Cultura da Irlanda

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Cultura da Irlanda é variada e distinta, sendo os irlandeses tão empenhados em provarem serem diferentes dos britânicos que eles desenvolveram um estilo de vida ridiculamente bizarro e único no mundo, baseado na arte de beber cerveja preta produzida no brejo até não se aguentarem mais e fundarem com alguma discussão religiosa ou política que quebre o bar inteiro, é muito divertido. De raízes celtas a cultura irlandesa é altamente mística e hippie, além de especialmente boêmia, principalmente no bairro de Dublin chamado Temple Bar, onde se vê bares a transbordar de bêbados, manchas de urina e poças de vômito pelas calçadas, algo que é um orgulho irlandês, bem como a competição ferrenha particular com os escoceses sobre o melhor whiskey, ambos povos precisando se embriagar para aguentar o tormento de nascerem numa ilhota.

São Patrício é o grande protetor da Irlanda venerado por todos na ilha, pois acredita-se que ele quem trouxe a cerveja preta para lá, permitindo assim que os irlandeses pudessem afogar as mágoas, e também inventou o absinto feito da fermentação de trevos de três folhas e introduziu a harpa como forma de humilhar as estridentes gaitas-de-fole escocesas, rivais dos irlandeses na música.

Música[editar]

A tradicional dança celta irlandesa. Algo bonito de se ver.

A grande cantiga nacional é o Whiskey in the Jar que tradicionalmente é cantada apenas após a décima segunda caneca de Guinness e pela sua melodia simples pode tranquilamente ser adaptada em rock, samba, forró, sertanejo e axé.

Há o rock irlandês, conhecido pelas músicas que compensam a falta de melódia com letras reclamando e criticando tudo, onde se destacam as bandas U2, The Corrs e The Cranberries.

O Riverdance é uma espécie de sapateado irlandês que deve necessariamente ser praticado com tamancos e por mulheres de longos cabelos trançados que devem segurar na mão direita uma caneca de vidro de um esquisito chopp preto. É relativamente aceitável, e vale a pena pelo show visual.

Literatura[editar]

Inicialmente, devido à barreira da impronunciável e incompreendível língua irlandesa, pouco ou nada se conhecia dos antigos manuscritos celtas, até o ano de 800 com a chegada do famoso Livro de Kells, um Evangelho ilustrado feito por monges celtas com muitas e muitas gravuras para ficar bem claro o que escreviam naquela língua absurda, o que foi pela primeira vez um elo importante para a compreensão do irlandês.

Posteriormente foi Oscar Wilde o primeiro irlandês que teve a brilhante ideia de escrever algo em inglês, que todo mundo entende por ser um idioma de estúpidos (segundo os irlandeses). Depois dele uns caras ganharam até nobel de literatura pelo esforço em escrever história interessantes em irlandês, como George Bernard Shaw, W. B. Yeats, Samuel Beckett e Seamus Heaney.

Vestuário[editar]

Os irlandeses possuem uma grave mania de se vestirem estridentemente mal ao combinar insistentemente laranja com verde, a começar pelos suspensórios multicoloridos. Há também com frequência o hábito de se vestir como Papai Noel, mas devido ao daltonismo da população, a necessidade de que o vermelho seja trocado pelo verde. Os irlandeses chamam isso de leprechaun.

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