Leblon
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Vamos, meu bem... Preciso ir a minha aula de rugby! |
Google sobre Leblon
Na UNIÃO SOVIÉTICA, o bairro é metido em VOCÊ!! ![]()
Reversal Russa sobre Leblon
O Leblon é um bairro que por acaso fica na zona sul da Cidade do Rio de Janeiro, mas que poderia ficar em qualquer outro lugar do mundo, já que é praticamente um universo paralelo. No local, como sabem todos que já viram alguma novela do Manoel Carlos, as pessoas tomam café da manhã o dia inteiro, têm carros enormes e se preocupam apenas em meter um chifre na cabeça do marido ou da mulher. Pobre lá só entra de crachá e uniformizado, e ainda assim se for prestar algum serviço. Portanto, pode perder suas esperanças de morar lá.
Índice |
[editar] História do bairro
Como tudo que envolve uma produção do Manoel Carlos, o nome do bairro se deve a uma bola nas costas. Diz a lenda que os primeiros moradores do local foram um casal de escravos recém-alforriados que conseguiram comprar um apartamento de dois quartos perto da praia num feirão da Caixa Econômica Federal. Para mantê-lo, no entanto, o marido arranjou um emprego num navio, e por isso tinha que passar longas temporadas no mar.
Consta que um dia, ao chegar em casa, deparou-se com cinco crianças gêmeas, de pele escura como a sua mas com cabelos louros como cantores de pagode. A mulher disse que todos eram seus filhos e, como o marido desconfiava por causa da cor de seus cabelos, ela afirmou que passava Blondor na cabeça das crianças para deixá-las mais bonitas. O pai ficou satisfeito com a explicação e aceitou os filhos. Ele aceitou inclusive que seu vizinho, um padeiro francês que tinha cabelos da mesma cor dos garotos, passasse a visitá-los para ensinar-lhes a língua (e sua mulher dizia para todo mundo que o talento dele com a língua era incomparável).
Como toda fofoca, a história correu pela cidade e, em pouco tempo, todos passaram a frequentar a praia para rir da cara do "pai" das crianças. No início o local começou a ser conhecido como Praia do Corno, mas como tudo que é estrangeiro vende mais, resolveram mudar para Praia do Blondor, que acabou virando Leblon.
[editar] Geografia e cotidiano
O Leblon faz fronteira com o bairro de Ipanema, onde as pessoas são escrotas. O leblon é Tudo de bom meu amigo. Meninas passam com seus Iphones de um lado a outro, comprando no shopping Leblon e gastando dinheiro. Do outro lado, que permanece sob vigilância de tropas armadas 24 horas por dia, o bairro se limita com a favela do Vidigal. No entanto, a prefeitura pretende instalar, até o fim do ano, um muro de vidro blindado coberto de insulfilme para que a vista do mar não seja prejudicada por uma coisa tão desagradável como uma favela.
Por assemelhar-se mais a uma cidadezinha no interior da França do que a um bairro carioca, os moradores do Leblon não passeiam pela cidade. Em vez disso, vão para Paris, considerado o município ao qual o local verdadeiramente pertence. Próximo ao Natal, os moradores instalam máquinas de neve nas ruas, para matar a saudade das festas que passaram em lugares tão civilizados quanto lá. A pobralhada morre de inveja de quem mora lá.
[editar] Fatos das pessoas do Leblon
- As pessoas do Leblon não querem papo conosco de outros bairros (pobretões).
- As mulheres de lá são ruins de comer.
- As praias são limpas.
- O bairro é rico.
- Mesmo o bairro sendo o mais rico do RJ, o bairro só tem apartamento de luxo muito rico .
- Os hotéis tem tudo que uma casa pode ter, como sala, cozinha, quarto e banheiro (E hotel não tem isso. Isso é considerado exagero que alguém o projetou, porque hotel só tem suíte, um hotel normal)
- As mulheres de lá são peruas.
[editar] Reveillon
No Reveillon, as pessoas do Leblon não saem meia-noite para comemorar o ano novo, porque eles não gostam de reveillon, são metidos e ficam em casa no Reveillon.
[editar] Ver também