Salto ornamental

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Salto ornamental é o nome dado para aqueles saltos seguidos de piruletas doidas no ar e mortais invertidos de costas, finalizados com o pouso em uma piscina, lago ou rio, caso o esportista seja uma pessoa normal, ou em terra firme, se o praticante for o Bicho Piruleta ou um seguidor do mesmo.

A prática mais tradicional, que faz parte dos Jogos Olímpicos desde St. Louis 1904, requer trampolim, piscina e espectadores (o mais difícil de se conseguir).

História[editar]

Atleta executando seu salto, sem muito refinamento.

Em uma época muito muito distante, os homens mais frangos, que não aguentavam o furor da caçada, notaram que eram sempre esquecidos pelas minas, que preferiam se engraçar com os bombadões que pegavam firme no cacetete e levavam carne de dinossauro para a caverna.

Precisando virar este jogo, para não ficarem na punheta em uma época em que o Xvídeos e as revistas de sacanagem ainda eram apenas um devaneio, os valentes homens ignorados buscaram uma forma de aparecer, mostrando sua existência para o mundo. Sabendo que não obteriam um bom desempenho em atividades que requeriam uma massa muscular desenvolvida, os magrelos resolveram utilizar sua falta de peso para diferenciarem-se dos demais, pulando de pedras e fazendo mortais duplos carpados no ar.

A tática deu certo, e eles conseguiram alguma atenção das mulheres. O único problema é que eles ainda não tinham pensado na parte da água, e morriam de traumatismo craniano antes de coletarem os louros por sua vitória.

Anos mais tarde, após uma conversa em ugauganês, alguns trogloditas chegaram a conclusão que a água é mais macia para o pouso, e deveria ser utilizada para a pŕatica dos saltos ornamentais (que naquele momento eram conhecidos apenas como “ugaaaaaaaa”). Esse foi o primeiro grande avanço deste esporte, que com os milênios sofreria algumas alterações, como o uso de trampolim no lugar de rochas de 79 metros de altura e da proibição de saltos em rios que tem piranha, pedras enormes próximas da superfície e Frankenfishs.

Regras[editar]

A primeira e fundamental regra, diz que ganha quem os juízes forem com a cara. Por possuir muitas micro-regras com relação a pontuação, que geram mais polêmica do que a discussão entre bolacha x biscoito, os juízes dão a vitória para quem eles querem, aproveitando que ninguém sabe como calcular os pontos de cada atleta com precisão.

Nos Jogos Olímpicos, para avaliar o salto, são utilizados 7 juízes, que após a performance apresentada não podem se comunicar entre si, nem que seja para avisar que a roupa do outro está pegando fogo. Neste momento, cada um levanta aquela plaquinha como nos desenhos animados, avaliando o salto ornamental com uma nota que varia entre 0 e 11, sendo que o 0 é dado para as batatas e o 11 dá vitória instantânea, utilizado apenas quando o saltador é parente de algum dos juízes.

Após este primeiro momento de avaliação, a melhor nota e a mais medíocre são eliminadas, e as restantes são somadas, dividas por pi, somadas com a soma de seus catetos multiplicadas ao cubo e subtraídas pela raiz quadrada de 987.867, que por sua vez é equilibrada com o valor ao quadrado da vontade dos juízes.

O vencedor é aquele que conseguir a maior pontuação chutada.

Jogos Olímpicos[editar]

O salto ornamental possui muitos admiradores pelo mundo, em especial os tarados, que acompanham o esporte apenas para ver as saltadoras com aquele maiô socado no rabo. O salto ornamental atrai alguns espectadores em tempos de Jogos Olímpicos, a não ser que na mesma hora esteja tendo alguma partida de futebol ou alguma prova de atletismo.

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