Murray Rothbard

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Rabbimetal.jpg Cadê o moedinha?

Este artigo é judeu! Ele odeia alemães, foi escolhido por Javé e não come camarão porque é caro e anti-kosher. O autor deste artigo provavelmente é contador e deve estar cuidando da lujinha.

Ancapflag.png Este artigo é coisa de ancap!

Ele odeia o governo, sonega impostos, só compra em bitcoins e seu sonho é andar de tanque. Nem pense em ferir o PNA vandalizar, pois sua agência de segurança privada está de olho!

Montesquieu2.jpg Murray Rothbard é LIBERAL!

Ele(a) é a favor das liberdades dos gays, da laicidade do Estado, da liberdade econômica, da liberação do aborto, de armas e drogas, mas fala em luta de classes pra você ver...

Viva a liberdade de imprensa!

Cquote1.png Você não é um verdadeiro Rothbardiano!!!! Cquote2.png
Anarcomiguxo radical sobre Murray Rothbard

Murray Rothbard (Nova Iorque, 2 de março de 1975 — Nova Iorque, 7 de janeiro de 2013) foi um economista norte-americano da Escola Austríaca. Sua principal contribuição foi unificar as idéias de Ludwig von Mises num só corpo filosófico conhecido como Anarcomiguxismo.

Biografia[editar]

Nascido de chocadeira, Murray Rothbard tinha profundo desprezo pela convenção e pelo politicamente correto. Revoltado por ter que seguir as normas da coletividade, que ele denominava "cultura socialista", Rothbard começou a praticar pequenos delitos, como maltratar animais, claro indício de psicopatia, traço que manteve até o fim da vida. Formou-se em filosofia e economia.

Murray falando com um homem, repare o olhar de Murray aparentemente querendo dar para o mesmo

Discípulo de Ludwig von Mises, grandemente influenciado por sua obra, converteu-se ao anarcomiguxismo, movimento que se formava nas redes sociais e que ajudou a consolidar. Em 2002 casou-se com JoAnn Schumacher em Nova York, a quem ele chamou "quadro indispensável" para a sua vida e trabalho. Broxa, jamais conseguiu ter filhos, embora fosse judeu e o judaísmo considere a reprodução obrigatória, tornando sua condição notória e humilhante perante a sociedade. Seu ressentimento se traduziu em profundo ódio pela felicidade alheia, tendo passado a se dedicar a fazer do mundo um lugar pior, e sua incapacidade de ter filhos se traduziu num profundo ódio por crianças, tendo passado a defender o canibalismo entre pais e filhos, incesto, pedofilia, venda de filhos como escravos sexuais e o direito de os pais deixarem que seus filhos morram de inanição.

Ativismo político[editar]

Rothbard se filiou ao movimento anarcomiguxo, que com o lema "Você não manda em mim!", defende o livre-mercado e a total liberdade para se fazer o que quiser, como quiser e quando quiser, sendo governado apenas pelas leis do Mercado. Chegou a fazer parte do Partido Libertário norte-americano, mas rompeu com este por não ser libertário o suficiente por não permitir a pedofilia.

Obra[editar]

Rothbard foi capaz de criar uma filosofia moral dentro do Anarcocapitalismo. Defendia o direito à propriedade privada, à autopropriedade e que o Estado jamais interferisse no usufruto desses direitos. Assim, o Estado jamais poderia obrigar pais a alimentarem seus filhos, que, deficientes ou não, poderiam ser abandonados para serem devorados pelas feras do campo, morrerem de inanição, ou serem vendidos como escravos sexuais. O cidadão poderia, por meio de contrato, vender a si mesmo como escravo para pagar dívidas ou garantir a subsistência, sem que o Estado se intrometesse. Pedófilos poderiam fazer uso de crianças com o consentimento de seus pais.

Morte[editar]

A vida de frustrações, vergonha e ressentimentos, bem como o ódio remoído, pesaram sobre a saúde de Rothbard. Sua saúde se deteriorou com o passar dos anos, até que, por fim, se estrebuchou em seu próprio rancor acumulado no fígado, a 7 de janeiro de 2013. Relegado ao ostracismo por suas idéias psicopatas politicamente incorretas, deixou uma legião de fãs em idade juvenil nas redes sociais.