Morte da bezerra
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A morte da bezerra é considerada o marco inicial da filosofia universal, tendo sido tema de reflexão e debate entre os maiores filósofos da humanidade, desde a antiguidade até os tempos atuais.
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[editar] A morte
O tema central da filosofia necrobovina é a morte da bezerra em si.
Muito se especula a respeito da morte da bezerra, que já foi tema de mais de oito mil clássicos da antiguidade.
Segundo Sócrates, cabe ao indivíduo em si determinar a importância da morte da bezerra, afinal de contas a tal bezerra era de fato muuuuito importante mesmo, mas mais importante para ele foi a morte do Bezerra.
Para Platão, o luto pela bezerra nunca será superado pela humanidade. Aliás, afirmava ele, tal luto é o que move a humanidade, todos os seus desejos, ambições e frustrações e amores (amores platônicos, segundo sua definição).
Aristóteles definiu as quatro causas, excência e acidente, e potência, ato e movimento enquanto pensava nas quatro causas da morte da bezerra, sua essência e o acidente que teria causado-a, potência, ato e movimento de tal "acidente". Muitos culpam Aristóteles pela morte da bezerra por isso, utilizando-se do argumento de que o "movimento" e a "potência" não foram acidentais, e por isso Aristóteles estaria tentando encobrir culpa.
Tal afirmação não tem respaudo, uma vez que nada se sabe sobre a morte da bezerra, a não ser a morte em si.
Pitágoras afirmava ser a morte da bezerra uma morte figurativa, cujo simbolismo em si é mais forte do que o fato. É de Pitágoras as célebres frases
bovis mortis regunt mundum
ou ainda
mundum regunt bovis mortis
, e
A bezerra é mortal por seus temores e imortal por seus desejos
.
Santo Agostinho foi o primeiro a questionar:
se você não está lá, a bezerra morre mesmo?
. Em seu livro, "O Livre-arbítrio", Agostinho de Hipona tenta provar de forma filosófica de que Deus não é o responsável pela morte da bezerra.
Para Tomás de Aquino,
a verdade é definida como a conformidade da morte com a bezerra
. O confronto entre a Lei Eterna (os Dez Mandamentos), a Lei Eterna racional e a Lei Positiva, feita pelo homem tem como ponto de intersecção a morte da bezerra. Os Dez Mandamentos proibem fazer ídolos de bezerras de ouro, enquanto a razão afirma não haver poder algum em um cadáver de bezerrra, e para o homem, o churrasco de domingo é lei.
Para Immanuel Kant, a morte da bezerra é a relação do conhecimento finalidade essencial da razão humana, que é a felicidade universal; portanto, a morte da bezerra relaciona tudo com a sabedoria, mas através da ciência.
Para Friedrich Nietzsche, morte da bezerra
É a morte voluntária no meio do gelo e nas altas montanhas – a procura de tudo o que é estranho e problemático no fim de sua existência, de tudo o que até agora foi bramido pela moral.
(Ecce Bovis)
Para Auguste Comte, o entendimento da bezerra morta é a ciência universal que deve unificar num sistema coerente os conhecimentos universais fornecidos pelas ciências particulares.
Para Bertrand Russell, a definição da causa mortis da bezerra variará segundo a filosofia que adotada. A filosofia origina-se de uma tentativa obstinada de atingir o conhecimento real de sua morte. Aquilo que passa por conhecimento, na vida comum, padece de três defeitos: é mujido, escremento e, em si mesmo, abanar do rabo. ("Dúvidas Bezerrófilas", p. 1)
Doutor Roberto define a morte da bezerra de forma clara e sucinta:
... ![]()
Doutor Roberto sobre a morte da bezerra
Dentre todos os postulados, porém, é Jeremias José o considerado mais vanguardista, e a mesmo tempo o mais completo:
Se eu pudesse, eu matarra mil! ![]()
Jeremias sobre a morte da bezerra
[editar] Filosofia para não filósofos
Pensar na morte da bezerra, no entanto, não é uma exclusividade de grandes pensadores. Existe uma corrente não-filosófica que analiza de formas mais variadas a morte da bezerra.
No campo espiritual descacam-se:
- Os monges budistas que conseguem passar o dia meditando na morte da bezerra.
- Os hindus, para quem a bezerra representa a divindade, e sua morte é vista como mal auspício.
- Os cristãos, judeus e muçumanos, que veem na morte da bezerra a vitória do Senhor sobre os deuses pagãos
No campo científico, a teoria mais aceita é a de Charles Darwin, segundo a qual, a morte da bezerra é evidência de seleção natural.
Nas artes, obras literárias como Morte e Vida Severina e o clássico Anita e a Morte da Bezerra tratam da morte da bezerra.
Mesmo na política encontram-se grandes adeptos dessa corrente. Luiz Inácio Lula da Silva considera mais importante pensar na morte da bezerra do que fazer uma faculdade. Ele afirma:
Nunca anteƒ na hisƒtória deƒƒe paíƒ se pensou tanto na morte da bezerra! ![]()
Luiz Inácio Lula da Silva
[editar] Na internet
A internet é povoada de pessoas que abdicam de tempo precioso de seus trabalhos para pensar, e discorrer sobre a morte da bezerra. Dentre os internautas, destacam-se como os maiores pensadores na morte da bezerra os descíclopes, liderados por Anônimo.
[editar] Ver também
- Você tem duas vacas
- Filosofia de botequim
- UniEsquina - instituição referência no curso de Filosofia da Morte da Bezerra
[editar] Ligações externas
- Pensar na morte da bezerra (em português) Wikcionário - pensamento informal
- Cismar na morte da bezerra (em português) Wikcionário - pensamento aprofundado