Odin (Saint Seiya)

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Suzumebachi3.jpg Este artigo é relacionado a fillers!

Você nunca vai ver num mangá, provavelmente não serviu para porra nenhuma
e é difícil pacas de encaixar na cronologia original (ou não).

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Odin

Deusodin.jpg

Classificação Deus Nórdico
Cavaleiro
Deus a que serve Odin
Armadura Odin
Golpes Espada Balmung
Perfil
Nacionalidade Asgard
Local de Treinamento Palácio Valhala
Nascimento Não reencarnou nessa era
Frase Favorita "Seiya, pegue na Espada sem medo"


Cquote1.png Você quis dizer: Deus filler? Cquote2.png
Google sobre Odin (Saint Seiya)
Cquote1.png Experimente também: Ártemis Cquote2.png
Sugestão do Google para Odin (Saint Seiya)
Cquote1.png Nem ví! Cquote2.png
Seiya de Pégasus sobre Odin
Cquote1.png Muito menos eu, e olha que eu sou a representante dele! Cquote2.png
Hilda de Polaris sobre Odin
Cquote1.png Nunca ví, nem comí, eu só ouço falar! Cquote2.png
Zeca Pagodinho sobre Odin
Cquote1.png Só não apareci porque não me deixaram! Cquote2.png
Odin sobre seus autores
Cquote1.png Nem do Olimpo ele faz parte! Cquote2.png
Athena sobre Odin

O Deus Mitológico[editar]

Brito-Odin.jpg

O Deus Odin é o deus principal do Panteão da (frio e gelada) Mitologia Nórdica, de Asgard, do Norte da Europa. Era o pai de Thor (aquele cara que tinha um martelo grande pra porra) e não se sabe quem era a sua esposa. Habitava o imponente Palácio Valhala e vivia cercado das mais gostosas Valkírias. Ele lutou (e venceu, para que fique bem claro!) contra os gigantes que destruiam o mundo Nórdico, governou o mundo Nórdico e ficou caolho no mundo Nórdico (sim, ele era caolho), ou seja, está mais do que na cara que ele nunca conheceu, ou soube, quem eram os deuses da Mitologia Grega, como Zeus, Poseidon, Hades, a gostosa Afrodite, ou qualquer um outro dos mais de oito mil deuses que existiam e muito menos ter visitado a Grécia em algum momento de sua vida.

Nesse frio de Asgard que queriam que Odin reencarnasse? Ele prefere esperar pelo verão!

Acabou servindo de ajuda à extrema falta de criatividade de Masami Kurumada (que, para quem não sabe, é o autor do anime yaoi Cavaleiros do Zodíaco) para construir uma ponte de ligação entre a Saga das Doze Casas e a Saga de Poseidon. Ele resolveu colocar uma mitologia que foge a todos os padrões Olímpicos que já estavamos acostumados (sem falar nos nomes totalmente complicados, se comparados com os gregos) somente para criar um filler, como se não tivessem deuses gregos suficientes no Olimpo para cumprirem esse papel de tapa-buracos. Por isso ele resolveu fazer um link entre uma mitologia e outra, afim de ver se o ibope do anime aumentava promover a paz entre todas as culturas mundiais (se bem que, depois dessa saga acabar, nunca mais se ouviu falar deles - típico dos personagens fillers).

Odin é tão secundário e excluído que nem se deram ao luxo de agraciá-lo com uma reencarnação nessa era, coisa bem diferente se comparada com os seus "parentes" distantes do Olimpo (como Athena que conta com a sua reencanação Saori Kido, Poseidon que tem Julian Solo e Hades que possui a bibinha Shun de Andrômeda). Para sanar essa falha, a equipe de Tio Kurumada decidiu colocar uma representante (gostosa) de Odin na terra, para que não ficasse tudo muito avacalhado e o pessoal não reclamasse demais ela pudesse fazer o trabalho de seu deus, até o dia em que ele retornaria à Asgard. Além disso, Odin ainda conta com uma equipe de cavaleiros (nem tão) poderosos, que lutam em seu nome (mas que são controlados por sua representante), que são os famosos (?) Guerreiros-Deuses.

Hilda de Polaris[editar]

A representante escolhida por Odin! Caprichou na escolha, hein?

Hilda de Polaris é a representante na terra de Odin, deus de Asgard, no Norte da Europa e que desejava destruir o Santuário. Foi treinada pelos sacerdotes de Odin (pelo menos assim eu acredito que tenha sido, já que ela não pode ter nascido sabendo) para realizar uma tarefa (nem tão) fácil em Asgard, mas que só ela poderia realizar. Seu trabalho era evitar o Aquecimento Global, que derretia o gelo de Asgard e poderia provocar uma inundação catastrófica e irreversível ao planeta Terra (como se Asgard fosse muito grande, a ponto de causar todo esse estrago). Todo o dia, Hilda teria que fazer uma oferenda de sangue oração ao deus Odin, pedindo para que o gelo não derretesse. Odin, em toda a sua onipotencia (Ou não), concedia à Hilda o chakra cosmo suficiente para que ela pudesse manter a água em estado sólido. Até aquele fatídico dia...

Hilda ficou do mal (e bem mais gata) depois de ser possuida pelo Anel de Nibelungo

Depois de um dia exaustivo, Hilda descansava no trono do Palácio Valhala, até que acabou sendo incomodada por um General Marina, Sorento de Sirene, um cavaleiro pertencente a um deus que ela nunca tinha ouvido falar na vida, chamado de Poseidon e que a desejava como esposa (mesmo que nunca a tivesse visto se ele a visse com certeza iria dar o pé na bunda da peituda sem sal). Por esse fato, Sorento entregou a Hilda um anel que seria a aliança de compromisso entre as duas mitologias e tornaria Hilda a esposa do Imperador dos Mares (Imperador pelo menos em âmbito Grego, já que o nórdico já tem o seu representante aquático). Hilda jamais havia usado ouro (muito menos um anel de noivado), então aceitou a proposta e foi logo colocando o bendito anel que lhe ofereceram. Porém, ela não imaginava que se tratava do mitológico Anel de Nibelungo, que era amaldiçoado e fazia o seu portador ser controlado como uma marionete por quem o deu.

Após utilizar o anel, o semblante de Hilda modificou-se, tornando-se frio e malígno e mais sexy. O Nibelungo controlava seu poder de Odin e deixava-a sob o comando de Poseidon. Então Sorento passou a ditar as regras de dominação mundial, que o Imperador havia lhe passado, para Hilda. Primeiro, ela teria que parar com as rezas para Odin (que se exploda Odin, Poseidon agora seria o deus dela); segundo, ela deveria convocar os Guerreiros-Deuses para uma invasão ao Santuário de Athena; Terceiro, deveriam matar a deusa; e por último tomar conta do Santuário (nada de muito difícil). Depois disso, Sorento parte e deixa tudo nas mãos de Hilda, que prontamente começa a sua revolução em Asgard. Parando de rezar, o gelo começa a derreter, e Hilda resolve mandar um e-mail para os seus Guerreiros-Deuses, convocando-os para um pequena batalha, nada de mais, eles só poderiam acabar não voltando vivos (mas isso é um risco que cada um tem que correr em nome do seu deus, não?)

Saga de Asgard e Guerreiros Deuses[editar]

A cobiçada Safira de Odin

São sete oito os "poderosos" Guerreiros-Deuses de Asgard e cada um (menos um deles) possui em sua armadura (bem a amostra, na cintura ou no cu peito) uma Safira de Odin, que, se juntadas as sete e levadas à Estátua de Odin, no Palácio Valhala, poderiam invocar a foderosa Armadura Sagrada de Odin, junto com a (mais foderosa ainda) Espada Balmung, uma espada com um corte tão preciso quanto a da Excalibur (mas que, diferente desta, pode ser carregada na bainha e não dentro do braço), que era perfeita para quebrar o feitiço do Anel de Nibelungo e libertar Hilda de sua maldição, somente bastava que a espada decepasse (com carinho e amor, claro) o dedinho em que Hilda usava o anel (nada muito violento). Os Guerreiros-Deuses de Asgard são (todos) protegidos pelas estrelas da constelação de Ursa-Maior, mais um preconceito, já que os cavaleiros de Athena tem a sua respectiva constelação, nada de dividir. São eles:

Hilda e seus Guerreiros-Deuses (puro fiasco, eles nem são tudo isso que parecem), Odin deve estar desapontado! ¬¬
  • Hagen de Merak, a Estrela Beta: representante equino dos Generais e desejava ser o cunhado de Hilda, morreu pelas mãos de Hyoga de Cisne, dentro de uma Sauna Gay um vulcão;
  • Thor de Phecda, a Estrela Gama: o mais alto de todos e com um cérebro de camarão, morreu ao enfrentar Seiya de Pégasus, sendo o primeiro a morrer de todos os Generais;
  • Alberich de Megrez, a Estrela Delta: é o mais esperto de todos, que enganou até Odin. Ele também queria reunir as safiras para conseguir a espada Balmung, matar Hilda e dominar Asgard. Viu quando ela foi possuída, mas não mexeu um dedo para ajudar. Morreu pelas mãos de Shiryu de Dragão (bem feito).
  • Mime de Benetnasch, a Estrela Eta: representante músico de Odin (assim como Sorento é de Poseidon), utilizava-se de uma harpa para atacar. Morreu quando enfrentou Ikki de Fênix (já que não morreria se enfrentasse Shun de Andrômeda);
  • Fenrir de Alioth, a Estrela Epsílon: nem mesmo com uma matilha de lobos ao seu redor venceu, acabou perdendo (e feio) para Shiryu de Dragão (mas não sem antes cegá-lo, como sempre!);
  • Shido de Mizar, a Estrela Zeta: mesmo conseguindo derrubar até mesmo o brasileiro Aldebaran de Touro, foi fraco contra Shun de Andrômeda e Ikki de Fênix, morreu ao tentar ajudar o irmão (que nem sabia que tinha) a matar Ikki;
  • Bado de Alcor, a Estrela Zeta (também): irmão gêmeo (e rejeitado) de Shido, só poderia ser de fato de um Guerreiro-Deus se o brother morresse, seguia-o de longe e sempre o protegia. Foi um dos únicos que sobreviveu (isso tudo pela bondade de Ikki, que sabe o que é ter um irmão mala).

Ao convocar os seus Guerreiros, Hilda convoca Athena para um duelo. Ela aceita, mas quando chega em Asgard, acaba tomando o lugar de Hilda nas orações a Odin, e começa autilizar o seu poder para evitar que o gelo derreta. Enquanto isso, os seus Cavaleiros tem que percorrer Asgard inteira, antes do pôr do Sol, pegar as Safiras de Odin, conseguir a Espada Balmung, quebrar o feitiço do Nibelungo e salvar Athena antes que ela morra congelada (o básico). Mais tarde, depois de reunir todas as sete Safiras, conseguidas após mandar os sete Guerreiros-Deuses para o Inferno (menos Siegfried, que a deu de bom agrado e partiu dessa pra melhor porque quis), os Cavaleiros de Athena se veem diante de Hilda de Polaris, que começa a utilizar-se do poder do Anel de Sauron Nibelungo contra eles. Afim de evitar mais estardalhaços, Seiya enfim decide tentar invorcar a Sagrada Armadura de Odin.

A Armadura Sagrada[editar]

Foda-se Morra, Seiya!!!

Enquanto Hilda se distraia enfretando a gangue dos Cavaleiros de Athena, Seiya aproveita uma brecha da representante e segue em direção à Estátua de Odin. Diante dela, ele se ajoelha, grita, chora, promete cortar os pulsos e implora, para que Odin aceite as sete pedrinhas que ele tem na mão em troca da sua foderosa armadura. Odin, no seu lugar sagrado celestial, se finge de surdo e pouco se importa não sabe muito bem se topa a parada, já que as safiras estão em baixa no mercado mundial e fica a pensar um pouco. Nesse meio tempo, Hilda percebe que Seiya pode acabar conseguindo a armadura e dispara um tiro com seu AK-47 uma rajada de luz do seu anel em direção ao cu a costa de Pégasus, fazendo-o cair em um prescipício que havia entre a grande Estátua de Odin e o local onde ele implorava para que a armadura, junto com a espada, lhe fosse, cordialmente, entregue (o que acabou não rolando).

A Armadura Sagrada de Odin, junto com a foderosa Espada Excalibur Balmung
Seiya poser com a Armadura de Odin (tinha que ser ele)

Foi aí que Odin deixou de bancar o palhaço sem-graça e resolveu se mexer do trono em que tava a mais de oito mil anos sentado. Vendo que Seiya poderia se machucar "um pouco" se chegasse ao chão, resolve aceitar a proposta e trocar a sua foderosa Armadura Sagrada de Odin pelas sete predrinhas azuis de seus Guerreiros-Mortos (se bem que seria mais divertido ver Seiya se espatifando no chão, mas tudo bem). Nesse momento, a Estátua de Odin começa a brilhar (como uma grandiosa árvore de natal) e de seu ápice surge a imponente Armadura, que (como toda vez) reveste o corpo mirrado de Seiya de Pégasus e lhe dá o status de "o escolhido por Odin". Hilda, ao vez que o seu deus Odin escolheu Seiya como o portador da Sagrada Armadura, ficou muito puta (e com toda a razão), afinal era ela a gostosa representante dele e quem vivia todo o dia rezando no frio, pedindo para que ele não derretesse o gelo de Asgard, e ataca-o com o poder do anel.

Se sentindo o fodão com aquela armadura (que, sem dúvida, era bem mais estilosa que a sua de jumento Pégasus e aquela amarela de Sagitário), Seiya se defende do ataque de Hilda e, quando empunha a espada para dar uma bela duma decepada no dedo de Hilda, percebe o quanto ela é boazinha e fica sem reação, já que pode acabar matando-a. Ele então ouve Odin (já que ver é complicado, pois ele é um filler sem reencarnação) conversar com ele (através do MSN de realidade ampliada do Palácio Valhala, que tinha coneção wi-fi com a internet):

(Odin está Online)
Odin - Fala Seiya, beleza? ^^
Seiya - Fala Odin, como é que cê tá? XD
Odin - Tô ótimo cara, e você? =D
Seiya - Mano, tipo, eu estou pra matar a sua representante na Terra? O que eu faço? O.o
Odin - Olha mano, se estressa não. Pode matar deixar tudo por minha conta.
Eu irei protegê-la, pra você atingir somente o anel Ou não, OK! ;)
Seiya - Ah, beleza então, valeu Odin! ^^
Odin - De nada, qualquer coisa estamos aí!, flw Seiya XD
(Odin está offline)
Seiya, se achando, como sempre, com a Armadura Sagrado do Deus Nórdico Odin

Seguindo então o papo de Odin e confiando em suas palavras (ou não), Seiya não pensa duas vezes em atacar a representante de Asgard com a Espada Balmung. Ele então consegue atingir certeiramente o dedo em que Hilda utilizava-se do anel, deixando-a "desdedada", igualmente ao Lula. Mas acaba salvando (como sempre) a donzela em perigo. Retornando para o local onde Athena deveria estar, depara-se com uma cena terrível, um redemoinho se abre no local em que a deusa se encontrava e a puxa para dentro dele. Essa se torna a entrada para o Templo de Poseidon, que tem a sua saga iniciada a partir daí. E Odin? Ah sim, ele viveu feliz para sempre e foi esquecido (como todo personagem de um filler).

Ver também[editar]


Cavaleirospredef2.jpg