O Grande Ditador

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Este artigo faz parte do DesFilmes, a sua coletânea de filmes rejeitados.
Enquanto você lê, uma protagonista de comédia romântica derruba café na roupa de um galã


Answer to Life.png Este artigo discute coisas intrínsecas dos anos 40's!

Se você teve sua infância naquela época, provavelmente votou no Jânio Quadros para presidente (ou não).


Cquote1.png (Ironicamente) O melhor filme sobre a segunda guerra já feito Cquote2.png
The New York Times sobre O Grande Ditador
Cquote1.png Também... Qualquer filme feito sobre a segunda guerra acaba dando em merda mesmo... Cquote2.png
Nota de rodapé inserida no artigo do jornal

O Grande Ditador, um exemplo de masculinidade.

O Grande Ditador foi um "polêmico" filme de Charles Chaplin, pois este foi o primeiro filme em que as pessoas ouviram sua voz. Dizem que o efeito foi tão grande que os ouvidos das pessoas acabaram sangrando, e algumas vezes, inclusive, acabavam tendo orgasmos nas cadeiras do cinema, querendo repetir a sensação mais algumas vezes. Por isso, o filme "O Grande Ditador" acabou sendo proibido de ser reproduzido, a menos que seja em canais sobre o cinema cult que geralmente acabam sempre atraindo velhotes que não tem mais a possibilidade de atingir orgasmos.

O Grande Ditador é basicamente uma história sobre a segunda guerra. Na verdade, é uma história EXATAMENTE igual a segunda guerra, com a diferença dos nomes e de que a segunda guerra acabou com uma mulher tosca sorrindo para o céu.

Sinopse[editar]

Começa tudo da maneira que deve começar: um cadete simplório e do tipo "pronto-para-morrer" estava em um avião do exército da Tomânia, o país de onde Charles Chaplin importava o leite de toda a manhã dele. Então, ele conhece um soldado chamado Smulchez... Smultchs... Dane-se o nome dele!!!

O avião acaba colidindo e como acontece com todos os personagens de Chaplin, o cadete acaba se ferrando legal e o Schultz acaba saindo vivo e intacto das ferragens.

O cadete acaba ficando no hospital por 20 anos e a Tomânia, ironicamente estava com uma cópia mais gay de Adolf Hitler... Ou para os íntimos, Adolfinho. O nome era Adenoid Hynkel que havia assumido o poder da Tomânia começou a mesma e típica perseguição à pessoas com partes do pinto faltando, e por isso, teria começado logo na capital.

Schultz, o soldado que não se ferrou, virou um general da Tomânia. Quando o cadete (sem nome, aliás) sai do hospital, ainda estava com amnésia, por isso, ainda pensa que tinha uma barbearia em um gueto de judeus.

Fica chocado quando o exército decide usar a fachada de sua barbearia para eles fazerem uma competição de "maria-mole", competição em que se jogam pessoas contra fachadas de lojas para ver se elas acabam moles... De mortas.

Final[editar]

O general de nome escroto que havia conhecido o barbeiro acaba indo para o gueto de Judeus, pois ele era contra a invasão e por isso resolveu se esconder na barbearia, reconhecendo o amigo dele que não havia o reconhecido.

Após muitos rolos, a masculinidade do Grande Ditador ter sido comprometida e a guerra ter acabado, todo mundo acaba olhando para o céu, pois "o sol estava abrindo caminho".

E o sol sequer aparece nesse filme... Acreditava-se que isso iria cegar os telespectadores do mesmo.

Curiosidades[editar]

  • O barbeiro do filme é muito parecido com o vagabundo que Charles costumava interpretar. Isso poderia provavelmente provar que Charles só criou 3 personagens na carreira dele, sendo que 2 deles são exatamente iguais.
  • Provavelmente o que difere o barbeiro judeu de O Vagabundo é que um fala e o outro não.
  • Um discurso de Chaplin, completamente sério e gigante aparece no final do filme. Se alguém ouviu ou não, não se sabe, mas geralmente nessa parte que as pessoas costumavam ter ataques ao ouvir a voz de Chaplin.
  • Como sempre, tem uma mulher nesse filme.

Ver também[editar]