Jardins Suspensos da Babilônia

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar
DramaticQuestionMark.png
Você sabia que...
  • ...os Jardins Suspensos da Babilônia jamais existiram

Cquote1.svg Suspenderam os jardins da Babilônia. Cquote2.svg
Rita Lee sobre Jardins da Babilônia

Os Jardins Suspensos da Assíria Babilônia são considerados uma das 7 grandes ruínas do mundo antigo e obra prima da arquitetura iraquiana resistente a explosões e ao sol, constantes predominantes da área.

Os jardins Suspensos da Babilônia reproduzido em algum jogo de video-game.

O local foi o palácio do Rei da Babilônia durante eras e quando a Babilônia era conquistada por outro país, se tornava a capital deste. Foi nos Jardins Suspensos que habitou o Prince of Persia.

Junto à Torre de Babel, formava a defesa da Babilônia e domínio árabe no mundo. A fortificação resistiu a invasões cristãs durante séculos.

Atualmente os únicos relatos oficiais da edificação estão na compilação das Mil e uma noites.

Construção[editar]

Príncipe da Persia III, maior governador dos Jardins suspensos da Babilônia.

Nabucodonosor, depois de sabiamente trair a esposa Amitis da qual havia raptado de Média na época que conquistou este reino, para se reconciliar com a megera, ordenou que se construísse um oásis no meio daquele deserto iraquiano, para relembrar a esposa que nasceu na selva de seus tempos áureos. Nabucodonosor também queria algo bem diferente, ao estilo de ser babilônico. Como já existia a Torre de Babel e ninguém quis considerá-la uma das 7 maravilhas, ordenou que os Jardins Suspensos fossem fantásticos, mágicos e secretos, tão secretos que ninguém até hoje sabe aonde os Jardins Suspensos ficavam, sabe-se que era na Babilônia.

A localização escolhida para a construção dos Jardins Suspensos foi às margens do Rio Eufrates, uma região habitável de todo o Iraque, além de fonte natural para o dreno dos jardins. Com a construção das várias represas, diques e a transposição do rio para abastecer os Jardins Suspensos, regiões outrora ricas em flora como Arábia Saudita e Jordânia se transfomaram no deserto que são hoje.

Os Jardins Suspensos são montanhas artificiais de barro adubado construídas em forma de pirâmide que ficou abandonada durante 1 século. Em ruínas nasceu uma flora natural e foi então que iniciou-se sua habitação.

Funcionamento e Números[editar]

Jardins Suspensos da Babilônia atualmente.

Considerado capital da Ásia, os Jardins Suspensos empregavam mais de 800 jardineiros, o corpo de bombeiros, 50 toneladas de esterco, muita água e 500 palmeiras e coqueiros. A edificação contava com sofisticado sistema de roldanas que levavam baldes de água a todo canto dos jardins.

Os Jardins Suspensos tinham um grave problema com a dengue, mas com o tempo conseguiram evitar o acúmulo de água parada. O oxigênio liberado pelas plantas ao longo dos dias dos jardins suspensos era o mesmo que as próprias plantas usavam para respirar a noite. Os banheiros no palácio inclusive eram algumas várias moitas.

Fauna e Flora[editar]

Os Jardins suspensos possuíam uma rica fauna formada por macacos, pavões, corvos, camelos e insetos de todos os tipo. A flora dos jardins suspensos era formada por uma grande variedade de palmeiras, coqueiros, moitas, arbustos, gramíneas e flores.

Queda[editar]

Saddam Hussein, o último governador dos Jardins Suspensos, ao confiar demasiadamente na força dos Jardins Suspensos, iniciou uma guerra muito sem sentido, a Guerra do Golfo, que entre seus principais objetivos, estava o de roubar água do Brasil e petróleo do Kuweit. No confronto, os Jardins Suspensos da Babilônia foram varridos do mapa pelos americanos.

Controvérsias[editar]

Existem teorias recentes que contestam a existência dos Jardins suspensos, tal qual o Jardim do Éden e os Campos Elísios. O argumento é de que é quase impossível que alguém consiga cultivar um jardim comum na Arábia, imagina então em escalas palaciais. O único vestígio dos Jardins Suspensos é um poço colossal, o deserto árabe e a transposição do Rio Eufrates.

Ver também[editar]

v d e h
Maravilhas do Mundo