Síndrome da Sincronicidade Permanente
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A SSP (Síndrome da Sincronicidade Permanente) é uma DMT (Doença Metafisicamente Transmissível) causada pela bactéria Tristitia Dolere. Manifesta-se em três estágios: primária, secundária e terciária. Os dois primeiros estágios apresentam as características mais marcantes da infecção, quando se observam os principais sintomas e quando essa DMT é mais transmissível. Depois, ela desaparece durante um longo período: a pessoa não sente nada e apresenta uma aparente cura das lesões iniciais, mesmo em casos de indivíduos não tratados. A doença pode ficar, então, estacionada por meses ou anos, até o momento em que surgem complicações graves como lesões acidentais, tragédias pessoais, perda de emprego, depressão, problemas de saúde, ou aparente 'azar', que inclusive pode levar à morte.
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[editar] Sinais e Sintomas
A SSP manifesta-se inicialmente como uma pequena ferida moral (cancro ético) e com ínguas (caroços) na consciência, que surgem entre o 1º ou 3º dia após a relação emocional desprotegida com[editar] Transmissão da SSP
A SSP pode ser passada de uma pessoa para outra por meio de relações emocionais desprotegidas (sem o uso de bom-senso na exploração da carência de parceiros alheios), através de transfusão de pensamentos (que hoje em dia é muito raro em razão dos níveis de ignorância alheios), e após a gestação e o parto (de mãe e pai que abusam emocionalmente do bebê desde o berço até a fase adulta).
[editar] Prevenção
Como não há perspectiva de desenvolvimento de vacina, em curto prazo, a prevenção recai sobre a educação em respeito: uso regular do bom-senso ao se relacionar com pessoas fragilizadas, através do diagnóstico precoce em homens e mulheres carentes e vulneráveis, e/ou parceiros que incitem a vendeta, além da realização do teste diagnóstico por mulheres desequilibradas com intenção de engravidar.
[editar] Tratamento
O tratamento mais indicado para a SSP é a utilização do mais antigo dos ditados: "não faça com os outros o que você não gostaria que fizessem com você". O maior problema do tratamento é o seu diagnóstico, visto que a SSP pode ser confundida com 'azar', 'má-fase' ou simplesmente circunstancial, levando também a transmissão de sofrimento em alta escala. Os pacientes devem evitar ter relações emocionais (de preferência que envolvam o amor) até que o seu tratamento (e do parceiro com a doença) se complete. A gestante deve realizar controle de cura mensal.
Se não tratada, a SSP progride, torna-se caótica e pode comprometer várias partes da consciência e levar o infectado ao suicídio.
[editar] SSP Congênita
A SSP congênita é resultado da infecção através da Tristitia Dolere, bactéria causadora da SSP, através da falta de amor de pais ausentes e/ou abusivos.
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