Racer

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Flash sobre Racer

Speed Racer tentando conquistar o Mario Grand Prix pela primeira vez.

Racer, cujo nome verdadeiro é Sawyer (sem sobrenome, já que esse benefício não é permitido a vilões secundários), é mais um desses personagens clichês e sem originalidade que possuem a já batida habilidade de correr pra caralho. Ou pelo menos, quase isso. A verdade é que Racer só possui super-velocidade devido a uma trapaça magia de tempo, que lhe permite afetar a percepção de tempo em determinada área, fazendo com que qualquer infeliz que esteja na região se sinta na pele de Rubens Barrichello enquanto Racer lhe enche de sopapos. Foi membro da falida Oración Seis, uma guilda das trevas liderada por Saga de Gêmeos, mas foi jogado na cadeia após a Fairy Fail e mais uns zés-ninguém do elenco de apoio lhes encherem de porrada. Racer aparece novamente numa saga filler, e dessa vez, teve o azar de enfrentar Mirajane Strauss, que na ocasião estava de TPM e o fez pedir arrego. Atualmente, depois de se confessar na igreja e levar uma surra memorável de Jellal Fernandes ao lado dos seus outros companheiros, Racer acabou se tornando membro vitalício da Crime Sorciére.

História[editar]

Racer nasceu e foi criado em Mute City, uma cidade conhecida por servir frequentemente como palco para rachas entre humanos e alienígenas em torneios conhecidos como Fórmula 0. Desde pequeno, em virtude do cenário no qual passou seus primeiros anos de vida, Racer sempre teve uma paixão indescritível por carros e corridas automobilísticas. Seu sonho era ser como seu maior ídolo, Capitão Falcon, que na época era conhecido em toda Via Láctea por ser o maior mestre na arte do correr para caralho em posse de um veiculo de todos os tempos.

Racer quando criança, tentando fugir de seus pais para não levar uma sova de cinto, após ter colocado uma almofada de pum no acento da professora de Química.

Racer nunca perdia uma corrida, e mesmo quando seu pai estava querendo assistir ao Jornal Nacional na única TV que eles tinham em casa, ele dava um jeito de fugir pela noite sem seus pais perceberem e assistir escondido aos campeonatos no boteco da esquina. Mesmo sendo menor de idade, o tio do bar sentia pena do fedelho e o deixava ficar perambulando por lá, com a condição de que ele não enchesse o saco de seus clientes.Certo dia, seus pais acabaram descobrindo as travessuras de Racer, e decidiram castigá-lo para aprender a ser gente e deixar de vagabundear em estabelecimentos de caráter duvidoso como aquele. Racer tentou fugir de seus pais, mas era mais lerdo que uma lesma, e seu pai o alcançou sem nem precisar correr.

Assim, com a determinação de um sonhador e o traseiro inchado, Racer decidiu que um dia se tornaria tão rápido quanto seu ídolo, e faria todo mundo comer poeira. No dia seguinte, ele já colocou em prática seus planos para tornar-se algo de importante na vida, e passou a treinar seus dons automobilísticos em corridas com carretas de madeira em miniatura, um brinquedo tão popular na época quanto os vírus são em sites pornográficos. Racer passou a desafiar todos os seus coleguinhas a competir contra ele, sempre cheio de si e certo de que venceria.

Entretanto, Racer era um verdadeiro perdedor, e nunca foi capaz de vencer uma única corrida com sua carreta de madeira. Foi aí que em dado momento, Racer chegou a conclusão de que jamais conseguiria ser tão rápido quanto seus ídolos, e finalmente desiste de alimentar falsas esperanças. Porém, num belo dia, após chorar o dia todo por não ter capacidade de vencer porcaria nenhuma, procurando pelo canal do Bob Esponja, Racer se depara com um tipo de competição automobilística diferente de tudo aquilo que já tinha visto antes, conhecida como Fórmula 1. Embora mais sem-graça, desinteressante e desanimada que as competições de Fórmula 0, Racer teve sua atenção chamada para um competidor peculiar, Dick Vigarista, um outro mestre na arte de perder. Racer passou a assistir recorrentemente as competição da tal Fórmula 1 (que alguns também conheciam como "Corrida Maluca"), e a chama de seu sonho volta a acender, pois ele finalmente encontrou alguém tão fracassado quanto ele. Se uma pessoa como aquele indivíduo podia competir em alguma corrida, então até mesmo ele tinha alguma chance, afinal de contas, por mais ruim que ele fosse, enquanto Dick Vigarista existisse no mundo, ele jamais poderia ficar em último.

Vida na Tower of Heaven[editar]

Certo dia, Racer e sua família foram fazer um piquenique nas montanhas. Nessa ocasião, não iriam apenas seus pais, iriam todos os membros de sua família: avós, tios, primos, cunhados, irmãos, enfim, toda a manada. Racer na verdade não queria ter do comparecer a essa infeliz reunião, uma vez que seus familiares eram conhecidos por fazerem fiasco onde quer que forem, e o jovem não queria ter que ser submetido a tamanho constrangimento, principalmente porque todo o seu clã provavelmente ocuparia todo o espaço e se apropriaria dos maus modos na hora da refeição, violando todas as regras conhecidas da etiqueta.

Racer numa tentativa desesperada de fugir da Tower of Heaven.

Dessa forma, assim que chega no lugar e desembarca do carro, Racer imediatamente trata de fugir para evitar toda a humilhação e não passar vergonha na frente de terceiros. Entretanto, como era a primeira vez que estava visitando aquela região,Racer acaba se perdendo no meio da floresta, e após quase ser devorado por um crocodilo, Racer acaba se refugiando numa caverna, onde decide passar a noite e procurar pelo caminho do piquenique no dia seguinte. Como àquela altura seus familiares deveriam ter enchido a cara e possivelmente já estariam pra lá de Bagdá, eles nem se dariam conta de sua ausência, portanto, não haveria problema nenhum em se atrasar.

No dia seguinte, Racer finalmente acha o caminho de volta para o piquenique, mas para sua surpresa, quando chega lá, não havia mais ninguém. A verdade é que seus pais, como bons pinguços que eram, beberam tanto que acabaram se esquecendo que tinham um filho, e se mandaram o deixando para trás. Seus demais familiares sabiam, porém, como odiavam Racer, nem fizeram questão de avisar os seus pais, vendo ali a oportunidade perfeita para se livrar daquele estorvo de uma vez por todas.

Desolado por ter sido esquecido pela família, Racer decide cair na estrada, seguindo o rumo que a vida lhe designasse. Porém, como Racer era o azar em pessoa, no meio do caminho ele é interceptado pelo Velho do Saco, que o sequestra e o vende por 3 reais para um traficante de escravos, que o acaba levando para a Tower of Heaven, localizada em uma ilha perdida no Mar do Diabo. Na torre, Racer e mais um monte de outros pivetes rejeitados pela família eram obrigados a trabalhar diariamente em construções, levando roupa para a lavanderia e limpando os banheiros imundos do lugar.

Unindo-se a Oración Seis[editar]

Como aquela vida era um Inferno, cansado das precárias condições de trabalho e do fedor descomunal a qual era submetido todos os dias, Racer passou a tentar fugir do lugar todo santo dia. Porém, ele continuava sendo uma minhoca morta, e sempre era capturado pelos guardas antes mesmo de chegar na praia. Racer novamente entra em crise existencial, perguntando a si mesmo o que tinha feito de errado para merecer aquela desgraça de vida.

Então, ele finalmente chega a conclusão mais óbvia: se quisesse fugir daquela imundície e voltar para a civilização, não adiantaria de nada ele confiar em seu talento para a corrida... Afinal de contas, ele simplesmente não tinha qualquer talento nesse aspecto. Logo, ele faz algo que deveria ter feito há muito tempo: apelar para a sua inteligência. Embora não tivesse um cérebro muito evoluído e nem fosse lá um exemplo de inteligência, uma coisa era certa: com certeza deveria ser ao menso mais inteligente que os guardas, que eram mais burros do que uma porta.

Assim, Racer bola um plano infalível: fingiria precisar urgentemente usar o banheiro. Um ser humano normal e com o mínimo de inteligência jamais cairia nessa desculpa velha e já batida. Porém, o guarda responsável pelas chaves dos portões era mais tapado do que se esperava, e caiu feito um pato. Assim que ele abre a prisão para acompanhar Racer até o banheiro, ele golpeia o infeliz com uma pedrada no meio da cabeça, matando-o instantaneamente por conta do traumatismo. Assim, Racer roubas as chaves e foge daquela ilha com o iate pessoal do guarda. Ele finalmente volta para o continente, mas apenas para sua situação voltar a ser como era antes de ser levado para a torre. Ou seja, ele continuava na merda. Com fome e com sede, Racer acaba desmaiando ali mesmo no litoral.

Racer fazendo um racha no centro da cidade.

Entretanto, Racer é encontrado pelo Esquadrão Marte, uma conhecida gangue de ratos marcianos que realizava rachas de moto pelas ruas da cidade. Eles então passam a cuidar de Racer, lhe ensinando todos os pormenores da arte de corrida sobre duas rodas. Nesse período de sua vida, Racer descobre que ele sempre teve um talento escondido para as corridas, se tornando um grande motoqueiro. O grande problema é que ele estava tentando com o automóvel errado.

Quando finalmente atinge a idade adulta, Racer passa a correr por conta própria , vandalizando propriedades e perturbando a paz da sociedade com suas competições ilegais em vias urbanas. Racer ficou conhecido como o mais rápido dentre todos os vagabundos que participavam dessas corridas clandestinas, e as autoridades nunca foram capazes de capturá-lo. Racer teria dessa forma realizado seu sonho, se tornando tão rápido que ninguém poderia acompanhá-lo, podendo finalmente se igualar ao seu ídolo, Capitão Falcon. Suas habilidades rapidamente chamaram a atenção de Zero, um famoso caçador de talentos que estava de passagem pela cidade. Zero então lhe oferece a oportunidade de ingressar na Oración Seis, a equipe de esportistas criminosos mais radical de toda Fiore.

Primeiro encontro com Fairy Tail & figurantes cia.[editar]

Certo dia, Racer e seus comparsas se dirigem até um fim de mundo localizado em uma floresta sombria, em busca do Nirvana, a maior quadra esportiva já criada no mundo da magia, que acreditava-se ter espaço para a prática todos os esportes do mundo conhecidos até então. Entretanto, aproveitando que estavam numa floresta e que com a correria de seus atos vilanescos eles estavam cada vez mais estressados, Racer e o resto da Oración Seis decidem acampar por ali mesmo, mudando um pouco de seu foco para tentar esquecer dos problemas da vida. Eles então ergueram suas barracas ali mesmo e ficaram a noite toda contando histórias de horror sobre a Loira do Banheiro, o Freddy Krueger e os Teletubbies.

Racer e Cobra comemorando a vitória esmagadora sobre a rainha da apelação, Erza (mesmo que para isso tenham se apropriado de uma trapaça descarada).

Entretanto, enquanto ia buscar mais lenha para a fogueira, Angel descobre que um grupo de vândalos locais liderados pela Fairy Tail, ficou sabendo de seu acampamento e planejava roubar seus preciosos marshmallows. Assim que Angel o deixa a daquela pouca vergonha, Racer fica puto da cara. Onde já se viu, sacanear assim pessoas cansadas e trabalhadoras que só buscavam um pouco de paz e tranquilidade na floresta? Assim, eles decidem que dariam cabo pessoalmente desse bando de zé-ruelas, e lhes ensinariam a nunca mais sequer pensarem em passar a mão na comida alheia. No dia seguinte, sabendo exatamente onde os vândalos iriam atacar, eles se posicionam a sua espera.

Assim que eles chegam, seus inimigos demonstram já de cara que além de vândalos, eram também completamente mal-educados. Nem bem deixaram que Racer e sua trupe se apresentassem e já foram atacando com toda a sua ausência de modos. Racer, que também já estava puto da cara com aquele bando de FDP's, decide partir pra porrada, e em menos de dois segundos, já tinha enchido de sopapos dois cabeças-ocas que tomaram dianteira no ataque. Contudo, ter acabado com os dois barraqueiros aparentemente não fora suficiente, pois o elenco de apoio continuava a encher o saco de pé. Então, Racer, se apropriando de sua pseudo-supervelocidade decide atacar um trio de babacas da Blue Pegasus que também estava ali em busca de seus marshmallows. Como esses últimos nada mais eram do que figurantes sem relevância qualquer, eles não deram nem pro cheiro, pra variar.

Por fim, com quase todo mundo nocauteado, Racer volta-se para Erza Scarlet, a mais forte dos vândalos, que estava de pé e não dava nem indícios de que iria desistir. Racer até tenta golpeá-la, mas nem mesmo ele soube lidar com toda a apelação da maldita, que além de defender seus golpes, ainda teve culhões para desviar de outros quatrocentos, mesmo que, teoricamente, àquela altura ela deveria estar com a percepção temporal de uma tartaruga reumática. Vendo que a coisa ia ficar preta, Racer une forças com Cobra e Hoteye, e só assim conseguem dar conta da miserável. De sobra, Cobra a envenena ao jogar nela sua cascavel de estimação, deixando-a em coma. Posteriormente, eles se retiram do local, deixando os inimigos mais achatados que massa de panqueca.

Racer vs. Gray[editar]

Assim que deixam os inimigos para trás, Racer e seus comparsas reconhecem Wendy Marvell, considerada a melhor jogadora suporte de League of Legends de Fiore. Como na Oración Seis só existiam jogadores de magos e assassinos na mid lane, eles então decidem sequestrá-la para aprender a jogar em outras rotas e finalmente subirem de elo nas partidas ranqueadas. Wendy, que já era Challenger, recusa-se terminantemente a ajudar aquele bando de Bronzes, já que eles nem focar objetivo sabiam direito, e só sabiam correr atrás de kill pelo mapa (além de não wardar). Porém, ela se vê obrigada a ajudá-los quando eles revelam que estavam com a carcaça adormecida de Jellal Fernandes, o maior melhor ADC do continente, e que no passado costumava ser seu duo. Caso ela os ajudasse, eles permitiram que ela o revivesse, e assim poderiam novamente atuar juntos nos campeonatos regionais. Então Racer, que antigamente só sabia jogar de Ekko, finalmente aprende a jogar de Zilean.

Racer feedado, prestes a solar Gray Fullbuster.

Brain então permite que Wendy reviva Jellal, com a condição de que continuasse a ensiná-los a jogar em outras lanes. Porém, a alegria de Zero e Racer acaba quando eles escutam dois dos ladrões de marshmallows da Fairy Tail berrando e fazendo barraco do lado de fora do cafofo que lhes servia como esconderijo. Como Brain estava ocupado demais aprendendo a jogar de Thresh e Alistar, ele manda Racer cuidar dos dois chatos. Racer, que era obrigado a obedecer, fica puto com a interrupção, e sem perder tempo, já chega na voadora. Natsu se levanta e se prepara para ir em busca de Wendy no cafofo, mas quando Racer se prepara para impedi-los, Gray joga uma casca de banana no meio do caminho, fazendo Racer escorregar e tomar um lindo tombo, o que só o deixa mais puto ainda.

Enquanto Racer e Gray caiam na porrada, Natsu se dirige ao cafofo de Brain... Mas quando chega lá, para sua surpresa, ele não encontra apenas Wendy. Jellal, que Natsu acreditava ser aposentado dos campeonatos, tinha voltado a ativa após muito tempo ausente do LOL. Natsu reconhece o infeliz imediatamente, e se lembra claramente do dia em que Jellal tinha feito 0/17 de Draven em cima do Lucian de Natsu (que era um verdadeiro noob de ADC). Natsu então chama Jellal pro 1x1 em uma revanche, mas acaba recebendo um dano crítico e voltando para base com apenas um hit. Porém, Jellal não se contenta, e ao ver que Brain também estava no lugar, e ainda por cima roubando farm de Thresh, ele fica puto da cara, e aplica no mesmo um skill apelona que também o tira do jogo. Após solar Natsu e Brain, Jellal se manda do lugar. Quando o tempo de espera de Natsu após sua morte zera, já era tarde demais, e Jellal já tinha dado GG há muito tempo.

Mais tarde, Racer observa Natsu saindo da base de seu time, e fica surpreso ao perceber que o melhor jogador de seu time havia sido solado por um mero ladrãozinho de marshmallows que nem elo tinha. Racer então decide focar Natsu antes que ele comece a dar problemas para seu time (mesmo que o estrago tenha sido feito na verdade por Jellal). Entretanto, Racer é parado no meio do caminho por uma barreira de gelo, e só então percebe que Gray era main Anivia. O pior de tudo foi que Gray, ainda por cima, o chamou de "noob lixo", dizendo que seria "easy" vencer alguém como ele. Aquela teria sido a gota da água: Racer finalmente decide parar com o LOL, e decide que estava na hora de começar a lutar feito um mago de verdade.

Batalha gelada[editar]

Sem nem ficar com muita conversa fiada, Racer já parte para a ignorância, a usando seu Kuchyiose no Jutsu, invoca um pelotão de motocicletas assombradas, que atingem Gray com um combo de atropelamento em massa, tornando o campo de batalha mais perigoso que o trânsito brasileiro. Vendo que a coisa tava preta e que se continuasse naquela situação ele não ouviria o canto do galo na manhã seguinte, desesperado e sem nem pensar direito, Gray tem a brilhante ideia de desafiar Racer para um racha. Racer, que era o maior e mais rápido piloto ilegal de toda Fiore, aceita sem pensar duas vezes, já que sua vitória era mais do que garantida. Porém, as coisas não vão como o esperado, e Gray, em menos de 5 segundos de corrida, Gray já começa a trapacear, tentando acertar Racer com um arsenal de lanças de gelo.

Racer fazendo Gray comer poeira em uma corrida de Motocross.

Como se não bastasse ter lhe chamado de noob, Gray ainda por cima era um filho da mãe trapaceiro. Aquilo só lhe irritava ainda mais. Assim, movido por todo o ódio de sua alma, Racer também decide apelar para a ignorância, e através de um ritual de magia negra, invoca Rubber, o pneu assassino para atacar Gray e acabar de uma vez por todas com a sua raça. Porém, Como Gray tinha mais sorte do que juízo, ele milagrosamente consegue se esquivar de Rubber e sua gangue de pneus psicopatas, e de sobra, ainda traz para a briga Lyon Vastia, já que sozinho não estava dando conta do recado. Como Racer não esperava por tanta desonestidade, ele decide acabar com a brincadeira por ali mesmo, e salta de sua moto rumo aos dois magos de gelo, destruindo o veículo dos dois com um golpe certeiro.

Chateados por Racer ser um desmancha-prazeres, com a mágica que aprenderam com os Ice Climbers, Lyon invoca um King Kong e Gray uma Marreta Biônica de gelo, e ambos atacam Racer. Porém, como era de se esperar, fracassam miseravelmente. Então finalmente Lyon, após uma rápida consulta na Wikipédia com seu Smartphone, descobre a fraqueza de Racer. Após dar uma surra em Gray por ele ser um burro que só iria atrapalhar, Lyon desafia Racer para o mano a mano. Sherry Blendy, que por acaso estava enchendo o saco ali por perto, também tenta fazer alguma coisa com suas técnicas de voodoo, mas é derrubada com um golpe só e em pouco tempo fica fora de combate.

Após nocautear a figurante, Racer parte pra cima de Lyon, mas é surpreendido quando este usa umas estacas de gelo para se transformar em Sonic the Hedgehog, alegando que uma armadura de espinhos era suficiente para parar os socos de menininha de Racer. Emputecido da cara, Racer decide dar uma basta naquele porre de batalha, e parte em direção a Lyon, lhe aplicando um certeiro Powerful Punch in the Stomach. Como sua tática fajuta tinha fracassado (mais uma vez), Lyon decide fazer o que qualquer lutador do nível da poderosa Lamia Scale faria: foge feito uma galinha assustada. Racer não deixa aquilo barato, e persegue Lyon, dessa vez lhe acertando com um chute quádruplo na coluna enquanto o covarde tentava escapar. Por fim, para encerrar com chave de ouro, Racer dá continuidade ao sua tarefa, acertando em Lyon um apelão especial de porrada.

Fim do combate e outras derrotas aparições[editar]

Quando já estava com a cara toda ferrada e caído no chão, Lyon revela que tinha descoberto o segredo da magia OP de Racer: ele não tinha supervelocidade porra nenhuma, o poder que ele tinha era na verdade fazer com todos a sua volta tivessem a percepção de tempo de uma velha com dor na coluna, fazendo com que assim, dentro de um raio, os indivíduos fossem desacelerados. Racer finalmente descobre que tinha sido atraído para longe de Gray como parte de um plano minuciosamente calculado, porém, quando se dá conta de que havia sido lindamente trollado, ele é golpeado por uma lança certeira bem no meio de seu nariz de esgrima. Quase inconsciente e humilhado, Racer alega que não iria perder sozinho, e que ia levar pelo menos um para o Inferno com ele.

Racer em seu novo visual de cosplay de personagem de Tokusatsu.

Assim, revelando que tinha recebido um treinamento de homem bomba durante uma visita de turismo na sede da Al Qaeda, Racer tenta mandar tudo para os ares com uma dinamite amarrada em seu peito. Porém, Lyon, que queria seus 5 minutos de fama e provar que figurantes também podem ser heróis, ele agarra Racer antes que ele explodisse tudo e parte com ele rumo aos confins do infinito, caindo num grande penhasco ali perto. Posteriormente, é revelado que os dois sobreviveram, e Racer é jogado no xadrez, já que o criador de Fairy Tail gosta de ser bonzinho e dificilmente mata seus personagens.

Mais tarde, Racer aparece mais uma vez, dessa vez com um visual novo, na saga da Zentopia Church, uma saga filler que deu um pouco mais de espaço para alguns vilões figurantes. Ele aparece ao lado da Oración Seis, e dessa vez acaba tendo de enfrentar ninguém mais ninguém menos que Mirajane Strauss. Infelizmente para ele, Mirajane havia quebrado a unha, e estava literalmente com o capeta no couro em virtude do ocorrido. Como resultado, ela encheu Racer de sopapos até dizer chega, deixando-o inclusive perturbado das ideias de tanto que apanhou. Como resultado, Racer foi mais uma vez para o xadrez.

Por fim, Racer faz uma nova aparição, dessa vez, em meio a saga da Tartaros. Porém, não teve quase espaço nenhum, já que essa saga focava-se em vilões mais maneiros e apelões que faziam a Oración Seis parecer um jardim de infância. Nessa saga, Cobra consegue negociar com um figurante a liberdade dos membros de sua antiga guilda. Entretanto, eles são interrompidos no meio do caminho por Jellal Fernandes, que também tinha ficado preso na Tower of Heaven durante a infância. Sua aparição aqui foi memorável, pois foi justamente nessa parte em que Jellal sozinho limpou o chão com a cara de todos os membros da Oracion Seis, botando Racer, Cobra, Angel e até Midnight para dormirem. Hoteye foi o único que não apanhou, já que tinha deixado o Lado Negro da Força para se tornar um poço de ternura e bondade (por mais entediante e sem-graça que isso fosse), e portanto, não iria mais entrar em brigas desnecessárias e não-civilizadas.

Ver também[editar]

Fairy Tail por Hiro Mashima
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