[[Coxinha]] Foot Ball Club

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Coxinha Foot Ball Club


LULA CV.jpg
Aviso aos fãs de Futebol:

Futebolismo aqui não, cazzo!

A Desciclopédia é um site de humor, e por aqui ninguém se importa com que time você torce, seja o Flamengo, o Vasco, o Botafogo ou o Fluminense.
Quem não gosta de futebol está morrendo de rir dessas briguinhas de vocês. Seja engraçado e não apenas idiota.


Coritiba Foot Ball Club
Guarani fc.jpg
Brasão
Hino Coritiba über alles!
Nome Oficial Cocoritiba Fußball Club
Origem link={{{3}}} Paraná'- Coritiba'
Apelidos Porco, Coxinha, Alface
Torcedores Paquitas
Torcidas KKK!
Fatos Inúteis
Mascote Xuxa
Torcedor Ilustre Alborghetti
Estádio Xuxa Park Stadium/Couto Pereira
Capacidade 36.457 ervilhas
Sede Curitiba
Presidente Jair Cirilo
Coisas do Time
Treinador Indefinido
Pior Jogador Nuvola apps core.png Mengele
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png Hitler
Patrocinador Cláudia Leitte
Time
Material Esportivo Omo
Liga Campeonato Coritibano
Divisão 1° Divisão
Títulos Festa da Vina
Ranking Nacional  ???°
Uniformes Uniforme01.jpg
Plagio-olaria -palmeiras.jpg


Torcedores Coxa-Branca
Toda a beleza da arquibancada das Paquitas
Somos a maior torcida Homossexual do Estado (Parada Gay em Curitiba 2008).
Torcida Organizada Imprédio Alvi-Rosa

Cquote1.pngVocê quis dizer: categoria de base do PalmeirasCquote2.png
Google sobre Coxa
Cquote1.png O cu deles estava tão fudido que não sobrou nem pra por nome! Cquote2.png
Dercy Gonçalves, sobre o CÔ-ritiba
Cquote1.png Quem? Cquote2.png
Você sobre Coritiba
Cquote1.png Mas não era Paraná o nome do outro time? Cquote2.png
Você sobre o Coritiba
Cquote1.png Afinal, é Coritiba ou Curitiba? Cquote2.png
Você sobre o Coritiba
Cquote1.png Coxa é aquela parte da perna em cima do joelho! Cquote2.png
Anônimo, sobre o Coritiba e anatomia
Cquote1.png Eu tenho duas! Cquote2.png
Carla Perez sobre Coxa
Cquote1.png “Pangaré por pangaré, eu fico com os nossos”. Cquote2.png
Giovani Gionédis, então presidente do clube sob seu elenco
Cquote1.png Torcida se mede no estádio. Cquote2.png
Torcedor Coxa esquecendo que é o Atlético que possui o recorde de público do estádio alviverde
Cquote1.png A pipa do vovô não sobe mais!. Cquote2.png
Silvio Santos sobre Vô Coxa
Cquote1.png Eu torço contra o Atlético! Cquote2.png
Torcedor do Coxa, respondendo a pergunta: "Para qual time você torce ?"
Cquote1.png O estádio (Couto Pereira) está sólido, mas superado, antigo, obsoleto. Jamais poderia ser adaptado à Fifa. Cquote2.png
Marcos Hauer, vice-presidente do Coritiba, à rádio CBN
Cquote1.png Estou focado em tirar o Coxa dessa situação, mas meu sonho é voltar a jogar por um grande clube. Cquote2.png
Marcelinho Paraíba, craque do Coritiba em 2009, à rádio CBN
Cquote1.png Não acredito! A matemática nos enganou! O Fluminense tinha 99% de cair! Cquote2.png
Torcedores do Coritiba sobre matemática do Campeonato Brasileiro de Futebol

O Xoxa Footeball Clube é o time brasileiro da Série B que mais vezes participou da série A, campeão indiscutível de uma infinidade de títulos imaginários, todos na primeira metade do século passado. Tem também forte influencia nazista e surgiu de uma fusão de agremiações desportivas, não admitida por sua diretoria e torcedores. Sua torcida é conhecida por compor músicas de autoconsolação. Alex já jogou no clube.


Índice

Etimologia

Depois falam dos Bambis...

De acordo com o ensaio histórico linguístico do Professor e Pesquisador Francisco Filipak, membro da Academia Paranaense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, o nome do bando deriva da expressão indígena "coré' ti(b) ba", que em língua guarani significa "abundância de porcos".

Mais precisamente, "coré" significa "porco", ou talvez "suíno", e itiba é um sufixo que indica ajuntamento, portanto seria algo como "ajuntamento de porcos", ou conforme traduz o professor, "abundância de porcos". [1] [2] [3]

Também recebe a alcunha de "Coxa-Branca". A versão oficial sustentada pelo própria agremiação, alega que o apelido advém das coxas-brancas de seus atletas alemães ou ingleses (nacionalidade oficial ainda em discussão pela diretoria do clube) que praticavam o másculo costume de deixá-las a amostra para demonstrar sua arianidade tupiniquim.

Atacante Alvi-Verde

Alguns estudiosos do futebol paranaense(?), argumentam que a provável verdade é de que o apelido "coxa-branca" é uma abreviação seguida de uma variação do português brasileiro para o português coxa-branca do termo "cocheiras-brancas", por tratar-se na verdade de uma tradição do time: manter pangarés em seu elenco, como já anunciado pelo ex-presidente do clube, Giovani Gionédis, e como se verifica na imagem ao lado.

A alcunha mais comum atribuída ao clube é a de “Paquitas”. Este termo é na verdade uma adequação mais contemporânea do seu antigo apelido “bonecas”, como se verifica inclusive em matéria da revista Placar (dir.) Os abitos coxa-branca sempre foram bastante alinhados a vaidade feminina, e como se verifica em décadas passadas já era grande o número de cabelereiros e estilistas em sua torcida e direção. Quando do surgimento do grupo das “Paquitas” no programa Show da Xuxa, em meados da década de 80, a associação do nome desse belo conjunto de loiras que exaltavam a “rainha dos baixinhos” em meio a duendes, foi imediata, uma vez que tratava-se de uma torcida que comemora seu aniversário de seu time no dia das crianças, sustenta imagens de uma duende com coroa de rainha, e grita “xoxa eu te amo”.

Fundação

Torcedor Típico

O Xoxa Futeball Clube, que já teve o Alex em sua equipe, foi oficialmente fundado em 1909 (e afundado em 2005) da fusão do Clube de Ginástica Turnverein com o Coritibano Foot Ball Club. por um grupo de bailarinos alemães provindos da Europa em busca de novos ares, novos romances, novas experiências e um novo lar para se divertirem com seus populares salsichões. Evento formalizado em ocasião do convite para a primeira pelada (categoria de jogo em que o Coxitiba detém proficiência) oficial do estado do Paraná, frente ao renomado time de Ponta Grossa, composto principalmente por recrutas do Exercito Brasileiro. Partida aceita de imediato, pois para soldados de Ponta Grossa os "coxas" nunca dizem não. A duração da partida foi de 80 minutos e terminou com a vitória dos locais por 1x0, gol marcado por Charles Wright. O nome de origem Tupi guarani, e diferente de Curitiba por apenas 1 letra, torna sua tradução diferente do nome que a querida cidade leva; Do tupi-guarani: CURI=Pinheiro, CORI=Porco, TIBA=Muito. Essa tradução ficou longe, portanto, da resultante Coritiba (coré = porco + tiba = abundância), criada supostamente pelo cacique tingui - Coré-etuba, forma atual apenas do nome da sociedade Coritiba Football Club.

É um dos clubes da chamada era "pau-brasil" - clubes fundados a partir da admiração de alguns bailarinos por este tipo de pau. A origem germânica sempre foi a marca registrada do Coritiba. Na década de 30, época do NAZISMO, muitos descendentes de alemães ainda jogavam no time que não admitia negros. O time era sempre acusado de RACISMO. Em 1939, durante um Atletiba, o futuro presidente do Atlético Paranaense indignado com esta situação, chamou os jogadores do Coritiba de “coxas-branca”.

Verifica-se na obscura história do futebol paranaense que o “vovô” já arrastava suas pernas mesmo antes disso. O clube divulga em seu website oficial que já possuía um time de futebol invicto em períodos anteriores, detentor de todos os títulos estaduais daqueles anos, contra o qual nenhum time da capital paranaense fazia frente, até porque, naquela época ainda não haviam sido criados outros times contra os quais jogar, o que fez do Coxitiba time campeão, detentor de inúmeras glórias, sempre lembradas por seus torcedores nascidos décadas após aqueles distantes anos, até os dias de hoje.

Diz-se também, que nos períodos imediatamente posteriores a sua fundação, alguns pervertidos dotados de bom-senso, rejeitados pelo clube por saberem jogar futebol, abandonaram a agremiação para fundar as suas próprias. Essa agremiações participariam então a disputar o Campeonato Paranaense e "supreendentemente" até a derrotar o "glorioso". Derrotar o "glorioso" era prazer tão acentuado naquelas agremiações, que mesmo após décadas de fusões e mudanças continuam a fazer isso até os dias de hoje.

Hino

Lá em baixo onde não há glórias,

Se apagou, o nosso sol!

Acabando com a torcida sofredora,

E livrando o país do futebol!


Um time de vices, jogadores,

Sem nunca brilhar!


O clube envergonha os sofredores,

Derrotado uma vez, sempre será!


Coritiba! Coritiba!

É o vice do Paraná!

Tomou um pau do Vasco,

E a Copa do Brasil deixou pra lá!


Perdendo pelos campos brasileiros,

Fazendo os sofredores chorarem de montão!


Coritiba, é o vice do povo!

Sofrimento pro meu coração!


Coxa! Coxa!

Sofrendo, que time ruinzão!


Coxa! Coxa!

Sofre, coração!

Estádio

Conhecido como a maior estufa de boteco do Brasil, com capacidade para milhares de Coxinhas, recentemente foi apelidado de "Azeitonão". Porém, os mais antigos ainda preferem chamar de "Tremendão" (Estádio Erasmo Carlos) ou pelo apelido carinhoso de "Pinga-Mijo". O Alex já jogou nele.

O início de sua construção se deu no ano de 1915 (inaugurado no curtíssimo prazo de 17 anos), é celebrado por toda a “nação” preto-e-cinza como o dia em que o Coxitiba adquiriu suas duas posses de maior estima: o próprio Pinga-Mijo e a sua primeira dívida junto a Caixa Econômica (na época no valor de 120 mil contos de réis. Considerando a inflação do último séculos mais o período de super-inflação da década de 80 é com certeza a número mais expressivo do patrimônio coxa-branca).

Em 1956, o Coxitiba investe seus esforços na elegante atividade de organização de “bingão” para arrecadar fundos para recriar seu estádio(?). Inspirado em um vidro de conserva de rollmops, seu projeto ousado e inovador conseguiu preservar até os tempos atuais o cheiro da urina coleta de seus torcedores desde os primeiros fundadores até as atuais gerações. É um exponencial de engenharia que permite manter-se em construção perpétua para garantir ao torcedor coxa-branca a satisfação de sonhar eternamente com um estádio maior.

Projeto arquitetônico arrojado baseado no estádio da Fonte Nova.

Primeiro Anel

Completo.

Se encontra a 10 metros abaixo do nível do fosso. Ou seja, sem visão do campo.

Melhor assim, pelo menos a torcida não vê a merda de time e pensa que está ganhando o jogo.

Segundo Anel

Completo.

Local do único abalo sísmico da história de Curitiba (a cidade, não a desgraça). Ocorreu em 1983 e foi provocado pela torcida do Clube Atlético Paranaense, quando da quebra de recorde de público no estádio Pinga-Mijo. Uma vergonha para a história da enCOXAda torcida alviverde! O recorde de público do seu estádio pertence ao rival.

Torcida coxa branca manifesta sua satisfação com o "Abacatão"

Terceiro Anel

Incompleto. Eternamente Incompleto. Por conta disso, a torcida é conhecida como "torcida do anel aberto".

Apesar de ser uma eterna promessa, a conclusão do terceiro anel do Pinga-Mijo foi penhorada pelo Bradesco, assim como a grana da venda do passe do Alex e a taça do Peladão 1985.

Títulos

Time de terceira.

O Coxitiba faz parte do seleto grupo de times que já foram campeões da gloriosa Fita Azul. Trata-se do único troféu que não é um troféu (é uma fita), assim como se trata do único título que não é título, afinal, não foi disputado.

Na verdade é um “título” mundial de tão grande magnitude que nenhum campeão mundial autêntico conseguiu pôr as mãos. Somente os times gigantes do Brasil possuem este grandioso “título”. São eles: Portuguesa Santista (timaço), Santa Cruz (atual série D do campeonato brasileiro), Portuguesa (sabor de pizza?) e, obviamente, o grandioso Coritiba! Os jogos do Coritiba foram realizados nos lugares onde o melhor futebol mundial é disputado: Turquia e Norte da África.

Segundo arqueólogos, o Coxitiba foi o glorioso campeão do derrotado Campeonato Brasileiro de Não-Futebol no glorioso ano de 1985. O Alex já era nascido, mas o Zagalo ainda não. O time do Alto da “Glória” glorifica-se desde então de ser o único Campeão Brasileiro com o saldo negativo de gols, após a empolgante (?) partida final do “quase-campeonato” contra o poderoso time do Bangu.

Após 12 longos anos alegando que o título conquistado pelo clube arquirrival-inimigo de Campeão Brasileiro da Série B não tinha qualquer valor, o Coxitiba o considerou insignificante o bastante para disputá-lo e conquistá-lo, senso ovacionado então com a maior festa que sua torcida já havia feito desde o período jurássico.

Essa grandiosa conquista rendeu também o famosíssimo documentário “Da Queda ao Alto da Glória”, que narra como o glorioso time do Preto-e-Cinza Paranaense retornou a Série B do campeonato brasileiro, foi campeão na segunda tentativa, e no ano seguinte conseguiu o importantíssimo título de Campeão Paranaense do ano de 2008 sendo derrotado por 2×1 na final do campeonato por seu arquirrival-inimigo.

Coritiba e Palmeiras na Copa do Brasil

Em 2011, pelas Quartas de final da Copa do Brasil o Coritiba enfrentou o Palmeiras, que após sofrer um assalto uma derrota para o Time de Fernandinho Beira-Mar, reuniu-se no primeiro chiqueiro que acharam na concentração do tim e decidiram fazer a melhor partida de sua história e encher de orgulho o torcedor alviverde. Felipão então colocou como goleiro Marcos, que estava velho e acabado em boa-forma e foi à guerra. O resultado foi uma goleada histórica do Coritiba sobre A porcaiada por 6x0.

Outros hinos

O (Por)Coritiba possui exatos 193 hinos. Os mais conhecidos são:

De norte a sul estão chorando os coxa-branca É que o Coritiba perdeu de novo Ó vergonhoso como é bom te ver Na série B de novo Ó vergonhoso como é bom te ver Na série B de novo!


Atirei o pau nos coxas E mandei tomar no cu Coxarada, filha da puta Chupa rola e dá o cu Hey, Coxa! Vai tomar no cu! A galera rubro-negra a Porrada BANGU !! A galera rubro-negra a Porrada BANGU !! Hey, Coxa! Vai tomar no cu!


Ir até o inferno, dar o cu pro satanás proeza como essa, só Imprédio é capaz chupar a rola do diabo, virar o rabo para trás e o capeta responder: chupa mais chupa mais ! eu sou enviadado eu sou vou dar o cu eu vou e ninguém vai me segurar nem a pm, nem a civil, e a federal me comeu foi logo ali.


Hoje vai ter um festa Funk, guaraná, encoxação para vale ê Ê felicidade Pula, Sai do chão Na Primeira Divisão vão chora de montão Comemora Imprédio embaixo do camisão Ao som de funk rebolando até o chãooooo Parabéns, parabéns Subiu o Coxinha Paquitada tá feliz!

Ídolos

Pegada Coxa-Branca
Guerreiros Coxa-Branca

Curiosidades

Comemoração comum entre os coxinhas.
Cláudia Leitte anunciando na camisa, após vencer a concorrência com as Faculdades Radial, Azeitonas Vale Fértil e Positivo Informática.

Torcida

Os torcedores do Coritiba são conhecidos como "Coxas Brancas" (apelido extremamente másculo). A torcida, muito semelhante a uma horta de alface, é conhecida por todo ano aparecer chorando em rede nacional. No estádio, prefere virar as costas pro time [numa alusão a sua principal característica, o homossexualismo] e gemer 'coxa' como se fossem uns zumbis.

Império Alvi-Verde

São conhecidos nacionalmente pelo fato de não viajar pra apoiar o time [time? Que time?? o coxa é um time?].

Torcedor Coxa-Branca

Têm memória fraca, pois não se lembram que ganharam o Peladão [e que peladão...] 1985 em cima do Bangu com um saldo negativo de 2 gols, inédito na história do futebol brasileiro, quiçá mundial. Também ignoram que no ano seguinte fizeram uma campanha vexatória na Libertadores, perdendo pra times da Venezuela, Guiana Francesa e Suriname.

Morrem de inveja da Baixada e da Vila Capanema. Estão a espera do tal 'investidor milagroso', também conhecido como Papai Noel ou Coelhinho da Páscoa, que vai derrubar o Pinga-Mijo e transformar numa grande churrascaria. Futuramente vai construir o segundo estádio mais moderno do Brasil no lugar do Pinheirão com a ajuda do Severiano. Sim, eles acreditam nisso (não poderia se esperar outra coisa de uma torcida que acredita até em duende)...

A mascote oficial do Coxa

Realizam semanalmente a Parada Gay na sede da Império, com objetivo de levantar fundos para pagar os precatórios com o Bradesco e impedir que o banco confisque também a memória dos azeitonas, já que a honra dos torcedores e todo o patrimônio do clube foi penhorado e doado para asilos (onde se encontra boa parte da caquética torcida coxa-branca e o seu "mascóte").


Está a mais de 20 anos a espera de um título expressivo, já que o Festival Brasileiro de Futebol Pebolim em que foi campeão nos anos 90 não é reconhecido pela FIFA.

Vídeos

Nova versão do CS lançada após o rebaixamento do Coxa em 2009


Torcedor do Coritiba após seu 20º rebaixamento



Jogador do Coritiba batendo o pior escanteio da história do futebol brasileiro


Filme triste (choro do coxinhas)


Como marcar 1 gol com 4 penaltis


Campeonato Paranaense 1990 - Gol do Título


Coxinhas preparando seu estádio na viadagem para ser depedrado de novo


Ver também

Ligações externas

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