Chester

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Nota: Se procura por mais Chesters, consulte Chester (desambiguação)

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Padre Quevedo sobre Chester
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Steklovata sobre Chester
Cquote1.png Ai, vou comprá um Chesti pra ceia di Natau! Cquote2.png
Você, seu pobre!
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Google sobre Chester
Cquote1.pngExperimente também: Com farofa e molho de laranja! Cquote2.png
Sugestão do Google para Chester

A única imagem do "animal" em vida

É aquela coisa do tamanho de um peru, mas com gosto de frango, que só ouvimos falar em época de natal e ano novo. O curioso é que ninguém nunca viu um exemplar. E o mais curioso: como é que a gente sabe que a carne de chester é de chester se nunca ninguém viu um chester?

P.S.: Você já viu um chester?

Índice

[editar] Local de Origem

Reza a lenda que os chesters (ou em bom português: chesteres) são aves pré históricas que são achadas nos confins de Matagal Capinzal. (Nota: Capinzal é um lugar tão escondido, mas tão escondido, que nunca soubemos a sua real localização). Ou então em algum lugar do Acre.

[editar] Como São?

Ninguém sabe ao certo como são estes exemplares. A única informação que temos - e que não podemos comprovar - é de que 70% do seu corpo é somente peito e coxas, sendo 30% divididos entre cabeça, asas, pé e penas. Devido ao seu corpo mal distribuído, esses animais não se locomovem, sendo muito mais facil então capturá-los e abatê-los. Nem mesmo sabemos se são mesmo aves, como dizem nos comerciais. Sua reprodução é um grande mistério, pois estas aves só aparecem entre o final de novembro e a primeira quinzena de dezembro, e depois desaparecem.

[editar] Outra Versão (dizem que é a mais provável)

Dizem as más línguas que o Chester não existe. E que na verdade, eles são os restos de todo o lixo produzido pelas fábricas que são perseguidas por ambientalistas. Os donos das fábricas, coitadinhos, são perseguidos pelos eco-chatos e não podem largar ou enterrar seu lixinho num terreno baldio qualquer. Então, para não perderem dinheiro e não encherem suas empresas de tralhas, reuniram-se e estudaram a criação de algo que pudesse ser adquirido por todas as massas (em especial a dos pobres, que adora novidades!), que fosse barato e que pudesse ser muito vendido. Foi ai que nasceu o Chester! Não com esse nome (seu nome experimental era lixius fedorentius comestibile)! Não com sua forma original, a de corpo de peru com gosto de frango, mas numa versão experimental mais deformada! E para confirmar que o produto seria de grande aceitação, foram convidados todos os pobres e mendigos das regiões mais próximas, que simplesmente a-ma-ram o rango! Mas o grande problema era que mesmo o lixo do ano todo não era suficiente para fazer a produção do novo experimento durar os 365 dias. Então, resolveram que ele seria vendido numa data onde todos estariam com dinheiro e seduzidos pelo demônio do consumismo. E qual a melhor época que o Natal, antecipado sempre pelos 13ºs salários, 14ºs (ah! isso para quem pode!), férias, caixinhas, etc?! Decidido a melhor época para a venda, a nova dúvida era: "Que forma terá?" "Como se chamará?" Quanto à forma foi fácil: como tudo que não é carne tem gosto de frango (isto é fato: perguntem, com a maior cara de nojo, a quem comeu ; gato; calango; cobra; etc, que gosto a carne tem? Eles responderão: "Ai, nem é tão nojento assim, tem gosto de frango!"), não teria como ser outra coisa. Então eles prepararam formas em formato de frango, porém em tamanho maior, como de peru. E o nome Abemus Chester Nobilis foi em homenagem ao imperador Cesar (não, não sei porque). E assim foi criado uma coisa que todo mundo pode comer - desde o mais rico até o mais pobre - que é barato e não é trabalhoso de se fazer.

[editar] Propaganda

No início, a propaganda na TV era: "Abemus Chester Nobilis: coxubus suculentus; pectus fartus et humidus". A verdade é que ninguém entendia mesmo, mas só a imagem daquela galinhona assada dava água na boca e todos iam comprar seus exemplares! Com o tempo, como tudo no Brasil é inventado, ABEMUS CHESTER virou AVE CHESTER!

[editar] Super sucesso

Não interessando a origem, qual o cidadão que não assa um chester no Natal? Nem que a empresa dê um na cesta natalina, 99,9% da população já comeu (principalmente quem trabalha em mercados, pois quando sobra muito Chester - o que é raro, mas acontece - eles são obrigados a comerem a pobre "ave" todos o dias, até que o estoque acabe!). Chester é igual a carne-seca: geral fala que é carne de cavalo, mas ninguém deixa de comer. É igual a presunto: dizem que é feito de carne podre, e ninguém deixa de comer. É igual a linguiça: dizem que é feito de tripa de porco com restos não aproveitados do pobre animal, mas quem resiste ao cheiro de uma linguiça torradinha no churrasco de fim de semana? Assim é o chester: pode ser lixo, ou uma aberração pré-histórica. Quem vai deixar de comer? É gostoso mesmo...

[editar] Certeza Absoluta

A única certeza que temos é que Chester é como velório de anão, ex-viado; filho de prostituta chamado Júnior, cabeça de bacalhau, entre outros: ninguém nunca viu.

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