A Ilíada

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
(Redirecionado de Ilíada)
Ir para: navegação, pesquisa

Cquote1.png Você quis dizer: Guerra de Tróia Cquote2.png
Google sobre A Ilíada
Cquote1.png Li tudo umas três vezes e não entendi nada! Cquote2.png
Você sobre A Ilíada
Cquote1.png Ser corno ou não ser... (8) Cquote2.png
Menelau sobre A Ilíada
Cquote1.png Na Holanda, Tróia cai sozinha, não precisa de VOCÊ! Cquote2.png
Reversal Holandesa sobre A Ilíada


A Ilíada se trata de um poema épico escrito por um desocupado, enquanto observava as ondas do Mar Egeu. Nessa obra ele decide contar o que aconteceu na Treta de Tróia, na qual muitos mitos como Aquiles e Heitor. O livro foi intitulado com esse nome pois em grego, Tróia quer dizer íleo, que não é nada mais que o nome de uma parte do intestino delgado, mas como quiseram deixar como sendo algo chique, colocaram Ilíada.

Aquiles e seu tão famoso tendão

Visão Geral[editar]

A obra é constituída por mais de 8 mil versos em hexâmetro dactílico, que é uma frescura qualquer que eles inventaram naqueles tempos, o que importa é que isso transformou A Iliíada em uma das obras mais difíceis de serem lidas por seres humanos normais. Apesar das dificuldades na leitura, é uma obra que é lida, estudada e discutida até hoje por filósofos do mundo inteiro, para que possam dizer o quanto Aquiles era foda e o quando Agamenon era um cuzão.depois de anos agamenon começou a da o cu


A Treta de Tróia[editar]

Alguns historiadores realmente acreditam que essa tal de Treta de Tróia realmente aconteceu, sendo que nem se tinha provas sobre a existência de Tróia até pouco tempo atrás, quando encontraram um sítio arqueológico na Península da Anatólia. A Tetra de Tróia ocorreu quando os gregos, putos da vida pela rei de Esparta, Menelau, perdeu sua esposa e ficou corno por culpa de um príncipe troiano, chamado Páris. Apesar de Páris ser um tanto quanto afeminado, a esposa de Menelau, Helena, preferiu ele e acabou fugindo de volta para Tróia em sua companhia. Sabendo que foi corneado, Menelau pede ajuda ao seu irmão,Agamenon, que decide tocar o puteiro em toda a região, querendo saber onde Helena está, e com a ajuda de informantes, conseguiu descobrir o paradeiro de Helena. Sabendo sua localização, Agamenon e seu exército decidem tocar o terror e fazer um cerco em volta de Tróia por 10 anos, até que Odisseu, rei de Ítaca e personagem principal da obra A Odisseia, tem a brilhante ideia de construir o cavalo de Troia, fato que seria decisivo para o final de Treta.

Um dos principais guerreiros na Treta de Tróia

Personagens Principais[editar]

Gregos:[editar]

  • Aquiles: Guerreiro principal da exército do capeta Agamenon, e também um dos seus principais desafetos.

De tanto tomar bomba, acabou ficando emocional e acaba se apaixonando por Briseide, que era princesa de Tróia. Em outro ato inusitado causado pelo uso excessivo de anabolizantes para cavalo, vinga a morte de seu sobrinho chamado Pátroclo, matando Heitor em um duelo um a um.

  • Agamenon: Rei de Micenas e filho do capeta, quando soube que o irmão era corno manso ficou estressado e decidiu se vingar indo na sauna gay chamando todo o exército grego para tocar o puteiro em Tróia.
  • Pátroclo: Muitos dizem que sentia um certo sentimento especial por Aquiles, mas isso acaba sendo esquecido na história, afinal, acaba sendo morto quando Heitor achava que ele era Aquiles. Conhecido como o primeiro traveco morto na história.
  • Menelau: O corno da história. Por ficar bravinho com sua esposa, foi capaz de chamar o irmão sanguinário para bater em meio mundo. Em suma, é o primeiro corno da história relatado em um livro.
  • Odisseu: A hackermente por trás do Cavalo de Tróia, Rei de Ítaca e marido de Penélope. O personagem mais macho de todo o livro.
Trojan que pode ser recebido em reinos e pc's

Troianos e Aliados:[editar]

  • Heitor: Príncipe de Tróia, domador de cavalos e o principal guerreiro troiano. Resumindo, um cabra macho. Apesar de ter tido uma fabulosa luta com Aquiles em frente os muros de Tróia, acabou perdendo e sendo morto por ele.
  • Príamo: Rei idoso de Tróia. Não há muito que se possa falar dele. Muito macho, pois de acordo com arquivos teve 50 filhos(cavalo do infernos)
  • Páris: O príncipe de Tróia corajoso que roubou Helena de seu trono em Esparta, e apesar de não ser muito bom em combate, consegue matar Aquiles com uma flecha.
  • Helena: Mulher mais bonita do mundo, sendo cobiçada por muitos homens desde a sua infância. Sofreu um sequestro relâmpago por Páris e ainda se apaixonou por ele, e com essa merda toda, causaram a Tetra de Tróia.

Resumo[editar]

No décimo ano do cerco a Tróia , há uma briga entre as lideranças dos gregos, comandadas por Agamenon. Ao dividirem os resultados de uma conquista, o comandante grego fica, entre outros prêmios, com uma moça chamada Criseida, enquanto que a Aquiles cabe outra bela jovem, Briseida. Criseida era filha de Crises, sacerdote do deus Apolo, e este pede a Agamenom que lhe devolva o querido rebento em troca de um resgate. O chefe grego recusa a barganha, e o pai ofendido sacrifica alguns animais e faz algumas outras oferendas do tipo para Apolo, pedindo para este castigar os gregos, que não tinham nada a ver com essa treta e se foderam do mesmo jeito. Apolo passa então a castigar os gregos com a peste e flechadas de fogo naquele lugar. Quando forçado a devolver Criseida ao pai para aplacar o castigo divino, Agamenom toma a Aquiles sua Briseida, como forma de deixar Aquiles puto a vida. E Aquiles, puto da vida, pede para sair da guerra junto com seus valentes Mirmidões. Aquiles vai então choramingar para a sua divina mãe, Tétis, que faça algo junto a Zeus, pedindo-lhe para que favoreça aos troianos, como castigo pela ofensa de Agamenom. Tétis consegue chantagear Zeus, fazendo com que este ajude os troianos.

Então Zeus manda a Agamenom, através de um cara qualquer, um sonho mandando ele atacar Tróia sem a ajuda de Aquiles. Agamenom resolve então testar seu exército colocando eles para treinar junto com o BOPE. A tentativa por pouco não termina em revolta generalizada, começada pelo insolente Tersites, por ter se apaixonado por um funcionário do BOPE, mas não ter conseguido o celular dele. A rebelião só é evitada graças à decisivo xilique de Odisseu, que estorva Tersites e lembra a profecia de Calcas de que Tróia cairia no décimo ano do cerco.

Valeria uma guerra? Quem sabe...

Os dois exércitos encaram-se no campo de batalha, diante de Tróia. Páris se adianta, querendo apanhar antes de todos, mas logo recua ao ver Menelau, de quem roubara a esposa, causando a guerra. Menelau o chama de cara-de-melão e Páris responde propondo uma partida de truco entre ambos. Os gregos respondem com berros de "Pato!", porém seu irmão Heitor, o maior herói troiano do truco, reitera o desafio, propondo que o destino da guerra seja decidido numa partida de truco entre Menelau e Páris. Menelau aceita, exigindo juramento de sangue sobre o pacto de respeitar o resultado do duelo. Enquanto as preparações são feitas, Helena se junta a Príamo, rei de Tróia, no alto de uma torre para observar a partida, ela até pergunta para Príamo como Páris joga, e ele apenas responde: "Ele já perdeu para todos os troianos...".

A partida tem início e Menelau leva vantagem, quando sai com o copas na mão. Quando está para derrotar Páris, Afrodite intervém e o dá a coragem para Páris pedir truco, sendo que Menelau foge corajosamente, e assim ele volta para Helena, com medo que Menelau o machucasse. Agamenom fala então que Menelau venceu a partida e exige a entrega de Helena e o pagamento do resgate. Porém Hera e Atena protestam junto a Zeus, pedindo a continuação da guerra até a destruição de Tróia.

Os troianos então avançam, retomando a vantagem sobre os gregos, a despeito dos grandiosos esforços de Diomedes, que, insprado pela deusa Palas Atena, chega a machucar os deuses Afrodite e Ares, que ficam putos da vida e decidem defender ainda mais os troianos. Os gregos agora parecem retomar a vantagem, o que faz com que Heitor então retorne à cidade para pedir a sua mãe que dê maconha para acalmar Palas. Após falar com a mãe, encontra-se com sua esposa e seu filho em uma torre. No encontro, em que Heitor fala com a esposa e o filho sobre o seus futuros, é bastante triste, pois Heitor pressente que Tróia cairá. A seguir, convoca Páris e com ele volta à batalha.

Com a manhã, o combate recomeça, porém Zeus proíbe os outros deuses de interferir, enquanto que ele dispara raios dos céus, prejudicando aos gregos. O combate segue sendo horrível para os gregos, que acabam por se a recolher ao final do dia. Os troianos acampam por perto, ameaçadores, enquanto esperam para fazer um churrasco grego.

Mais um bravo guerreiro do exército grego

Agamenom então envia Odisseu e Diomedes ao acampamento troiano em uma missão de espionagem, para descobrir se haviam revistas pornôs para ele "ler". Heitor, por sua vez, envia Dolon espionar o acampamento grego. Dolon é capturado por Odisseu e Diomedes, que fazem ele confessar e o colocam na conta do papa. A seguir invadem o acampamento troiano e massacram o rei Reso e doze guerreiros que "dormiam", mas que na verdade estavam se satisfazendo uns com os outros, e depois do massacre voltam ao acampamento grego, onde são recebidos com festa e putaria.

Durante o dia a treta é retomada, e os troianos novamente são melhores, empurrados por Zeus. Heitor manda uma grande pedra contra um dos portões e invade o acampamento grego, expulsando-os e os empurrando até as naus, de onde não teriam mais para onde correr como covardes a não ser para o oceano, mas como todos sabem, gregos guerreiros não sabem nadar nem 50 metros. Enquanto isso, há um amargo combate, com os gregos recebendo apoio agora de Poseidon enquanto Zeus favorece os troianos, com heróis realizando grandes feitos de ambos os lados.

Hera, puta com os atos de seu marido, consegue convencer Hipnos a adormecer Zeus, fazendo também que cresça chifres na cabeça dele. Os gregos, acuados, se aproveitam desse momento para recuperar alguma vantagem, e Ajax fere a Heitor. Porém Zeus acorda e,sentindo o peso dos chifres recém-conquinstados, vendo os troianos dispersos e a momentânea vitória grega, reconhece a obra de Hera e a repreende. Hera diz que Poseidon é o único culpado, e Zeus a manda falar com Apolo e Íris para que estes apoiem os quase derrotados troianos novamente à luta. Então Zeus manda Poseidon parar de se intrometer, mandando-o à merda, e os troianos retomam a vantagem. Os maiores heróis gregos estão feridos.

Pátroclo, vendo o puteiro contra dos gregos, vai implorar para que Aquiles o deixe comandar os Mirmidões e se juntar à batalha. Aquiles lhe empresta as armas e diz para que ele lidere os Mirmidões, mas diz para que ele seja covaede e apenas expulse os troianos da frente das naus, e não os persiga. Pátroclo então sai com as armas de Aquiles (incluindo a tão admirada armadura, o que faz com que gregos e troianos achassem que Aquiles havia voltado à batalha) e combate os troianos junto às naus. Ao ver fugindo os troianos, Pátroclo desobedece a ordem de Aquiles e decide ser macho, perseguindo-os até junto da cidade. Lá, Heitor, que não é burro nem nada, percebendo que é Pátroclo e não Aquiles, o confronta em duelo e acaba por matá-lo, mandando mais um para a conta do Papa.

Com preguiça de ler o livro? Eis a solução

Há uma disputa pelas armas de Aquiles, e Heitor as ganha, porém Ajax fica com o corpo de Pátroclo. Os troianos então mandam os gregos para a puta que pariu, que fogem, com o cu na mão. Aquiles, ao saber da morte do companheiro, fica terrivelmente abalado, querendo matar todo mundo, mas se acalma e decide relatar o acontecido a Tétis. Sua mãe promete novas armas para o dia seguinte e vai ao Olimpo pedí-las a Hefesto. Enquanto isso Aquiles vai encontrar os troianos que perseguem os gregos e os para com seus gritos, permitindo que os gregos cheguem a salvo com o cadáver. A noite interrompe o combate.

Na manhã seguinte Aquiles, de posse das novas armas e reconciliado com Agamenom, que lhe concedeu de volta Briseida, para que ele pudesse fazer algo que há muito tempo não fazia. Assim ele ferozmente combate os troianos numa batalha de truco em que Zeus permite que tomem parte todos os deuses, só para tocar fogo de vez na situação. Trucidando diversos heróis, Aquiles termina por empurrar o combate até os portões de Tróia. Lá, Heitor, se cagando de medo, tenta fugir de Aquiles, que o persegue ao redor da cidade como um idiota. Por fim, Heitor é enganado por Atena, que queria se vingar de Heitor por ele não ter chamado ela para uma festa qualquer, que o convence a se deter e enfrentar o maior herói grego. Ele pede a Aquiles que seja feito um trato, quem perdesse teria que caçar mafagafos ou se matar e o vencedor teria que respeitar o cadáver do vencido, caso ele quisesse se matar MUAHAHAHAHAH, permitindo seu enterro digno e funerais adequados, ou seja, uma frescura qualquer daquela época.

Aquiles, enlouquecido de raiva, grita que não há pacto possível entre presa e predador. O temível duelo tem início e Aquiles fere mortalmente Heitor na garganta, que perde muitoa vida e estava sem nenhuma erva para se curar, única parte desprotegida pela armadura. Morrendo diante de seus entes queridos, que assistiam de dentro das muralhas sem ao menos ajudar o coitado, Heitor volta a implorar muito a Aquiles que permita que seu corpo seja devolvido a Tróia para ser devidamente velado, de novo usando a mesma frescura. Aquiles, se sentindo o maioral, nega e diz que o corpo de Heitor será pasto de abutres enquanto o de Pátroclo será honrado, ai depois disso se pode dizer, que Aquiles é outro macho da obra.

Aquiles amarra o corpo de Heitor pelos pés à sua carruagem e o arrasta diante da família, para que todos fiquem traumatizados e NUNCA mais esqueçam aquilo, e depois o traz até o acampamento grego. São feitos os jogos funerais de Pátroclo, que incluem uma partida de peteca e bocha. Durante a noite, o velho rei Príamo vem escondido ao acampamento grego pedir a Aquiles pelo corpo do filho, pois ele queria fazer seus próprios rituais com ele. O seu apelo é tão comovente que Aquiles cede, chorando como um bebê nada macho, com a ira diminuida. Aquiles promete paz para o tempo necessário para o adequado funeral de Heitor, afinal, como Aquiles havia chorado, agora ele concordava com essas frescuras. Príamo leva o cadáver de seu filho de volta para a cidade, onde são prestadas as honras fúnebres ao príncipe e maior herói de Tróia, mas que morreu, ou seja, não é mais de tão grande valor tudo isso.