cquote1.png Os alunos de Estilismo são uma graxinha Cquote2.png
Hebe sobre UnB
Cquote1.png Pedi um Big Mac no Restaurante Universitário e fui atendido Cquote2.png
Chuck Norris sobre UnB
Cquote1.png Se não fosse por ela, não seria assim hoje Cquote2.png
Clodovil sobre UnB
Cquote1.png Foi uu cão que buto pá nois estudá Cquote2.png
Jeremias sobre UnB
Cquote1.png Puta que pariu to grávida dessa merda! Cquote2.png
Dercy Gonçalves sobre UnB
Cquote1.png Na União Soviética a UnB estuda VOCÊ! Cquote2.png
Reversal Russa sobre UnB
Cquote1.png Se tivesse luz, talvez as explicações estivessem mais claras Cquote2.png
Professor sobre as modernas instalações da UnB

A famosa Universidade de Baitola Brasília, localizada na asa esquerda do grande caralho de Brasília, é uma universidade federal gay onde se produz maconha, piadas de mau gosto, pornografia e futuros políticos para habitar infernizar Brasília, tudo parte de uma grande conspiração de dominação mundial, lavagem de dinheiro público e tráfico internacional, de maconha principalmente.

A bandeira da UnB retrata seu mascote, o famoso Minhocão, também conhecido nas rodas de samba como Caralho de Asa

Índice

História

Em meados dos anos 50, o casal Dercy “Ribeiro” Gonçalves e "Chico Anísio" Teixeira invadiram uma propriedade federal no meio do cerrado com intuito de plantar maconha, como forma de levantar fundos para seu plano de dominação mundial. Logo pessoas de todo o país começaram a imigrar para a região para aprender os segredos do cultivo da maconha, inaugurando assim o primeiro curso da UnB: Agraynomia. Por mais organizado que fosse essa pequena sociedade, mais tarde apelidade de UnB (Universidade Baitola), por causa do grande número de bibas e bambis que imigraram para a região; a construção de Brasília em toda região ao redor da plantação de maconha fez com que a economia entrasse em colapso com a ilegalidade do cultivo do pó.

Foi ai que Dercy teve a ideia de contratar o famoso arquiteto gay Oscar Niemayer para construir um prédio que retratasse a alma daquela pequena comunidade, assim podendo seguir o estilo da cidade de ter um prédio sério que escondesse toda mutretagem. Baseado nisso, Oscar construiu o que chamou de “O congresso deitado”, um par de prédios que se estendia por 800m. Mais tarde foi descoberto que a real intenção do arquiteto era fazer um grande pênis flácido.

Animados pela grande viadagem do projeto de Niemayer, Moisés foi contratado por vários boiólogos para construir o Canal do Panamá e permitir que a maior parada gay da história pudesse atravessar o Mar Vermelho, para assim chegarem à terra prometida.

Chegando à UnB, os boiólogos se instalaram na ponta sul do prédio que apelidarem de minhocão, orgulhosos de poderem dizer que “sentam na ponta no minhocão”.

O grande êxodo dos biólogos trouxe grande prosperidade econômica a universidade, chamando assim outros tipos de bichas e bichonas para a famosa terra prometida da viadagem. Assim a UnB ganhou novos cursos e o título de instituição mais gay da história.

Foi durante a ditadura do reitor Cristovão Colombo que a UnB ganhou o título de universidade federal, parte de um grande esquema de narcotráfico internacional e superfaturarão de obras públicas. Isso fez com que superfaturada obra no novo prédio da universidade fosse interrompido várias vezes. Houve um grande protesto que resultou na guerra dos 24 dias, em que os alunos sem-teto, devido a superpopulação do minhocão, reivindicavam por um novo local para suas práticas pederásticas. O reitor concordou em construir um prédio pra tal propósito e foi construído o prédio FT, em homenagem a prática comum que as bibas sem-teto faziam para se aquecer no frio, calor, líquido e sólido.

Hoje a UnB conta com mais de 69 cursos, 21mil estudantes e uma promissora administração do reitor Timão Martin Luther King II. A UnB está sempre em expansão para atender sempre mais masoquistas. Estima-se que a UnB em 2010 seja a primeira universidade brasileira a superar o ranking de viadagem estudantil, hoje liderado pelas principais universidades gaúchas.

Siglas

Um fato curioso é que os alunos da UnB tem um dialeto próprio com o uso de siglas para indicar lugares, pessoas, matérias e objetos. O dialeto é tão complexo que apenas alunos entendem o que dizem (ou fingem entender), sendo impossível um forasteiro decifrar. Afinal, quem realmente sabe o significado das siglas da unb que explique o que significa FA, SG, SAA, BT, AT...

Pontos Turísticos

A UnB conta com vários famosos pontos turísticos, freqüentados diariamente por todos os ocupantes da universidade, incluindo a horda de zumbis, os aspirantes a políticos corruptos e todos os outros seres não-humanos habitantes da região.

Vista aérea do Minhocão

Ruínas da UnB - O Documentário


Ingresso

Existem três maneiras de entrar para a UnB como aluno:

Sistema de Cotas

A UnB também é conhecida por sua inovação, reservando 102% das vagas de ingresso ao sistema de cotas, como uma tentativa desesperada de inibir a entrada de orientais e goianos na universidade. Para poder entrar na universidade pelo sistema de cotas, o candidato deve ter um irmão gêmeo de etnia diferente a dele.

Administração

A UnB é uma monarquia, governada pelo Reitor. A cada 4 anos ocorrem fraudulentas eleições para a escolha de um novo reitor, que não só administra a universidade, mas também todo o conselho de super-vilões que almejam a dominação global. O reitor atual é Vossa Majestade Sr. Timão Martin Luther King, o primeiro reitor da história que administra uma universidade brasileira e não fala português. Seu inglês é tão ruim que nem mesmo Monika Pecegueiro do Amaral conseguiu colocar legendas em seus discursos.

Sistema Cíclico de Greves

A cada 2 anos, o funcionário responsável por colocar os números de Lost no sistema da UnB resolve sair para tomar café, deixando assim o sistema zerar e iniciar uma greve.

Outra teoria diz que as greves são uma medida de controle populacional, pois a taxa de natalidade diminui consideravelmente pela ausência de festas e farras com a inatividade da universidade. Por mais positivo que seja aos alunos ter férias extendidas, greves muito extensas abalam a economia que gira ao redor da universidade, como por exemplo, a grande queda no comércio de maconha, pães de queijo e cola para provas.

Economia

A UnB é uma das universidades federais mais sucedidas economicamentes, por sua grande competência nas diversas áreas de exploração econômica. As principais atividades econômicas são: cultivo e comércio interno de maconha, exportação de políticos corruptos (sendo a super-faturação de obras da universidade uma das principais formas de arrecadação de fundos), produção e exportação de filmes pornográficos (protagonizados pelos próprios nativos da região) e venda de armas químicas (produzidas no RU) a países como Irã e Coréia do Norte.

Demografia

Estima-se que existam hoje 5 mil gays para cada mulher em toda a área de UnB. A UnB é habitada por mais de 21 mil estudantes, sendo a maioria importada de Goiânia e outras regiões próximas.

A UnB se orgulha de ser a universidade gay com menos gaúchos de todo o país.

Personagens Notórios

Aluna que tirou SS

Dentre os variados habitantes da UnB, alguns se destacam por sua notoriedade e fama local:

Fatos Recentes

Guerra pela REI-to-RIA

Ultimamente, o PH da universidade se tornou mais ácido. PH é conhecido como Pessoal das Humanas, seres que transitam a universidade sem ter nada o que fazer. Para achar o que fazer, eles brincaram de invadir a reitoria, dizendo que o REItor tinha pegado um pequeno dinheirinho para embelezar sua casa, e pensava que não iria pagar nada, mas por causa desse povo, está pagando caro.

Esse povo que só sabe usar os livros para fazer baseados de maconha, estavam tão cansados de estudarem suas filosofias, que então começaram a fazer aulas práticas para ver se tais filosofias, ultra antigas, funcionavam. E o resultado disso? Uma verdadeira zona, de tão sem uso que são essas matérias, que eles tiveram que berrar para que outros cursos extremamente inúteis, como as exatas, dessem alguma atenção, inclusive a mídia, senão só ganhariam atenção quando fossem presos por traficarem drogas, ou em documentários sobre pobreza.

Então, após de um bando de dias lá na reitoria, só coçando o saco, e fazendo o que fazem de melhor (nada), conseguiram que o reitor saisse da UnB, sendo que este voltou para seu prédio decorado, pois por que ele continuaria naquele lugar. Os PHs ficaram tão feliz pois viram algo prático dos seus estudos, mas como isso é tão raro, eles não vão mais querer parar de encher o saco do reitor.

Melhoria na moradia dos estudantes

A invasão da reitoria pelos PH trouxe coisas boas aos estudantes, pois eles ganharam melhores moradias estando na reitoria. Mesmo que não tivessem água, luz, higiene, cama para dormir e poderiam sair na base da porrada, essas condições eram imensamente melhores que as encontradas no CEU (Centro de Estudos Utópicos).

De fato, na reitoria, ninguém iriam tacar fogo nos negros (se isso acontecesse iria queimar os brancos, ja pensou que dó), ninguém iriam rouba-los ou usar ilegalmente o lugar para dormir (ele ja era usado ilegalmente mesmo). Eles também tinham direito a televisão ao vivo, e sem a necessidade do próprio aparelho de televisão, além que ficavam mais perto do conhecimento encontrado no minhocão ou a biblioteca. Infelizmente, como era de se esperar, eles não usaram, pois afinal eles ja não estudam mesmo.


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