Michel Foucault

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Marcelo Adnet sobre Foucault e a Gaiola das Cabeçudas

Michel Foucault era um filósofo, historiador ou qualquer coisa do gênero francês. Como todo bom intelectual francês, discutia suas ideias nos melhores cafés de Paris, tentando convencer meio mundo de que Karl Marx estava errado com essa ideia de poder de baixo para cima "O Poder tem de vir de trás, de ré!" afirmava Foucault que ia de rá desde pequeno.

Para Foucault, que também gostava de variar, o poder podia ser de cima pra baixo, de baixo pra cima, de ladinho, de revestrés...contanto que viesse por trás.

Índice

[editar] Biografia

Michel Foucault entrevistado pela TV francesa

Foucault foi um dos maiores pensadores franceses de todos os tempos. Elaborou, junto com Descartes, a Teoria da Pureza, em que dizia que a água levava embora toda a alma, inteligência e essência do homem, o que acabou com os banhos na França. Foucault também gostava de falar coisas incompreensíveis sobre o poder, primeiro, por quê ele jamais o alcançaria; segundo, por quê ele tinha fama de louco entre os franceses, então escrevia difícil em seus livros para fazer parecer que sabia de alguma coisa.

Foucault também analisou o Comunismo, sendo o primeiro(e único) a perceber que aquilo teria um grande futuro nas mãos dos soviéticos. Ao envelhecer, como todo homem de sua idade, ele enveredou pelos caminhos da sexualidade humana, e pesquisou o assunto a fundo até morrer de AIDS.

[editar] As peripécias de Foucault

Foucault em palestra, demonstrando a importância das mãos para o desenvolvimento da sexualidade.

Em suas pesquisas, Michel Foucault penetrou (ui!) nos cantos mais recônditos da humanidade: visitou sanatórios, cadeias e pegou muito bonde lotado, tudo para entender como o poder pode atuar de várias maneiras, inclusive sobre o corpo (aliás, ao sentir corpos atuando sobre o seu, Foucault teve vários insights para suas teorias).

Travou célebres debates com ilustres pensadores de sua época: acusou Louis Althusser de ser emo, afirmou que Pierre Bourdieu tinha dificuldades em sair do armário e desafiou Rita Cadillac pelo título de Rainha da Cadeia, sendo derrotado e perdendo o direito de vir ao Brasil gravar uma ponta no filme Carandiru. Foucault, um ator de péssima estirpe, entre um livro e outro se arriscava nas artes cênicas. Embora alegasse que seu estudo sobre o corpo lhe rendera uma incrível expressão corporal, nunca foi feliz nesta área. O melhor papel que conseguiu foi o de Tio Chico (Uncle Fester) na Família Addams.

Michel Foucault, ou Pinduca para os íntimos, era fascinado pelo corpo (em especial pelo corpo masculino, mais especialmente ainda pelo pênis), e este fascínio lhe inspirou a desenvolver uma teoria sobre o movimento pendular. Este nunca escondeu de ninguém o seu interesse pela física, principalmente pela educação física repleta de homens musculosos e suados.

A sua homoafetividade lhe causava sérios problemas frente à Academia (ainda mais na hora do banho já que levava uma coleção de sabonetes que escorregavam muito fácil.). Desta forma, por sofrer de múltiplas personalidades, publicou suas ideias pendulares sob o pseudônimo de Jean Bernard Léon Foucault. Não foi feliz, sua careca era inconfundível e, no dia seguinte da publicação de seu artigo, todos sabiam que se tratava dele mesmo. Mais tarde, tal peripécia foi homenageada por Umberto Eco em seu livro “O Pêndulo de Foucault” no qual o mesmo narra fielmente esta e outras artimanhas célebres de Foucault.

Adepto convicto do sadomasoquismo, escreveu a obra prima do gênero “sadomasô” “Vigiar e Punir”, onde narra suas experiências como escravo sexual de Gilles Deleuze. Este foi seu mestre por mais de 30 anos e o introduziu (uí!) no movimento Hedonista através de muito Empirismo. Foucault nunca aceitou o relacionamento liberal que Deleuze propunha e nunca engoliu (uí!) ter que dividir o amor de Deleuze com Félix Guattari. Contudo, por ser um escravo muito obediente jamais lhe deu as costas (somente na posição frango assado).

Michel Foucault era um homem muito viajado. Adorava cair na estrada, ainda mais se fosse na boléia de um caminhão cheio de imigrantes latinos sarados tentando entrar nos Estados Unidos. Este achava que a melhor maneira de se estudar a anátomo-política era fazendo um corpo a corpo. Vinha muito ao Brasil e gostava muito do lado negro da força... ou algo parecido. Fez muita conferência chapado e em pé, pois dizia que convencia melhor a plateia sobre corpos dóceis e salgados.

Seus momentos de destaque no Brasil foram quando foi entrevistado pelo apresentador Clodovil no extinto quadro “A Lente da Verdade” e, o que é mais lembrado por todos, quando se candidatou à Presidência da República substituindo o apresentador Sílvio Santos. Alegava que somente ele com suas teorias de gerenciamento de corpos poderia levantar o “Gigante Adormecido”. O ano de 1984 foi muito importante na vida de Michel Foucault. Além de morrer, viu o seu Fluminense ser Campeão Brasileiro (Foucault dizia que as cores do time lhe lembravam a sua grande paixão, a Estação Primeira de Mangueira) bem como viu sua escola de samba ser a Super Campeã do Carnaval Carioca. A emoção de ser Campeão neste ano amenizou sua frustração de não ter visto a mangueira entrar, somente sentiu pois se encontrava de costas.

[editar] O Fim

Infelizmente, apesar de suas contribuições ao mundo intelectual (se você não faz parte dele, dane-se, eu também não, mas lamento), Foucault morreu magrelo, feioso e careca. Acabou sem realizar o maior sonho de sua vida: escrever um livro inteiro sob o efeito de 50 gatinhos cheirados.

[editar] Obras

Foucault falou de muitas coisas incompreensíveis e de difícil explicação, já que ele era um idiota e tentava falar de maneira complexa pra parecer esperto.Michel Foucault fez mais ainda em sua pesquisa pelo poder, desvendando assim uma formula para o crescimento do Estado

Foucault, feliz com a marca de 10 edições vendidas da História da Sacanagem Sexualidade


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