Liberalismo cristão

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Este artigo foi privatizado em nome do Senhor. Graças ao pagamento do seu dízimo, conseguimos mantê-lo.
Justus.jpg Liberalismo cristão é LIBERAL!

Ele(a) é a favor das liberdades dos gays, da laicidade do Estado, da liberdade econômica, da liberação do aborto, de armas e drogas, mas fala em luta de classes pra você ver...

Quer diminuir as desigualdades? Antes de tirar dos ricos, comece a pensar em reduzir os impostos sobre os pobres!

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Liberalismo cristão.

Cquote1.png Só não pode privatizar o cu! Cquote2.png
Pastor Everaldo sobre liberalismo cristão.
Cquote1.png Como assim, não entendi. Cquote2.png
Pai de Família sobre citação acima.
Cquote1.png Nem eu. Cquote2.png
Qualquer um sobre citação acima.
Cquote1.png Nem eu! Cquote2.png
Citação acima sobre citação acima.
Cquote1.png Anarcocapitalismo é o liberalismo on steroids and crack, e Liberalismo cristão é o liberalismo on dízimos e fogueiras santas de Israel. Cquote2.png
Pensador de Facebook sobre Liberalismo cristão.

Liberalismo cristão é uma nova filosofia política extremamente popular entre meia dúzia de pessoas. É a filosofia dominante dentro da Assembléia de Deus e seu maior pensador moderno é Pastor Everaldo, um ilustre político brasileiro que divide seu tempo entre cultos e apoio à Aécio Neves. Tal projeto político prevê a redução na participação de Brasília - sendo instaurada uma nova sede do governo nacional, que seria qualquer igreja evangélica existente dentro do território brasileiro - ou seja, a Igreja Interflorestal do Culto ao Deus da Seringueira pode ser a próxima sede do governo nacional. A maior ideia é a redução da carga tributária - e sua substituição pela carga dizimária. É uma ideologia que não faz sentido NENHUM! (Apenas se for um Conservador, claro, já que somente eles não entendem essa ideologia)

Preceitos[editar]

Os concursos públicos seriam realizados pela IURD, desonerando o Estado central dos salários dos servidores

O liberalismo cristão é uma ideia que junta diversos elementos: o liberalismo tradicional, de Milton Friedman, a sharia Bíblia evangélica e um toque de pimenta tupiniquim que só a política brasileira tem. Ouviu-se ruídos dessa coisa grotesca pela primeira vez em meados de 2014, quando Pastor Everaldo teve a incrível coragem de dizer que privatizaria a Petrobras - e ela teria uma mudança de rumos. Viraria Fétrobrás, e atuaria no ramo igrejífero, que atualmente dá mais lucros do que o ramo petrolífero - vide cotação atual, o barril de petróleo na bolsa de valores (PTL - PeTroLeo) custa em torno de 40 dólares, enquanto um fiel (OTR - OTaRio) tem custo 0 e prospecção de lucros a partir de 300 reais por mês, em casos de poços bolsos mais superficiais. Tal ideia animou os investidores, fazendo até a Arábia Saudita querer converter todos os muçulmanos em evangélicos para ter tal sistema lucrativo. Entretanto, também haveriam riscos - as empresas que disputariam a posse da Fetrobrás são predatórias, e uma cooperação entre a IURD e demais igrejas soa improvável.

Outro princípio fundamental é a estatização do ânus. Isso mesmo. O ânus masculino seria regulado pelo poder estatal, não podendo ser invadido por pênis, garrafas de cerveja, bananas ou qualquer outro instrumento - excetuado o dedo de um proctologista, mediante permissão pastoral estatal. Isso se daria porque a manutenção das pregas é fundamental para a economia brasileira - na visão do liberalismo cristão, homens que se relacionassem passivamente teriam dificuldades para sentar em superfícies não-acolchoadas, diminuindo a produtividade desses seres no trabalho - e demandando benefícios no sindicato, como vaselina e gel amaciante para o ânus. Visando evitar outro problema que afete a produtividade do trabalhador nacional, esse problema foi entendido como fundamental.

Outra questão encarada como fundamental era a privatização de todas as empresas nacionais, que passariam a virar pastorais. O grande projeto para a Caixa, por exemplo, era que ela se tornasse Caixa Econômica Pastoral, integrando todos os dizimistas num único sistema e invocando o nome do senhor em tempos de crise, fazendo os dividendos da empresa crescerem em torno de 666% em tempos de crise. Também seria criada a Cobrabib (Companhia Brasileira de Biblias), que seria a substituita do BNDES. É um banco de fomento especialmente para igrejas diversificarem seus negócios, e incluirem grandes mercados e até boutiques dentro de suas filiais. O grande projeto liberacristão era a disseminação de um grande Shopping Para o Céu, onde as Igrejas, seguindo o modelo de desenvolvimento econômico sugerido pela doutrina, gozariam de impostos zero para artigos evangélicos - e assim fazendo a economia nacional avançar.

Industrialização[editar]

Economistas acreditam que o grande modelo de industrialização das igrejas é inovador. Usando fiéis como força de trabalho e garantindo direitos trabalhistas inovadores (por exemplo, o dinheiro do FGTS poderia ser usado para comprar um imóvel no céu, usando tecnologia da Igreja Universal, e esse dinheiro voltaria para as próprias igrejas), as igrejas abririam principalmente fábricas de bíblias e emissoras de TV, mas investiriam também em produtos de alto valor agregado, como o Mobicrente (o iPhone cristão 100% nacional) ou o CrenteSystem (o MicroSystem já programado para tocar Aline Barros em até 98 idiomas durante 24 horas por dia.

Visando inovar a indústria nacional, técnicas industriais cristãs vindas dos mais diversos países terão isenção de impostos. Também haverá a concepção ricardiana da vantagem comparativa: o Brasil se especializaria em vender fé - e a revolução crente ocorreria primeiramente aqui. Isso é de uma visão geopolítica grandiosa, especialmente porque poderia se reviver o clima da guerra fria, mas a dicotomia seria Islã contra Protestantismo. Homens bomba e coqueteis molotovs santos de Israel seriam mais perigosos que bumbas nucleares, dessa vez. O Brasil, segundo tal filosofia, tomando tais passos, se tornaria a grande potência féconômica mundial, e cobraria dízimo até de outros países - a substituição do Mercosul pelo Fércosul seria o primeiro passo.