Porto Nacional

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Porto Nacional
Tribo Xerente
Bandeira Porto Nacional.gif
Bandeira
Se é branco, flechada nele!
Hino Nós somos os maiorais
Local Pertinho de Palmas (relativamente)
Idioma tupi
Geografia
Clima seco de fazer sangrar o nariz
Locais de Referencia É melhor você não visitar essa cidade...
Economia tosca
Produtos Exportados abacaxi e madeira ilegal
Política
Governo
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Patriarquia de Índios
Atual Prefeito
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Desconhecido
Vice-Prefeito
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Desconhecido mais ainda
Mídia
Cidadãos Ilustres
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Touro Sentado - Dinha - Sadam
Esporte Símbolo Bocha
Santo Local Tupã acima de todas as coisas



Cquote1.png No Porto Nacional são os índios que queimam VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Potuense Tapajó sobre pessoas brancas
Cquote1.png Eu tenho medo... Cquote2.png
Regina Casé sobre população portuense
Cquote1.png Ei! Pssiu... É 12! Cquote2.png
Adivinho sobre próxima Prefeita portuense

Porto Nacional é a maior tribo indígena do estado de Tocantins e uma grande dor de cabeça para a FUNAI. É o único município em todo Brasil que vota para presidente, prefeito, essas coisas, mesmo sendo dominado por índios. A língua predominante é o tupi, com alguns dialetos apinajés, capaxós, tapajós, Xerentes e Escambal.

Um portuense pegando o jantar do dia no Rio Tocantins.

Mesmo sendo uma população predominantemente indígena, a cidade parece que aprendeu os maus modos de vida e antihigiene com os povos europeus e não se cansam de jogar todo o lixo da cidade no rio, que é relativamente grande e rápido e consegue diluir bem a sujeira. O rio corre para Palmas e enquanto a população de Porto Nacional desfruta das toscas praias artificiais da cidade, o povo palmense tem que sofrer com o lixo no Rio Tocantins.

Se Palmas não possui cidades satélites no sentido da palavra, na prática, Porto Nacional faz bem esse papel, já que todos na cidade são metidos a maiorais do estado de Tocantins, sendo que quem faz esse papel é Palmas (e se você perguntar para qualquer brasileiro, até mesmo algum tocantinense ordinário, o que é Porto Nacional, com certeza, ele não vai ter a mínima ideia. É verdade que Palmas também ninguém vai conhecer, mas um ou outro professor de geografia, talvez conheça). Outras características de cidade satélite é que mais de 90% da população de Porto Nacional já teve que visitar Palmas por algum motivo, e uma curiosidade é que em qualquer frase que um portuense diga você sempre escutará as expressões "Palmas", "Rio Tocantins" ou "Quem é esse branco".

As seis da tarde, um sino toca na igreja (ninguém é católico na cidade, a igreja só serve pelo sino), e quando esse sino toca, é o sinal do toque de recolher, e quem for visto nas ruas a noite pelos guardas nus pintados, corre sério risco de sumir misteriosamente.

Índice

[editar] História

Dois habitantes praticando o esporte local (não me pergunte o que é).

Os primeiros vestígios da cidade na verdade não se encontram na cidade, já que você deve se lembrar que quem domina Porto Nacional são índios, e antigamente, os índios não ficavam dando golpes nos orçamentos do governo, antigamente os índios caminhavam pela vasta e infinita região norte do Brasil e muitos ficavam perambulando por Tocantins.

A primeira Porto Nacional (com algum outro nome, acho que Tribo dos Amarelos) foi erguida há mais de 400 km de distância da atual Porto Nacional, e a medida que a cidade ia sendo destruída por flechas flamejantes e re-construída com palha seca, ela foi se aproximando da atual localidade aos poucos, sempre mudando de nome a cada reconstrução para disfarçar perante o TRE. Hoje, a dimensão do município de Porto Nacional até parece grande demais para aquela cidade minúscula, mas toda aquela vastidão de matas e florestas pertencentes a Porto Nacional escondem antigas ruínas secretas e calabouços mágicos da tribo dominante Xerente, que tem nas florestas proclamada a Nação Xerente, não reconhecida pela ONU e o Lula não sabe de nada.

[editar] Portugueses e Indígenas

A inclusão digital já chegou em Porto Nacional depois de muita dificuldade, já que durante muito tempo, a população da cidade acreditava que os computadores eram espíritos malignos que poderiam sugar sua alma (em parte, até estão certos)

A formação da cidade é rodeada de antigas lendas de massacres, cemitérios indígenas amaldiçoados, fantasmas e assombrações. Sem contar que a moradia da tradicional mula sem cabeça fica em Porto Nacional.

A cidade foi fundada e governada até hoje pela violenta tribo indígena Xerente, pessoas com alto grau de especialização em camuflagem, recebeu uma mensagem divina de Tupã de que homens brancos são maus e só querem índios para servirem de escravos e/ou atração de circo, e assim Porto Nacional foi o último município brasileiro oficializado como brasileiro.

A cidade já foi uma constante disputa entre cristãos e indígenas, mas a população aborígene agiu inteligentemente quando disfarçou amizade com os portugueses, que construíram ali uma bela cidade cheia de presídios para depois serem assassinados e presos nas próprias prisões pelos índios que planejavam matar e prender.

Ainda foi descoberto muito ouro nas margens do Riacho Matança, que recebeu esse nome por causa do alto grau de matanças que aconteciam por ali. O Riacho Matança era como uma ratoeira de portugueses. Local cheio de ouro, os índios só esperavam anoitecer para matar silenciosamente os garimpeiros que cochilavam achando que estavam ricos e resolvidos...

[editar] Hoje

Lula em reunião com o cacique de Porto Nacional para acertarem o termo de independência da cidade.

Depois de tanta confusão, o povo de Porto Nacional decidiu finalmente parar de se matar depois que foram contaminados por uma grave doença nordestina, o forró. Desde então, índios, cristãos e caipiras dançam juntos e se esquecem das mágoas do passado e Porto Nacional se ilude, achando que é alguma coisa de bom.

A população de Porto Nacional já está começando a desenvolver escamas, pois possuem um carinho muito especial com o Rio Tocantins local de visita de qualquer portuense nos fins-de-semana, nas folgas, no "happy hour", nas matada de aula, no tempo livre, e todos conseguem se divertir nesse rio, mesmo ele sendo cheio de barro, jacarés e piranhas (em todos os sentidos da palavra), mas o pior é que todos se comportam como se estivessem numa praia, mesmo as margens do rio sendo uns lamaçais.

Hoje, na paz (até demais), o povo de Porto Nacional são índios contaminados pela vida civilizada que acham que qualquer porcaria que eles inauguram é digna de ser comparada a Nova York, Paris, Berlim... e assim eles ficam se iludindo com síndrome de grandeza.

[editar] Infra-estrutura

Mais um show de forró, que ocorrem 3 vezes por dia.

Além de ocas para toda a população, há 1 hospital, 1 posto policial e 1 corpo dos bombeiros tudo reunido num mesmo quarteirão. Tirando isso, a cidade é um conjunto de roças e um centro histórico em ruínas.

Quanto à educação na cidade, só porque construíram 1 escola, o povo da cidade acha que Porto Nacional é a Capital Cultural de Tocantins, e mal sabem eles que a pior cidade do sertão baiano tem 5 escolas e 1 universidade.

A cidade conta ainda com um alto grau de coisas abandonadas. Se já não bastam as ruínas nas regiões florestais do município, a cidade é rodeada de coisas como A Casa Abandonada, A Estrada Abandonada, O Clube Abandonado e mais tudo que você possa imaginar em uma versão abandonada.

Quanto aos transportes, todos se locomovem a pé ou a barco. Não há qualquer veículo automotor porque seu passeio é impossível nas estreitas ruas da cidade. Estuda-se a introdução de motos, mas os caciques locais acham que aquilo é algum tipo de espírito maligno.

E para quem não sabe, Porto Nacional abriga a atual casa da famosa Filomena, que hoje limpa fezes dos cachorros da cidade.

[editar] Pontos Turísticos

Ruínas do Centro Histórico.
As "praias" da cidade são a maior atração dos pobres (entrada franca).

[editar] Geografia

Por do sol da cidade, quando é feito o toque de recolher.

O clima é quente pacas, e a vegetação é estranha. Inicialmente o único acesso a cidade era pelo Rio Tocantins mas depois foram surgindo outras rotas, como a linha Palmas-Porto Nacional percorrida em 20 horas de jegue.

Incrivelmente foi erguido um aeroporto na cidade, mas isso nada tem haver com prosperidade de Porto Nacional, o objetivo da FAB em ter financiado a construção desse aeroporto, é de que tenha algo pousável nesses confins de Brasil em caso de alguma emergência.

Temos ainda a Represa de Saneatins que cuida do saneamento básico da cidade. Essa represa acaba sendo um esgoto, que joga tudo no rio.

[editar] Economia

Se você não estiver nas "praias" ou no centro histórico, estará em um abacaxizal.

As grandes fontes de renda da cidade são a produção e venda de abacaxis (ananás ou abacaxizim, como gostam de chamar), arroz e mamonas, só vegetal arretado, eles dizem, e por fora ainda há as madeireiras ilegais que sobram em qualquer cidade do Norte do Brasil. Nas feiras da cidade só é possível encontrar mesmo madeira (ilegal) e abacaxi.

A atividade da pescaria também é muito presente, mas os portuenses nunca conseguem pescar o suficiente para fazer comércio, apenas para fazer um peixe frito no jantar.

[editar] Curiosidades




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