Daniel Ricciardo

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Cquote1.svg E vem o Daniel RICARDO brigando por posição ali... Cquote2.svg
Galvão Bueno errando o nome do piloto pela enésima vez durante a transmissão da corrida
Cquote1.svg E o RICARDO já vai pra terceira parada dele... Cquote2.svg
Reginaldo Leme, errando o nome também
Cquote1.svg Na terceira fila, Daniel RICARDO com a Red Bull... Cquote2.svg
Um repórter qualquer da Globo anunciando o grid de largada no Jornal Nacional de sábado e, pra variar, errando o nome
Cquote1.svg Eu falo RICARDO porque foi assim que ele pediu pra ser chamado Cquote2.svg
Galvão Bueno, compartilhando a falta de conhecimento de língua italiana de Daniel Ritiardo
Cquote1.svg Po galera, me deem mais uma chance para provar do que sou capaz Cquote2.svg
Daniel Ricciardo esmolando um emprego para correr na Fórmula 1

Daniel Ricciardo (pronuncia-se "Ritiardo", mas ele quer que digam "Ricardo") é um bem humorado piloto de Formula 1, um caso raro de segundo piloto que não corre bem como primeiro e que quando é o primeiro piloto corre menos que o segundo piloto. Encanta a todos com seus incansáveis sorrisos, que nos faz indagar quando ele irá ter uma lesão no maxilar (ou talvez ele já tenha essa lesão e por isso ficou com aquela paralisia facial). É um desses pilotos medianos pra bom que ganha só de vez em quando, um coadjuvante nato.

Categoria de base[editar]

No automobilismo começou em 2006, quando estreou na Fórmula BMW, competição de monopostos de carro sustentáveis feitos de papel machê e papelão reciclado. Embora tenha abandonado a primeira corrida, depois ficou em várias posições intermediárias, já desde o começo demonstrando-se um excelente coadjuvante. Em 2007 e 2008 esteve na Formula Renault, mas não fez nada de mais, só firmava-se cada vez mais como coadjuvante, dificilmente vencendo corridas, mas também não chegando em último.

Em sua trajetória pelas várias categorias de base, em 2008 estava na Série C da Formula 1, onde passou mais anos coadjuvante e no ano seguinte na Formula Renault 3.5, onde mantinha sua qualidade em não ter tantas qualidades, o máximo que conseguiu foi terminar o ano de 2010 em 2º.

Formula 1[editar]

Toro Rosso e Hispania[editar]

Por falta de alguém melhor, Ricciardo estava na Formula 1 em 2011, nas 8 primeiras corridas atuou como piloto de testes pela Toro Rosso, onde nas quintas e sextas-feiras dava folga para os pilotos titulares da equipe para ir marcar tempos absolutamente medianos. A capacidade de nunca fazer bons tempos mas também nunca fazer ruins tempos chamou atenção da Red Bull, que passou a bancar a carreira do australiano.

Antes que virasse titular na Toro Rosso, a equipe austríaca decidiu pagar para outra equipe igualmente ruim, e assim no meio da temporada de 2011 substituiu Narain Karthikeyan na HRT, equipe lixosa que serviria para acostumar Daniel Ricciardo a derrotas vexatórias, para que no seguinte ele tivesse condições de assumir a titularidade na Toro Rosso. Não decepcionou, o máximo que conseguiu foi um incrível 18º, numa das corridas terminando até em 22º de 22 carros.

Toro Rosso[editar]

Gabaritado após o ano na HRT, correu os anos de 2012 e 2013 na filial da RBR, anos em que colecionou diversos 9º e 10º posições, visivelmente sua posição favorita, sempre longe dos pódios, lutando principalmente apenas para não virar retardatário e conquistar mirrados pontinhos. Nunca chegou a se comparar a um Vettel, porque nunca teve talento de campeão.

Red Bull[editar]

Daniel Riccardo no padock, sofrendo com sua paralisia facial que não o permite fechar o maxilar.

Em 2014, Daniel Sorrisão, como é chamado pelos iniamigos de equipe, foi para a RBR substituir seu compatriota Mark Webber (o Rubinho australiano). A princípio todo mundo achavam que ele ia ser mais um reles segundo piloto como seu antecessor, e correndo com um carro potente movido ao energético que te dá asaaaasss(sic) ele tem cumpriu bem seu papel, servindo como escudeiro para Vettel. Mas aí ele acidentalmente venceu o Grande Prêmio do Canadá e depois na Hungria e na Bélgica, entrando na disputa pelo título usando a tática que consagraria seue stilo, que consiste em ficar em terceiro lugar na corrida, torcendo para os dois primeiros baterem ou quebrarem, para assim vencer a corrida. Com essa tática ele terminou o Mundial de 2014 na 3º colocação geral.

Em 2015, todavia, não conseguiu encaixar sua tática de torcer para os outros baterem ou quebrarem, ainda mais porque agora era o primeiro piloto e nunca foia costumado a isso, acabando o 2015 com uma temporada pífia onde mal conseguiu um pódio, provando que o negócio mesmo é servir de sidekick e roubar a cena e a vitória quando a ocasião lhe aprouver.

Em 2016 a Red Bull faz uma das melhores decisões de sua vida e troca Daniil Kvyat por Max Verstappen, o Verstappinho zika das ultrapassagens, o Senna 2.0. Agora como segundo piloto, Ricciardo naturalmente voltou a ganhar corridas improváveis e mostrar serviço, terminando novamente em 3º lugar geral ficando atrás apenas das Mercedes de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, únicos pilotos que disputavam o campeonato desde 2014.

E em 2017, ainda firmado como terceiro piloto, manteve seu costume de ficar só em terceiro, foram sete vezes no degrau mais baixo do pódio, o bastante para terminar em 5º, atrás das duas Mercedes e das duas Ferraris.

Na temporada de 2018 ficou marcado pela sua estabilidade. Apesar de ser um piloto mediano que geralmente fica apenas na zona de classificação, toda corrida ele sempre se aproveita de algum acidente ou falha de um piloto voda-loka da Ferrari, Mercedes ou até de seu companheiro de equipe Verstappinho pra conseguir uma vaga no pódio, e as vezes até ganha como foi o caso do GP da China.

Renault[editar]

De saco cheio Max Verstappen e temendo que as cagadas do holandês o regressasse ao ponto de primeiro piloto da RBR, Ricciardo preferiu trocar Red Bull pela Renault em 2019, nova equipe onde planeja tornar-se o mais rápido possível o segundo piloto de Nico Hülkenberg.

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Pilotos da Fórmula 1