Campo Grande

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"Caipirolandia. Se você procurava vida inteligente, tente no Celeiro!"


Verdade.
Verdade.
Este artigo contém

verdades!

(pelo menos foi o que a Veja disse)
Material verídico:
Use com Moderação.


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Para os fanáticos religiosos entre nós que escolhem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Campo Grande - MS.
Campo Grande - MS
Cachorro.jpg
Típico CÃO-pograndense
Brasao cg ed.jpg
Brasão oficial da quase ex-fazenda
Localização Ali no meio
Clima à noite não é frio, de dia não é quente.
Prefeito Nerso da Capitinga.
Heróis Locais Nelson Trad e Pucinelli. Responsáveis pela Copa de 2014 na TELEVISÃO
Gentílico Não, é todo mundo grosso mesmo!
População 1 milhão pacas, caititus e araras, fora isso tem alguns financiadores de caminhonetes que tiram o escapamento e acham depois disso ela vai andar "pacarai" e se acham agrobois. Alguns poucos cavalos,gaúchos, paulistas e índios. Todos acham que são Paulistas é claro.
Área Avenidas, avenidas e avenidas. Todas congestionadas.²
Densidade Maior concentração de Tédio por /km²

Cquote1.pngVocê quis dizer: CUIABÁCquote2.png
Google sobre Campo Grande
Cquote1.png CUIABÁ Cquote2.png
Joseph Blatter, presidente da FIFA anunciando a Copa do Mundo de 2014 em Campo Grande
Cquote1.png É tudo culpa desse seu governador com sobrenome de caldo de galinha que é amigo do Lula Cquote2.png
Campograndensse sobre comentario acima
Cquote1.png Eu não fei de nada Cquote2.png
Lula, manifestando-se sobre a decisão da FIFA
Cquote1.png Posso ter nome de caldo de galinha, mas vocês só irão ver a copa pela Globo...plim plim Cquote2.png
Blairo Maggi para campograndensse bravo com o resultado das sedes da copa
Cquote1.png Blairo Maggi, o Governador que meteu no Sul! Cquote2.png
Cuiabanos, cantando o jingle do caldo de galinha, para campograndensses bravos com o resultado das sedes da copa
Cquote1.png Jo soy brasileño Cquote2.png
Campo grandense sobre para um paulista que chamou ele de paraguaio
Cquote1.png Ou gaucha boa hein! Cquote2.png
Você quando ve uma campo-grandense
Cquote1.png Capital do Mato Groffo! Cquote2.png
Lula sobre Campo Grande
Cquote1.png DO SUUUUUUUUUUUL Cquote2.png
Campograndense sobre Lula
Cquote1.png Yo gusto mucho de nuestra capital! Cquote2.png
Paraguaio sobre Campo Grande
Cquote1.png Vê um chorinho aí, maninho! Cquote2.png
Você pão-duro sobre Pipoca do Baiano
Cquote1.png Bois no Aeroporto? Cheguei em Campo Grande Cquote2.png
Turista paulistano sobre Campo Grande
Cquote1.png Por que que aqui tem poucos shoppings??? Cquote2.png
Paulistano sobre Campo Grande
Cquote1.png Segue toda a vida até ali, vira pra direita, vira pra esquerda e segue toda vida Cquote2.png
Campograndense sobre como se locomover na cidade
Cquote1.png Mínima de 5°C em Campo Grande e máxima de 31°C, também em Campo Grande... Cquote2.png
Homem do Tempo sobre Campo Grande
Cquote1.png A cada 10 campo-grandenses, 1 é nativo, 1 é japonês, 1 é libanês, 1 é gaúcho, 1 é paulista e 5 são nelore. Cquote2.png
Censo do IBGE sobre Campo Grande
Cquote1.png Cheguei no mato grosso, não sei se estou no lugar certo, mas aqui a grama mede 30 cm Cquote2.png
Loira Burra sobre Campo grande
Cquote1.png Tem mais paraguaio que no paraguai Cquote2.png
Fernando Lugo, Presidente do Paraguay sobre Campo Grande

Campo Grande (mais conhecida como Nova Fazenda, Novo São Paulo, Novo Paraná, Novo Rio Grande do Sul, BIG Field ou Cidade Morena) é uma grande fazenda disfarçada de cidade que está localizada bem no meião de Mato Grosso. Nada acontece em Campo Grande. A pessoa vai pra lá pra terminar a vida e morrer, enfim, de tédio. Dizem que há coisas piores que ali, como ir pra Cuiabá e morrer de calor. Existe uma "filial" da cidade localizada na zona oeste do Rio de Janeiro com o mesmo nome.

Campo Grande também é conhecida como Cidade Morena, não porque lá existem as morenas mais bonitas do Brasil - uma vez que as únicas mulheres bonitas da cidade são as branquelas importadas - mas sim porque a terra é um barro vermelho, criado do sangue de diversos chupa-capras que ajudaram a fundar a região. Para designar os nascidos na Cidade Morena, o jornalista campo-grandense Luca Maribondo inventou o neologismo "morenopolitano", nome esse que foi adotado pela fabricante de sorvetes-alternativos JeitoFrio para um de seus sabores.

Moram ali quase 1 milhão de peões, que acreditam serem fazendeiros. Há quem acredite que apenas bovinos habitam o município, contudo, o último Censo do IBGE deixou claro que capivaras e tamanduás são parte de uma parcela significtiva da população local.

No turismo, o maior destaque vai para o fato da capital estar perto do Pantanal, fato explícito na entrada da cidade através de uma placa com os dizeres "Motorista, dirigir à noite é perigoso, hospede-se em Campo Grande" em grandes e amigáveis letras garrafais. Existe uma severa lei na zona urbana campo-grandense: todos são obrigados a, domingo à tarde, tomar tereré (um chimarrão gelado) nos autos da Avenida Afonso Pena(Ponto conhecido como Bobódromo).

É possível encontrar pessoas que não sejam agroboys nem patycows pela cidade, mas esses correspondem a uma parcela insignificante da população e estão distribuídos entre, emos, nerds, patys comuns, malucos, turistas de passagem e colecionadores de Tazos.

Dentro da cidade as árvores disputam com as casas para ver quem predomina ou é o mais bonito da cidade. Campo Grande possui tanta mangueira que quase foi denominada capital das mangas. Essa árvore, dizem, foi trazida pelos goianos que adoram manga, porque parece pequi mas não têm espinho. A cidade nem é tão grande, mas que quem mora ali se perde. Algumas regiões periféricas da cidade não têm nenhuma utilidade em serem visitados, portanto é comum que muitas pessoas nascidas e criadas em Campo Grande sequer saibam da existência de bairros como: Moreninha 1, 2, 3...479, Aero-Rancho e Lageado.

O dicionário monstrélio classifica assim:

"Campograndense.adj.

1.provavelmente habitante de Campo Grande.

2.cruzamento de bois, vacas e pessoas.

3.caipira misturado com gaúcho e mineiro.

4.ser nascido em Campo Grande que sonha ser paulista ou qualquer outra coisa."


Índice

[editar] História

A História conta da chegada do mineiro José Antônio Pereira, conhecido pelo apelido de infância de Zé Pereira. Viajando de carro de boi, parou perto de um "pastão" cortado por dois "corgo" para aliviar a bexiga. Percebendo que a região era habitada apenas por índios - alguns pertencentes à Yakuza, graças a um acordo com japoneses vindos do futuro- disse: "É aqui que vô amarrá a minha égua.." Utilizando da avançadíssima tecnologia nipônica do ano 3000, Zé conseguoi enviar uma mensagem para as bandas de Minas Gerais. Informados de seu paradeiro, seus parentes - e alguns conhecidos - acharam que poderiam ficar ricos com Zé no Reino dos Tamagoshis. Após 5 anos de viagem, - afinal, mineiro é um baiano cansado - chegaram lá.

Imediatamente começaram a fazer casas e pães-de-queijo e foi apenas uma questão de tempo até que abrissem a primeira Casa do Pão de Queijo. Pouco tempo depois, o cheiro do pão de queijo chegou até Goiás atraindo uma imigração goiana e, com ela, a pamonha. Felizes em poder comer outra coisa além de sopa, a colônia nipônica e a Gloriosa Tribo Aimoré os receberam de braços abertos - veja O tópico sobre a Feira Central para maiores detalhes.

Conforme a cidade crescia, fez-se necessária a importação de mão-de-obra. Após declararem Independência do Estado de Mato Grosso às margens do Córrego Prosa, começou o êxodo para Campo Grande. Gauchos, paulistas, paranaenses e catarinenses foram os primeiros a chegar. Dos outros países, foram importados Armênios, para servir de artistas globais, Italianos, para ensinar o pessoal a fazer pizza, Turcos para tomar conta do comércio e Paraguaios, para fazer o trabalho sujo que ninguém mais quer fazer.

Devido à miscigenação, as "gurias" de Campo Grande, quando belas, têm um tempero regional especial, com aquele jeito "caipira" das mineira e malicioso das goianas e uma beleza dígna dos estados do Sul. Entretanto, as misturas não param por aí, portanto a chance de pegar uma dessas é mínima, uma vez que também herdaram a arrogância paulista, a desconfiança mineira e a "desenvoltura" paraguaia. Graças a uma maldição de um Pajé dos Aimoré, os traços bolivianos ficaram todos com os Cuiabanos.

[editar] Clima

um dia típico no Centro

Ao contrário do resto do mundo, o clima de Campo Grande não depende diretamente de massas de ar, umidade ou qualquer fenômeno meteorológico. A previsão do tempo local foi substituída por links ao vivo do céu, já que qualquer outro prognóstico estará quase certamente errado. A única maneira de se ter certeza que choverá em Campo Grande é a observação da agenda cultural e o acompanhamento das opções de entretenimento disponíveis. Por exemplo, quando Ivete Sangalo ou Tradição se apresentam, chove.

Frio e calor são grandes amigos que se encontram em Campo Grande para tomar tereré, portanto é normal que durante o dia os termômetros marquem temperaturas de 43°C, enquanto a noite faça 5°C. Essa variação é causada pelo efeito estufa dos gases emitidos pela grande quantidade de bovinos que vivem na cidade.

[editar] Distribuição de Energia

Campo Grande tem a energia elétrica mais cara do Brasil e uma das três mais caras do mundo, devido a um projeto pioneiro que utiliza açúcar ao invés de fios de cobre para conduzir a energia. Esse é o motivo pelo qual o fornecimento é interrompido toda vez que chove.

[editar] Sistema de trânsito

Avenida Afonso Pena em um dia normal

O trânsito de Campo Grande é facilmente reconhecido por algumas características marcantes que, em geral, são explicadas pela admiração dos campo-grandenses pelos belíssimos engarrafamentos paulistanos. Repare que a admiração é tanta que usaram a Avenida Paulista para falar de Campo Grande. Realmente, há um grande desejo por parte de Campo Grande de querer ser, ops, parecer com São Paulo, porém, diferente de Campo Grande, São Paulo está próxima do mar, então, NUNCA fará o calor de Campo Grande em São Paulo. Uma relação interessante é que, para matar um campo grandense, precisa fazer ou 48°C ou 0°C, e para matar um paulistano, basta fazer 32°C ou -20°C.

Os semáforos da capital costumavam ser cronometrados para que não se pudesse andar mais de uma quadra por vez, contudo, durante a administração de Nelson Trad Filho, foi implementada a "Onda Verde", que, teoricamente, permitiria que se atravessasse as principais avenidas da cidade sem o incômodo de parar nos cruzamentos. A "Onda Verde" pode ser considerada um grande fracasso, uma vez que o campo-grandense dirige mal o suficiente para não tirar proveito dela, preferindo parar a cada cruzamento e observar se os carros da outra rua estão, de fato, parados.

Mesmo quando o campo-grandense prefere obedecer o sinal, o carro movimenta-se apenas após cerca de 20 segundos, que é o tempo necessário para que o campo-grandense perceba que não está lidando com um animal de montaria e pare de fazer sons de beijinho, pisando, finalmente, no acelerador. A partir deste momento, todos colaboram com um dirigir maravilhosamente lento - principalmente nas faixas da esquerda - sem permitir a ultrapassagem. Nos raros casos da faixa da esquerda estar livre, o motorista da faixa à sua direita acelerará proporcionalmente, de forma que a ultrapassagem continue impossibilitada.

É importante ressaltar que em Campo Grande o Código Nacional de Trânsito só vigora quando o tempo está bom, pois ao menor sinal de chuva, fica a critério do condutor do veículo obedecer ou não as leis de trânsito, estimulando os estacionamentos em fila dupla ou sobre calçadas. Outro fato curioso é a interpretação campo-grandense para a placa de "não estacione nem pare": o "X" vermelho sobre o "E" é visto como um alvo, fazendo desta vaga a mais cobiçada.

Como peão que é peão sabe que luzes piscantes são uma grande viadagem, ninguém sinaliza antes de efetuar uma curva, em consequência, todos ficam tensos sempre que chegam em um cruzamento. Nunca se sabe o que pode acontecer. Pode acontecer tudo, inclusive nada.

Como se não bastasse, é praticamente impossível se localizar em Campo Grande fora das avenidas principais. Reza a lenda que um dia todas as ruas eram identificadas, porém um Mafagafo decidiu comer todas as placas e hoje em dia só é possível descobrir o seu posicionamento através do sistema de GPS (Guias, Porteiros e Senhoras). Entretanto, não muito rara é também a existência de ruas sem nome, casas sem número e, em geral, lugares inatingíveis por métodos convencionais, sendo necessário descer por tubos verdes, comer cogumelos e salvar a princesa antes de se chegar ao local desejado.

Enquanto em várias cidades os motoboys são odiados por bater em retrovisores, em Campo Grande eles não são particularmente vítima desse problema, uma vez que os condutores de automóvel também são potenciais e prováveis riscos aos retrovisores alheios. Assim, não apenas os motoboys são odiados, mas todos.

Para ser reconhecido e respeitado no trânsito de Campo Grande, o motorista deve ser o proprietário de um pênis pequeno, característica essa que exibe com orgulho nas ruas da cidade ao conduzir uma caminhonete carregando outro veículo na carroceria, preferencialmente uma moto, barco ou jetski. Aos que preferem motocicletas, é importante parar em frente a todos os bares e restaurantes da avenida Afonso Pena e fazer barulho com a moto, indicando assim o tamanho reduzido do órgão sexual para aqueles que ainda não o notaram.

Os passes de ônibus estão entre os mais caros do Brasil, fato explicado pela grande quantidade de marias-gasolina que chegam nos postos e pedem para colocar 10 reais no carro e 50 reais na goela. O sistema de transporte público é bastante segmentado e pouco eficiente, podendo ser resumido em:

Certo dia alguém da AGETRAN (Antas GErindo o TRANsito) resolveu que poderia economizar uns tostões ao tirar os cobradores dos ônibus, pensando que o próprio motrista poderia executar tal tarefa. Esse mesmo indivíduo, que mais tarde foi eleito "Funcionário do Mês", percebeu também que poderia emendar dois ônibus pra economizar motoristas. Acredita-se que sua próxima sugestão será a eliminação total do motorista, substituído por uma touro mecânico ou espantalho.

Além dos ônibus articulados, famosos por fechar as portas enquanto você sai, o transporte público da capital conta também com os ônibus com ar-condicionado e assentos estofados fedorentos.

[editar] Periferia

Apesar de não existirem favelas em Campo Grande, existem favelados. Há, na periferia, a categoria dos "Malacos", os quais podem ser sub-divididos em maloqueiros, pilacos, favelados, vida-lokas entre outros. Seus principais habitats incluem, mas não se limitam a bairros como Moreninha, Zé Pereira, Jardim Aeroporto, Aero Rancho, Vila Carlota, Nova Lima e Santa Emilia. Podem ser facilmente avistados ouvindo músicas do Racionais MC's e têm o sonho de viver na "vida do crime" - como vivem alguns dos favelados de São Paulo, como dizem as letras das músicas. Frequentemente dão as caras em programas televisivos como "O Povo na TV", "Picarelli com Você", "Balanço Geral", tentando esconder o rosto, pois - quase sempre - a aparição se dá ao fato de terem sido pegos roubando, matando, traficando ou tumultuando feirinhas e shows.

Geralmente são vistos em suas "croizinhas" (bicicletas) usando camisetas com trechos de músicas dos Racionais MC's estampadas, com bonés de crochê de aba reta do Corínthians e fazendo cara feia com intenção de intimidar - somente para ter o prazer de parecer um favelado encrenqueiro e que gosta de "apavorar".

É válido ressaltar que Campo Grande é a única cidade do país onde pode ser encontrado o favelado caipira, uma variante rara e pouco estudada.

Uma característica peculiar dessas regiões é que os apelidos também são um atrativo nesses locais:

[editar] Educação

Campo Grande conta com uma quantidade assustadora de universitários desocupados, uma vez que cursar faculdades particulares é tão fácil quanto pagar a matrícula. As opções para os que não querem estudar são muitas, passando pelas irmãs Uniderp e UNAES, filhas de Edir Macedo, chegando à UCDB, universidade conhecida por ficar longe de tudo. Aos que preferem estudar um pouco no Ensino Médio para aderir ao alcoolismo no Ensino Superior, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul é a melhor opção, circundada por botecos vagabundos, prostíbulos e outros estabelecimentos de índole duvidosa.

[editar] Religião

A religião campo-grandense pode ser, de várias formas, comparada ao hinduísmo, já que as vacas e bois são animais sagrados e idolatrados por esse povo. Ao contrário dos hindus, os campo-grandenses comem os bovinos. Quando decidem confratenizar, se reúnem na casa de alguém para comer "xurras", beber cerveja e discutir sobre bois, obviamente, ao som de música sertaneja.

A proliferação e também a multiplicação das igrejas tem sido alarmante. Bancos, casas de shows, e até terrenos enormes centrais foram comprados por igrejas e agora são centros de lavagem de dinheiro. Uma igreja que vem adquirindo muitos adeptos é a Igreja Boiolistica do Sétimo Chifre, umas vez que, chifrudos estão na moda.

É comum avistar crentes usando seus ternos marrons, sentado em bicicletinhas e indo para o culto. Estes estão quase sempre acompanhados de suas esposas, cujos cabelos precisam ser presos para não enrolar no aro da bicicleta e sua saia que começa abaixo dos peitos, terminando no calcanhar. Ela normalmente fica na parte traseira da bicicleta se equilibrando com dificuldade no banquinho pois, por usar saia, é obrigada a sentar-se com as duas pernas para o mesmo lado e precisa levar a biblia com uma mão para segurar-se no marido com a outra.

O novo ponto do turismo religioso na cidade é a casa da moeda, uma templo em homenagem ao dinheiro no qual não cabem todos os fiéis mantedores, que preferem ser chamados de evangélicos da Universal ou IURD. Suspeita-se que este Palácio do Bispo Edir Macedo, seja um dos maiores bunkers da Guerra Santa já construído pelo homem. Há também quem diga que se trata de uma fábrica de aeronaves de guerra. Para mais detalhes sobre a construção do monumento, veja o segmento sobre a Feira Central.

[editar] Comércio

Um dia de trabalho típico
Centro da cidade em um dia normal de trabalho

Campo Grande pode ser definida como a capital mundial das farmácias, já que a cada esquina há uma - algumas vezes, mais de uma. O crescimento do mercado de farmácias foi tão grande na década de 90, que engoliu padarias, mercearias e bicicletarias, cujas funções foram absorvidas pelas farmácias. Dificilmente você encontrará o medicamento que procura à pronta entrega, pois o estoque padrão das farmácias é composto basicamente por Novalgina, Lactopurga e ENO. O restante da loja está voltado para a venda de salgadinhos, produtos de higiene pessoal, refrigerantes, tubaína e paçoca.

Entretanto o setor está em baixa, devido principalmente ao crescimento das academias na cidade. Tudo leva a crer que o quadro da década de 90 se repetirá e as academias absorverão as drogarias e o resto do comércio local. Uma prova disso é o aumento nas vendas de hormônios de cavalo e outras drogas que antes não eram tão populares.

Outro ponto forte no comércio da cidade devido ao aumento do plantio de cana-de-açucar, é o de Garapa e rapadura. Hoje em dia também é comum encontrar remédios e espetinhos à venda nas Garaparias.

Cuidado! Não deixe que pessoas velhas te conduza para fazer compras na cidade, pois provavelmente irá te levar para comprar na Av. Calógeras (no centro) sim, aquelas lojinhas que pararam no tempo e reclamam que o comércio não está bom. PS. lá só é bom pra comprar Havaianas.

Sem nos esquecermos de que também dá pra ganhar dinheiro emitindo notas frias para o Governo Estadual.

[editar] Opções de lazer

[editar] Vida Noturna

O campograndense é um povo que gosta de novidades, portanto a vida noturna da cidade nunca se estabeleceu de fato. Os bares têm uma atividade limitada a poucos meses, pois após a animação inicial com a inauguração, as pessoas desaparecem e voltam à tomar tereré na frente de casa, portanto todos os bares da cidade fecham alguns dias para passar por reformas periódicas, anunciando "grandes novidades" que em geral se resumem a uma nova cor da parede; algo que surpreendentemente reatrai o público. Frequentemente acontece de dois estabelecimentos passarem por reformas ao mesmo tempo, o que divide a opinião popular que não gosta da ideia de ter que decidir onde ir. Percebendo isso os donos dos bares assinaram o Tratado de Tordesílhas, que diz que "nenhum bar deve estar a mais de 50m do outro", pois assim podem dividir o mesmo público, que pode comprar um Chope no Santo Mé, uma porção de fritas no Miça, enquanto utiliza o banheiro do Café Mostarda e toma um Mickey Mouse no Bodega. O tratado é necessário, uma vez que existem milhares de bares e choperias iguais na principal avenida de cidade, frequentados por manés de camionete e "gurias" escovadas. São uma espécie de bobódromo para ver, ser visto e pagar caro por aquilo que é barato.

É raro ver um bar cheio após a 1:00, o que talvez seja o legado das gerações passadas que dormiam e acordavam com os galos, por isso há também opções para quem quer dormir com as galinhas, como o Enigma e o Marisa's Bar.

Para os baladeiros, não faltam opções. O Garage foi por anos a casa noturna da juventude abastada e sofisticada da capital, que gosta da "boa" música eletrônica, mas recentemente foi substituída pela Move, que fica no mesmo local, toca as mesmas músicas e proporciona a mesma experiência de tentar descobrir se a guria do seu lado é bonita mesmo ou se é só a "bala" e o álcool que estão te fazendo ver coisas.

Já para a juventude abastada com um pé no chiqueiro, existe a Valley, um ambiente especialmente projetado para proporcionar a sensação de estar no parto de um bezerro, da perspectiva da vaca. É uma casa apertada, onde os filhos de fazendeiros levam seus amigos para ouvir a tradicional música da terra - o sertanejo universitário - e "pegar mulher". É importante ressaltar que, nesse caso, a palavra "pegar" está no sentido literal, pois o método de aproximação nesses lugares resume-se a agarrar a fêmea pelo braço e mostrar a fivela. O sucesso da Valley foi tão grande, que ela está dando cria. Existe também o Valley Pub, um barzinho onde é obrigatória a apresentação de chapéu de caubói, fivela e camisa xadrez pra entrar. A palavra Pub não se refere aos Pubs britânicos, mas sim aos pelos pubianos que estão espalhados pelo lugar, graças a atmosfera homoerótica proporcionada pelas roupas de caubói, homenagem direta ao Village People.

A saída das baladas é sempre emocionante, enquanto você corre para desviar dos guardadores de carro que tomaram conta da rua e cobram 10 reais para você estacionar na via pública.

O Bar Fly é um dos lugares que atraem a fatia alternativa da população. Até pouco tempo o Fly era considerado um lugar decadente com mesas de sinuca ruins e sujas, hoje, contudo, a situação não se alterou, apesar de terem colocado espelho no banheiro após a última "grande reforma". O 21 é o concorrente direto do Bar Fly e é conhecido por ser o único lugar que realmente exige a apresentação de identidade. As mesas de sinuca do 21 são melhores que as do Fly e o ambiente é ainda mais claustrofóbico e escuro, perfeito para as pessoas feias que geralmente frequentam esses estabelecimentos.

Ainda no segmento alternativo, nenhum estabelecimento supera o L V J (antigo The Club) no quesito "gente bizarra". A regra da casa é se esforçar pra ser feio. A fachada do local foi carinhosamente apelidada pelos moradores locais de "Trem Fantasma", sendo a atração proibida para cardíacos e gestantes. É também altamente recomendável manter os braços e pernas dentro do veículo. Há quem diga que o L V J seja frequentado pelo público homossexual, contudo é difícil acreditar que alguém, por mais macho que seja, tenha coragem de encarar alguém de lá.

O verdadeiro público GLS frequenta o SIS, tendo ainda como opção a Boate Bistrot para onde fogem varias garotas heterossexuais dos insistentes agroboys, agora também muito frequentado por andrógenos.

Para o público maduro existe o Voodoo, um estabelecimento onde as pessoas que gostariam de ter piercings, mas não têm, vão para sentirem-se um pouco menos normais. É frequentado por professores, médicos e cidadãos de bem que já foram metaleiros ou hippies na juventude.

Duke substituiu o famoso atalaia opem bar que fica as margens do formoso córrego anhanduí onde vira piscinão e point de bronze das dançarinas fds do glamouroso Duke, onde predomina a classe C,E,F. Ficheiro:Http://cameralenta.files.wordpress.com/2008/11/pobre1.jpg

O Postinho do Parque dos Poderes já foi conhecido como o ponto de encontro dos motoclubes de Campo Grande que não têm nada para fazer entre um Motoroad e outro, mas hoje em dia é conhecido como "o lugar com música de graça". A Av. Manoel de Barros(vulga avenida do Poeta), onde o postinho se encontra, é também o lugar preferido para estacionar o carro de madrugada e dar uma rapidinha desconfortável no banco de trás.

O Clube Bom D+ é o lugar de escolha das empregadas, motoristas de ônibus da capital e agromaloqueiros, tanto pelo preço acessível como pela música popular. As chances são de que você saia de lá morto, gravida ou, com muita sorte, assaltado.

Também existe o famoso C.C. das Moreninhas II (Centro Comunitario), onde você ouve os "mais péssimos" grupos de Pagode que existem na belissima regiao. Quanto à segurança, é muito rigorosa, com os traficantes fortemente armados garantindo sua tranquilidade. O porteiro lhe pergunta se "está armado" e se você disser que não, eles respondem "está maluco? Pois pegue uma arma aqui e pode entrar". Verdadeiro atalho para ter um contato imediato com Jesus...

No bairro Universitário, há mais de 20 anos existe o "Bailão do Francis". Local onde o dono do point é considerado ex-policial, pois só vive com um trabucão na cintura. Os seguranças sim, são sempre policiais, que para complementar a renda (isso até a PEC 300 emplacar) distribuem chutes nos bêbados que ali frequentam. Tomar uma cerveja no Francis é um ato sublime, pois no interior do clube o calor e catinga de suor e demasiadamente insuportável.

[editar] Atrações turísticas

Quintal de casa e tereré com os amigos

[editar] Feira Central

Há muito, muito tempo atrás uma colônia nipônica fugia do Godzilla, terremotos e outras desgraças que acontecem no Japão, com destino ao planeta Vênus em busca de um novo começo. Entretanto um acidente envolvendo o Megazord que os transportava e um avião da TAM fez com que caíssem em meio ao Pantanal. Logo se adaptaram à região e dominaram as outras espécies existentes, tornando-se, então, a grande raça dominante. Tudo ocorreu bem por meses, até que o clima começou a mudar. Desesperados os sobreviventes pediram ajuda à gloriosa tribo Aimoré, que decidiu ajudá-los se houvesse um sistema de cotas para índios na filial local da Yakuza. Era costume dos Aimoré que os visitantes preparassem um prato típico. Devido à ausência de arroz, arroz, arroz e outras coisas necessárias para a tradicional culinária japonesa, improvisaram uma sopa. O cacique, fanho, anunciou que haveria "soba", eis que nasce o Sobá.

Anos mais tarde, os descendentes dos japoneses do Megazord acidentado continuaram a tradição da sopa, servida todas as quartas-feiras e sábados, em um ambiente chamado de feira-central. No início eles só chamavam de feira, mas logo perceberam que estavam no centro e acrescentaram o referencial. Com o tempo, outros povos se reuníram, e toda uma rede de barracas vendendo contrabando se organizou em um ambiente com muita água suja correndo pelo chão. Assim perdurou por anos, até que a Igreja Universal do Reino de Deus expulsou a feira de lá para a construção de um mega-templo em homenagem ao dinheiro.

Indignados, contrabandistas, pasteleiros e vendedores de outros quitutes exigiram uma posição da prefeitura que os realocou na antiga Estação Ferroviária assombrada. Hoje o termo "feira-central" está caindo em desuso, já que não está mais tão no centro da cidade, dando espaço para "Feirona" e outras expressões depreciativas.

[editar] Morada dos Baís

Na época natalina a Morada dos Baís (antiga morada dos bois) fica repleta de luzes compradas do outro lado da avenida no shopping popular (camelódromo). Durante o resto do ano ninguém lembra de sua existência até ser perguntado sobre os pontos turísticos da cidade, mas mesmo assim, não sabe explicar o que é e pra quê serve.

[editar] Eventos Importantes

[editar] Expogrande

Ali existe a famosíssima EXPOGRANDE, também conhecida por EXPOFIGHT, em que os agrobois se reúnem para babar coisas que nunca viram antes e também para desfilar seus tradicionais trajes de cowboys. Nesta festa são realizados rituais como beber sangue de boi ou vaca com febre aftosa, comer bosta do boi ou vaca que é de sua fazenda para provar que você é "o cara" e dançar em volta de uma fogueira gigantesca gritando o nome dos povos que formaram a cidade, as etnias zebu, nelore e girolanda. As vezes ocorrem show onde não é raro ouvir as bandas, duplas ou o cantor agradecer ao povo de Mato Grosso, seguido da expressão "DO SULLLLL, sua anta!!!", vinda do público.

[editar] Moto Road

Também tem o MOTO ROAD uma festa onde os moradores vão admirar a beleza das motos de verdade vindos de outros cantos do país como Harley Davidson. Há ainda os pseudo motoqueiros que andam de CG Titan e só porque colocam um escapamento furado na moto acham que apavoram alguma coisa. Esses pseudos motoqueiros que usam CG TITAN, BIZ, YBR, TWISTER, CALÓI, entre outras motocas, foram banidos do MOTO ROAD e hoje em dia só motos com acima de 500 cilindradas podem participar do 'evento'. Com esta medida, os organizadores temem perder público, mas o dono da festa - o Boi Bandido - disse que é melhor qualidade do que quantidade. A maioria da população gosta de diversão gratuita, por isto no MOTO ROAD deste ano os ingressos irão custar 150 reais, o que irá espantar de vez a população.

O Moto-Road (COISA DE GAY) também é caracterizado por pegadinhas dos seus idealizadores. Eles costumam prometer a presença de "celebridades" internacionais, que nunca aparecem. Foi o caso do ex-ator Peter Fonda (pai da gostosa Bridget Fonda) e da banda germano-americana Steppenwolf (lobo da estepe em alemão). Depois, eles se desculpam por email, afirmando que compromissos marcados ulteriomente impediram a vinda da tal celebridade. Se tinha compromisso marcado, por que foi convidado?!

[editar] Morena Moto Fest

Criada pelas Usuarios de CG TITAN, BIZ, YBR, TWISTER, CALÓI e qualquer outra coisa que faça muito barulho e ande pouco. Tradicionalmente esse evento e celebrado no centro comunitario das Vilas Moreninhas e acreditem em um dos eventos teve a presença do grupo Sepultura, infelizmente ouve muito pouco público pois os que conheciam ficaram com medo de ir e serem assaltados, os que foram não conheciam e pensaram ser um grupo de vanera e os demais acharam longe pra BURRO.

[editar] Outras atrações

[editar] Traços culturais

Campo-grandense tomando tereré

[editar] Como identificar um campo-grandense

Como você sabe que é um campo-grandense? Não é só pela certidão de nascimento não! Talvez você tenha um campograndense dentro de você e não saiba!

[editar] Expressões típicas

[editar] As paty de Campo Grande

Você sabe quando encontra uma paty em Campo Grande se ela:

[editar] Ilustres conhecidos campograndenses

Obs:Aqui quem fala é um cidadão de Campo grande, e digo:Mas q porra! campo grande fika no mato grosso do SUL e não em mato grosso, se é tão burro assim?

[editar] Ver Também



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