Guto Ferreira

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Muffin.png Guto Ferreira é obeso(a), ou está "acima do peso"

E sonha em trabalhar no McDonald's.

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Google sobre Guto Ferreira
Cquote1.png Experimente também: Rodízio, bolo e guaraná Cquote2.png
Sugestão do Google para Guto Ferreira
Augusto Sérgio Ferreira, a.k.a. Guto Ferreira ou Gordiola (Piracicaba, 7 de setembro de 1965 é um integrante da Fat Family técnico que, no começo do trabalho bota o pau na mesa dos adversários, mas com o tempo vai broxando, broxando, até o time chegar na zona de rebaixamento ou próximo dela e ser demitido.

Guto antes de aderir ao método do fast food nos seus times

Carreira[editar]

Ao contrário da maioria dos treinadores, Guto nunca foi jogador por causa do seu excesso de gordura, mas é formado em Educação Física pela Universidade Metodista de Piracicaba graças a uma compra de diploma na 25 de Março. O tema do seu TCC foi "Fast foods e esporte: uma união que pode dar certo", lema que Guto tenta colocar em prática há quase 20 anos.

Estilo de jogo[editar]

Guto ensinando o método do fast food aos seus jogadores

Na maioria dos seus trabalhos como treinador, o time começa tendo um aproveitamento típico de Barcelona ou Real Madrid no Campeonato Espanhol com distribuição de X-Bacon para os jogadores em caso de vitória, classificação ou título, fazendo com que eles enrabem o adversário com força máxima e empurrem o time para o G4 ou, no mínimo, para o G6 do Brasileirão. Após os jogos, rola muito rodízio, bolo e guaraná até altas horas da madrugada. Já em caso de título, a comilança se estende até o próximo final de semana. Porém, a conta vem salgada nos jogos seguintes: jogadores obesos, com entupimento nas artérias e princípio de infarto, todos jogando igual ao Ronaldo Fenômeno no final da carreira, mais lerdos do que motor 1.0 CHT, devolvendo o time para a zona de rebaixamento ou nas suas proximidades, além da verba reservada por Guto para rodízios não sendo mais suficiente para o restante do campeonato, resta à diretoria demitir ele.

Para os próximos trabalhos, Guto estuda pagar os rodízios em Bitcoin ou recebendo Cashback, para prolongar a verba reservada aos rodízios por muito tempo.

Passagens marcantes[editar]

Ponte Preta (2012-2013)[editar]

O primeiro time em que Guto conseguiu aplicar o método do fast food foi o Vasco campineiro a Ponte Preta. Por lá ele conseguiu, graças aos incentivos de open bar de X-Bacon pós jogo, alcançar a marca de 16 jogos consecutivos sem derrotas, além de dar a Macaca o título de Campeão Paulista do Interior de 2013 (o único título que a Ponte consegue ganhar) e classificar para a Copa Sul-Americana do mesmo ano. Porém, no começo do Brasileirão 2013, 99% dos jogadores estavam acima do peso ou sofreram princípios de infarto durante os jogos, e isso culminou na demissão do Guto.

Portuguesa (2013-2014)[editar]

Em julho de 2013, Guto entrou na Portuguesa, que estava na lanterna do Brasileirão e precisava com urgência se livrar do rebaixamento. Foi o melhor cenário para Guto aplicar seu método, pois quando ele entrou, a Lusa conseguiu apenas 7 pontos em 9 jogos, e no final do campeonato, graças às várias rodadas de pizza portuguesa ganhas em vários jogos seguintes, o time paulista terminou na 12ª posição. Porém, no meio do caminho tinha o STJD para rebaixá-la, pois em condições normais o Fluminense estaria rebaixado, a menos que recorressem ao STJD, que foi a alternativa encontrada por eles. Isso se tornou mais um empecilho pro Gordiola na sua carreira.

Volta a Ponte Preta (2014-2015)[editar]

No final de 2014, Dado Dolabella Cavalcanti tomou ban da Macaca (que na época estava na série B), e a filosofia do fast food do Guto foi considerada pela diretoria do clube a única possível, e deu certo: graças a ela, a Ponte conseguiu ser vice da série B, além de terminar na frente do Vasco, o seu clube irmão. No ano seguinte, mais uma vez o título de Campeão do Interior foi conquistado pelo time sem títulos, e garantiu estoque ilimitado de lanches até o final do Brasileirão 2015, em parceria com o McDonald's. Até a 7ª rodada tava tudo dando certo, porém a obesidade e os princípios de infarto, além da rescisão do contrato do McDonald's com o clube fez com que ele fosse mais uma vez demitido.

Bahia (2016-2017)[editar]

Em junho de 2016, Gordiola teve a missão de tirar o Bahia da segundona, já que o Vicetória estava na primeira divisão na época, e foi mais um cenário favorável para ele. Além de conseguir o acesso e terminar mais uma vez na frente do Vasco na série B, conseguiu tirar o Bahia da seca de títulos que valem alguma coisa: conquistou a Copa do Nordeste, após fuder com o campeão brasileiro legítimo de 1987. Foi o momento ápice do método do fast food e rodízio, que ainda rendeu contratos vitalícios com Burger King e Pizza Hut. Isso gerou olho gordo nos dirigentes do Internacional, que acabaram contratando ele dias depois.

Internacional (2017)[editar]

Pensando em uma forma de tirar o Inter da série B, seus dirigentes ligaram o secador e puxaram as 100 toneladas do Guto, junto com seus contratos vitalícios recém conquistados para o Beira-Rio, e que mais uma vez deram resultados positivos no final do ano, com o acesso antecipado para a primeira divisão. Porém, mesmo assim, ele foi demitido pois o Inter terminou o campeonato sendo vice para o América Mineiro, e sem mais nenhuma chance de título. Assim, o Inter acabou perdendo o seu título de "campeão de tudo" que carregava desde meados dos anos 2000.

Volta ao Bahia (2018)[editar]

Depois de ser vice pro América Mineiro, Guto achou melhor voltar pra terras baianas e tentar levar o time ao bi da Copa do Nordeste e tirá-lo da seca de títulos baianos. O primeiro objetivo ainda foi alcançado, pois . Porém, com a derrota do Bahia para o Bob Marley FC na Copa do Nordeste e jogos fudidos no Brasileirão, além de vários jogadores acima do peso, ele acabou sendo demitido.

Sport (2019-2020)[editar]

Guto comemorando após saber que o rodízio pós jogo é por conta da casa

No começo de 2019, o recém rebaixado Sport encontrou na filosofia de Guto a solução mais eficaz para sair da série B. Além de sair da seca de títulos pernambucanos, conseguiu seu terceiro acesso para a primeira divisão, além de passar a contar, durante a temporada, com a parceria de uma rede de comida japonesa, garantindo barcas de sushi a todo o elenco do Sport até o fim da série B. Porém, na Copa do Brasil de 2020, o Sport acabou sendo enrabado pelo Véio da Havan FC, e mais uma vez sofreu a demissão.

Ceará (2020-presente)[editar]

Logo depois de tomar ban do Sport, o Ceará, que tinha acabado de perder Enderson Moreira para o Zezé Perrella EC, acabou contratando Guto. Com a promessa de muitos rodízios, bolo e guaraná pós jogo, o Vozão conquistou o bi da Copa do Nordeste contra o ex-time de Guto, o Bahia, caracterizando uma lei do ex tática. No Brasileirão, os jogadores tentam se livrar dos quilos que ganharam após a conquista da Lampions, mas por enquanto Guto descarta aplicar regime no time.

Títulos[editar]

  • Treinador amigo da comilança: 1993 - presente