Metroid: Other M

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Virtualgame.jpg Metroid: Other M é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Flandre Scarlet destrói mais um sol em Touhou 6

Metroid: Outro M
Metroid other mmmm.jpg

Capa do jogo lançada no Japão

Informações
Desenvolvedor Team Ninja
Publicador Nintendo
Ano 2010
Gênero Tiro
Plataformas Wii
Avaliação 20%
Idade para jogar Não recomendado

Cquote1.png The baby! Cquote2.png
Samus sobre Mother Brain
Cquote1.png The baby! Cquote2.png
Samus sobre metroids
Cquote1.png The baby! Cquote2.png
Samus sobre Adam
Cquote1.png Any objection lady? Cquote2.png
Phoenix Wright

Metroid: Other M é o segundo jogo mais tosco da série Metroid (inventaram Metroid Prime: Federation Force), criado e desenvolvido pela Team Ninja, uma equipe de nerds punheteiros que nunca sequer jogaram algum Metroid e por isso cagaram o enredo inteiro transformando a porra loca solitária bad ass Samus numa princesinha sentimental apaixonada submissa.

Produção[editar]

Cquote1.png Adam! Me ajuda! Ridley quer me matar, estou morrendo e eu não tenho uma arma que pode sequer arranhá-lo... Adam! Você está aí? Cquote2.png
Samus
Cquote1.png Hem ... Ah, sim. Ouça, Samus, você está autorizada a usa os Super Missiles! Cquote2.png
Adam

Samus já começa o jogo se masturbando para ver se agrada o pessoal.

No início de 2009 os caras da Nintendo estavam pensando: "como será que vamos estragar ainda mais a série Metroid?" e foi então que tiveram a ideia: "Ora! Vamos dar o jogo para a Team Ninja produzir!" e o resultado não poderia ter sido outro.

Os produtores do famoso pior jogo de luta da existência, habituados a fazer jogo de menininha, talvez fossem ideais para trazer aos fãs uma nova faceta da Samus, mais mulheril, sentimental e sexy.

Após o lançamento do jogo a Nintendo ainda se espantou com o fracasso de vendas.

Jogabilidade[editar]

Ridley, um dos temidos e medonhos inimigos do jogo (até o Ridley foi fail nesse jogo).

Só por usar aquele controle bizarro do Wii já pode-se dizer que a jogabilidade é uma merda. Yoshio Sakamoto achou que seria divertido não incluir o Nunchuck no esquema de controle, porque ele estava querendo um estilo de jogo mais tradicional. Esta foi uma idéia genial do jogo, porque caminhar por aí em três dimensões usando o D-pad e dois botões, um para saltar e outro para pular é muito mais cômodo que o confortável ângulo de primeira-pessoa da série Metroid Prime.

Os produtores do jogo também acrescentaram a possibilidade de ângulos em primeira-pessoa de câmera fixa, para que você não possa saber onde diabos você está em todos os momentos.

Metroid: Other M possui um intrincado sistema de combate, onde você não pode matar seus inimigos a menos que tenha carregado totalmente o seu canhão, dado um golpe de judô no monstro e apontando o tiro em sua cabeça. A precisão de combater usando o modo em primeira pessoa é quase nula, mas por outro lado, de maneira normal a mira nos inimigos é automática, fazendo que até uma criança com torcicolo consiga vencer os monstros do jogo apenas apertando o botão do tiro inúmeras vezes.

Outra adição inédita de jogabilidade é o modo "investigação" onde você precisa ficar literalmente parado no modo primeira pessoa e olhar em todas as direções por meia-hora até que você encontre um pixel na tela.

O jogo é tão mal feito que você nem precisa mais atirar nas portas para abri-las... O jeito agora é esperar sair um jogo de voleyball com a Samus.

Enredo[editar]

Samus atuando como empregadinha em Metroid: Other M.

Metroid: Other M possui uma história tão estúpida que faz qualquer fã da série preferir não ter história alguma, a exemplo dos jogos anteriores. Nesse jogo são revelados fatos do passado de Samus, bem como seus sentimentos e pensamentos, que ela já foi uma patricinha mimada, tem tendências a ser submissa aos homens e tem um trauma de infância do Ridley.

Afinal, o que se faz com uma fórmula de um jogo cujo sucesso você acumulou ao longo de 25 anos? Você introduz o completo oposto da referida fórmula em uma versão única do jogo para que você irrite os fãs antigos (mas que vão comprar e zerar o jogo mesmo assim) e conquiste novos fãs.

Nesse jogo, ao invés de Samus sair por aí fazendo o que bem dá na telha (como em todos outros jogos da série Metroid), Samus agora começa a ser a cadela de uma equipe saída de Halo, e deve limpar para eles as quantidades maciças de fails numa nave espacial abandonada, claro, incluindo preparar o café-da-manhã, almoço e jantar, Samus também deve lavar a louça deles, fazer a cama e limpar suas cuecas. A história do jogo é basicamente essa.

Tudo isso seria uma coisa fácil de fazer, já que você tem todos os itens e upgrades no início do jogo, mas o seu comandante, Adam Malkovich, gosta de irritar você e lhe diz que você não pode usar o seu arsenal, a menos que receba ordens para o fazer. Todavia ao contrário dos filmes onde o negro sempre é o que morre primeiro, em Other M pelo menos não é isso que acontece.

A medida que Samus vai fazendo a faxina pela nave vai descobrindo e solucionando mistérios até descobrir que a culpa de toda aquela merda era de uma loira surtada com crises existenciais que soltou os monstros para comerem os cientistas.

Recepção[editar]

Nossa! Mas que roupa apertada, que ângulo lindo! Adam está maravilhoso.

O jogo não foi nada bem recebido, a Team Ninja decidiu usar a Samus para trollar todos fãs da série Metroid, usando suas brilhantes mentes para fazerem dela uma princesa hipersensível melodramática sentimental que sofre cólicas de vez em quando e apaixonada que precisa de homens fortes para salvá-la.

A parte mais fail do jogo ocorre quando Samus está tremendo de medo de um lagarto enorme que ela já pwned pelo menos 100 vezes no passado. Combine isso com uma voz de anime de merda genérico e você tem uma senhora badass transformada numa princesa de anime.

Galeria[editar]

Metroid: Other M revolucionou os sentimentos de Samus:

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MetroidPrimeLogo.jpg