Desnotícias:Acusações de uso de fundos públicos no concurso Sete Desgraças da Cultura Popular Portuguesa

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CALDAS DA RAINHA, Portugal

O Bloco de Esquerda (BE) das Caldas da Rainha acusou esta terça-feira o executivo de maioria PSD/CDS-PP de ter gastado "quase 69 mil euros" em aproximadamente cem mil chamadas telefónicas para promover a tradição associada aos Falos das Caldas no concurso televisivo Sete Desgraças da Cultura Popular Portuguesa, tradição esta que foi eleita na categoria "Artesanato".

Classificando a medida como "vergonhosa" e manifestando "profundo repúdio", a concelhia do BE das Caldas da Rainha, distrito de Leiria, considera que "estando Portugal e Caldas da Rainha a viver um período de pandemia sem precedentes, onde o futuro é de uma completa incerteza", este gasto constitui "um insulto deste executivo a todos os caldenses".

"Centenas de famílias do nosso concelho estão a viver um período de dificuldades sem igual. O BE das Caldas da Rainha considera este gasto com chamadas telefónicas totalmente desnecessário, é lamentável. É pra pegar uma pila dessas e enfiar cu adentro", lê-se num comunicado partilhado pelos bloquistas nas redes sociais.

Em resposta, o presidente da Câmara Municipal, Fernando Tinta Ferreira, escreveu um comunicado mandando os representantes do BE ao caralho, o que foi imediatamente treplicado com "vá tu, seu conas". A TSF tentou entrar em contato com os representantes do PS nas Caldas, mas não chegou a receber nenhuma resposta positiva, pois os socialistas ficaram estupefatos em saber que existe representação do BE nas Caldas, e ainda mais pelo fato de não terem reclamado que o artesanato escolhido não era uma cona de cerâmica. O representante do PCP se limitou a dizer "acontece, os meus netos são todos uns parolos mesmo". O representante do Chega na cidade apontou ao fato de que uma parte considerável dos falos mostrados no programa eram pretos para afirmar que Portugal não é um país racista.

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