Deslivros:Como cagar sem molhar a poupança
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Cagar sem molhar a poupança é uma arte milenar de suma importância desde os temos mais remotos e que ficou por muitos anos oculta, mas agora está ao seu alcance.
Isso aí. Um manual muito importante para pessoas como eu, você, Anônimo e o Tiago Angelelli também: "como cagar sem molhar a bunda!" É algo muito importante, já que normalmente a privada sempre é sacana conosco. Por isso mesmo elaborei esse importante manual pra todos nós.
Como todos sabem, cagar é um ciclo: a merda bate na água e a água bate na bunda, por isso, é certo que, ao cagar, a maioria de vocês já tenha molhado a bunda na água fétida que o cagalhão levanta ao cair na água do vaso. Todos, ainda que intuitivamente, já devem ter feito uso de alguma técnica para evitar o "efeito tchbum".
Índice |
[editar] Quais as instruções?
Como todos sabem, cagar é um ciclo: a merda bate na água e a água bate na bunda, por isso, é certo que, ao cagar, a maioria de vocês já tenha molhado a bunda na água fétida que o cagalhão levanta ao cair na água do vaso. Todos, ainda que intuitivamente, já devem ter feito uso de alguma técnica para evitar o "Efeito Tchbum".
Então demonstraremos aqui alguns métodos conhecidos junto com suas vantagens e desvantagens.
[editar] Método 01:
Posicionar o rabo o mais próximo possível da tábua, deixando o saco (caso você tenha) esmagado sobre a mesma. Assim, a barrola fedorenta desce rolando pela louça. Com a queda amortecida, o projétil mal-cheiroso não causa o "efeito tchbum".
Problemas:
a) A merda deixa um rastro na louça (tal técnica consiste em, literalmente, "jogar um barro na louça"). Sobre o ponto de vista estético, foda-se! Além do mais não é o macho da casa que vai limpar a barrolinha (no máximo, dá pra tentar desfazer a trilha pastosa com jatos de mijo de alta pressão). Mas aquele filete marrom pode vir a feder mais tarde. E, no caso de jogar um barro na casa da namorada ou dos sogros, pode pegar mal se alguém entrar depois de você;
b) Se a pontaria for mal calculada, o toletão pode raspar na tábua e cagar a porra toda. Neste caso, é de bom grado limpar depois de terminado o serviço. Até porque na barreada seguinte, o cagão corre o risco de esquecer e sujar o saco na própria merda que lá ficara, o que seria, convenhamos, bastante desagradável;
c) Dependendo das condições de temperatura, pressão e úmidade do tolete, existe a possibilidade do barro simplesmente “colar” na louça alí se alojando e não mais saindo. Caso isso aconteça com você, não entre em pânico, após quatro a dez descargas a bisteca tende a se desprender do vaso, ainda assim, deixando o rastro do problema “a”;
d) Se a merda for muito grande, existe o risco do tolete enrolar na parte superior do vaso e atingir sua bunda, cagando a porra toda! dando um trabalho do cacete pra limpar depois!
[editar] Método 02:
Criar um tapete flutuante de papel higiênico. Conhecida como "efeito hovercraft", essa técnica parte do pressuposto que a merda será amortecida ao bater no tapete de papel evitando o "efeito tchbum".
Problemas:
a) Errar na quantidade de papel para menos. Neste caso,vai tudo por água abaixo(ou acima no caso) a água vai bater na bunda de qualquer forma;
b) Errar na quantidade de papel para mais. Neste caso, a privada entope e o cagante passa pela constrangedora experiência de ter de fugir da água com merda que sobe ameaçadora e lentamente privada acima. Pior: na ponta dos pés e segurando a calça pra não cair ainda por cima;
c) Demorar demais para confeccionar o tapete. Certos fatores, como consistência e intensidade, podem ser decisivos nessa situação. caso o indivíduo demore demasiadamente na construção desse acolchoado, a merda pode não esperar e sair na cueca ou no chão mesmo, causando ao bemfeitor um belo trabalho de limpeza. Pelo menos não houve água na bunda.
[editar] Método 03:
Técnica conhecida como "cag'n run". Consiste em cagar no meio da privada e tirar a bunda rapidamente antes que o chafariz barrento atinja a raba. Tal técnica exige reflexo, explosão muscular e uma coordenação motora em nível avançado.
Problemas:
a) Arrancar lentamente. Neste caso, tudo vai por água abaixo (ou acima, no caso) e o rabo é atingido pela água podre de qualquer jeito. Ou seja, dá merda;
b) Arrancar rapidamente demais. Neste caso, corre-se o risco de tirar o cu da reta antes de a merda se desprender da flor de oríba. Resultado: cocô na tábua, no chão do banheiro ou, pior, dentro da cueca do cagão. Além disso, o cagante pode ser enganado pelo cocô do tipo "dois estágios". Neste caso, o cagante pensa que se livrou do charutão e, sem nada poder fazer, vê uma badalhoca cair dentro da cueca.
[editar] Método 04:
Está tecnica exige grande concentração, serenidade e controle do musculo retal, ela consiste em não “quebrar a corrente” até a saída total do tolete, o que trasforma a perigosa queda livre do coliformio em uma segura descida de rapel até a superfície da água, quebrando sua tensão superficial suavemente e evitando o "efeito tchbum".
Problemas:
a) Se houver merda demais, o cagão pode acabar atravessando de mal jeito o porta-aviões na privada causando o seu entopimento. Pode ainda alcançar muito cedo o fundo do vaso, deixando a merda sem espaço para descer e a forçando a descer lateralmente, inclinando-se para frente e deitando-se suavemente na louça... O problema é que ela tem o mal hábito de dar uma “lambida” no saco do cagante durante a envergada;
b) Se não houver merda o bastante para uma descida segura, o defecante passa por humilhantes segundos de angustia, com a grande quantidade de merda pendurada perigosamente no seu cu, podendo se desprender a qualquer instante. Tudo o que ele pode fazer, é esperar tristemente pela queda do jumbo 747 e a consequente subida do caldo maldito.
[editar] Método 05:
Subir na privada e ficar meio que de pé e mirar certinho, o toletão caira na água e você não será atingido no fusquete pelo esguicho da morte.
Problemas:
a) Errar a mira e borrar a calça, a tampa do vaso, o chão, em suma: Tudo o que estiver pela frente...;
b) Por causa do seu peso corporal, a privada pode quebrar, e poderão ocorrer coisas muito piores que uma água fétida batendo na sua flor-de-oriba!!
c) Escorregar da privada, causando assim, desde uma batida do saco na louça do bocão e até mesmo a merda cair fora do campo.
d) Dar uma mijada pelo cu e molhar tudo em volta inclusive as pernas.
[editar] Método 06:
Conhecido por: "RelhotoPistol". Consiste em cagar um relhoto de cada vez. Tem de ser devagar, senão vai haver "efeito tchbum". É preciso boa capacidade rectal. Mas atenção, as caganitas teêm de ser pequenas.
Problemas:
a) Cagar tudo duma vez e molhar o zérinho;
b) Cagar um relhoto de cada vez e depois não ter mais vontade de defecar.
[editar] Método 07:
Trata-se de uma técnica milenar que exige habilidades equivalentes ao 7º sentido dos cavaleiros do zodíaco, visto que você terá de atingir a velocidade da luz. Com extrema concentração e de posse de um cronômetro, aperte a descarga e observe o tempo em que a privada dá aquela engolida na água deixando o vaso seco. Agora sente-se, zere o cronômetro e segure a merda trancando o músculo anelar. Aperte a descarga com a nuca ou com a mão livre do cronômetro e dispare o mesmo. Ao atingir o tempo da sucção libere o músculo anelar de uma só vez e solte o torpedo que dependendo da pressão acumulada, atingirá a velocidade da luz enquanto a privada não torna a encher.
Problemas:
a) A falta de coordenação motora poderá ocasionar no triplo de água batendo em seu furico;
b) O cocô na velocidade da luz se não for bem mirado irá destruir o vaso e toda tubulação da cidade;
c) Você ser convocado pela Deusa Athena a lutar contra os inimigos após desenvolver tamanha habilidade.
[editar] Método 08:
Pegue um monte de jornal, espalhe pelo chão, e cague por ali mesmo. Assim não correrá nenhum risco, nada de água na bunda. E depois é só pegar o jornal e jogar na privada e dar a descarga. Simples, não? Mas atenção: Certifique-se de que o sanitário suporta tal volume de papel com merda. Pode haver entupimento do sistema e com certeza vai ser uma merda.
[editar] Método 09:
Famosa tática chamada de cagada em A. O nome deve-se as 2 pernas abertas de pé e a privada no meio, fazendo movimentos leves e suaves com as nádegas para que o trolhoço saia rapidamente a 190km/h, tendo como principal efeito a velocidade da merda ser tão rápida que ela cola no fundo da privada, puxando a água para baixo causando um típico movimento de "gravidade inversa", no qual ao invés da água subir, ela desce.
Problemas:
a) A velocidade não alcançar os fiat147sticos 190km/h, fazendo com que tudo vá por água acima;
b)A velocidade ultrapassar os porshísticos 200km/h, fazendo com que a gravidade inversa se refracione com o tempo e espaço, fazendo assim a merda voar junto com a água e a privada se quebrar ao meio;
c) Cagar no pau. Literalmente.
[editar] Método 10:
Inventada pela maior filósofa moderna "Marta Suplicy" que dividiu a secular frase "Relaxa e goza", a mesma teoria aplicada à embostalhufos, a "relaxa e caga". Consiste em cagar totalmente relaxado, sem travar o músculo anelar, fazendo com que a merda deslize pelos pelos e tenha uma aterrisagem suave.
Problemas:
a) O dobro de papel gasto para se limpar, devido aos pelos também ficarem cagados;
b) A merda enroscar nos pêlos, te obrigando a retirar a merda com papel molhado e sabão. O maior problema é ir pegar o sabão;
c) Você sem perceber dar uma contraidinha, a famosa "Ahrrrg" (vulgo piscada) destruindo toda a técnica
[editar] Método 11:
Também chamada de Impacto de absorção unicelular intercostal das fezes. Difícil de entender não é? Nem tanto! Consiste em colocar bolinhas de papel higiênico molhado dentro do buraquinho do cu, tendo como principal atributo a hora em que a merda cai e o papelzinho absorve o impacto causado contra a água.
Problemas:
a) O papel entalar;
b) Colocar o papel;
b) O papel se desmanchar molhando toda sua bunda mesmo que a água da privada não voe.
[editar] Método 12:
Popularmente conhecido como "Gelacoxa", esse método é basicamente cagar sem a tampa abaixada, sentado diretamente na louça externa. Assim, seu perseguido está próximo o suficiente da água pra rapadura mal-cheirosa não causar o efeito "tchbum".
Problemas:
a) Você dar um ataque de bixisse com o gelado da louça e a merda voar pra tudo quanto é lado.
b) Escorregar as mãos e assim perdendo o apoio, causado o efeito Reversal Russa, onde VOCÊ molha a bunda na água.
c) Acontecer o problema B e você ficar entalado na privada.
[editar] Método 13:
Essa técnica é bem simples e muito usada por caminhoneiros em banheiros de postos de combustível e usuários de banheiros de rodoviárias como você. Deve-se ficar de cócoras em cima do vaso, aumentando assim a distância entre sua bunda e a água da louça, certifique-se antes que você não está com diarréia ou você irá chapiscar todo o seu calcanhar.
Problemas:
a) Se você for gordo a louça não vai suportar o seu peso;
b) Você escorregar e acabar afogando seu orificío na água imunda.
[editar] Método 14:
Essa técnica requer alguma pontaria e nenhum preconceito contra as novidades advindas do submundo das idéias acéfalas. Primeiro leve sempre consigo um tubo de PVC ou similar que seja compatível com o seu orifício anal(não vale canudinho de refrigerante, que sabemos não ser compatível com nenhum esfíncter). Sente-se no vaso normalmente, vire-se de ladinho e introduza o tubo de PVC no buraquinho (ou buracão) e comece a fazer o download. Ele escorregará lentamente e não haverá nehum respingo de água.
Problemas:
a) Ter que ficar levando e lavando aquele tubo de pvc no bolso ou mochila; b) Você começar a gostar da parte da introdução do tubo.
[editar] Precauções
A Desciclopédia não se responsabiliza pelo uso errado dos 8 métodos aqui listados.
O Ministério desciclopediano adverte: Usar algumas destas técnicas quando se tem diarréia, estácagando na casa da namorada, ou se quiser cagar rodando, ou em outras situações anormais pode dar uma grande merda um grande problema.
Se você não encontrou um método que se encaixe em você e na merda que você faz, então foda-se vá fazer algo que preste ou algo que não preste.
