Guerra do Pão-de-Queijo

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Pão-de-queijo... hum... bão dimais...
Minas
Uai sô, ocê num intendeu?
Esse artigo é de humor mineiro uai! E foi feito por arguém que tava comeno um queijim... Pra entender, só comeno um pãozim de queijim com um copo de leitche! Ooooô trem baum de mais da conta, sô!


O "Churrascão do Galo": fumaça pôde ser avistada da Lua

Também conhecida como "A Revolta do Pão-de-Queijo" ou "Revolução PQP (Pão-de-Queijo e Pólvora)". Em 1987, por ocasião do centenário de Tiradentes, o Governo de Minas Gerais instituiu o dia do churrasco, e os diversos restaurantes de Belo Horizonte passaram a dar descontos nos rodízios.

Os mineiros ficaram indignados, já que o prato típico de Minas Gerais é o Pão-de-queijo e parecia injusto que o centenário de uma figura tão importante fosse comemorado com churrasco ao invés de Pão-de-queijo.

Durante duas semanas diversos conflitos tiveram lugar na capital mineira. Os pseudo-cariocas, mineiros que moram perto do Estado do Rio de Janeiro, achavam mais do que justo comer churrasco e falar cuspindo, mas os verdadeiros mineiros lutavam com unhas e dentes pela manutenção da tradição.

Velhos, crianças, mulheres grávidas, homens pelados, cachorros raivosos, freiras, padres e presidiários entraram na briga, que chegou a ser violenta em algumas ocasiões, quando foram lançados pães de queijo nas vitrines de lojas chiques.

Muitos turistas foram apãodequeijados em praça pública, enquanto imploravam clemência.

A população revoltada fez um mega-churrasco em praça pública com a carne de 200 traidores do movimento mineiro revolucionário. O episódio ficou conhecido como "O Churrascão do Galo".

A última gota no conflito ocorreu quando um mineiro foi capturado pelos churrasquistas e após abatido e assado. Até hoje ninguém assume que comeu o mineiro, mas sabendo-se da fama de come-quieto dos mineiros pode ter sido qualquer pessoa.

A guerra teve fim quando o churrasco de mineiro acabou. Nas ruas restaram apenas pães de queijo murchos e alguns restos mortais.

A guerra durou vinte dias. 206 pessoas morreram. 412 ficaram feridas. Trezentos quilos de polvilho azedo e quarenta e cinco toneladas de queijo foram gastos como munição. Cento e vinte e três bois foram sacrificados. Ninguém foi preso.

Isto quer dizer GUERRA! ! !
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