Ford Galaxie

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Cquote1.png Não é aquele celular Samsung? Cquote2.png
Carla Perez sobre Galaxie
Cquote1.png Nossa, esse carro bebe demais, quanto faz por litro? Cquote2.png
Você sobre Galaxie
Cquote1.png Não te interessa quanto ele faz por litro! Continua sendo melhor que essa tua porra de carro de plástico! Cquote2.png
Motorista de Galaxie puto com a pergunta acima.
Cquote1.png Não é Dodge caralho, é Galaxie!!! Cquote2.png
Proprietário puto da vida sobre as pessoas que confundem os carros
Cquote1.png É seis caneco? Cquote2.png
Proprietário de Opala sobre Galaxie
Cquote1.png É V8 porra! Cquote2.png
Proprietário puto da vida com opaleiros
Cquote1.png Olha um Galaxie chegando!! Abre a champagne!! Cquote2.png
Frentista do posto sobre Galaxie
Cquote1.png Fértil como a terra preta é a mente do vilão. Quem vem lá, seis função vindo de Galaxão Cquote2.png
Mano Brown sobre Galaxie
Cquote1.png Esse eu aprovo. Cquote2.png
Tony Montana sobre Galaxie

Ford Galaxie é um banheira automóvel de origem americana (ver Tio Sam) fabricado pela Ford, é um daqueles carros que faz a alegria dos frentistas (menos os do Posto Ipiranga, pois assim os donos iam acumular muitos pontos de vantagem para desconto em gasolina), e a raiva dos donos de caixinhas de fósforos compactos (ver Fiat Uno, Gol Corsa e outras latinhas pois são carros que ocupam o espaço sideral ao cubo multiplicado ao infinito no estacionamento. Foi feito de 1967 até 1983 no Brasil, o primeiro e único carro Super Ultra Mega Luxury American Full Size V8 feito no Brasil. Na época era um carro feito para o mercado dos ricos e milionários, como políticos corruptos, juízes, médicos, traficantes, engenheiros, mafiosos e grandes donos de empresa. Até hoje é um carro que só gente rica pode ter, pelo fato de ser caro (por 40~50 connto você compra um Landau com até câmbio automático), mas por ser um carro que sua missão é drenar toda a gasolina presente na terra, assim como seus primos americanos.

O primeiro modelo brasileiro, copiado descaradamente com um ano de atraso em relação ao dos EUA.

O Projeto Inicial[editar]

Galaxie Dragster, esse dá até pau em mavericks.

Foi lançado no fim da década de 60 como o sedan mais luxuoso, pra brigar com seus parentes vindos dos EUA e com os europeus invocadinhos. Tinha o mesmo desenho do modelo americano, mas era fabricado totalmente no BR, o que assustou principalmente a VW, que na época só fabricava carroças. Era um carro que ocupava uma área de mais ou menos 12 metros quadrados (isso é fato), ou seja, quase uma sala sobre rodas. O primeiro modelo usou o motor da Ford F-100, mesmo motor também usado em caminhões. Era um V8 272 que gerava de 164 cv e o carro mal chegava a 150 km/h, mas tinha tanto torque, que fazia o carro retomar em uma ladeira de quase 90 graus a 20 km/h.

Acabou destruindo absolutamente todo e qualquer carro já fabricado em terras brasileiras, pois já saiu de fábrica com direção hidráulica de série. Depois de um tempo saía com ar-condicionado opcional. O câmbio é famoso até hoje por ser muito bizarro, era um manual de 3 marchas, e ficava na coluna de direção. Era um câmbio com folga, de troca lenta e que encavalava a cada esquina, tendo que descer do carro e puxar o cabo debaixo do capô.

Novos modelos[editar]

Em 1969 a GM quis ameaçar a Ford com o Opala, depois de ver o sucesso do Galaxie entre os milionários. Mas a Ford resolveu destruir mais ainda trazendo o LTD (antes existia apenas o modelo 500), que era o modelo mais chique, com teto de vinil, mimos para madames, câmbio automático (do Mustang) e até piloto automático. Além de aumentar seu V8. Resultado: o carro mais caro do Brasil, exageradíssimo.

Daí pra frente a Ford só quis fuder cada vez mais a indústria com o Galaxie. Lançou o famoso modelo Landau na década de 70, que era o fudido da linha, com tudo de luxo que podia ter, até bancos em pele humana real inglesa.

Modelo totalmente huehue BR BR, com desenho todo original e lançado em 1976 pra fuder de vez com o mercado brasileiro.

Houve uma época nos anos 70 que a Ford lançou um modelo de Galaxie básico, para a ralé (mas ainda assim custava 20x mais que qualquer outro carro). Tiveram a coragem de não colocar direção hidráulica nesse modelo. Imaginem: um sedã monstruoso de 2 toneladas sem direção hidráulica. Terror total. Eram vários e vários casos de rompimento de tendão, deslocamento de ombro, etc. Por sorte esse modelo não durou nem um ano.

Em 1976 resolveram mudar o Galaxie para o modelo que mais vemos hoje pela rua. Antes, o modelo era base do americano, com faróis em pé, lanternas pequenas, etc., mas em 76 resolveram fazer um totalmente BR. Tem influência dos Lincolns americanos, mas é um desenho original. Ficou com cara de mau, intimidador e mafioso. A Ford colocou o motor 302 do Maverick, que era bem mais potente, mas bebia bem mais. O modelo vendeu pra caralho, ainda nas versões 500, LTD e Landau.

Curiosidades[editar]

  • O carro desafia as leis da matemática, física, química, Chuck Norris e o diabo a quatro, pois ninguém até hoje conseguiu entender como esse carro bebe tanta gasolina. A teoria mais aceita é de que há algum tipo de buraco de minhoca dentro de seus cilindros.
  • Pra compensar o gasto alcoólatra da barca, os estagiários engenheiros da Foda Ford fizeram uma fossa dentro do carro, capaz de armazenar 100 litros de gasosa o suficiente para ir ao outro posto. Reza a lenda que para viajar com o Galaxie tem que ter uma refinaria de petróleo ao lado visto que o consumo do carro fica em torno dos 0,0000031231231km a cada 100 litros de gasolina.
  • Em 1981 tiveram a coragem de lançar um modelo a álcool. Para a história foi interessante por ser o primeiro V8 a álcool do mundo, mas na prática era uma burrice total, pelo fato de gastar 20x mais do que o V8 a gasolina.
  • Era um carro tão largo, que cabia um velocímetro horizontal no painel.
  • Foi o carro presidencial de JK na década de 70, porém trocado por um Opala, em uma decisão que ele iria se arrepender.
O que restou do Opala do JK após ter deixado seu Galaxie pra trás.
  • Feito na regularidade americana, onde os carros deveriam ser ultramegafodidamente resistentes. Tinha que ficar intacto em uma batida de até 30 km/h e a Ford declarou que era um carro que aguentava 15 anos de porrada intensa sem precisar apertar um parafuso.
  • No documento, é um carro para 6 pessoas. Pela Ford, cabiam até 8. Mas você pode colocar 3 gerações da sua família com conforto dentro do carro.
  • Foi o primeiro carro brasileiro a ter direção hidráulica e câmbio automático.
  • A direção hidráulica é extremamente mole, uma utopia para um carro tão grande. É possível virar com o dedinho, e é desesperadora pelo fato de você nunca saber quando a roda está reta.
  • A sensação de dirigir um Galaxie é a mesma de pilotar uma sala em cima de uma lancha.
  • Cabem aproximadamente 14 corpos no porta-malas mantendo o conforto, ideal para mafiosos
  • Quando saiu de linha, a Ford colocou o Del Rey como seu top de linha, começando aí a fase de decadência da marca (não que o Del Rey seja ruim).
  • Até hoje é considerado o melhor carro fabricado no Brasil de todos os tempos, aparecendo ainda em listas internacionais.
  • Em 1973 a Ford estudou o lançamento do Galaxie coupé, como tinha nos EUA. Mas algum FDP da empresa acabou descartando o projeto do que poderia ser um dos carros mais fodas do Brasil.
  • No Sul do Brasil, em 80% da casa de homens de classe média de meia idade existe um Galaxie. Normalmente um 1982 azul, que só roda 3 vezes por ano em domingos.
  • Por glória de Deus, é um dos únicos carros da década de 70 e 80 que não caiu na mão de xunadores ou pedreiros.
  • Com a lataria de 1 Galaxie você faz aproximadamente 384 carros populares atuais (Celta, Palio, Gol, Uno, etc.)

O Fim[editar]

A Ford não contava com a crise do petróleo da década de 70, então a partir daí o Galaxie começou a morrer, já que ostentava gasolina em último grau.

Depois de alguns anos ele começou a ser carro apenas dos mais ricos, então, perto de 1980, a Ford deixou apenas o modelo Landau à venda, que tinha tudo que era possível de série.

Em 1983 o Galaxie não aguentou mais e acabou peidando pra muzenga.