Limite (matemática)
, então clique aqui.
Se você não sabe diferenciar
de
então você não vai entender porra nenhuma.
Este artigo é Engenheiro (ou não).
E se fodeu MUITO para chegar até aqui. Provavelmente deixou de ir à muitas festas e pegar muitas mulheres para estudar para a prova de Equações Diferenciais ou se malhar no concreto, portanto não vandalize este artigo, pois ele é MUITO mais importante e ganha MUITO mais grana que você e te faz feliz.
Você precisa de limites! ![]()
Tua mãe sobre limite
Não é zero, tende a zero. ![]()
Professora de Cálculo sobre limite
O rei não tinha limites. ![]()
Matemático da época da Revolução Francesa sobre a situação do país à época
![]()
Moderador Malvado sobre limite
As notas tendem a zero e a reprovação tende a infinito! ![]()
Oscar Wilde sobre limite
MWAHAHAHAHAHA! Senta na assíntota vertical! ![]()
Professora de Cálculo sobre a prova sobre limites em que toda a turma se fodeu
Limite, em linguagem matemática, é a que determinado valor vale (ou não) uma função quando a variável dela tende a ser gay um determinado número. Essa prática é conhecida como encher linguiça estabelecer limites, coisa que a sua mãe já deveria ter feito com você há muito tempo. Em notação matemática:
Onde:
- x é a variável
de humorda função; - z é o valor para onde a variável tende (ou seja, o valor que você vai colocar no lugar do x);
- f(x) é a função, onde você vai colocar o z no lugar de x e achar um número (WTF??);
- y é o resultado da conta acima;
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[editar] Limite definido
Em inúmeras continhas de matemática que podem aparecer, ao calcular o limite delas você vai chegar a um número. Antes que alguém prove o contrário, um número é algo definido (5 sempre vai valer 5, ou não). Esses limites acontecem com frequência em funções normais, onde você tem de calcular um limite em que o seu professor dá (literalmente) o x.
Um limite definido especial é o zero. Quando os limites tendem a zero, geralmente deve-se tomar cuidado com certas implicações que o zero tem, como o fato de não se poder dividir por zero. Muitas vezes o zero é inofensivo e até benéfico, pois zera expressões incomensuráveis. No entanto, quando o zero está no denominador, deve-se usar todo o tipo de artifício para tirá-lo de lá, ou a fisura espaço-temporal criada pela divisão irá destruir tudo.
Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, na notação de limites você não está dividindo de fato, mas sim vendo até que valor a função vai (ou não). Isso significa que você não está dividindo porra nenhuma, então o zero pode até aparecer embaixo, mas apenas nesse caso. Se você tiver de resolver, vai ter de tirar o zero de lá, nem que seja fazendo uma gambiarra. Isso lembra a famosa frase falada por Bhaskara, em meados do séc XII:
Não pode dar o zero embaixo!
.
Um grande exemplo de limite definido é quando a sua mãe te proíbe de pegar alguma coisa que você quer muito, como, por exemplo, o batom novo dela. Como ela está definindo o que você não pode fazer, então os limites estão muito bem definidos (e ai de você se se atrever a ultrapssar esses limites).
[editar] Limites indefinidos (infinitos)
Alguns dos problemas de mexer com funções é o fato do seu professor mandar você dizer como fica a função quando x vale infinito. Mas, como as calculadoras não sabem calcular o valor de infinito você não tem como saber aonde vai a porra do limite, ou não.
Ao calcular os limites laterais e superiores, você é obrigado por lei a colocar o
no lugar do x e se virar pra resolver a conta. Ao resolver essas contas, ou você vai ter um número (que é um limite definido, ou você não leu a seção de cima?) ou vai aparecer o famigerado
. Quando ele aparece temos o que se chama de assíntotas, que nada mais são do que linhas do gráfico que vão para o infinito de forma quase reta. Segue agora um exemplo de como se trabalha com limites indefinidos (ou não):
Se houver a remoção dos limites, acontecerá a divisão por zero, e você estará fodido com a criação do buraco negro.
Para a sua mãe, um limite indefinido nada mais é do que quando ela fala
não mexa em porra nenhuma
. Você não sabe no que não pode mexer especificamente, mas mesmo assim sabe que, se botar a mão em alguma coisa, o pau vai correr solto em ti.
[editar] Limites laterais
Quando se deseja calcular quanto vale o x um pouco antes dele mesmo (???) ou um pouco depois dele mesmo, deve-se utilizar a notação de limites laterais. Mas que merda é essa? De acordo com os nerds matemáticos, os limites laterais são quanto vale a função (ou seja, o resultado da continha) quando x é ligeiramente menor ou maior que x (e daí?). Quando queremos saber antes do x, colocamos na notação um
e quando queremos saber depois, colocamos um
. Simples, não? Não. Com o uso da notação:
Limite esquerdo (anterior):
Nota:
é igual a z - 0,01 (ou seja, nada);
Limite direito (posterior):
Nota:
é igual a z + 0,01 ou não;
Em alguns casos especiais de funções, como as que o seu profesor vai certamente dar na prova, os limites anterior e posterior não serão iguais. Então o que fazer? É muito simples. Esse limite nón ecziste, logo, você apenas tem de dizer isso. Utilizando a notação:
- Se
, então
Nota:Muito cuidado com esses pega-ratões, pois 666% dos alunos caem neles.
[editar] Aplicações
Uma das principais aplicações de limites é em provas de matemática para alunos nas cadeiras de Cálculo. Embora pareça que o pobre aluno entenda algo, tudo vai por água abaixo quando aparece aquela função monstruosa que nem Gauss sabe resolver. Então quando toda a turma se fode (ou seja, sempre), a sua Professora de Cálculo praticamente tem um orgasmo ao entregar as provas e ver as caras desoladas dos alunos. Outra grande função é limitar para próximo de zero as notas das turmas e foder substancialmente os pobres alunos. Entre outras aplicações:
- Continuidade: Uma função só será contínua se o
e
for definido (não que isso importe para alguma coisa). Geralmente quando os limites vão a
ou
, a função não fica com todos os pontinhos ligados e, portanto, configura ou uma divisão por zero ou o x está no infinito. Se todos os pontinhos não se ligam, a função tem quebras. Esse uso é muito comum em Cálculo renal.
- Diferenciação: Quando a variação da variável (pleonasmo?) tende a zero ocorre a
divisão por zeroderivada da referida função, que é vulgarmente conhecida pelas três fórmulas abaixo:
Nota: não nos responsabilizamos por possíveis danos cerebrais causados pela visualização destas fórmulas.
Ela é conhecida por ser o instrumento mais importante no Cálculo Diferencial e também tem o poder de ferrar muitos alunos, como tudo o que é relacionado com Matemática, Física ou Química.
- Integração: embora seja contrária à diferenciação, fode de forma ainda pior os alunos. A diferença é que, ao invés de
tender a zero, tende a infinto. Dessa forma:
, que resumindo para uma forma verbal, significa AAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!