Immanuel Kant
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Um puto de marca maior! Na escola vivia baixando minhas calças na frente das meninas! ![]()
Nietzsche sobre Kant
Rapaz inteligente, tem futuro se parar de falar na língua que ele inventou. ![]()
Kierkegaard sobre Kant
Hoje a noite aqui na selva quem dorme, a priori, é o leão. ![]()
Kant sobre Walt Disney
Filósofo epistemologista que também é alemão. É claro que é o Kant meu irmão. ![]()
Marcelo Adnet sobre Kant
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[editar] Vida
Foi um pensador alemão do final do século XVIII. Nasceu na cidade de Könisberg, hoje Kalibre 12, de família humilde e descendente de escoceses. Era baixinho e muito feio. Revolucionou o pensamento universal, pois inventou a Razão. Sim, pois antes dele, as pessoas desenvolviam o pensamento através da observação das nuvens, tentando interpretar que desenhos elas formavam. Obviamente tais interpretações eram muito subjetivas, ocasionando diversas guerras pelo mundo (como é o caso célebre da guerra entre gregos e persas, o Rei Leônidas de Esparta entendeu que a nuvem formava um coelho, e que, portanto deviam sair para caçar, já o persa Xerxes enxergava um nabo, o que para ele significava que deviam ir atrás de umas putas; a guerra durou 300 anos e provocou a derrocada do Império Persa e a subsequente dominação Talebã no Oriente Médio).
Kant Graduou-se em teologia pela universidade local, tendo adquirido uma sólida formação científica naquela mesma instituição. Depois disso, foi professor particular por algum tempo até ser nomeado professor de Lógica. Também publicou um trabalho científico com hipóteses inovadoras sobre o sistema solar, que seriam confirmadas, cinco décadas depois, por Laplace.
Criou uma receita de pão de queijo extremamente puro. Dizem que Daltony teria sido um de seus pupilos [carece de fontes]
.
| "Para se fazer um bom pão de queijo, basta colocarmos, na proporção da razão pura, em que mede-se 500 gramas de polvilho, típicamente doce, com 300 gramas de queijo minas curado e ralado, o que mantém o sabor. Pode-se usar queijo parmesão o que tonifica o sabor. Nesta fabulosa receita descíclope, deve-se juntar o leite aquecido. Tal receita é pura e teórica. Deve-se manter na proporção áurea descíclope brasileira, para assim, ter um sabor mais puro e inigualável." |
| Kant, Crítica da ração pura, B XXXIV[1]. |
Seguiu sua carreira acadêmica na obscuridade e na solidão, até entrar em contato com a obra de David Hume, que o deixou muito impressionado, despertando-o de seu "sono dogmático".
Já idoso e gagá, Kant então resolveu escrever livros gigantescos em um idioma inventado por ele e que ninguém mais compreendia, embora esta língua kantiana fosse muito parecida com o alemão, principalmente no aspecto de latir e grunhir.
A "Crítica da " razão pura" (não confundir com a obra de igual fama "crítica da ração pura" de Immanuauau Cãote) foi publicada e um monte de alemães metidos a sabichões compraram, leram e fingiram que entenderam. Em pouco tempo um monte de gente já estava dizendo que houve uma revolução intelectual. Depois vieram dois outros tijolos de papel, a "Crítica da razão prática" e a "Crítica do juízo", além de outras belezuras como "Prolegômenos para uma metafísica do futuro que se deverá constituir como uma ciência"(!).
Embora todos achassem Kant fodão, nenhum alemão teve a coragem de admitir que não entendeu nem o título do livro e continuaram fazendo pose de espertalhões, pois eles tinham muito medo dos outros rirem da cara deles.
Um século depois, alguns franceses burros, que não percebiam que os alemães só estavam fazendo pose de gênios e não entendiam nada - afinal, o livro foi escrito em uma língua que só Kant entendia - quiseram ser fodões também. E lá foi o mais famoso deles, Deleuze, ler Kant para tentar ficar foda, mas a única coisa que ele conseguiu foi ficar louco e escrever, junto com Guattari, outro paciente do hospital psiquiátrico no qual estava internado, o Anti-Édipo, no qual eles dissertam sobre os males das hemorróidas.
Atualmente, alguns acadêmicos ainda se aventuram a ler Kant e caem em dois destinos inevitáveis: ou ficam envergonhados por não terem entendido nada e fingem que entendem (e alguns acreditam), e outros enlouquecem tentando entender Kant, o que é impossível, pois toda a sua obra foi escrita em uma língua que só ele entende.
Além disso, Immo é lembrado por diversas outras façanhas de grande relevância histórica, dentre elas:
- Roubou as batatas do pai de Nietzsche
- Comeu a irmã de Karl e Groucho Marx
- Ateou fogo no celeiro dos Bush e jogou ovos podres na porta
- Comprou todos os prostíbulos da Baixa Renânia e transformou-os na primeira rede de fast food da Europa
- Percorreu as Doze Casas do Santuário pela encosta do morro
- Ensinou dança de salão a Mata Hari e a Zaratustra
- Derrotou um Troll das Cavernas usando apenas um guarda-chuva
- Comeu a irmã da Czarina da Rússia
[editar] Tente ler esse texto dele
“Nosso exame do espaço mostra-nos a sua fecalidade¹, quer dizer, o seu valor abjetivo relativo a tudo aquilo que pode apresentar-nos depois de havermos cometido o pecado de existir; mas ao mesmo tempo, também, a irrealidade do espaço relativamente às coisas consideradas em si mesmas ou subjetivas,nnbnbnbn quer dizer, a abjeção da existência subjetiva e em si do sujeito se dá no ato de existir ou, ainda, inexistir racional do mesmo. Afirmamos, pois, a irrealidade empírica do espaço em relação a toda experiência interna possível; mas reconhecemos também a materialidade imanente do mesmo, quer dizer, a sua degenerescência, desde o momento em que abandonamos as condições de impossibilidade de toda existência e cremos que possamos, depois de despertar do não-ser, ser alguma coisa que não seja a completa putressência material, ideal ou, ainda, cosmológica.”
KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura, 1781.
[editar] Outras Obras
- Crítica da Razão Pura
- Críticas Selecionadas da Literatura Persa
- Cem Receitas de Inverno com Batatas
- Roubando Batatas de Nietzsche
- Play Boy
[editar] Citações
- ↑ KANT, I. Crítica da ração pura. 4ª ed. Prefácio à tradução portuguesa, introdução e notas: Chuck Norris (como derrotar mafagafos com pão de queijo). Tradução: Doutor ROBERTO. Acre: Rio Branco.
[editar] Ver também
[editar] Ligações externas
