Deslivros:Direitos da Mulher em Roma

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Juiz.jpg Certifico, a quem interessar possa e para os devidos fins, que este artigo trata de assuntos chatos jurídicos

Data venia, se você tiver alguma informação adicional a trazer aos autos, protocole uma petição solicitando a juntada de uma procuração que outorgue a você poderes para tanto, ou clique aqui.
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Roma representa um grande marco na História da Humanidade, e para o Direito, este marco é maior ainda. A influência do Direito Romano nos dias de hoje são tão nótaveis, que podemos resumir em... Bem, em Roma a Mulher exerceu um brilhante papel. Neste livro iremos demonstrar sua importância nos vários campos do conhecimento, do ponto de vista júridico. Alguns pensadores romanos citaram:

Cquote1.png Se pudéssemos viver sem elas, sem dúvida omnes ea molestia careremus; mas uma vez que os deuses decidiram que não se pode viver sem elas, nem com elas conviver racionalmente, não nos resta senão fechar os olhos e pensar no bem do Império Cquote2.png
Catão sobre mulheres

Em Roma, paterfamilias (pai da família) tinha poder de vida e de morte sobre os seus próprios filhos. Igualmente importante, sua mulher, a matterfamilias, além de desenvolver sua ciência culinária, elaborvam as escondidas a base da Política Moderna.

Capacidades de Direito em Roma[editar]

Existem duas Capacidades de Direito, a de Gozo Jurídico, e a de Agir de Fato. Primeiro dissertarei sobre elas de forma que você, caro leitor leigo imbecíl e idiota, entenda. Depois resenharei sobre elas. A partir deste conhecimento inútil, passarei a falar da importância da Mulher, no Direito e na Política, na gloriosa Roma em chamas Antiga (Momento em que este livro vai desandar, afinal de contas, não falará mais de Direito).

Para ter a Capacidade de Gozo Jurídico, você deveria ser Livre, Cidadão Romano, e Independente do Pátrio Poder, poder paterno, isso significa que teria que imitar Suzane von Richthofen. Para ter a Capacidade de Agir de Fato, você deveria ter a maioridade, e supostamente sanidade mental, mas você não se enquadra nesse requisito, vejamos hipotéticamente.

O Gozo Jurídico é a capacidade que temos de gozar de nossos direitos, o Agir de Fato é a capacidade que temos de exercer nossos direitos - isso é algo idealizado no Brasil, já que ninguém pratica.

A Mulher e o Direito em Roma[editar]

A mulher tinha a capacidade de poder gozar de seus direitos, podia usurfruir de sua herança, de sua casa, de sua família, de sua cozinha; podia também gozar com seu marido, com seu amante, com seu vizinho, com seu escravo... Mas a mulher não tinha a capcidade de exercer seus direitos diretamente, ela não podia representar-se, deveria ter um tutor, normalmente alguém de sua família, como seu pai, seu avô, seu irmão, sobrinho, ou até mesmo do Pretor (admistrador da Justiça em Roma). Portanto, podemos concluir que seu orgasmo também era representado pelo tutor (dá pra imaginar a cena?), normalmente seu marido, assim a mulher era limitada juridicamente a ter uma vida sem o direito dos prazeres - imagino eu na falta do marido, esta tutela sendo feita pelos filhos perante o pretor num fórum em Roma...

Explicado está parte, passemos a falar da Mulher em Roma.

A Mulher e a Política de Roma[editar]

ela ama chupar rola  e tora a precheca e o pal do gordola do vitor henrique do 6 anus a 

Como a mulher não tinha representatividade jurídica, ela não podia estabelecer nenhuma relação jurídica diretamente, apenas indiretamente, ela poderia "manipular os membros do senado para criar sua influência política", mas desta forma, a penetração no universo político era muito mais trabalhoso, e fatigante. As mulheres que se destacaram na história, geralmente combinavam sua capacidade de sedução (para políticos senadores, pretores e imperadores) com sua influência materna sobre os filhos. Por isto ficou famoso o ditado em latim:

Cquote1.png politicus mater, putta est Cquote2.png
diatado romano sobre mulheres mães e políticas

Entre estas mães, se destaca a figura de de Agripina. Descrita no livro: As memórias da Mãe de Nero, por Tácito, no século I d.C., Pânfila de Epidauro escreveu livros sobre quase todos os ramos do antigo conhecimento. Nos campos da Pintura, na Filosofia e na Medicina as mulheres fizeram-se notar com importantes trabalhos nestas áreas. Entre os nomes femininos que entraram para a história estão: Astinax e Elefantina. Estas mulheres romanas, de alto nascimento, segundo as crônicas, dizem terem sido autoras de populares livros de política, tinham um estilo de vida consoante a riqueza da família. Ostentavam diademas, brincos, braceletes, pulseiras de tornozelo e anéis, e tinham uma sauna no centro de Roma, onde discutiam e praticavam a política moderna.

Muitas outras mulheres ficaram na história de Roma como Júlia, filha de Júlio César, Lívia esposa de Augustus, a suave Octávia, a dissoluta Messalina, a imgabrielaerial Gala Placidia que ficaram famosas além de serem adoradas pela sua beleza, e por sua performance no poder de convencimento com relação aos políticos, em reuniões amplamente conhecido como orgia, no exercício da sua cidadania.isso é uma baita de uma calunia pq ñ tem nada a ver com q gente ta procurando no Google, é nestasc e outras q da as complicações pq a gente vai procurar uma coisa q preste mas as pessoas fazem blogs so para destorcer o ja estava correto..

Ver também[editar]