The King of Fighters '95

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Virtualgame.jpg The King of Fighters '95 é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Mima tenta derrotar a sacerdotisa do templo em Touhou 2


The King of Fighters 2
The King of Fighters 95 cover.png

Capa do jogo da versão para Sega Saturn

Informações
Desenvolvedor SNK
Publicador SNK
Ano 1995, óbvio
Gênero Street Fighter de viadinhos
Plataformas arcades de shopping center
Avaliação 40/100
Idade para jogar Livre

Cquote1.png Posso bater um contra contigo tio? Cquote2.png
Pivetinhos de Fliperama sobre te chamar para um duelo
Cquote1.png Quem??? Cquote2.png
Crash Bandicoot sobre Eiji Kisaragi
Cquote1.png SEU VEADO!!! Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre Iori Yagami
Cquote1.png Comida Boa só na casa dos Sakazaks. Cquote2.png
Robert Garcia em mais um dos seus comerciais no SBT
Cquote1.png S2!! Cquote2.png
Japoneses sobre Athena Asamiya
Cquote1.png Cadê a Leona?! Cquote2.png
Pivetinhos do Fliperama do Rio de Janeiro sobre não ter a Leona nesse jogo
Cquote1.png Que BOFE delicioso Cquote2.png
Cristian Peor sobre Iori Yagami
Cquote1.png Leona e o cacete, eu sou melhor que aquela fraquinha Cquote2.png
Heidern respondendo sobre não ter a Leona no KOF95

The King of Fighters '95 (em português: Tequingui or Faiteris Novientei Xinco) foi o segundo jogo da quase infinita série The King of Fighters, e a última versão que prestou. Os jogadores viciados nesse jogo sabem que esse "Tequingui" é único porque é só nele que com simples porradas de alguns lutadores você consegue arrancar até tirar 40% de vida do adversário e qualquer n00b consegue até parecer decente jogando esse jogo que as vezes pode ser sem noção e assustador.

Desenvolvimento[editar]

A Capcom continuava nadando em dinheiro ao lançar dois Street Fighter II por ano. Em 1995 já estava no Super Street Fighter Apostrophe Alpha 3 Ultra Remix Arcade HD e a SNK decidiu que iria acompanhar essa insanidade e iniciou o projeto de lançar um novo The King of Fighters por ano que seria uma repetição eterna do The King of Fighters '94. O problema é que era 1995 e seria idiota lançar em 1995 um jogo chamado "Super The King of Fighters Alpha Turbo Remix '94", e decidiu-se pelo nome "The King of Fighters '95". Pouco foi modificado nesse jogo em relação ao antecessor, foram apenas excluídos os únicos três personagens heterossexuais e substituídos por 3 novos viadões, pois a SNK compreendida que seu público gostava de emos e esse tipo de personagem.

Para tentar ao máximo se diferenciar do rival Capcom, a SNK também apostou num jogo com mais enredo, embora a droga do enredo seja mais confuso que ménage à trois entre um cego, um surdo e um mudo, afinal o jogador vai escolher um time qualquer, mas na história cânone aquele time vai ter perdido o torneio, então porque diabo perder tempo vencendo Rugal usando o Billy Kane ou qualquer outro se isso nunca aconteceu no enredo oficial?

Jogabilidade[editar]

Alguém soltando um Roriúgi.

The King of Fighters '95 é uma versão mais simplificada de The King of Fighters '94, pois como em apenas 1 ano não dava pra melhorar muita coisa, então pioraram alguns aspectos para ficar diferente. Isso resulta num jogo de luta completamente desbalanceado e quebrado onde com um pouquinho de treino é possível realizar uns combos infinitos com cada um dos personagens (menos a Mai, porque os golpes dela são para mostrar a bunda, não para criar combos).

O sistema de dano é ridículo, mesmo defendendo as vezes é possível arrancar metade da vida do adversário com uns golpes mixurucas, qualquer coisa manda embora 60% da vida enquanto alguns combos tiram um peteleco de nada. A jogabilidade é focada na cagada, as vezes você pode dar aquela rasteira sem querer e matar o adversário.

Para dar uma utilidade barrinha do POW que era inútil no jogo anterior, agora o jogador que encher aquela barrinha fica invencível, overpower, não sente os golpes e consegue contra-ataques apelões. Barra cheia é sinônimo de vitória.

Enredo[editar]

Recrutamento[editar]

Tudo começou quando Vice (uma lésbica assumida) e Rugal (o M. Bison da Capcom) estavam falando sobre a Série A do Campeonato Alemão. Eles estavam numa simples ilha deserta por causa da humilhante derrota sofrida em 1994 para Ryu genérico, Ken viadão e E. Honda Zangief. Mature (outra sapatona, a série The King of Fighters é cheio de diversidade sexual) antes de fugir sabe-se lá porque, raptou um mendigo chamado Saisyu depois de ganhar uma aposta de que o Vasco não seria Vice do Cariocão de 94, e como honra Saisyu devia ser raptado e levado com ela.

O jogo busca um maior foco no enredo, com personagens fodas cheios de frases marcantes. Destaque para o fato do jogo estar disponível em português do Brasil, com todas as gírias.

Ela fugiu de helicóptero e entregou o mendigo bêbado para Rugal. Dias depois Rugal manda de novo aqueles malditos convites para as 8 equipes, exceto a equipe do Flamengo daqueles mulambos do basquete, boxe e futebol americano, time que foi substituído para dar espaço ao emo mais famoso do mundo: Iori I Am Gay me!. Iori, todavia, não podia ir participar do torneio sozinho, ele precisava de dois parceiros. O primeiro a Iori encontrar é Billy Kane, contra quem ele jogou uma partida de truco valendo o toba, jogo o qual venceu, mas como Billy apesar de gay (como todos personagens de The King of Fighters) não é passivo ele acabou precisando pagar a aposta juntando-se ao time do Iori. Faltava ainda um representante, então Iori conheceu um cosplayer do Strider chamado Eiji contra quem duelou e Eiji venceu Iori, mas como Iori não aceita perder ele força o ninja a entrar no time e tornar-se o terceiro integrante do time. Agora a noca equipe americana era formada por um emo, um ninja genérico e um paga-pau.

Enquanto isso, no Japão, Athena fica feliz por receber um novo convite pois vai ter mais uma chance de tentar transformar Kyo Kusanagi em macho, e decide dar um belo exemplo às crianças indo matar aula para participar de um torneio de porradaria.

Quanto ao Kyo, ele descobre que seu pai Saisyu foi para um puteiro mas caiu na velha cilada da salsicha escondida e não quis pagar o rolê, acabando ele raptado pela cafetina do bordel Mature e sua amiga vascaína Vice.

O Torneio[editar]

O Time das mulheres formado por King, Mai e Yuri vence na primeira rodada o time dos cornos mansos formados por Terry, Andy e Joe. Fato que aconteceu porque os três marmanjos lutaram de salto alto menosprezando as mulheres, mas seu estilo de vida MGTOW foi também o que custou o sucesso pois sua castidade forçada não os evitou de ficaram loucos pelos fartos seios das adversárias (exceto King que ainda era só um homem vestido de mulher e ainda não havia cortado o pinto em 1995).

O time da Athena Asamiya, de tão fraco e ridículo que é, surpreendentemente demonstrou o oposto, depois que uma aposta entre Kensou e Takuma determinou que o time perdedor chuparia a pica leprosa de Chang, por isso Kensou e sua turma entraram com motivação extra e o time de Takuma perde, precisando pagar a aposta humilhantemente.

O time dos mercenários brasileiros precisavam de macumba e não de soldados do BOPE para vencer, pois perdem para o time do Kyo. Deram azar de pegar o time do protagonista.

A quarta rodada ficou marcada pelo duelo entre um emo e um mestre do Taek-wond-do. Foi ali que Kim desenvolveu a técnica do Ai meu Saco, pois precisou sacrificar tudo de si para tentar vencer aquele emo, mas nem o sacrifício de seus dois testículos foi o bastante para evitar a derrota, e Iori venceu o duelo.

As semi-finais começaram com o time das mulheres derrotado pelos azarões da Pyscho Soldier. Um dos lances marcantes nesse embate foi no Round 1 quando a Yuri vence o Kensou com uma bundada no pênis do garoto, estuprando sua virgindade com aquele golpe especial. Mas essa vitória inicial não preveniu a virada que ocorreria.

Na outra semi-final entre o Time Japão e o Time Maconha, Daimon até conseguiu vencer Billy e Eiji, mas Iori derrota Daimon e Benimaru, trazendo assim o grande duelo entre Kyo e Iori, sendo ali que um descobre o crush que sente pelo outro, um embate eletrizante repleto de gritinhos estridentes e muito beijo na boca, no qual Iori saiu vencedor. Era 1995, o movimento emo estava em seu auge.

A final ocorreu entre o Time da Pyscho Soldier e o Time da Macumba. Todos se espancaram e o round final foi entre Athena e Iori. Athena até então não perdeu seu BV (bunda virgem) e está furiosa em não ter achado seu amado Kyo na final. Já percebendo que seu inimigo era um viadão assumido que não a comeria e nem nada, Athena é quem inexplicavelmente vence Iori, tornando-se a grande campeã dessa porra toda. Mas quando ela e seus dois Cavaleiros do Zodiaco de estimação recebem o troféu, ela desmaia ao perceber que é virgem ainda. Kyo, apesar de ter sido derrotado na semi-final, aproveita que todos os lutadores foram embora e não perde a chance de acariciar Athena que está desmaiada e indefesa.

E toda aquela putaria pra nada, pois todos vão para a mansão do Rugal, mais especificamente para uma sauna particular do grande vilão. É o time de Kyo que primeiro vence Saisyu para chegar na luta final. Kyo, provido de várias cagadas e diversos bugs do videogame, consegue derrotar Omega Rugal, e todos os 25 lutadores saem da mansão de Rugal, sem dinheiro nem nada, e Fim.

Finais de cada time[editar]

Mas toda essa história significa porra nenhuma, porque se você escolhe, por exemplo, o time dos brasileiros que supostamente apanhou nas quartas-de-final, mas joga bem com eles e fazem eles venceram até o Rugal, então tem o final deles. Fica a pergunta no ar, pra que criar um enredo se ele não será utilizado?

  • Japan Team - Tais personagens ficaram só na conversa, Kyo volta para casa depois de salvar o pai do puteiro e Saisyu fica olhando pro céu feito um bocó, sim, ele não morreu.
  • Fatal Fury Team - este time foi ridicularizado no torneio, ficou em último e o trio não passou de coadjuvantes. Terry, Andy e Joe foram para casa treinar e tentar não levar uma surra ainda maior em The King of Fighters 96.
  • Art of Fighting Team - Cansados de subestimarem Yuri, Takuma resolve ir treinar mais (porém, para nada, já que ele não estará em The King of Fighters 96 e a própria Yuri é quem substitui Takuma).
  • Ikari Warriors Team - Heidern e seus dois pau mandados voltam para o quartel para consertar as besteiras que fizeram, embora se sintam vingados pela morte de Rugal, e agora ele reza pra que Sandra e Clara descansem em paz. Com a sensação de dever cumprido, Heidern se retira e vai para o Street Fighter Alpha com o nome de Rolento, deixando a Leona Heidern em seu lugar.
  • Pyscho Soldier Team - Depois de finalmente ser acariciada por Kyo no final, Athena, agora ex-BV (Bunda Virgem), está ansiosa em se encontrar com Kyo novamente, então ela volta para o seu devido lugar junto com Kensou e Chin que não sabem que a sua líder agora não tem mais as pregas do cu.
  • Korea Team - Depois de tomar uma surra de um cara que parece mais emo do que macho macho, Kim resolve treinar para ir participar de The King of Fighters 96, impondo um regime para Chang Koeman e deixando o velho Choi Bounge dormir.
  • Woman Team - Yuri sai do time feminino porque cansou de ser sapatona, mas antes de sua despedida ela, Mai e King ficam enchendo a cara de uísque, 51, Brahma, Skol, Sol e Etc.
  • Macumba Team - Iori, irritada por não ganhar o torneio, fica calmo por apenas 1 segundo e olha o cpeu, Billy fala que um tal de Geyser Hora-q-Arde está interessado em Orochi. Fora isso, Iori machuca brutalmente Billy e Eiji por não emprestarem seu CD do Fresno, então Billy Kane resolve fugir e ir jogar no Bangu, e Eiji... sei lá.
  • E RRRRRRRRRRRRRRRUGAL E VASCO - Boatos dizem que Rugal morreu e Vice entrou no time de Iori junto com Mature, mas há boatos de que Rugal voltará em The King of Fighters Acre I formando time com Aretuza e Lindomar, formando o Fuck Team.

Personagens[editar]

  • Hero Team
    • Kyo Kusanagi - O único protagonista de um jogo de luta que consegue ser ridículo o bastante para não ganhar o torneio. Botou uma jaqueta preta para se parecer menos com o Ryu e mais com um cantor assexuado de k-pop. Tenta ser menos gay ao acariciar Athena no fim, mas não conseguir além de uma mera mão boba.
    • Benimaru Nikaido - Continua sendo apenas uma versão viada do Ken e que está ali só fazendo número.
    • Goro Daimon - Mais um figurante e personagem sem carisma, tomou um pau de Iori na semi-final e ficou traumatizado para sempre.
  • Fatal Fury Team
    • Terry Bogard - Como o enredo estava se focando demais na relação homoafetiva de Kyo e Iori e na superação de Athena, não sobrou muito o que fazer para Terry, que apanhou feio e ficou na lanterna da competição.
    • Andy Bogard - Só mais um Ken genérico, continua sendo corno da Mai, vendo meio mundo comer sua mulher e pensando apenas em treino e luta. E para ser massacrado no torneio..
    • Joe Higashi - Outro Ken, mas com o ataque especial de soltar um futum azedo pelo sovaco que faz qualquer um desmaiar, até o Rugal.
  • Art of Fighting Team
    • Ryo Sakazaki - Apesar de ser só mais um Ken, na hora de lutar contra o amiguinho tem que ser a escolha obrigatória para quem quiser vencer, já que o soquinho dele já arranca 30% da vida do adversário.
    • Robert Garcia - Coadjuvante que ninguém usa. Ainda é apenas um cafetão em busca de cobrar algumas dívidas.
    • Takuma Sakazaki - Tiozão do churrasco que ninguém nem lembra que é um personagem de KoF.
  • Ikari Warriors Team
    • Heidern - Capitão do BOPE que só apanha o torneio mas fica satisfeito que o chefe do tráfico morre no final.
    • Ralf e Clark - Dois personagens "brasileiros" que são o terror dos noobs, fazem qualquer noob chorar com seus combos infinitos de pegada.
  • Psycho Soldier Team
    • Athena Asamiya - Campeã do torneio, chama atenção pela sua voz que parece um cachorro ganindo, talvez isso que tenha desconcentrado Ioro na final. Com poderes ainda mais cheios de purpurina, ela apenas serve para confirmar ainda mais que fã de The King of Fighters é viadinho enrustido por um jogo deixar uma guria dessas ser campeã em cima de um monte de marmanjos.
    • Sie Kensou - Moleque retardado que realmente acredita que pode comer a Athena algum dia, mas a única coisa que come são seus pães de queijo.
    • Chin Gentsai - Velhinho fedido que de 1994 para 1995 criou uma pança de chopp.
  • Women Fighters Team
    • King - Um garoto que se identifica como mulher e que embora tenha roupas e corpo de homem insiste em continuar no "Time das Mulheres".
    • Mai Shiranui - A musa suprema ainda está ali. Jamais usa sutiã ou calcinha, seus ataques continuam sendo meras desculpas para exibir seu decote indecente e a bunda que sua roupa vermelha é incapaz de esconder.
    • Yuri Sakazaki - Por enquanto só uma coadjuvante.
  • Korea Justice Team
    • Kim Kaphwan - Neste jogo criou seu famoso golpe Ai meu Saco, mas nem com o sacrifício de seus dois testículos conseguiu ser campeão.
    • Chang Koehan - Gordão que as vezes acaba sendo o mais apelão quando o jogador dá uns combos sem querer com ele.
    • Choi Bounge - Filhote de cruz-credo.
  • Rivals Team
    • Iori Yagami - A grande novidade desse jogo, o primeiro antagonista inteiramente emo da história dos videogames, ele é altamente complexado porque embora seja visivelmente um viadão passivo, ele não aceita isso e vai enfiar uma surra em quem o chamar de viadinho. Ele alega ser ativo e que não vai dar o cu pra ninguém, apenas comer e até que se sai bem sucedido, comeu o cu de Kyo e Kim. Mas não soube o que fazer quando enfrentou Athena na final.
    • Eiji Kisaragi - Um ninja cosplay de Strider.
    • Billy Kane - Um malandro que não larga a porra de seu bastão vermelho.