República de Artsaque

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Արցախի Հանրապետություն
Artsakhi Furunculus Hanrapetut’yun
República de Aimeusaco
Bandeira da República de Artsaque
Brasão da República de Artsaque
Bandeira Brasão
Lema: Nem Armênia nem Azerbaijão
Hino nacional: Ազատ ու Անկախ Արցախ (hã)

Localização de República de Aimeusaco

Capital Tapa na Kara
Cidade mais populosa Ierevan
Língua língua armênia e russo na hora de negociar com os traficantes de armas
Religião oficial anarco-capitalismo
Governo Democracia dúbia indecisa
 - Síndico Bako Sahakyan (de jure), Serzh Sargsyan (de fato)
Heróis Nacionais Niko Bellic
Área  
 - Total Pequena e inútil km² 
 - Água (%) 0
Analfabetismo 128 
População 145000 armênios infelizes 
PIB per Capita
IDH Baixo 
Moeda dram
Fuso horário Horário Eleitoral Gratuito
Clima De briga
Website governamental o servidor karabakhense acaba de ser destruído por um ataque azeri

República de Artsakh (ou República de Artsaque segundos os portugas que tem dificuldade em pronunciar a letra K) é uma digievolução do que antes era apenas uma tripa chamada Nagorno-Karabakh, um país que ninguém conhece ou se importa que afirma ser independente, embora ninguém reconheça isso, afinal nem seleção de futebol tem para jogar as eliminatórias. Em 2017 vimos a seleção do Azerbaijão jogando contra a Alemanha e a seleção da Armênia jogando contra a Dinamarca, enquanto Artsaque ninguém viu, só reforçando a teoria de que a existência de tal nação é fortemente só um grande hoax.

História[editar]

Tudo começou em 1988 quando os habitantes da região descobriram que os soviéticos sequer sabiam da existência deles, então começaram uma guerra civil procurando mais autonomia. Os habitantes da área eram tomados como sendo loucos, pois afirmam que são todos descendentes diretos de Noé, afinal vivendo no cu do mundo, quem vive ali precisa se ater desesperadamente a qualquer fé para não morrer de tédio. A populaçãoa zeri achava tudo aquilo uma loucura, então decidiram matar todos, pois no Azerbaijão loucura é punida com pena de morte.

Em 1991, com a independência conquistada na maior mamata, adquirida com a falência dos antigos donos, o Azerbaijão revogou autonomia de Artsaque, e logo o povo foi para uma região montanhosa chamada Nagorno-Karabakh onde fizeram escondidos um referendo de independência que resultou num documento que não prova nada, e assim mais guerra.

A única coisa conhecida da República de Artsaque. Essa casa estranha em formato de Ataque aos Titãs.

Foram necessários 26 anos, quando o povo já nem lembrava mais o que foi votado em 1991, para que em 2017 um novo referendo fosse feito, aprovado e resultasse num segundo documento que não prova nada. Agora "Nagorno-Karabakh" para "República de Artsaque" numa tentativa frustrada de tornar o nome de seu país melhor pronunciável para or estante do nome, e assim quem sabe ganhasse reconhecimento. Outra mudança também era referente ao território da nação, que deixava de ser uma tripa escorrida no meio do Azerbaijão e passava a ocupar todo um pedaço, que embora seja menor que Sergipe, já é o bastante para roubar 30% do território do Azerbaijão, que não tolerou tal acinte e nega-se a ceder a independência.

Curiosamente, o nome "Artsaque" não remete a nada na língua armênia, nem na língua azeri e muito menos na língua persa. A palavra foi escolhida aleatoriamente numa tentativa de formar uma nação com um nome melhor pronunciável que "Nagorno-Karabakh", tanto que fizeram até um referendo popular para decidir isto.

Geografia[editar]

Lugarejo isolado no meio do Cáucaso, pouco ou nada se sabe sobre o que há na República de Artsaque, apenas que existe algumas montanhas que podem nevar em certas épocas. Os guias turísticos geralmente não falam sobre a República de Artsaque muito porque não sabem exatamente como escrever o nome corretamente do lugar, portanto, não se estressam tanto com isso. Os portugueses até tentaram adaptar isso passando a chamar aquela nação de Artsaque, mas o nome não foi adotado por nenhum outro país no mundo.

O guia mais detalhado do lugar, no entanto, é o livro "Paisagens do Cáucaso" de Clementina de Messina. É verdade que o guia é um pouco datado (do ano de 35 a.C.) mas descreve vividamente e detalhadamente as belezas naturais e artísticas dessa terra, como o famoso templo de Ares (destruído e queimado até o chão em 32 a.C.).

Economia[editar]

Como a República de Artsaque decidiu ser independente só por birra, e não por ter qualquer estrutura para conseguir ser um país autossuficiente, a sua economia é totalmente dependente e baseada em esmolas vindas da Armênia, por isso a moeda usada é o dram. Tirando isso, só é possível ganhar dinheiro ali vendendo souvenires para os turistas.

Política[editar]

O país semi-independente é governado por descendentes do Noé. A nova constituição diz que todo artsaquense deve odiar azeris e constantemente fingir que estes sequer existem enquanto uma guerra não começar. Por outro lado, essa mesma lei diz que sempre que possível um artsaquense deve pagar um boquete para um armênio, se este for avistado.

Turismo[editar]

O único ponto turístico existente nessa região inóspita, e que acaba sendo usado como símbolo nacional, é o Takipariu, nome dado a um monumento em formato de Ataque aos Titãs que fica no alto de uma colina e tem formato de duas cabeças gigantes de monstros. É considerado como o monumento mais feio que um país (República de Artsaque) se orgulha em ter como símbolo nacional, mas na falta de opção, tem que ser aqueles cabeções ali mesmo.

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