Friedrich Engels

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Friedrich Engels é totalmente secundário!


Se Friedrich Engels morrer, ninguém dará importância!


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Sandy & Júnior sobre Friedrich Engels
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Guria Retardada sobre Friedrich Engels

Friedrich Engels, filósofo alemão, é uma das figuras mais injustiçadas da história do conhecimento. Seu namorado, Karl Marx, aproveitou-se de seu amor, de sua boa vontade, de seu dinheiro e de seu talento para ganhar a fama de destruidor da felicidade consumista criador do Comunismo.

Índice

[editar] Infância

Engels nasceu em uma cidade medíocre do interior da Alemanha. Foi o terceiro filho de uma família de criadores de porcos e produtores de salsicha, os mais poderosos de todo o Leste Europeu. Na escola nunca se destacou muito, o mesmo podendo dizer de sua infância. Na mocidade, sua família conseguiu melhorar de vida e ele logo começou a esbanjar. Na época da faculdade (obviamente de filosofia) ele mais fazia merda do que estudava, e tanto seus porres quanto suas farras que sempre acabavam em merda eram amplamente conhecidas.

Mas até aí tudo bem, o problema começou quando ele (como todo adolescente de classe média) resolveu que queria mudar o mundo; e claro que o Império alemão não gostou nada disso. Aproveitando a grana da família, Engels se meteu no primeiro trem rumo à Inglaterra antes que a polícia do Kaiser lhe desse uma blitz e encontrasse aquelas pedrinhas da sorte no seu bolso de trás. E foi em Londres que Friedrich encontrou o amor de sua vida, o também alemão, expatriado e fanfarrão Karl Marx.

Com este homem, Engels conheceu o amor.

[editar] O namoro e o Manifesto Comunista

No início, tudo eram rosas. Friedrich e Karl passavam os dias passeando pelas chuvosas ruas londrinas, bebendo muito nos pubs e fazendo loucuras capazes de abalar as estruturas do Big Ben. Porém, a família de Engels, ao perceber a enormidade de gastos e estragos proporcionados pelo filho ao bom nome da família, resolveram limitar substancialmente o repasse mensal que lhe destinavam. Em pouco tempo, a situação chegou a um ponto crítico. Desesperado, o filósofo pensou, pensou e pensou, e chegou a conclusão de que aquela sede por dinheiro não o levava a nada. Então, pensou: "Quantos mais que não podem usar drogas caras ou fazer merda por aí?" Concluiu, dessa forma, que o problema gerado pelo dinheiro era comum à muitos cidadãos como ele e Marx (que nessa época estava totalmente na miséria); não só da industrial Londres mas de todo o mundo onde existisse uma bendita máquina a vapor pra escravizar o homem. Assim, começou a produzir um manifesto que denominou "Comunista"; por considerá-lo do interesse de todos; e, junto com Marx, o esboço da Primeira Internacional, algo que poderia ser considerado o primeiro sindicato do mundo. Enquanto isso, seu grande camarada de farras Karl Marx escrevia sua primeira grande obra prima: O Capital, que nasceu das suas reflexões sobre sua constante falta de grana. E obviamente foi o dinheiro da família de Engels que estava bancando essa aventura.

Durante dias, escreveu loucamente. Sempre que terminava, guardava seu caderninho em uma gaveta que sempre ficava trancada em seu criado-mudo. Certo dia, ao tentar inciar mais uma jornada de escrita, percebeu que não havia mais nada no referido local. O desespero tomou seu corpo. Resolve sair loucamente pelas ruas, em busca de álcool para debelar tal dor. De forma totalmente inesperada, vê, em uma livraria, um livro que nunca esperaria ver: O Manifesto Comunista "assinado" por ele e Karl Marx, que mal havia participado da redação.

[editar] O Divórcio

Marx gostava de uma barba na nuca...

Obviamente, Friedrich ficou extremamente puto quando viu o livro. Nunca ele poderia esperar um ato tão baixo daquele que considerava seu amigo e que tanto dependia de seu dinheiro pra não matar a família de fome. Engels então mandou Marx, a Primeira Internacional e o Manifesto Comunista pra casa do caralho como uma forma de desvincular sua imagem da de Marx, mas o estrago já estava feito: o nome de Karl já havia passado à eternidade como o fundador do comunismo, enquanto ele ficou às traças como um mero coadjuvante. Engels, depois disto, se reconcilia totalmente com sua família, que decide expandir seus negócios até terras inglesas, onde ele administraria. Rapidamente, acumulou uma boa fortuna pessoal. Já Marx era um fiel adepto da doutrina faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço, e agia completamente diferente da doutrina que pregava. Gastava cada centavo ganho com a venda de seus livros com mulheres, homens, bebidas e outras coisinhas. Rapidamente, ficou paupérrimo. De novo.

A fome começou a incomodar, perdeu a sua casa, por falta de pagamento das taxas de aluguel, seu prestígio escorria pelo ralo. O desespero havia tomado conta das ideias marxistas. Eis que, em uma das noites que vagava faminto, escorregou em um jornal, que estava jogado ao chão. Juntou, e, ao ler sobre o "Império Engels" que se erguia em Londres, regado a muito dinheiro, resolveu, perspicazmente, dar um golpe tentar se reaproximar do otário amor da sua vida. No dia seguinte, corre até a sede da fábrica do ex-affair, chamada Salsicharia Mundo penetra (ui!) desesperadamente em seus corredores, chega até a sala de Friedrich, abre a porta e brada: "Proletários do Mundo, uni-vos! E convenceis vosso chefe a voltar para os meus braços!" Engels ficou sem reação. Marx, aproveitando-se da inércia do primeiro, tasca-lhe um beijo, e ali se reinicia a história de amor, que, mesmo com a influência das forças produtivas, por sobre o proletariado explorado, triunfaria até a morte de Marx, quinze minutos depois do ocorrido, por gonorréia. Engels, em luto, escreveu um livro de memórias do casal, intitulado Do Casamento Utópico para o Científico, que vendeu 24 milhões de cópias em todo o mundo. Tempos depois, morre Friedrich Engels, por causas desconhecidas, mas segurando, em suas mãos, uma foto, um pouco lambuzada, de seu eterno amor, Papai Noel, Karl Marx.

[editar] Veja Também


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