Guerra do Norte Paranaense
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ARTIGO TOMBADO - PATRIMÔNIO HISTÓRICO
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Yeda Obama sobre Guerra do Norte Paranaense
Nóis num se intimida cum biribinha atômica ![]()
caipira sobre armas utilizadas pelos EUS
A Guerra do Norte Paranaense foi um conflito travado entre a República Interior e os Estados Unidos do Sul pela posse do Norte Paranaense (North of Nördregion ou Redfootland). O conflito representou a primeira derrota dos EUS em um conflito internacional, o que fez da nova República Interior uma aspirante a potência regional. Desde a formação dos EUS, o Norte Paranaense reclamou a sua autonomia, devido às divergências culturais entre eles (os norte-paranaenses) e os outros povos da nação. O separatismo ganhou força com a independência da República Interior, incorporando terras do Interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás; e Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Sul de Mato Grosso e Sul da Bahia.
Índice |
[editar] Contexto histórico
Quando foi criada a República Interior, ficou decidido que ela englobaria todas as terras caipiras, além de Minas Gerais e do centro-Oeste. O problema era que o norte do Paraná, uma região tipicamente caipira, como pode-se comprovar pela Grazi Massafera, pertencia aos poderosos Estados Unidos do Sul [1], que não aceitariam perder um pedaço do seu território conquistado com tanto suor. Os fundadores do novo país até se conformariam em não possuir o território, mas líderes de Londrina e Jacarezinho começaram a pressionar o governo do novo país pela anexação. A solução encontrada para resolver o impasse foi a guerra.
O estopim foi um fato ocorrido no mês do cachorro loko, quando vários oficiais caipiras invadiram a cidade de Maringá e prenderam o prefeito pró-sul-brasileiro Jean Paul of Mitz. Quando souberam do ocorrido, os EUS mandaram imediatamente tropas para a fronteira com a República Interior. A Rep. Interior moveu metade das suas tropas de Paulínia para Ourinhos e exigiu a retirada das tropas sul-brasileiras. Como não foi atendido, iniciou-se a guerra.
[editar] As primeiras batalhas
[editar] Batalha de Ourinhos
A primeira batalha deu-se no estado de São Paulo, na cidade de Ourinhos. Quando as tropas caipiras começaram a avançar, o exército dos EUS invadiu a cidade, matando 10% da população e 3% dos soldados caipiras. Mas eles não saíram ilesos. Cerca de 2% do exército sul-brasileiro sucumbiu diante do poderio militar caipira. Mas essa batalha foi vencida pelos EUS. Com a derrota, as tropas caipiras se retiraram e foram se recolher em Assis. Mas as tropas dos EUS, não satisfeitas, foram atrás dos inimigos, e travaram a sangrenta batalha do gobbi, nas margens da Rodovia Manilo Gobbi, vencendo novamente. Com cada vez mais perdas e derrotas, os soldados caipiras se viram obrigados a retornar à capital federal, Paulínia.
[editar] O ambicionismo sulino
O governo dos Estados Unidos do Sul, no entanto, não se sentiram felizes em apenas garantir a integridade do seu território. Ele queria mostrar o seu poderio e conquistar mais lugares. Então passou a avançar pelo Oeste Paulista, conquistando e saqueando cidades como Bauru, Marília e Lutécia. Enfim tomaram Piracicaba e logo se encontraram nas divisas de Paulínia.
Um coisa que os sul-brasileiros não esperavam quando chegaram em Paulínia foi a fumaça intensa que tem na cidade. Por causa disso, muitos soldados passaram mal e tiveram de abandonar o pelotão. Os EUS pararam o avanço e as tropas caipiras se reorganizaram. Quando o exército sulista retomou o avanço, encontrou uma cidade fechada e tomada por soldados caipiras. A invasão não foi possível e a vitória caipira se concretizou.
[editar] A Segunda Batalha de Paulínia
Com a vitória da Rep. Interior, os caipiras acharam que os EUS desistiriam da tomada e retornaria para o sul. Mas enganaram-se.. Uma semana depois, quando as fumaças se dissiparam, as tropas sulistas invadiram com força total e os caipiras, pegos de surpresa, não forneceram resistência. Os Estados Unidos do Sul acabavam de invadir conquistar a República Interior.
Com a ocupação, os caipiras só puderam resistir usando de métodos fracos, como atentados e tiroteios. Mas um fator ajudou muito na resistência e recuperação caipira: as fumaças dissipadas voltaram a pairar sobre o céu paulinense e novamente os sulistas viram seus companheiros passarem mal e terem de abandonar a guerra. Nesse período o exército caipira se reforçou e exterminou todos os sulistas na cidade de Paulínia, reconquistando a capital do país. Com ataques surpresos e fatais, os caipiras foram reconquistando todo o Oeste Paulista, até chegarem em Londrina, no mês de dezembro.
[editar] O desenrolar do conflito
[editar] O Primeiro Armistício
Numa tentativa de acabar com o conflito, que estava atrapalhando o comércio de seus produtos falsos com o Rio de Janeiro, o presidente do Paraguai propôs um armistício, no qual a Rep. Interior extendia seu território até Londrina e os Estados Unidos do Sul reconheceriam a Rep. interior como um estado soberano e ficariam com Ourinhos. Bem aceito a princípio, o acordo começou a se desgastar quando londrinenses passaram a atravessar constantemente a fronteira e fazer estrepolias no país vizinho. Para acabar com as bagunças o governo sul-brasileiro enviou seu exército para fechar a fronteira com a República Interior. Esta, por sua vez, mandou soldados para vigiar a cidade de Londrina. Novamente a tensão aumentou na região e culminou com a invasão de Londrina pelas tropas sulistas.
[editar] A 1ª Batalha de Londrina
Dessa vez os sulistas encontraram um exército caipira forte e com sede de sangue de gay invasor. Os caipiras não deram chence para os sulistas e venceram a 1ª Batalha de Londrina, rendendo 50 soldados sul-brasileiros, matando 7 e comendo outros 90. Os outros fugiram e se refugiaram na cidade de Maringá. Mas mesmo nela havia uma forte massa que apoiava a anexação à Rep. Interior, e por isso os sulistas foram expulsos da cidade e não puderam mais entrar em nenhuma das 10 cidades que formaram o Pacto do Norte-PR, área que passou a pertencer a Rep. Interior. Com as derrotas consecutivas, os sulistas se viram obrigados a abandonar Ourinhos e se contentar em tentar recuperar as terras perdidas.
[editar] A 2ª Batalha de Londrina e as batalhas churrasqueiras
Os sulistas não se conformavam com as derrotas e queriam a todo custo recuperar os territórios perdidos. Então, depois de meses de preparação, eles novamente invadiram Londrina e iniciaram a segunda Batalha de Londrina. Durante os primeiros dias as tropas sul-brasileiras obtiveram alguns êxitos, mas depois só deu os caipiras. Com ataques fulminantes e terríveis, os caipiras praticamente aniquilaram os soldados sulistas, deixando poucos vivos e, ainda assim, muito debilitados.
O governo dos Estados Unidos do Sul imediatamente ordenou forças totais nos ataques contra a República Interior. A partir de então os sulistas avançaram pelo norte paranaense utilizando-se de biribinhas atômicas e outras armas poderosíssimas, tentando a todo custo acabar com as forças caipiroscas. Mas a Rep. Interior, que tinha projetos de pesquisas com armas tóxicas produzidas em Paulínia, também utilizava-se de armas terríveis contra os sulistas. Essas batalhas ficaram conhecidas como As Batalhas Churrasqueiras (pois causou tantos danos às pessoas quanto o churrasco gaúcho causa a quem o come).
[editar] A posição da comunidade internacional
A comunidade internacional a princípio não quis se envolver no assunto, viu a necessidade de acabar com o conflito depois de vários ataques a americanos que moravam nos EUS. Os Estados Unidos do Bush decretaram o fim da guerra, e disseram que caso não fossem atendidos estabeleceriam a paz à força. O Reininho da Bete declarou apoio aos EUA (claro) e a Terra do Vladi, onde a guerra é morta por você, declarou veemente o apoio à República Interior.
Dentre os vizinhos, declararam neutralidade o Paraguai, as Malvinas e o Chile. Declararam apoio aos sulistas a Argentina e a Colômbia e aos caipiras a Venezuela e Cuba. Bolívia, Peru, República da Amazônia, Império Nordeste, Guiana, Suriname e Equador não se manifestaram.
[editar] O princípio do fim
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A maior batalha da guerra ocorreu na cidade de Paranavaí, no norte paranaense. Após as batalhas churrasqueiras o exército dos EUS haviam se retirado de Londrina e premaneceram na fronteira, preparando uma ofensiva. Quando tentaram invadir novamente Londrina, o exército caipira estava defensivamente forte e não permitiu a ação. Os sulistas desistiram daquele lugar e se contentaram em invadir algumas cidadezinhas pequenas, como Santo Antônio da Platina, Jacarezinho, Apucarana e Cornélio Procópio. Os líderes caipiras, ao perceberem a ação, decidiram conter a ofensiva. E quando as tropas sulistas avançaram sobre Maringá, o exército interiorano reagiu com força total e aniquilou as forças invasoras. Os sulistas fugiram para Apucarana, mas os caipiras foram atrás e conquistaram cidade atrás de cidade, local atrás de local, até conquistarem quese todas as cidades do Norte Paranaense. Faltava ainda conquistar Paranavaí, ocupada por todo o exército sulista.
Quando avançaram sobre Paranavaí, os caipiras encontraram uma cidade fechada, que ofereceria muita resistência contra a invasão do norte. Após dias de intenso bombardeio e tiroteio, a cidade ainda não havia sido tomada e os sulistas resistiam. A cidade só foi finalmente conquistada pelos caipiras com a explosão de uma biribinha hidrogenada por parte dos interioranos, comandados pelo comandante caipira auto-intitulado Doutor Z. Ao todo 90% dos soldados sulistas morreram, 8% foram estuprados e 1,9% ficaram com sequelas graves. O restante sobreviveu e foi levado como escravo para Paulínia. Nenhum soldado caipira morreu.
[editar] O Tratado de Carbonville
Depois da Batalha de Paranavaí os EUS concluiram que não valeria a pena tantos esforços por uma região tão insignificante, Até por que a guerra já estava perdida. Então os líderes sulistas se reuniram com os líderes caipiras na cidade de Carbonville a fim de entrarem num acordo. Foi assinado o Tratado de Carbonville, que determinou que todas as cidades do Norte Paranaense passassem para soberania interiorana. Pelo mesmo tratado foi definido que os EUS reconheceriam a independência da República Interior em relação ao Brasil e que não iria impedir ou dificultar o comércio deste país com Paraguai e Argentina. O mesmo tratado obrigou os EUS a pagarem pesadas indenizações pelos danos causados nas cidades caipiras.
Os EUS saíram do Paço real de Carbonville humilhados e derrotados. Os caipiras haviam vencido a maior potência militar do globo. Depois da Guerra do Norte Paranaense o mundo nunca mais foi o mesmo, e os Estados Unidos do Sul procuravam uma forma de recuperar a imagem diante do planeta. Foi nesse contexto que os EUS saqueram a Argentina. Mas essa já é outra história (ou não).
[editar] Notas
- ↑ Nos EUS, o Norte Paranaense era conhecido como Redfootland