Gabão
●République Gabonaise
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●Gabon
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●Ditadura de Gapão
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| Lema: O mais forte manda | |||||
| Hino: Prisão, desigualdade e murrinhagem | |||||
| Capital | Libreville | ||||
| Maior Cidade | Libreville | ||||
| Língua | Francês e Ululalula | ||||
| Tipo de Governo | Presidencialista Golpista | ||||
| Presidente | É decidido anualmente nos Olimpíadas Nacionais de Gamão | ||||
| Heróis Nacionais | Princesa Isabel | ||||
| Independência | Separação de Guiné Equatorial em 1980 | ||||
| Moeda | Franco Paraguaio | ||||
| Religião | Umbanda | ||||
| População | 300 (saudáveis) | ||||
| Área | 200.000km² de portais ao além, 5km² de mata e negões (20% de água) | ||||
| Analfabetismo | 900% | ||||
| PIB per Capita | 110 USD/hab. | ||||
| IDH | 0.12 | ||||
| Fuso Horário | Mesma da França | ||||
| Clima | Aaaai que calooooor... | ||||
| Site do Governo | Um protótipo de Windows 94 tem prévia de lançamento em 2090 | ||||
Google sobre Gabão
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Google sobre Gabão
Gabão, aumentativo de Gâmbia é um país que fazia fronteira com o Brasil na época da Pangeia.
Tabela de conteúdo |
[editar] História
[editar] Colonização
Os primeiros europeus a conhecer a região foram os portugueses, como eles tinham acabado de conhecer a Gâmbia, uma região semi-árida com uns neguinhos mirrados e desnutridos e agora em Gabão com uns negões que metiam medo, resolveram chamar o local de Gambião, posteriormente Gabão.
Por ser um ponto estratégico na navegação rumo ao Brasil, o local se tornou um gigantesco comércio de escravos, os negros disputavam suas passagens (só de ida) para a tropical América do Sul e Caribe onde teriam garantia de emprego e feijão todo dia.
[editar] Independência
A França até expulsou os portugueses idiotas que não usufruíram corretamente do país, porém a França não pode explorar tanto Gabão pois a escravatura foi abolida bem na época que eles chegaram, sem saber o que fazer com aquele bando de negros, a França vendeu o país para a Guiné Equatorial, a Guiné por sua vez achou que fez um bom negócio, mas vendo que em Gabão só havia ex-escravos se livrou desse pedaço grande de terra cedendo-lhes a independência.
Com Gabão independente o que se sucedeu foi o mesmo que ocorre em 170% dos outros países africanos: Golpes militares, partidos únicos, ditadura, deposições, assassinatos misteriosos de líderes políticos e corrupção pelo comércio de madeira. Albert-Bernard Bongo (vulgo Bongo Bongo) se elege ditador supremo vitalício eterno do Gabão.
[editar] Eleições e fraudes
Quando em 1990 o então presidente do Gabão Joseph Rendjambe é eleito, morre sob circunstâncias misteriosas, Bongo Bongo é reeleito pela trigésima vez presidente após o sumiço de seus opositores. A suspeita de fraude levou a uma revolta popular, mas Bongo Bongo ganhou o apoio do exército francês em troca de perfumes de flores silvestres que só crescem no Gabão.
[editar] Fatos recentes
Em 2009 Bongo Bongo morre de ataque cardíaco em decorrência de um banquete de javali mal passado comprado com a fortuna desviada do petróleo gabonês. Mas ninguém pode assumir o cargo, o fantasma de Bongo Bongo continua a governar o país.
[editar] Política
O sistema parlamentarista/presidencialista na região é simples: Quem matar o atual presidente se torna o novo presidente. Isso também vale para todos os outros cargos políticos, sociais e intelectuais.
[editar] Economia
Gabão não é miserável, nem faminto, nem sedento. Apenas pobre, come-se uma vez por mês e bebe-se água uma vez por semestre para inveja dos países vizinhos. Tudo graças à meia dúzia de poços de petróleo que existem no país.
République Gabonaise
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