Kraftwerk
Atenção!
Este artigo discute coisas intrínsecas aos Anos 70! Se você TEVE infância naquela época aproveita e vê SE TENTA fazer alguma coisa mais útil, seu velho! |
| Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical, ou se refere a uma banda. Além disso, ele pode conter assuntos sobre temas musicais, ou não. Certamente, fãs |
| Desciclopédia über alles in der Welt!!! Esta arrtigo é tipicamente alemão!!!
Issa querr dizerr que ele não gosta de frrango, nem de lasanha, nem de pórrco, e sustenta o gerração interra com chucrrúti!! Ou é parrte do conspirração gerrmânica parra invadirr o Frrança porr trrás outrra vez. CUIDADA! A qualquerr momento uma salsichão pode querrer te pôrr de quatrro na Murro de Berrlim ou na corredorr polonês. A autorr prrovavelmente quis comerr uma Frraulein, e já volta... |
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Kraftwerk sobre Humanidade
Kraftwerk é uma banda de música eletrônica Alemã, criada pelos engenheiros Ralph Hutter e Florian Schneider nos meados dos anos 70. A banda foi responsável por várias invenções ainda em uso hoje em dia, como a música eletrônica, o sintetizador, a bateria eletrônica, o computador, a calculadora de bolso (criada para tocar a música Pocket Calculator), a radioatividade (criada para a música Radioactivity), os números (criados para a música Numbers), a rodovia (Autobahn) e as notas dó, ré e mi. Apesar de te-los aperfeiçoado bastante, o grupo não foi responsável pela invenção dos nerds. Estes até hoje são o principal público de sua música (juntamente com os engenheiros).
A banda começou como qualquer banda, fazendo barulho na garagem de casa. Quando resolveram aprender a tocar de verdade, expulsaram todos os outros músicos e chamaram Wolfgang Flur e Karl Bartos para servir de figurantes e inventaram o computador para que ele pudesse tocar a música para eles.
Depois de mais dois séculos na estrada, os integrantes do Kraftwerk ainda fazem shows, que consiste nos quatro lendo e-mails em seus notebooks Sony Vaio, enquanto a música toca no Windows Media Player.
[editar] O Início
Pode-se dizer que o Kraftwerk é o resultado da união de dois ex-internos da APAE - Florian (que é mongolóide) e Schneider (que é débil mental) - em virtude da enorme capacidade da dupla tocar as notas Dó-Ré-Mí, com o dedo mindinho, em 2 horas e 45 minutos.
Seu estilo (antes de algum lunático classifica-lo como música), era um alto sistema criptografado de comunicação entre as duas Alemanhas separadas (litigiosamente) por Asterix e Obelix (no fim de suas histórias em quadrinhos).
Florian e Schneider tentaram (sem sucesso, é claro) fazer um dueto de flauta e teclado. Mas, após fazerem apenas alguns ruidos (e bota ruído nisto), gravaram seu primeiro LP - KRAFTWERK (que deu o nome a banda também - afinal, se não conseguiram fazer uma composição decente, imagine criar um nome para a banda e mais um para o álbum?!?!?! - é pedir demais p/ os garotos).
Após um blackout nas vendas do primeiro álbum (e com material para mais álbuns e ringtones sobrando), eles lançam o segundo LP - Florian & Schneider (uma tentativa agora em outro mercado na época em ascensão: música caipira). Com a tradicional capa com foto dos músicos olhando para o infinito (e além...), o segundo álbum também não atingiu os objetivos traçados (afinal, como os amigos matutos tocariam os bolachões?? - até hoje não há indícios de bolachões-players movidos a querosene).
Não contentes (e acreditando no ditado "na terceira tentativa dá certo"), eles lançam o terceiro LP - Kraftwerk II (tentativa mais fatídica que Waine's World II). Pra variar, este álbum também é de ruidos sem nexo e nem mesmo origem.
[editar] Mudanças
A primeira (e fundamental) mudança foi quando os dois se mudam para Dusseldorf (chega de composições com taxas de streaming absurdas) e criam o estúdio Kling Klang (acorde presente na maioria das músicas) e em seguida, admitir outros músicos (uma segunda opinião é sempre importante - ambos tinham a MESMA opinião). Com isto, fazem a formação clássica do grupo com Wolfgang Flur e Karl Bartos (e quase 20 anos depois, estes últimos perceberam que a opinião deles nada valeu).
A outra mudança é que eles também frequentaram algumas aulas num curso de verão em Viena, na escola de música de Mozart.
[editar] Discografia
Depois de muitos experimentalismos, eles conseguem (vencer pela persistência - ou aporrinhação mesmo) fechar com uma gravadora - a Capitol e, a partir daí, eles entram no mercado (não o da esquina) fonográfico (pela porta da frente? - se for, tem que deixar os electro-badulaques no guarda-volume).
Citaremos cada álbum e suas faixas.
1974 - Autobahn - como o próprio título sugere, é o início paleolítico do termo O Som das Pistas. Cheio de barulinhos de motores (oh saudade do meu Fusca 76 verde-abacate) e de estradas (derrapagens com mancha de óleo que o FNM câmbio duro e caixa seca deixou), este álbum foi a primeira tentativa de emplacar (trocadilho infame mas, não tinha outro termo melhor), seu estilo musical (mas não emplcaram por falta de lacre no Ciretran).
Autobahn - faixa-título, com tempo tão grande quanto o preço dos pedágios do sistema rodoviário administrado por um "quase-xará". Muitas pessoas garantem que o incrível tempo dessa música de 22 minutos e 45 segundos é o tempo para Ralph Hutter conseguir fazer seu fusca 72 pegar (no tranco). Outros já dizem que é o tempo deste chegar aos 60 km/h.
Kometenmelodie I - 1ª faixa do lado "b" dos bolachões (já que Autobahn, ocupou todo o espaço possível do lado "a", com instalação de praças de pedágio, balanças e radares), parece mais trilha de suspense do que música automotiva.
Kometenmelodie II - como todo bom filme de suspense, Kometenmelodie teve continuação (e pra variar, tal qual os filmes) sem maiores esclarecimentos dos fatos. O pior é os primeiros acordes (parece que vai sair um arco-íris da caixa de som).
Mitternacht - mais uma de suspense, agora com um sons de monstros do pântano igual dos desenhos do Scooby Doo.
Morgenspaziergang - Música de alvorada, com direito a flauta doce e passarinhos (acho que estes atraidos pelo açucar da flauta - pelo menos não é aquelas garrafinhas p/ por água com açucar que só chama atenção dos beija-flores, e , por isto, sofrem de crise de identidade: sou um beija-flor ou um beija-garrafas?!).