Em Busca do Tempo Perdido

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Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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Eu Sou Muito Viadinho
Em Busca do Tempo Perdido.png
Viadagem até na capa
Autor Marcel Proust
País Bandeira da França França
Gênero romance besta francês
Editora Editora Tanto Faz Tanto Fez
Lançamento 1913 a 1927

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Google sobre Em Busca do Tempo Perdido

Em Busca do Tempo Perdido é a grande obra, e acho que única, do autor de literatura para viadinhos Marcel Proust, sendo esta obra considerada um grande marco da literatura francesa pois foi a primeira a tratar abertamente do tema homossexualidade e com total naturalidade, embora para os mais safados não tenha sido tratada com detalhes pormenorizados, marcando assim, todavia, a época em que o povo francês finalmente saiu do armário como povo assumidamente fresco e de tendências homossexuais, como modo de justificar a fragilidade do país que está sempre perdendo para alguém.

Esta obra é dividida numa trilogia em sete volumes, todos volumes exprimem um conteúdo surtado de pura tediosidade no qual é impossível alma viva e sã conseguir ler mais de 10 páginas sem dormir no processo, e como a união da obra dá umas mil páginas, finalizar o livro é uma tarefa árdua e digna somente para pessoas sem vida social. Aliás, se os estudantes de ensino médio do Brasil sofrem para ler Eça de Queirós e Machado de Assis, eles devem agradecer por não ter nascido na França, primeiro por não serem obrigados a usar perfumes com cheiro de cocô e segundo para não serem obrigados a lerem Em Busca do Tempo Perdido, que é obrigatório em todas escolas francesas.

Encontramos em toda a série a homossexualidade latente e enrustida do autor transfigurada na personalidade gay de quase todos personagens, sendo este livro clássico em sua época para que os gays franceses se reconhecessem discretamente. Quanto ao título livro, Em Busca do Tempo Perdido, é muito fácil entender o seu significado, que refere-se ao tempo perdido pelo autor para escrever tudo aquilo e ao tempo perdido que seus leitores terão caso arrisquem ler essa porcaria até o fim. E assim, o livro está orgulhosamente no hall das grandes obras de literatura francesa.

Temas[editar]

Não existe um roteiro bem definido nesta série de livros que mais parece uma fanfic mal feita repleta de devaneios, de fato a obra mais parece uma mera compilação das angústias do diário de algum emo que se afirma heterossexual mas sente curiosidade em sentir um pênis bem grosso e viril adentrando sua cavidade retal embora nunca realmente concretize esta fantasia oculta mas escreva muito e compulsivamente sobre isto e mesmo assim continua se afirmando heterossexual.

Um tema vastamente abordado durante as centenas de páginas tediosas do livro é o conceito da memória, que em linguagem mais simples de roteiro quer dizer simplesmente flashbacks.

O grande tema do livro é de fato a homossexualidade e como ela faz parte do cotidiano do povo francês, há homossexuais de todos os tipos ao longo do livro, existe as bichonas desmunhecadas que são rainhas da cocada preta, como existe também os viadinhos enrustidos, e há ainda os homens que se masturbam para fotos de travestis mas alegam heterossexualidade. Claro, também há as sapatonas que de acordo com Marcel Proust são todas bissexuais, porque seus fetiches não encontram limites nesse livro. E assim o autor busca tratar a homossexualidade como algo que não é libertino mas sim um conflito psicológico, muito embora penetração anal para nada sirva além de confirmar libertinagem.

Aliás, as personagens femininas do livro (Albertine, Gilberte e Andrée) se comportam como se fossem homens gays, todas elas agem como se não fossem mulheres e só tomam atitudes de homens gays como desmunhecar e falar grosso de vez em quando, o que leva muitos estudiosos da literatura a crer que todas elas se tratam de travestis bem feitos.

Enredo[editar]

Na Viadice de Swann

Talvez o volume mais difícil de se descrever, pois o leitor ainda está decidido a seriamente ler a obra até o final e se mantém concentrado nos fatos e personagens, mas após se deparar com o primeiro parágrafo do tamanho de uma página inteira, a coisa começa a ficar feia e o tédio nos impede de descrever o enredo do que diabos está acontecendo na história. O estilo é um desastre, e só mesmo os hipsters da literatura que podem achar algo de bom naqueles parágrafos do tamanho de 2 páginas. Parece que o autor não tinha planos que aquilo se tornasse um livro e coisas desconexas vão acontecendo num delírio completo do personagem perturbado que se chama Swann. Tudio começa quando o personagem come uma madalena mergulhada no chá, e começa a ter devaneios e lembrar de coisas aleatórias. Acredita-se que é porque beber chá era incomum na França o que decerto provocava uma espécie de viagem interior. E assim após ler e ler e ler, o Sr. Swann não faz qualquer avanço.

À sombra das piriguetes em flor (1951)

Após a decepção do primeiro volume, o título do segundo volume as vezes chama a atenção, todavia qualquer pessoa normal desiste dessa leitura após as duas primeiras páginas. Neste livro, Proust, continua a contar a sua vida chata e sobre como afirma ser heterossexual mas que sente curiosidade sobre homens. Sem surpresas reais o livro inteiro.

O caminho de Guermantes

Quando fui ler este, eu parei na página 13, porque subitamente o livro caiu de minhas mãos quando eu dormi e eu nunca mais o encontrei. Nada acontece, o que acredita-se ser uma referência à homossexualidade latente do autor.

Sodoma e Gomorra

Incansável, Proust continua escrevendo sobre nada, e ela quarta vez repete o tema sobre sua homossexualidade latente. O leitor começa a se perguntar que tipo de gente os franceses são para considerar isto uma obra-prima da literatura deles.

A prisioneira

Primeiro dos três volumes póstumos do autor, que morreu de tédio e deixou o final de sua história em manuscritos incompletos que foram posteriormente compilados à moda caralho, ou seja, mais sem sentido ainda que os quatro volumes anteriores e com mais erros crassos de sintaxe e concordância. Para descrever este volume eu descobri um truque, basta ler a contracapa do livro par saber do que ele trata sem precisar se torturar lendo ele inteiro. Pois bem, "neste livro o autor continua sua busca pelo tempo perdido" e "Um dos pilares da literatura francesa", segundo Jean d'Ormesson da Academia Francesa de Letras.

A fugitiva

Considerado um dos volumes mais complicados de se ler no mundo, pois não houve revisão, correção e nem porra nenhuma, pois até os franceses da gráfica estavam de saco cheio e apenas amontoaram os escritos do falecido Proust neste sexto volume. Não se sabe do que este episódio se trata por causa disso

O tempo redescoberto

Finalmente o final dessa porcaria. Nem os nerds da Wikipédia leram essa porcaria, o que dirá eu. "Queime este volume final e encontre o seu tempo perdido. Essa é, subliminarmente, a mensagem dada pelo volume final.