Itupeva

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Carroca1.jpg Enxada-2.pngEsti artigu é caipira, sô!!Enxada-1.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!


Bandeira de Itupeva, que contempla a cor azul da água de suas enchentes, o amarelo da urina que empesteia a cidade e o vermelho simbolizando o sangue dos assassinatos. Podemos ver também a folha de cannabis, muito apreciada pelos residentes.
Portal de entrada da cidade, que dizem ter sido inspirado pelo sexo anal que o ex-prefeito da cidade fazia com os seus namorados.
A prefeitura da cidade costuma estar sempre assim: vazia.

Cquote1.png Você quis dizer: Itatinga Cquote2.png
Google sobre Itupeva
Cquote1.png Está se sentindo feio? Vem pra Itupeva que passa! Cquote2.png
Slogan de turismo sobre Itupeva
Cquote1.png Quer fumar um? Cquote2.png
Itupevense sobre Itupeva
Cquote1.png Um lugarzinho no meio do nada Cquote2.png
Sandy sobre Itupeva
Cquote1.png Como chego no Pinto Alegre? Cquote2.png
Virgem mão de vaca sobre Itupeva
Cquote1.png Moro lá há 40 anos, nasci de parteira. Cquote2.png
Velhinha sobre Itupeva
Cquote1.png Vamo dar um rolê pro shopping, comprar umas Ices, curtir um funk, e acharmos que somos os ZiKaS ! Cquote2.png
Mlk top sobre Russi Covabra de Itupeva
Cquote1.png Essa merda nunca tem sinal. Cquote2.png
Mlk top metido a playboy sobre Vivo ON
Cquote1.png Eu tenho medo Cquote2.png
Regina Duarte sobre Jardim Alegria
Cquote1.png Só sobrou a geladeira. Cquote2.png
Morador do Samabaia sobre Enchentes de verão em Itupeva
Cquote1.png Vamos nadando até o Covabra? Cquote2.png
Morador sobre Jardim Alegria
Cquote1.png Vamos lá na pista de maconha fumar skate? Cquote2.png
Itupevense sobre pista de skate
Cquote1.png Antigamente se tinha o menor índice de roubos em semáforos, por ter somente um, sendo assim um exemplo de segurança. Hoje, mesmo com a instalação de 5 novos semáforos o índice continua, tudo porque os mesmos nunca funcionam. Cquote2.png
Datena sobre Itupeva


A maravilhosa CIDADEZINHA[editar]

Tropa de choque itupevense equipada para a batalha.

Fundada em 1956, por fazendeiros mãos-de-vaca e caipiras que queriam independência de Jundiaí, localiza-se no meio do caminho entre Jundiaí e Campinas e é a última cidade a utilizar o DDD 11 antes dele virar 19.

É uma horrível cidade sem-graça, onde predominam os baianos de Jacobina e afins. Sempre muito agradável e pacata, essa micrópole, é extremamente bem conceituada em sua região, competindo com as conhecidíssimas Campo Limpo Paulista e Várzea Paulista. Sua cultura é igual a todas as outras da região, e consiste em ouvir muito funk e ir dar um rolê pelos mercados e "tentativas de baladas". Está sempre cheia de gente bonita, muitos playboys, nóias e maconheiros.

Como em Itupeva a poderosa PM está equipada com apenas uma viatura e dois revólveres calibre .38 (mas sem munição), a cidade virou uma grande atração para os meliantes e criminosos da região, que vão até Itupeva roubar seus bancos, caixas eletrônicos e estabelecimentos. Ser ladrão de bancos está entre as profissões do futuro para os habitantes não somente da cidade, mas também de todas as cidades vizinhas.

Atrações da micrópole[editar]

Golzinho rebaixado, o carro preferido dos manos.
O "mini" Cristo e o incêndio causado por algum maconheiro.
Itupevense saindo de casa para ir ao mercado.
Luau realizado pelos jovens, com muita maconha e cantorias desafinadas.
Típico adolescente frequentador da pista de skate.
  • Colégio Trevo: É o lugar certo pra encontrar as patricinhas donas do pedaço mais tops da cidade, e os playboyzinhos que mais tentam parecer os favelados fodões (sem sucesso).
  • Covabra de Itupeva (antigo Russi): Era shopping da cidade, onde emos, manos, favelados, cocotas, toda a corja, se reúnem reuniam para beber e ter uma diversão sadia, não podendo esquecer os carros de ferro velho que andam por lá com seu som sempre muito agradável, ouvindo um tchuntcha tchun tchun tcha dos bão. Após muitas ocorrências com drogas, tráfico e vandalismos, a temida PM de Itupeva passou a intimidar os jovens e o mercado que era 24h agora fecha às 23h.
  • Monte Serrat: Não passa de uma mera sombra do Russi Covabra, no entanto,todos os preços são 32× mais caros, mas as vezes é o contrário.
  • Jardim Alegria Correria: Um lugar de alegria para você baiano nordestino que curte um funk, um pagode e um churrasquinho de carne barata feito em plena rua. Lugar onde moram os nóias, os cabeção, os jacus e os traficantes. Se você quer morar na Alegria, ALUGUE um cômodo por lá. Vai encontrar também algumas piriguetes (provavelmente com filho(s) de pais desconhecidos e/ou diferentes), manos do som alto, milionários passeando em suas bikes de R$10 mil, e toda a outra corja possível e imaginável. Uma boa opção para quem quer comprar um fuminho.
  • Cristo Redentor: Uma cópia fajuta do monumento carioca, pelo menos 100x menor. Ambiente familiar, onde a principal atração é subir o morro pra chegar e queimar um, levar umas cocotas pra serem "finalizadas" com aquela camisinha gratuita do posto de saúde (ou sem preservativos, mesmo), não fazer nada, cagar, mijar, entre outras imperdíveis atrações.
  • Av. Itália: A maior atração da cidade, onde toda sexta-feira, a elite da cidade se encontra pra beber, ouvir funk bem alto em seus Golzinhos rebaixados, e os Z1C45 encontram as cocotas mais lindas (ou não) e fáceis de "finalizar" (isso, sim). Lá se encontra a padaria-boutique da cidade, "Romeira & Romeira", que vende um pão farelento e salgados requentados a preço de picanha.
  • Parque da cidade: Decadente centro de viciados e ex-viciados. Um lugar sem leis e que a única forma de se obter uma sombra é abrindo um buraco e se enterrando. Se quiser adquirir câncer de pele, não hesite em fazer uma visitinha, mas tenha cuidado pra não se afogar no gigantesco lago de 0,00032m de profundidade. Se você procurar, provavelmente vai encontrar algum traficante vendendo alguma coisa por lá.
  • Ginásio e pista de skate: Sem dúvida alguma, um lugar muito confortável, com ares de cidade fantasma, onde sua reforma se estende há pelo menos 12 anos, com sua piscina de água lamacenta, quadra abandonada e seu half-pipe (cantinho da erva), onde todos vão para se divertirem de forma saudável, fumar um baseado do bom e praticar esportes. Ali do lado fica o postinho de saúde e, nos raros dias que está aberto, é um bom lugar pra pegar umas camisinhas de graça para finalizar aquela cocota.
  • Rede de piscinões do Jardim Samambaia e Jardim Alegria: Somente abertas no verão, são uma diversão boa e ruim ao mesmo tempo, onde a principal atração é correr pra não perder os móveis.
  • Praça da Bíblia: Antes conhecida como "matadouro", onde os emos levavam as suas cocotas pra tentar ficar com elas (o que significa, no máximo, dar um beijo de língua), hoje é dominada por noias mal-encarados e por vagabundos em geral. Se você quiser comprar umas pedras de crack ou ser extorquido por flanelinhas viciados, esse é o point certo para você!
  • Pub do Hélio: Se você estiver a fim de pagar R$14 (mais os 10%) numa garrafa de cerveja nacional, comprar um copo de chopp que vem com mais da metade de espuma (e que pode estar vencido!), assistir uma banda bem mais-ou-menos tocando pela milésima vez aqueles mesmos "clássicos do rock" ou então um engraçadíssimo Stand Up com alguma sub-celebridade, então o Pub do Hélio é o seu lugar! Mas cuidado para não ser atingido pelas pedras que os moradores vizinhos jogam quando passa das 23h. E não se esqueça: se você entrar lá, nem que seja só pra mijar, vai ter que pagar o "couvert", não importa o dia e nem a hora. Um bom lugar pra encontrar uma mãe solteira baranga que largou o filho com a vó pra ficar bêbada e ir atrás de uma piroca.
  • Donatela e Skina Bar: Botecos com todo o charme de uma boca de tráfico, com muita gente feia, desdentada e mal-educada. Aproveite para tomar uma cerveja gelada num copo que pode conter pelo de rato (ou uma asa de barata) enquanto aprecia uma excelente apresentação de música brega com um músico falido cantando pior do que aquele seu vizinho bêbado que adora um karaokê, com a maravilhosa vista das gordas com cabelo oleoso e piercing no umbigo dançando enquanto os traficantes vendem seus produtos. Se você der sorte, pode presenciar uma briga e, quem sabe, até uma facada.
  • Motel 22: Pertence a Jundiaí, mas é o motel mais próximo (e mais barato) pra você levar aquela cocota que, apesar de querer dar pra você, espera um mínimo de dignidade e não aceita dar no carro ou no mato (mas é um "mínimo" bem "mínimo", mesmo, quase zero). Não se assuste caso ao entrar no quarto vocês encontrarem resquícios do casal anterior, pois encontrar cinzeiro sujo (muitas vezes com maconha, obviamente), copo com marca de batom, camisinha usada no lixo e chão do box molhado são situações comuns, por lá! E tente não se intimidar se tiver um casal na suíte do lado transando e gritando como se estivessem matando um porco a pauladas!
  • Pracinha do Primavera: Um ótimo lugar para encontrar os maconheiros da cidade, queimar um, dar um mijão no mato e ser abordado pela PM.
  • Wet'n Wild: Fica longe pra cacete do centro da cidade, mas não deixa de ser uma das atrações de Itupeva. O parque aquático funciona durante um único mês do ano e provavelmente vai fazer frio bem no dia que você decidir visitar. A água com cheiro fortíssimo de cloro (pra esconder o cheiro de mijo e matar as frieiras alheias) é ótima para quem tem pele oleosa e quer ressecá-la instantaneamente.
  • Outlet Premium: Ao lado do Wet'n Wild, é parada obrigatória para quem não é de Itupeva (duvido que você consiga achar um único carro com placa de Itupeva estacionado por lá!). As variadas opções de coleções antigas e ultrapassadas sendo vendidas pelos mesmíssimos preços de quando foram lançadas atraem muitos consumidores de todas as cidades, que entopem os estreitos corredores desse "open mall". Aos finais de semana, costuma-se demorar cerca de 3,5 horas (podendo ser mais) para conseguir uma vaga para estacionar.

Economia[editar]

Uma das principais atividades profissionais da cidade.

A economia da cidade se concentra principalmente na produção agrícola de uva, mel e cannabis sativa (de baixa qualidade). Também se concentra secundariamente no setor terciário de serviços, como os serviços sexuais prestados pelas "belas meninas" do Pinto Alegre, além do dinheiro que é pago às benzedeiras por paulistanos. Grande parte do capital também vem dos butecos, como o Skina, Donatela, Bar do Dinho e do lanche do Carlão. Temos também os experientes cabeleireiros da cidade, que fazem penteados como ninguém e arrecadam muito. Os supermercados caríssimos e as padarias que cobram preço de ouro pelos seus pães farelentos também movimentam bastante do capital itupevense. Recentemente, os assaltos aos bancos e caixas eletrônicos se mostraram também ser uma rentável forma de obter dinheiro na cidade.

Os paulistanos são responsáveis por uma grande movimentação econômica na cidade, pois aos finais de semana fogem de suas casas em São Paulo e partem para suas casas "de final de semana" nos condomínios fechados de Itupeva, torrando muitos R$ nos supermercados, restaurantes e padarias, inflacionando assim os preços e fodendo com a vida dos itupevenses que não tem dinheiro pra nada.

Mercado de trabalho[editar]

Flanelinha em frente à igreja matriz, a esperar uma vítima.

Grande parte dos itupevenses trabalha no Hopi Hari, Wet'n Wild, Outlet Premium ou em um dos dois únicos (e caríssimos) supermercados da cidade. E tem prazer em torrar seu dinheirinho suado em algum estabelecimento da Av. Itália ou então num sanduíche gorduroso do Carlão. Há também o prostíbulo Pinto Alegre, para quem prefere ganhar a vida sem levantar da cama.

Uma parcela considerável dos nóias e viciados da cidade ganha a vida como flanelinhas, extorquindo qualquer um que ousar estacionar seu carro nas vagas ao lado da Igreja Matriz, na frente dos Correios ou então nas vagas da constantemente vazia Galeria Amarillys. Ocasionalmente, um flanelinha pode te extorquir dentro do estacionamento do Russi Covabra ou em alguma das raríssimas vagas disponíveis na Av. Brasil. Já foram registrados alguns casos de flanelinhas extorquindo pessoas enquanto estacionavam dentro das suas próprias garagens.

Traficar maconha e crack também pode ser lucrativo, pois assim os "consumidores" da cidade não precisam ir até a favela de Jundiaí buscar seu fuminho de cada dia. Os traficantes podem ser encontrados nos fantásticos botecos "risca-faca" da cidade, na Pracinha da Bíblia ou até mesmo nos estacionamentos dos supermercados. Ocasionalmente, é possível encontrá-los negociando em frente à delegacia ou então na Praça do Primavera, que fica nos fundos do batalhão da Polícia Civil.

Clima[editar]

Uma típica tarde de verão em Itupeva

Clima mediano: entre mar e inferno no verão; e deserto e polo norte no inverno. No verão são realizados os jogos municipais, onde as modalidades mais disputadas são: corridas de jet ski e canoas (essas tendo nortistas como pioneiros), e também a disputa dos 300m alagados. No inverno é comum encontrarmos esquimós.

Política[editar]

Predominam as oligarquias ginecoleiteiras, onde as atitudes dos governantes são sabiamente pensadas, e nunca executadas. Com certa frequência também vemos a manipulação favorecendo o interesse próprio e o completo descaso com as necessidades da população.

Os prefeitos eleitos sempre tem sobrenomes de ruas importantes da cidade e invariavelmente entram ricos e saem multimilionários, bem como os seus amigos mais próximos (mesmo que o hospital nunca tenha dinheiro sequer pra comprar esparadrapo e bandagens).

Fauna e Flora[editar]

Até os saruês de Itupeva bebem para superar o tédio.

Itupeva tem uma fauna rica e exuberante, com muitas capivaras desfilando pela cidade e invadindo condomínios de luxo, saruês e gambás que podem invadir a sua casa e revirar o seu lixo, ratazanas imensas que podem ser facilmente confundidas com saruês e gambás, além da grande diversidade de cobras capazes de engolir sem muito esforço o seu cachorro de estimação. Também há maravilhosos tucanos, corujas e maritacas, que costumam destruir as redes elétricas e ficar gritando na sua janela às 6h da manhã num domingo, especialmente quando estão brigando com lagartos que tentam roubar seus ovos. Há também muitos cães de rua e uma quantidade exorbitante de gatos vira-latas. Se algum dia algum vizinho te oferecer um "churrasquinho" meio suspeito, há grandes chances de ser algum dos animais citados acima.

A flora consiste em muito mato, erva-daninha e alguns Ipês plantados nos condomínios particulares (mas que nunca são podados e frequentemente enroscam na rede elétrica, causando incêndios), além dos girassóis de R$60 encontrados na floricultura da cidade.

Cultura[editar]

Quanto mais barata a vodka, melhor.

Os itupevenses possuem uma rica cultura e inúmeras atividades típicas da cidade, tais como: fazer fogueira, sexo sem preservativos, fumar maconha, beber cerveja sem gelo e muitas outras atividades divertidíssimas!

Fogueiras e luais[editar]

Muito comum entre os jovens, consiste em queimar alguns galhos e folhas, enquanto se reúnem para beber Corote, vodka barata saborizada e cerveja sem gelo, tocar as mesmas músicas de sempre num violão velho e desafinado, ficar com as roupas fedendo a fumaça, além do principal, que é fumar maconha. Uma das atividades preferidas dos itupevenses, pois normalmente associa junto a prática de outras atividades apreciadas, como fumar maconha e fazer sexo sem preservativos.

Forrós[editar]

Típico itupevense frequentador dos forrós.

Em alguns estabelecimentos da cidade há os conhecidos forrós "risca-faca", onde as mulheres mais vagabundas da cidade vão atrás dos homens igualmente vagabundos e cafajestes, buscando uma trepada descompromissada regada a bebida barata. Point favorito das barangas (normalmente divorciadas ou mães solteiras), dos charlatões e também dos pilantras. PMs também gostam de marcar presença pra dar a famosa "carteirada" e beber umas cervejas de graça.

Não é raro ver brigas, barracos, escândalos e todo tipo de baixaria em geral. De vez em quando, sai facada ou tiro. Mas a garantia é que vai ter mulher traindo o marido, homem traindo a esposa, pessoas cheirando cocaína e gente feia querendo transar até com a própria sombra! Não deixe de vivenciar essa experiência cultural quando estiver por lá!

Fumar maconha[editar]

Passatempo preferido dos itupevenses.

A principal atividade dos residentes de Itupeva é fazer uso da "erva danada". Talvez, para tentar driblar a monotonia da cidade que não tem nenhuma diversão a oferecer. O cheiro característico da cannabis pode ser sentido no ar imediatamente após passar pelo portal da cidade.

Beber cerveja sem gelo[editar]

Uma atividade tipicamente itupevense, já que nenhum dos supermercados vende cerveja minimamente gelada (a não ser no inverno, devido à temperatura do ambiente), e ninguém quer gastar uma fortuna num dos botecos ruins e caros da cidade. Também costumam beber vodka barata saborizada, pois assim ficam bêbados mais rápido e se sentem menos entediados. Normalmente, bebem cerveja enquanto fumam maconha.

Sexo sem preservativos[editar]

Mesmo sendo gratuita, os itupevenses não usam.

Outra atividade muito característica da cidade, o sexo sem preservativos (normalmente terminando com "gozada dentro", como se referem) é tido como um patrimônio cultural de Itupeva. Dizem que a tradição começou porque o Posto de Saúde da cidade nunca está aberto, o que dificulta o acesso dos moradores (que não tem dinheiro para nada) às camisinhas gratuitas. De tempos em tempos, surge a notícia de que alguém conhecido está com uma DST, instalando um pânico temporário entre todos que transaram desprotegidos com as mesmas pessoas.

É muito comum ver as mães solteiras da cidade, muitas vezes já com mais de um filho (frequentemente de pais diferentes), continuarem a prática do sexo desprotegido (com gozada dentro) como forma de honrar a tradição (inclusive para praticarem sexo anal). Aparentemente, consideram que DSTs e filhos não-planejados são um pequeno preço a pagar em troca de alguns minutos de prazer com o sexo "no pelo", como costumam chamar (e, obviamente, a "gozada dentro" pra finalizar), sendo extremamente raro encontrar um/uma itupevense que nunca tenha tido alguma DST ou complicação com os órgãos genitais devido ao sexo desprotegido.

Em alguns pontos da cidade, como no Cristo, passaram a ser encontradas embalagens vazias das camisinhas gratuitas do posto de saúde, talvez reflexo da invasão de paulistanos à cidade.

Costumeiramente, há o consumo de maconha antes, durante ou depois do ato sexual desprotegido.

Populares[editar]

Paulistano chegando em Itupeva para o final de semana.

É uma cidade constituída principalmente por pobres miseráveis de 2ª a 5ª feira, e de 6ª a domingo é constituída por ricaços, com altíssimo poder aquisitivo (isso por conta do alto valor do comércio na cidade, que são capazes de te cobrar pra entrar nos estabelecimentos). Muito comum ver aos finais de semana um desfile de Land Rovers, Audis e Mercedes, que evaporam nas noites de domingo, dando lugar às carroças, cavalos pangarés, carros mais velhos que a sua mãe e bicicletas Caloi de 1980. Mas independentemente da condição financeira, todos parecem se divertir fumando maconha (utilizada por 98,73% dos habitantes, segundo o CENSO/IBGE) e comprando cerveja sem gelo no Russi Covabra ou Monteserrat.

Entre os populares que habitam Itupeva, temos:

  • Manos Zikas: sempre com seus Golzinhos rebaixados ouvindo um funk bem alto e suas bombetas falsificadas, adoram ostentar vodkas baratas e "ervas verdinhas" que fedem a bosta de vaca, e claro, tentar fazer sexo sem camisinha com as barangas e promíscuas;
  • Minas: geralmente feias e/ou gordas, muitas vezes mães solteiras, trabalham em algum emprego sem futuro e adoram ir em algum bar da cidade pra ficarem bêbadas, darem pro primeiro idiota que se engraçar com elas - não necessariamente só um - e depois ter uma ressaca moral por ter dado sem camisinha pra alguém que acabou de conhecer e o cara (normalmente um falido desempregado) ter gozado até na orelha delas. Mas só até o final de semana seguinte, quando farão tudo de novo;
  • Playboys Mlk Top: normalmente filhos de paulistanos (ou vindos de alguma outra cidade da Grande São Paulo), são criados no leite com pera e se acham "do crime" porque fumam um baseado escondido da mamãe que paga as contas deles. Normalmente, continuam morando na casa dos pais até os 40 anos (ou mais) e usam seus salários (isso quando trabalham) para comprar maconha, comer putas e beber álcool;
  • Patys: a versão feminina dos playboys. Estudam nas melhores escolas da cidade (que não são tão boas assim), são mimadas pelos seus papais paulistanos e costumam fazer muita merda, ouvir muito funk/sertanejo universitário e sair com marginais e outros babacas sem futuro. Seus pais costumam chorar de tristeza no banho;
  • Emos: cada vez mais sendo substituídos por jovens (divididos entre manos/minas e playboys/patys) com merda na cabeça, que tomam Corote e escutam funk/sertanejo universitário, os raros emos ainda existentes na região se concentram agora em Jundiaí;
  • Noias, viciados e vagabundos: espalhados por toda a cidade, esses semi-zumbis vivem um dia de cada vez, tentando extorquir alguém, mendigar ou se prostituir por alguns trocados para poder comprar a próxima dose de sua droga favorita;
  • Nordestinos: costumam ser criminosos em suas cidades natais, refugiados em Itupeva para escapar da justiça. Trazem consigo toda a cultura nordestina de gritar e dar barraco em estabelecimentos públicos, fazer churrasco de acém na calçada enquanto ouvem música ruim nordestina, além de serem, logicamente, os principais frequentadores dos forrós e dos bares mais ralés da cidade. Não raramente se convertem em noias/viciados/vagabundos;
  • Paulistanos: membros da classe média/média-alta paulistana que se convertem em milionários quando adentram as divisas de Itupeva. Possuem casas mais legais no interior e as usam pra fugir de seus apartamentos paulistanos e passar o final de semana inteiro trancados dentro de um condomínio interiorano. Principais culpados pela inflação no comércio da cidade, costumam evaporar nas tardes/noites de domingo. Em vários casos, acabam se mudando para Itupeva definitivamente, dando números cada vez maiores para a chamada Invasão Paulistana.
  • Caipira autêntico: um tipo cada vez menos comum devido à invasão paulistana, podem ser reconhecidos pelo uso constante de botinas e chapéu de boiadeiro (não importa a ocasião). São vistos sempre cambaleando bêbados pelas ruas da cidade, a qualquer hora de qualquer dia (ou então, em algum boteco bebendo). Sua correspondente feminina costuma ser uma fanática religiosa que não fala de mais nada a não ser da vida alheia;
  • High society itupevense: grandes filhos da puta que acham que estão acima da lei. Pensam que mandam em tudo e todos, pensam que podem fazer o que quiserem e assim levam a cidade para o buraco com seus esquemas e trambiques para explorar o dinheiro público e foder a população (que já não é grande coisa). Geralmente, tem o sobrenome de alguma rua importante de Itupeva.

Fatos históricos[editar]

São vários fatos incrivelmente esquecidos por quem vive nessa merda de cidade e esses são: as constantes fugas das presas, enchentes que nem Noé aguenta e os incêndios causados pelos fumetas no morro do InhaaaaaaahaahahhaDJARA!

Em 2018 foi gravado um episódio de Masterchef em Itupeva, tornando-se assim o fato mais relevante a acontecer na cidade durante toda a sua história.