Saladino
Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
|
Portanto, este artigo louva Alá e come esfirra, sem dar ré no kibe. Ele gosta de mulher coberta e não gosta de ser confundido com turcos nem judeus. Se você bagunçar este artigo, terá sua casa varrida do mapa por um 747-400 |
| | Saladino se trata de um(a) VENCEDOR(A) Ganhar medalha de ouro é rotina pô, sempre se sairá muito bem... Veja aqui os outros campeões. |
| Saladino é macho!
Este é um artigo que pode te levar para o Lado Azul da Força. Nem pense em vandalizar, senão Carlos Maçaranduba vai te dar de porrada. |
Google sobre Saladino
It's over nine thousand! ![]()
Poder de luta do exército liderado por Saladino
Tenho medo! ![]()
Ricardo Coração de Leão sobre Saladino
Tá dominado, tá tudo dominado! ![]()
Saladino sobre a Reconquista de Jerusalém
Saladino foi um chefe militar curdo surdo e mudo. Viveu na época em que os europeus, que pensavam ser a zelite dentre as civilizações, resolveram retomar a boca Terra Santa, no processo denominado como Cruzadas. Tio Sala, como era carinhosamente chamado, liderou a resistência árabe e venceu os cristãos. Pela bravura e tamanho do pênis, adquiriu grande respeito por parte de seus irmãos árabes, bem como por parte dos vencidos, que tinham nele um exemplo de cavaleiro tipicamente medieval. Ou não.
Índice |
[editar] Origens
Saladinho nasceu em Tikrit, no atual Iraque, e morreu em Damasco, no que hoje é a pimenta Síria. Cabe ressaltar que ele era conterrâneo de Saddam Hussein, o qual não herdou nenhum centímetro da astúcia militar do nosso herói. Teve uma infância fundamentada no sexo na religião, o que possibilitou a ele, ainda jovenzinho, tornar-se o senhor King Size dos sunitas (que é um tipo de islamismo, seu burro) no Egito. Ganhou o título de vizir, por pura frescura, e saiu a colocar ordem em vários povos árabes pelo mundão afora.
[editar] As Cruzadas
O Reino de Jerusalém foi um reino cristão criado no Levante em 1099 pela Primeira Cruzada. Teve a sua capital em Jerusalém e mais tarde em Acre, ou seja, tinha tudo para não existir. Saladino, que já comandava um mol de povos árabes, era o único em condições de acabar com aquela palhaçada. Esperto que era, resolveu convencer seus superiores a tolerar aquele reininho mixuruca por ali, para lucrar com o comércio, e para poder furtar umas francesinhas para os seus haréns.
Tudo estava bem, fora um e outro contratempo, com uns vinte, trinta mil mortos, mas nada de muito grave. Porém, em 1177, aconteceu a Batalha de Montgisard, onde as tropas de Saladino foram totalmente sodomizadas. No ano seguinte, ele assinou um acordo de paz com os vencedores, para ter tempo de se reorganizar. Dessa forma, em 1179, reiniciou a pancadaria, e os árabes, assim como o Grêmio, fizeram valer o fator local, e enfileiraram, ano a ano, um mundaréu de vitórias contra os cruzados.
Reinaldo de Chatillon foi uma pedra no sapato, sandália, bota, sei lá qual era o tipo de calçado que o Saladino usava. Depois das derrotas supracitadas, Chatillon juntou uma frota com um mol de embarcações, e trancou a rota comercial e de peregrinação pelo Mar Vermelho. Desde então, a coisa transpassou o significado religioso e o desejo de dominar Jerusalém, e passou a ser uma rixa pessoal. Um saqueava uma cidade, o outro queimava um templo; um estuprava cem mulheres, o outro decaptava duzentas crianças; um cortava o cabelo estilo Chanel, o outro fazia um moicano; um praticava sodomia com dez africanos de tamanho avantajado, o outro debochava, pois aquele número era muito pequeno e ele aguentaria bem mais.
O cume da pendenga chegou quando Reinaldo sequestrou a irmã de Saladino. As más línguas da época dizem que o europeu invejava a delicadeza da pele da moça, e a usurpou, para aprender a receita. Saladino conseguiu recuperá-la, e, antes de tudo, aprendeu ele como fazer uma limpeza cutânea eficiente e manter uma tez sadia, o que provocou a ira extrema do comandante cruzado. Agora, a única saída seria um confronto fatal, e foi o que aconteceu.
Em julho de 1187, iniciou-se a reconquista do reino de Jerusalém por parte dos árabes. A chamada Batalha de Hattin resultou na aniquilação das forças cruzadas, e na captura de Reinaldo de Chatillon, dentre outros. O líder árabe se encarregou pessoalmente em dar o destino merecido ao cruzado. Com requintes de crueldade, como obrigar o prisioneiro a ouvir 30 horas seguidas de música árabe, fazer cálculos de derivada utilizando como recurso apenas um ábaco, e outras coisas igualmente terroríficas, até o momento em que o próprio Saladino se cansou, e enfim cortou a cabeça do infiel. Daí em diante, ele passou a tocar o terror por onde passava, ordenando a decapitação de qualquer coisa viva que estivesse pela frente, seja homens, mulheres, cavalos, esquilos, cabeças de alho, o que fosse. A animação era tamanha, ao ponto de ele afirmar que:
Em 2 de outubro, os árabes cercaram Jerusalém. Lá dentro, borrado de medo, estava Balião de Ibelin, tentando defender a cidade. Saladino apenas conseguiu destruir os muros da cidade, que haviam sido projetados por Sérgio Naya e José Sócrates, mas entrar que é bom, não foi possível. Então, para satisfazer aos dois lados, tiveram de fazer um acordo, o que entristecia aos muçulmanos, que estavam com suas espadas afiadinhas e sedentas por pescoços.
[editar] Não acabou por aí! Lá vem Ricardo Coração de Leão e a Terceira Cruzada
A Inglaterra, que queria ser mais fodona que a França, que havia liderado a cruzada anterior, resolveu financiar a sua, e partir rumo à Re-Reconquista da Terra Santa. Sabe-se lá por que, o interesse inicial de conquista era o tal do Acre, ou se isso não seria apenas uma piadinha dos historiadores. A política do olho por olho prosseguiu, e cada execução levada à cabo pelo cacique dos cruzados, Ricardo Coração de Leão, era retribuído na mesma moeda por Saladino.
O inglês chegou a derrotar o árabe em batalha, porém, havia uma relação sexual de respeito muito grande entre os dois. Quando Ricardo foi ferido, Saladino mandou-lhe um médico; quando morreu o cavalo do cruzado, o muçulmano mandou-lhe dois de bom grado, quando um deu para o outro, houve a recíproca, e por aí vai. O clima de harmonia contrastava com o caráter belicoso que as posições de ambos exigia. Inclusive, houve a ideia de casar a filha do inglês com o irmão do árabe, mas acabou não dando certo, visto que o menino gostava de certas coisas que impossibilitariam um casamento normal.
Em 1192, os dois miguxos assinaram um contrato de casamento acordo, onde Jerusalém seria devolvida aos árabes, mas permaneceria aberta para peregrinação dos católicos, e estes manteriam um pedacinho de terra litorâneo, talvez prevendo uma possível construção de resorts para o aproveitamento turístico. Com a paz, Ricardo e Saladino beberam, caíram e levantaram, e perpetuaram-se como exemplos típicos do comportamento do verdadeiro cavaleiro medieval, ou não. No ano seguinte, o líder árabe faleceu por depressão, dada a tristeza que sentiu quando o seu amor o Rei inglês voltou à sua terra. Como ele era burro muito bondoso, havia doado quase todo seu dinheiro para a caridade e, dessa forma, faltou recursos para enterrá-los, no bom sentido da palavra. Assim, ele ficou num cantinho qualquer de Damasco.