Belo Horizonte

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Pão di Quejo!
Óóóó, Minas Gerais!
Uai, sô!
Esti artigu foi iscrito pur um Minerim... I si ele ainda num tá compreto é purquê o disgramado deve di tá cumendo um Pão di Quejo ou a Tua Mãe, purque "Mineiro come quieto!"!!!



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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Belo Horizonte.

Cquote1.pngVocê quis dizer: Berílio Horizonte?Cquote2.png
Google sobre Belo Horizonte

Cquote1.pngExperimente também: Roça Grande Cquote2.png
Sugestão do Google para Belo Horizonte

Cquote1.png As melhores praias onde já surfei! Cquote2.png
Felipe Dylon sobre Belo Horizonte

Bandeira de Belo Horizonte

Cquote1.png Nó, véi, doidimais di i pa praia im Piúma, fraga? Cquote2.png
Típico morador fudido de BH, explicando onde se enfia no verão

Cquote1.png Why? Cquote2.png
Exterminador do futuro sobre Belo Horizonte

Cquote1.png Na União Soviética, o horizonte embeleza VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Belo Horizonte

Cquote1.png Puta que pariu, véi! Que horizonte ducarái! Cquote2.png
Papa Jotapê Dois ao sobrevoar Belo Horizonte

Cquote1.png Fala de onde? Belo Horizonte? Oba, mais um gaúcho! Cquote2.png
Carla Perez, atendendo um telespectador no programa Fantasia

Cquote1.png Claro que eu não disse isso! Quem confundiria um gaúcho e um baiano? Cquote2.png
Carla Perez sobre comentário acima

Cquote1.png Nó, véi, aqui é doidimais, que as muiezada é mó genti fina, fraga? Cquote2.png
Típico adolescente retardado de BH, falando o que pensa sobre sua cidade

Cquote1.png Se São Paulo é o túmulo do samba, Belo Horizonte é sepultura. Cquote2.png
Vinicius de Moraes sobre Belo Horizonte

O anoitecer às margens da Pampulha

Belo Horizonte (Belzonti em minerês), cuja sigla é BH (não confundir com aquele fim-de-mundo chamado de Bahia), é a maior cidade de Minas Gerais, o que não quer dizer muita coisa. Também foi a primeira cidade brasileira a ser conhecida por uma sigla (BH) e a ganhar um apelidinho idiota, Belô, donde derivaram Sampa, Floripa e Jequitinhonha, entre outras imbecilidades.

Se a Austrália é a maior ilha do mundo, Beagá é a maior roça descoberta do planeta. Ainda que esteja repleta de tecnologia e avanços, como o último lançamento da carroça voadora, puxada por um jumento mecânico alimentado a fusão nuclear, os habitantes tendem a conservar estados de espírito quase amish. As diversões dessa população se restringem a "psiá na Savassi", "psiá no chópi" (falando bem pausadamente), "vê jog'no Minerão no domingo, sô" (também pausadamente pronunciado) ou "tomá uma" em algum dos inúmeros butecos de cada esquina.

A distância da praia torna os habitantes da cidade profundamente infelizes, deprimidos e paranóicos, em especial pelo fato de a temperatura média da cidade ficar em torno dos 38º durante o ano todo. Somente em dezembro os beaguenses viajam para o litoral (não para a praia) no Espírito Santo, onde ficam satisfeitos em chamar aquilo de mar e aquilo de areia, visto que, em Beagá, areia é só de construção e água salgada é só pra macarrão no domingo.

Não é conhecido o motivo pelo qual preferem ir ao Espírito Santo, uma vez que o Rio de Janeiro fica mais perto da cidade. Segundo algumas edições da Wikipedia, isso é parte de um histórico plano mirabolante para anexar todo o ES e o sul da Bahia e formar uma república independente.

Como Belo Horizonte é o centro comunista secreto do Sudeste há suspeitas de que seja parte da revolução antibrasileira, aliada com o Uruguai, a Argentina e Eixo do Mal.

Tabela de conteúdo

História

Pontos Turísticos

Os belorizontinos (ou supramineiros, como preferem ser chamados) adoram listar as grandes vantagens de BH em relação a todas as outras cidades do mundo. Isso inclui uma extensa lista de grandiosos pontos turísticos incomparáveis que nunca são visitados, nem mesmo pelos moradores locais.

Os mais famosos são:


Informações turísticas úteis

A fantabulosa Rua do Amendoim (rud'minduin), na qual veículos sobem descendo e descem subindo - uma das atuais fronteiras da física quântica.
O famoso hotel 5 estrelas de BH "Ouro Minas Palace Hotel", situado no maravilhoso litoral mineiro (onde somente os turistas mais ricos podem se hospedar pra relaxar e gozar)

Do que os belo-horizontinos se vangloriam

Vista geral do gramado do estádio Mineirão.
O ex-prefeito Pimentel da Nextel
O atual prefeito e ex cast de Senhor dos Anéis Théoden Lacerda.
Os famosos "vermelhões" como são carinhosamente chamados pela população de BH.
A Serra do Curral, com seu esplendoroso letreiro mundialmente conhecido (e plagiado), é visível de quase todos os pontos da cidade.

A BHTrans

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Você sabia que...
  • ...94% de todos os motoristas de BH já foram multados pela BHTrans ao menos uma vez?
Mais um dos 42 milhões de semáforos de BH
Típico bhtranssexual
Mister Bus: contratado pela BHTrans para combater a concorrência desleal dos órgãos piratas de controle de trânsito

A BHTrans (também oficializada como "BHTranstorno"), órgão sexual de trânsito engarrafado local, é conhecida em todo o mundo por sua fantástica capacidade de instalar semáforos rigorosamente não-sincronizados e o pioneirismo na contratação dos mentalmente desfavorecidos, entre outras peripécias.

Seu originalíssimo nome, premiado em Giz de Fora, reflete muito bem sua história e atual condição. Nascido já em estado duvidoso como "Metrobel", o murcho órgão mostraria suas asinhas com mais frescor quando decidiu sair do armário sob a alcunha de "Transmetro" - não satisfeita em ser "trans", a coisa ainda quis ser "metro". Muitos anos depois, já vivendo há tempos como uma das instituições mais mal-faladas do país, Bebel finalmente completou sua cirurgia transformadora e mostrou-se ao mundo como a foderosa e absoluta BHTrans, o arraso que é hoje.

Em pesquisa recente realizada pela PsyTRANS (entidade ligada à ONU para estudos mundiais sobre demência no trânsito), o motorista que trafega pela capital mineira sempre pega 96,5% dos semáforos fechados em qualquer rua ou avenida, seja qual for o trajeto ou o horário. Um verdadeiro recorde digno do Guinness!

Existem teorias conspiratórias de que isso seria proposital. Haveria um complô para favorecer fábricas de semáforos e seus instaladores, além de supostas "caixinhas" pagas por agências de publicidade para que se aumente o tempo de sinais próximos a outdoors. Estranhamente, na cidade, a imensa maioria dos outdoors e placas publicitárias sempre se concentra muito próxima dos semáforos.

A empresa se defende dizendo que sincronizar semáforos é algo complicado demais para ser feito por seres humanos. Tais coisas só poderiam ser realizadas por gênios da engenharia de tráfego ou entidades divinas, como o reverendo Tom Cruise, Bebeto Einstein ou Hurricane Katrina, capazes de reorganizar o trânsito de uma cidade inteira em minutos. Segundo release divulgado pelo órgão sexual, após muitos anos de estudos do problema, foi sugerida a instalação de semáforos com apenas uma única cor de luz, alegando que os semáforos com mais de uma cor "confundem os fiscais".

Os tais funcionários da respeitosa empresa pública são facilmente identificados, quer seja pelo bigode ralo de trocador de ônibus dos homens ou pelo corpo em forma de barril das senhoritas. O nome popular primitivo conferido a tais infelizes, em uma tentativa de mimetizar os "marronzinhos" da cidade de São Paulo, foi "chumbinhos". Mas a maneira correta e consagrada pela população para tratá-los é a de "bhtranssexuais". Têm o respeitoso hábito de se manterem embriagados durante o horário de serviço. Daí as informações de que o trânsito fica confuso. Cachaça preferida: Cachacinha Eldorado.

Ao ver um bhtranssexual em uma das infinitas esquinas da cidade, prepare-se: invariavelmente, você será multado em pelo menos 790 UFIRS e receberá 7 mil pontos em sua CNH pela irregularidade de conduzir veículo automotor na frente deles. você duvida? clique aqui.

A presença de alguns bhtranssexuais nas ruas - normalmente auxiliando a Cemig na ausência de postes ou substituindo semáforos com braçadas que você nunca aprendeu na autoescola - remete ao clássico "Teorema de Tostines", o do paradoxo sem resposta: "Eles estão lá porque o trânsito está lento ou o trânsito está lento porque eles estão lá?"

Enquanto a amigável BHTrans aumenta o número de radares de 20Km/h na cidade (o popular "pardal-de-cu-piscante"), os cidadãos oprimidos também pretendem que as multas sejam evitadas e buscarão instalar mais radares detectores de bhtranssexuais em cada esquina (o popular "peido alemão"). Preocupados em colaborar com o órgão sexual e baixar as velocidades a níveis ainda mais absurdos, os belorizontinos já utilizam a expressão "Como está o estático?" no lugar de "Como está o trânsito?". É esperado que a raça bhtranssexual se extinga ainda em 2008, por fedor induzido ou próprio.

Em 2006, atendendo a milhares de pedidos da população de BH e visando a combater a concorrência de descontroladores de trânsito clandestinos (tais como Belotrans, Horizontrans, Uaitrans, Transbelô, Favelatrans, Viptrans, Minastrans, Desciclotrans, etc), que rapidamente proliferam na cidade, a estimada BHTranstorno resolveu investir alto pra reforçar seu time e tentar mudar sua péssima imagem junto ao público. Para isso, contrataram ninguém menos que o já quase mundialmente famoso Ricardo Teixeira, mais conhecido como "Mister Bus".

Mais um BHTranssexual dando um ótimo exemplo de respeito às normas de segurança no trânsito, tais como não falar ao celular enquanto edita a Desciclopédia

Rapidamente, "Mister Bus" tornou-se o único funcionário da BHTrans que não é xingado pelo público, além de sozinho substituir cerca de 160 operadores de telemarketing da área de informações sobre linhas de ônibus do mal falado órgão sexual de trânsito local. "Mister Bus" tem sido visto treinando para corridas e maratonas, pois precisa de bom fôlego para correr dos ex-funcionários da BHTrans, que o culpam pela perda de seus empregos e querem se vingar.

Os belorizotantes ainda tem esperança de que a situação envolvendo Bebel a BHTrans melhore. Afinal, com a construção da novíssima Linha Verde de Aécio Never (o trajeto expresso do centro até Confins do Judas), o motorista enfrentará sensacionais quatro semáforos a menos, o que deveria reduzir o tempo total do trajeto de 43 para 42 horas. Claro que a BHTranstorno já avisou que, para compensar os semáforos "perdidos", instalará mais dezoito modernos radares de 23 km/h no trajeto, que é para não "desacostumar" os motoristas do maravilhoso trânsito belzuntado e prolongar a bela viagem para até 69 horas.

Recentemente, a BHTranstorno, sempre buscando inovar e elevar sua suntuosa arrecadação a níveis ainda mais altos, colocou em prática o "e-bhtransexual", um sistema composto de 800 câmeras que funcionarão 24 horas por dia para multar os motoristas indefesos que ousarem dirigir seus veículos pelas ruas da cidade. Você duvida? Com esse novo e revolucionário sistema, um único bhtransexual conseguirá multar 300 carros por hora, sentado confortavelmente em sua sala com ar-condicionado.

Metrô/Trem

O maior sonho de um morador de Betim

Os mineiros tentam se orgulhar do seu transporte público, principalmente da carroça do metrô. Com apenas uma linha que ninguém utiliza pois não passa em lugar nenhum, os moradores reclamam da falta de uma estação perto de suas casas.

So existe uma linha de carroça metro que vai da estação Eldorado (Contagem) ate o fim do mundo.

A linha dois que está em implantação desde 1300 A.C. e que não tem data determinada de inauguração, ligará o Barreiro até a estação Calafate da linha 1. O horário de funcionamento da linha terá que ser bastante amplo, pois como o Barreiro é uma região bem afastada do centro da cidade, os moradores tem que acordar as 2:30 da manhã para irem trabalhar.

A linha três que ainda está em fase de projetos, ligará a Savassi ao centro, só como uma alternativa para não ter que pagar uma passagem absurda de ônibus, uma vez que a passagem do metrô é bem mais barata.

O verdadeiro motivo do por que não há metrô em toda a cidade é porque Belo Horizonte é formada por morros, ou seja, teriam que ser cavados 500.324.002 túneis para fazer apenas uma linha, que ligue por exemplo, o centro a um bairro comum.

Complexo da Lagoinha

Complexo da Lagoinha: sempre mais complexo a cada dia.

Como o próprio nome já sugere, é algo bem complexo de se entender. Trata-se de um complicado conjunto que inclui vias, avenidas, ruas, passarelas, túneis, rio a céu aberto e rio subterrâneo, estação de metrô, rodoviária, pontos de ônibus, restaurante popular, corpo de bombeiros, praças, alças de acesso, estacionamento, shopping popular, lotes vagos, terreno para camping de moradores de rua, trilhos de trem e metrô, muros, cemitério, além de viadutos e trincheiras. Tal conjunto, devido a sua alta complexidade, acabou apelidado pela população de... complexo.

Localizado na fronteira do centro da cidade e alguns bairros adjacentes, como Floresta, Lagoinha, Bomfim, entre outros, tal área é um canteiro permantente de obras de empreiteiras. Reza a tradição belorizontina que o tal complexo serve apenas para que cada novo prefeito eleito tente torná-lo ainda mais complexo, inventando algum tipo de obra nova, como algum viaduto, trincheira, alça de acesso, passarela (ou alguma outra coisa do gênero) que ligue uma das 42 vias do complexo a alguma outra via qualquer. Muito embora nem a população, nem a prefeitura, nem os engenheiros, saibam exatamente se tal nova obra será efetivamente útil, o alegado motivo é sempre uma tentativa (frustrada) de acabar com os constantes engarrafamentos no trânsito da cidade.

Há uma vertente de historiadores locais que afirma que o tal complexo foi inspirado nos chamados "cebolões" paulistanos, e sua função é apenas tentar fazer inveja aos paulistas que adoram comparar e contar vantagens da cidade de São Paulo em relação a todas as outras demais cidades do Brasil e do Mundo. Uma outra corrente de psicólogos e psiquiatras afirma que o tal "cebolão mineiro" se trata apenas de uma tentativa de superar o suposto complexo de inferioridade dos belorizontinos em relação aos paulistanos contadores de vantagem.

Não bastasse a grande dor de cabeça provocada nos motoristas e transeuntes advinda do fato de que tal estrovenga viária de estilo dadaista ser administrada pela mal-falada BHTranstorno, ainda há outras característas problemáticas inerentes ao lugar, como o fato de o local servir de laboratório de testes para estagiários de engenharia. As vias em zigue-zague e os baixos viadutos "entala-caminhão" com pouca ou nenhuma sinalização são um desafio aos motoristas que se aventuram a passar pelo complexo. Mesmo com modernos aparelhos GPS recomenda-se extremo cuidado ao passar pelo local, pois a cada dois meses há um viaduto novo sendo inaugurado ou algum desvio por conta de obras ou alguma outra alteração no trânsito feita pela BHTransTorno.

O que NÃO tem em BH

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Você sabia que...
  • ...não há praias em Belo Horizonte?


A "Grande BH"

Hora do rush no centro de Belo Horizonte

O termo "Grande BH" foi criado para designar toda a região metropolitana em volta da Prasdastação - em português, Praça da Estação Ferroviária de Trem de Ferro, em torno da qual gira toda a vida sócio-econômico-jurídico-acadêmico-neoclássico-fleumático-proparoxítona-do-terceiro-caso-reto-do-plural-financeira da cidade. No imaginário popular local, isso corresponde, basicamente, à Savassi e suas adjacências. Mas o governo (ainda não se sabe qual) tem buscado conscientizar a população da real extensão do território e da desimportância econômica de todo o conjunto.

Segundo dados oficiais da COJECA (Companhia para o Jeitinho em Cidades Alargadas), a Grande BH inclui:

Qualquer outra referência a "lugar" em Belo Horizonte é meramente especulativa. Begazontcha é o "não-lugar" por excelência.

A propósito das duas últimas províncias, tal como os EUA tem o Havaí lá longe e a França tem a Guiana Francesa aqui perto, Belo Horizonte se orgulha de ter duas cidades-estado remotamente localizadas, já oficialmente reconhecidas como parte do território mineiro pelo governo Aécio Never. Um decreto do governador, datado de 2009, oficializou aquelas províncias como "Territórios Remotos do Estado de Minas" (os TREM). Um projeto que não tramita em canto algum estuda a implantação da Lei Cheira nesses territórios.
Aécio Never e Théoden Lacerda esperando a vez para o Rafiting no Tereza Cristina AquaFunny.

Atualmente, está sendo negociada com os Estados Unidos a venda da cidade de Governador Valadólares para aquele país, visando acabar assim com os problemas de imigração ilegal que levou o governo americano a subir o chamado Antikejim Wall.

Foi criado junto com a Linha Verde pelo Aécio Never, um grande complexo de esportes radicais aquáticos, Tereza Cristina AquaFunny, onde em estações chuvosas ocorre a cheia do Arrudas, atraindo fãs de esportes aquáticos. TC AquaFunny foi um grande insvestimento na área turística, e é sempre garantia de muita emoção, aventura e adrenalina para praticantes de Canoagem, Rafting entre outros.

Língua

O onz que pass'na Saváss

Em Belo Horizonte, fala-se um dialeto incompreensível para qualquer pessoa alfabetizada em português. Só existem duas vogais - I e U - e todas as demais devem ser substituídas por alguma sonoridade vagamente semelhante a ð. É proibido dizer todas as sílabas de uma palavra, e o plural é considerado falta de educação. Todas as frases devem terminar com "sô", "uai" ou, caso seja aplicável, com "dimais, sô" (veja minerês).

Na capital do vácuo, é comum escutar a pergunta "Quantas horas?". Para responder corretamente, caso você tenha o azar de estar na cidade (mas que merda você foi fazer em BH?), responda dizendo: "Um tantim...". O mineiro não quer saber que horas são, mas sim há quanto tempo está atrasado.

Em Belo Horizonte, são encontradas expressões idiomáticas típicas, não apenas adaptadas ao local, mas também ao dialeto. Destacam-se os verbos "redá", "xunxá" e o famigerado "carcá" (todos no infinitivo minerês).

Atenção especial deve ser dedicada ao verbo "garrá", largamente utilizado. Em português, poderia ser traduzido como "demorar", "se engajar", "congestionar", "emperrar", "postergar", "trabalhar até tarde", mas nunca se aplica ao ato de "agarrar" uma pessoa do sexo oposto. Alguns exemplos de uso: "Ih, hoje a Contorno tá garrada, sô!", "Vou garrá no silviço té tarde hoje, sô...", "Vai pela Catalão purque a Antônio Carlos tá garrada dimais, sô", "A porta garrou aqui, sô!", "Vamo no Minerão hoje, sô? Vamo sim, véi, tô garrado!"

Agora, se quiser se dirigir à Praça Diogo de Vasconcelos (não o ator, mas o famoso bandeirante que frequentava a Rua Guaicurus, no baixo meretrício dessa porra toda), a melhor maneira de ser compreendido é perguntando em francês: "Cê çá sessonz pass' n'Saváss?"

Os emos e emas abundantes na capital andam revolucionando os estudos linguísticos mundiais com a espontânea fusão do miguxês com o minerês, o que já causa polêmica nos meios acadêmicos. O liberal Noam Chomsky, por exemplo, circula atualmente pelas dependências do Bordel Federal de Letras com sua camiseta "Wuna bee + miguxo?". Especialistas asseguram que a nova língua pode se revelar tão indecifrável e inútil quanto o basco.

"Belo-horizontinos" ilustres

Lacarmélio: o único verdadeiro nativo ilustre da cidade

Em Belo Horizonte, floresceram várias gerações de poetas, escritores, políticos e artistas importantíssimos, projetados nacional e mundialmente, tais como Carlos Drummond de Andrade, Milton Campos, Murilo Rubião, Rubem Braga, Otto Lara Resende, Afonso Pena, Juscelino Kubitschek, Tancredo Neves, Itamar Franco, Guimarães Rosa e Natália Guimarães. O curioso é que nenhum deles é de Belo Horizonte.

Muito embora alguns sejam apenas mineiros de outras cidades, os cidadãos ilustres são geralmente "anexados à força" pelos orgulhosos habitantes da capital.

Na música (às vezes, mero "barulhinho ruim"), Rogério Flausino (alfenense), Fernanda Takai (amapaense) e até mesmo os membros do célebre Clube da Esquina também sofreram processo semelhante. Foram os casos de Milton Nascimento (carioca), Beto Guedes (montesclarense), Wagner Tiso (trespontano), Fernando Brant (caldense), Ronaldo Bastos (niteroiense), Tavinho Moura (juiz-forano), entre inúmeros outros exemplos desse curioso fenômeno sócio-cultural.

Na história recente, há um caso emblemático que ilustra bem esse fenômeno, envolvendo a gaúcha e ex-ministra e agora presidente Dilma Rousseff, que após muitos anos, resolveu procurar os velhos documentos no baú de casa, para poder apresentar ao TSE sua candidatura. Foi só então que se descobriu que Dilma era uma gaúcha que, por acaso, tinha seu local de nascimento em Belo Horizonte, o que já foi suficiente para que os cidadãos, mais do que depressa, à anexassem ao rol dos "ilustres nativos" da cidade.

Devido as vantagens eleitorais desse processo, e não querendo contrariar o já conhecido hábito dos orgulhosos eleitores da capital mineira, a campanha de Dilma passou a exibir o abestalhado slogan "é Minas na presidência" para ganhar a simpatia da população, que, orgulhosa, adora ouvir um discursinho populista barato na linha da exaltação da "grande mãe-pátria mineira". Assim sendo, considera-se que a presidenta seja, uma "ilustre nativa, mas com ressalvas".

Tudo isso deixa Belo Horizonte com apenas um verdadeiro nativo ilustre em toda a sua história: Lacarmélio Celton de Araújo.

Geografia e Urbanismo

Detalhe do arrojado planejamento urbanístico de BH. Repare à esquerda o planejamento original, contrastando com a área dadaísta à direita.

Belo Horizonte foi a primeira capital de Minas Gerais a ser planejada. Isso quer dizer que primeiro desenharam a cidade no papel, depois foram ver se dava para construir. Os projetistas surpreenderam-se, então, com a incrível quantidade de morros que não estavam na planta e truncaram todo o processo construtibilitivo.

O planejamento urbanístico impressiona até hoje. No centro da capital existe uma minúscula área delimitada pela Avenida do Contorno, de forma irregular, cujo número 1 é vizinho do número 6000. Fora desse perímetro, o planejamento mostra-se consistentemente nulo. Desenhou-se a cidade de maneira a parecer aleatória e irregular, na primeira obra urbanística dadaísta conhecida.

As ruas no entorno central seguem uma revolucionária lógica própria, que facilita muito a orientação em qualquer ponto. As avenidas cruzam todas as direções (sul-norte, leste-oeste, sudoeste-nordeste e sudeste-noroeste), e possuem canteiro central e nomes de personagens históricos importantes, como Cristóvão Colombo, Álvares Cabral, Getúlio Vargas, Paraná e Amazonas. As ruas do eixo norte-sul possuem nomes de Estados brasileiros, como São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Curitiba, Professor Moraes e Levindo Lopes. Já as ruas do eixo leste-oeste possuem nomes de tribos indígenas, como Timbiras, Aimorés, Tupinambás, Santa Rita Durão e Inconfidentes. As ruas excedentes tem nomes de cidades do interior mineiro tais como Uberaba, Araguari, Pouso Alegre, Padre Eustáquio, Mariana, Daniella e Pâmela Desirée.

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Você sabia que...
  • ...em qualquer uma das ruas de BH, há sempre dois lados: o lado da subida e o lado da descida?
  • ...e que em todas as ruas da cidade há pelo menos uma esquina?
  • ...e que em todas as esquinas há pelo menos um semáforo e um buteco?

Esse projeto arrojado transforma cada cruzamento num asterisco, dotado de várias ruas que mudam de mão no meio da pista sem qualquer indicação aparente (vide BHTrans, acima). Os sinais de trânsito, também conhecidos como semáforos no resto do mundo, nunca estão abertos. Não há faixas ou sinais de pedestre, pois estes ocupam o mesmo espaço destinado aos demais veículos (vide BHTrans, que continua acima).

Outra demonstração do engenho dos projetistas de Belo Horizonte foi fazer duas esquinas ocuparem o mesmo lugar no espaço, como acontece no asterisco cruzamento da Avenida Cristóvão Colombo com Avenida do Contorno com Avenida Nossa Senhora do Carmo com Rua Fernandes Tourinho. De um lado da rua, você tem o número 46 da Fernandes Tourinho; do outro tem o número 75\times 10^{31}~ (que fica do lado do número 1). Seguindo a Fernandes Tourinho, você encontra o número 35 em frente ao 186. O cara que entrega cartas lá é um herói. Merecia, no mínimo, o Nobel de Matemática.

Belo Horizonte é internacionalmente conhecida pelos nomes estranhos de seus bairros, como Calafate, Cabana do Pai Tomás, Palmital, Barreiro, Céu Anil, Gorduras, Buritis, Gameleira, Paraíso das Piabas e o resto todo. Ainda sobre os bairros, constata-se o curioso hábito misógino de se dar nomes de mulher a bairros vagabundos - donde surgiram Kátia, Letícia, Juliana, Isabel, Jaqueline, Lindéia, Suzana, Maria Goretti, Betânia e outros de ainda menor expressão.

Interessante notar que a cidade possui relevo mais conturbado que cueca de mendigo. Alguns bairros, mesmo os considerados "nobres", ficam mais no alto do morro do que muitas favelas conhecidas internacionalmente. Apesar de sempre haver uma rua larga ou uma avenida principal nos "vales" de cada região, é praticamente impossível trafegar de um bairro a outro sem encarar despenhadeiros, escarpas e fiordes. Por esse motivo, exames de direção em Belo Horizonte devem ser feitos obrigatoriamente com veículos 2.0, para que se possam exigir dos candidatos as populares manobras "Evel Kninja", como o estacionamento entre caçambas em ladeira de pé-de-moleque sem uso do freio-de-mão.

O trauma com esquinas, semáforos, ladeiras e nomes de ruas foi tão grande que acabou influenciando diretamente o presidente Juscelino Kubitschek, quando foi prefeito de BH e governador de Minas. Antes de iniciar o projeto da construção de Brasília, JK encomendou aos projetistas da nova capital uma cidade que não tivesse esquinas, semáforos, subidas ou descidas e sem nomes nas ruas. Por esse motivo, dizem que Brasília seria exatamente o oposto de BH: sem cruzamentos, sem sinas de trânsito, totalmente plana e com ruas nomeadas com coordenadas de jogo de batalha naval. Mas o calor é o mesmo.

Indústria

Belo Horizonte não sedia nenhuma indústria. Curiosamente, tudo o que há de importante em Belo Horizonte fica fora de Belo Horizonte.

A fábrica da Fiat fica em Betim, bairro esquisito cujo nome é também uma sigla, que significa Betim É que Tem Indústrias em Minas. E a sede administrativa da montadora fica no arraial de New Lima City.

Além do parque recreativo industrial em Betim podemos citar: os museus a céu aberto de Ouro Preto e Mariana, o Aeroporto Internacional de Confins, construído nos Confins do Judas e com fins inexplicáveis (a apenas 42 horas de distância do centro de Belo Horizonte). Além da torre Altavista Vila, também em New Lima City (vide seção abaixo).

Outro centro industrial importante é Contage das Abóbra, onde, como diz o nome, fica uma grande indústria de contadores de dinheiro automático construído pelo ex-prefeito e ex-imperador local Newtão "Porcão" Cardosão (que compete com o também mineiro José de Alencar pelo posto de mais rico do estado) para contabilizar seus enormes fundos. Uma curiosidade: muitos moradores de Contage sentem certo desconforto ao dizer aonde moram e acreditam erroneamente viver em Belzonte (alguns desses moram a cinco minutos do centro de Contage das Abóbra e a duas horas da Savass), optando por dizer morar na "capitar minera".

Comércio

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Você sabia que...
  • ...todos os dias, em média, são inaugurados 42 novos bares em BH?

O comércio é dedicado única e exclusivamente ao ramo de bares. É possível encontrar de tudo (menos garçons) nesses estabelecimentos típicos da cidade, desde chope e cerveja misturados na mesma mesa, até pastéis, café, leite e queijo. Se não tiver queijo, o bar fecha.

Aliás, Belo Horizonte é a cidade com o maior número de bares fechados do mundo.

O maior produto de exportação da cidade foi o Sepultura, banda de MPB formada pelos ex-integrantes do Clube da Esquina. O grupo foi exportado para São Paulo, onde finalmente conseguiu arrancar os couverts dos bares e viajar pro resto do mundo.

O toscobúrguer é um dos pratos famosos da culinária local e já foi inclusive exportado, embora seja produzido secretamente na Savassi. Para manter o toscobúrguer em segredo, os mineiros criaram pratos gordurosos e pitorescos que atraem paulistas do mundo todo, ávidos por saborearem tutu de feijão Piná, e são servidos em panelas de barro enormes que conservam a comida por meses a frio.

Shopping-Centers

A cidade possui vários shopping-centers iguais (e não são todos?), dentre os quais merecem destaque por nenhuma razão aparente:

Vista noturna da fachada do Shopping Oi
Estudante foi conferir de perto o Rio de Chocolate, stand montado em frente ao BoiLevardo Shopping.

Cultura

Um recorde do qual os mineiros não tem orgulho: Belo Horizonte é a capital mundial do pop-rock sem graça. Lá proliferaram atentados à insônia como Skank, Pato Fu, Jota Quest, Tianastácia (também chamado Tia Dulce, em referência a uma paleozóica mãe-de-santo local), entre outras. Segundo fontes confiáveis, é imprescindível não confundir esta última com a vice-governadora do Estado, Tia Anastasia, pois ambas darão piti.

As artes cinematográficas na capital mineira também recebem destaque. Existem atualmente três cinemas com ar condicionado, dois com banheiro grátis e apenas um com espaço para as pernas entre as poltronas. Não procure teatros na cidade.

Os famosos muquifos belorizontinos.

Belo Horizonte também é famosa pelas raves que duram a noite toda em locais que absolutamente ninguém sabe onde fica, mas todo mundo chega assim mesmo. Curiosamente, dias e horários são variáveis fornecidas apenas durante as eventuais viagens ao plano astral, em geral propiciadas pelo consumo da droga preferida dos supramineiros, o ecstrenzim (queijo canastra enriquecido com mofo camembert).

Faz parte da cultura belorizontina frequentar bares ridículos ou botecos foleiros e dizer que "está se divertindo padaná" (a palavra para muito em minerês). A cidade é, portanto, infestada de estabelecimentos chulés improvisados em garagens e puxados. Mesas são normalmente colocadas nas calçadas e é comum que invadam duas ou três pistas da rua. Essa tradição culminou no festival anual Comida di Buteco, no qual se disputa quem oferece o melhor tira-gosto vagabundo. Os cardápios oferecem iguarias de nomes gastronomicamente sugestivos, como "CPF do Miguel", "Rabo Verde", "Uai Fritz?!", "Maneco Seu Jaleco" e outros que atiçam o paladar.

Outro problema são as escolas, como a Escola da Serra, afamada por ser uma total droga.

Um ponto de destaque são os "Sambas", todo lugar tem um, deve-se ter um pouco de cautela entretanto, como as casas que tocavam o estilo original (ou alguns mais requintados, como samba-bossa, samba-raiz, samba-enredo) deram certo alguns anos atrás a galera começou a chamar um grupo de pagode, colocar uma grade na porta do boteco, um Maguila 3x4 na porta e cobrar déral (dez reais em português) pra entrar, e o belzontino diz vai pro samba. Recente para piorar as coisas deram de começar a misturar o pagode com o axé, mas o nome continua o mesmo: samba. É a influência paulista-baiana na cidade.

É claro que, com a falta de uma praia e consequentemente falta de opção, os aborrecentes de plantão não poderiam deixar de se divertir. Aqueles de pais abastados, de tanto perturbarem, acabam extorquindo coisa de 100 reais num único dia de show, fora o táxi (ou a gasolina do velho) e o do refri tudo isso para se divertirem nas inúmeras micaretas que pipocam pela cidade naqueles mesmos locais das raves.

Política

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Você sabia que...

Toda a população da cidade encontra-se dividida entre os dois maiores partidos políticos: o Cruzeiro e o Atlético.

O Atlético, também chamado de Galo ou Falecido, tem seus adeptos carinhosamente apelidados de "a cachorrada". Os militantes são conhecidos pelo suposto amor doentio ao partido e pela forma pitoresca de comemorarem as vitórias e chorarem as derrotas (mais isso que aquilo) queimando ônibus. Coincidentemente, a PMMG registra que os momentos de mais baixa criminalidade ocorrem durante jogos do Galo, pois todos os bandidos estão no Mineirão. O telão do estádio, a propósito, exibe uma sessão de procurados no intervalo das partidas. O partido vem vivendo uma pindaíba federal nos últimos tempos, acumulando dívidas e chegando ao cúmulo de pagar os salários em rapadura e cachaça. Chegou a penhorar seus preciosíssimos troféus - de alto valor arqueológico - a fim de satisfazer credores na justiça.

O Cruzeiro, também carinhosamente conhecido como "zêro" por ser um zero a esquerda, é o partido preferido da classe alta, da elite dândi e do movimento GLS. Da mesma forma que a "cachorrada", os adeptos do partido cruzeirista também receberam um apelido: são conhecidos como "bicharada", por motivos óbvios. Os partidários são famosos por assistirem aos jogos um sentado no colo do outro, bebendo sua cerveja e comendo seu tropeiro nas arquibancadas, diferentemente dos atleticóides que se amontoam como gado na geral e ganham o nome temporário de "a granja". Ao contrário do partido galináceo, o raposídeo possui um patrimônio exuberante e finanças em ordem, apesar de dificilmente reverter isso em um bom time.

Embora não seja um partido propriamente dito, o Capitão América pode ser considerado o partido de maior adeptos do estado. Isso porque, quando enfrenta o Atlético, todos os cruzeirenses passam a ser americanos e, quando enfrenta o Cruzeiro, a massa atleticana toda se converte ao americanismo. Os americanos propriamente ditos são conhecidos pela sua incapacidade de encher uma van. Depois do rebaixamento no campeonato rural mineiro, o partido coelídeo, como também é conhecido, anunciou que tentaria uma vaga para disputar o Troféu Corujão e a Copa Itatiaia.

Curiosamente, nenhum dos dois partidos maiores possui um estádio. O Mineirão pertence ao Aécio Never Tianastácia, do partido atleticanista, e o outro estádio, que ninguém lembra onde fica nem como se chama - mas que é frequentemente escolhido pelos outros partidos para suas refregas - pertence ao Sete de Setembro, um time que nunca ex não existe mais. Por isso, como todo mundo é simpático ao Capitão América, é aceito correntemente na cidade que a tal quadra cercada pertence ao ilustre partido verde, atualmente na terceira segunda primeira divisão e tentando ganhar uma ação de usucapião em definitivo pelo estádio.

Peculiaridades esportivísticas

Consta do lendário esportivístico local que, em 1967, quando o mestre na arte vodu Galvão Bueno foi ao Mineirão, suportou calado os noventa minutos de "Ei, Galvão, vai tomá no cu!". Ao retornar devidamente furibundo para sua cova em Jacarepaguá, Bueno sacrificou seu filho Cacá Bueno em uma fogueira de pneus de kart, invocando os deuses do futebol. O resultado foi uma praga sobre a cidade: nunca Belo Horizonte se realizaria no futebol. Enquanto um dos clubes teria uma boa torcida, mas um ridículo time, o outro teria um grande time, mas uma ridícula torcida.

Sendo assim, até hoje apenas um partido tem torcida (embora qualquer instituto de pesquisa diga o contrário): o Atlético. Essa torcida era essencial e costumava lotar o Mineirão para assistir ao partidão levar trolha, nas eras em que ele detinha expressão nacional no Congresso. Já o Cruzeiro não possui adeptos tão ferrenhos quanto os do rival. Os partidários do clube são tidos mais como "simpatizantes", pois não costumam comparecer ao estádio e preferem não revelar sua preferência em público. Os partidários tem fama de mansos e conformados, às vezes chamados pejorativamente de "radiofãs", torcedores de radinho.

Paradoxalmente, apesar de os cruzeiristas não frequentarem o "campo" (que é como os mineiros chamam o seu estádio para 80 mil pessoas), as médias de público dos dois partidos se mantêm semelhantes com o passar dos anos. Nenhum estudo conseguiu ainda decifrar o fenômeno, que provavelmente se relaciona a outro mistério espaço-temporal: surpreendentemente, Belo Horizonte é o único local no mundo em que torcida não faz diferença no resultado. O Atlético é capaz de perder do último time do campeonato com casa cheia. O Cruzeiro costuma vencer de goleada sem que ninguém fique sabendo.

Algo pitoresco na cidade são as comemorações após um jogo de futebol. Quando um dos dois times da cidade (o Capitão América não conta) perde para um time de outro estado, país, ou mesmo do interior, quem comemora e sai à rua soltando rojões é a torcida do adversário tradicional, demonstrando sua solidariedade e tolerância para com o derrotado. Isso acontece sempre que o juiz rouba para os times do eixo Rio-São Paulo, ou seja, em praticamente qualquer partida, inclusive do Campeonato Mineiro.

As derrotas mais famosas conhecidas dos times mineiros são as seguintes:

Complexo Venda Nova-Barreiro

A única foto conhecida do trajeto para o Barreiro, divulgada pela Opus Dei
Moradores do Barreiro em seu habitat natural

O Complexo Venda Nova-Barreiro (doravante apenas "Barreiro"), se é que existe, fica longe pra cacete de qualquer coisa e é o segundo maior centro comercial fora de Belo Horizonte. Para ir até lá (se é que "lá" existe), os vermelhões tomam a Avenida Transamazonas e viram à esquerda pouco antes de São Paulo.

Como já deu para notar, a existência desse lugar é contestada. Como pode haver uma localidade tão importante assim, onde mora tanta gente assim, se você nunca foi até lá?

A mais tradicional corrente científica diz que, de fato, o Barreiro não existe. Seria apenas uma invenção da Opus Dei, que usou extraterrestres para esconder o Santo Graal em um santuário protegido pelos Cavaleiros do Zodíaco nos bairros além do Jardim Mandiopã. Tal santuário causou uma distorção espaço-temporal em torno da região onde dizem que deveria estar o Barreiro e elevou tremendamente os índices de criminalidade por conta da influência malignéfica do preciousss Graal.

Outra corrente científica acredita que, tecnicamente, o Barreiro existe sim, mas está desde sempre oculto por um portal dimensional que se encontra em algum ponto do chamado Anel Roscofiário. Essa versão explica você sair de Belo Horizonte e ter de passar dentro de Contage das Abóbra para chegar até lá (se é que "lá" existe, claro...), enquanto, segundo todas as estatísticas, continua ainda dentro de Belo Horizonte. O portal também explica a forma mais tradicional de chegar à região, o teletransporte a partir do Centro de BHzonte (vide acima). Há relatos de expedicionários que seguiram a pé e tiveram que passar não por Contage das Abóbra, mas por Nárnia, matando meia-dúzia de leões sagrados a fim de alcançar o Barreiro.

A teoria intermediária, que ficou conhecida como "Teoria Vilarinha", afirma que a crença no Barreiro depende da religião de cada um e ninguém tem nada a ver com isso. Os adeptos tem a seu favor a forte evidência de que o Capeta do Vilarinho mora lá e todo sábado vai dançar na roda de samba com as mulatas barreirianas.

Onde estaria o Santo Graal do Barreiro? Nem os Cavaleiros do Zodiaco sabem dizer ao certo onde ele está. Mas, segundo contam os Anciões do Barro, o Santo Graal está escondido dentro do chamado "Cristo do Milionários", uma estátua de Jesus Negão que ficaria no Olimpo barreiriano, soltando laser naqueles que conseguem passar pelo portal e poderiam contar a história. Amém.

Savassi

A pacata e pitoresca Savassi.

A Savassi é o lugar de maior concentração de lojas de celulares por metro quadrado do mundo. Mesmo assim, Begalote é um dos único lugares do mundo onde celulares não tem sinal. O motivo disso é a nuvem antitecnologia que paira sobre a cidade, bloqueando qualquer sinal de civilizações mais avançadas. A nuvem é decorrente do Grande Cataclisma que destruiu parte da cidade e hoje afeta principalmente a Savassi.

A Savassi é a região da cidade onde 70% dos frequentadores não podem piscar sem dobrar a perna. Famosos por sua falta de vida noturna, alguns bares da região oferecem cirurgias plásticas gratuitas para os clientes de classe média alta. Algumas lojas de celular também já oferecem promoções do gênero na compra de cartões de 15 reais ou mais.

O principal ponto de encontro de emos e/ou emas mineiros/as situa-se numa dimensão paralela à Savassi, acessível no ponto onde ficava localizado o Café Três Corações antes do Grande Cataclisma. Transeuntes às vezes conseguem enxergar pela dobra dimensional os estranhos amontoados que já foram definidos como "resquícios de saladas de frutas sobre as decompostas mesas do Café". Outros desconfiam que a dimensão seria habitada por figuras angelicais obscuras e claramente assexuadas, que ali repousam umas sobre as outras como numa sauna de mendigos "em eterna a-go-nia, miguxo". No mundo físico, os donos do terreno obviamente não estavam gostando dessa má-fama e trataram rapidamente de fechar o Café e de construir mais uma fantástica loja de celulares no local. Atualmente, há batidas policiais diárias na praça. A polícia senta o pau; os emos fazem fila.

Uma forma fácil para qualquer turista chegar à Savassi é perguntando a um belorizontino, em um ponto de ônibus, a seguinte frase em mineirês: "Cessaciessionspasnasavás?". Simples, não?

Lourdes

É bairro mais valorizado da cidade, habitado por toda a classe média-alta de BH que não quis sair da região central para morar nos condomínios do fim do mundo. Ou seja, é lá que mora a zelite de belzonte. É repleto de prédios de luxo e de lojas onde as madames que moram no bairro vão gastar dinheiro à toa. Devido à altíssima concentração de madames mal-educadas, o bairro também apresenta uma enorme quantidade de merda de cachorro nas ruas.

Anchietanópolis

típica rua no bairro Anchieta

Este bairro que é comum entre as classes sociais:A, AA, AAA, B e BB; possui um enorme defeito, pois este é o único bairro do mundo em que se você entrar nele de carro, você nunca mais sairá, pois todas as ruas são contra-mão. Por exemplo, se você entrar na rua Grão-Pitangol e virar na avenida Paraguay, aí já era; desiste, vai a pé mesmo e deixe o seu carro para outro retardado que acha que vai conseguir sair desse labirinto sem saída. Então fica a dica, nunca entre neste bairro de carro, só vá a pé ou de ônibus.

Pampulha

Barraco faraônico do bairro de Pirituba-Tchumbada

O nome nasce da fusão entre o latim pan ("muitos", como em "pansexual") com o galês pulhaart ("headphone", como em "Princesa Leia"), derivando para o bretão antigo "Panpuliart", já nomeando um local (nas cercanias de Stonehenge) até chegar ao italiano "Ahhh! Pampuuuuglia!", trazido à cidade pelos primeiros mafiosos.

Tida por muitos habitantes beagazenses como "cidade paralela", a região da Pampulha foi inventada por JK em 2019 - o que explica o arrojo visual e o futurismo que permeiam os bairros que a compõem. Não abriga patricinhas o suficiente para ser considerada um bairro de luxo e nem favelados o suficiente para ser considerada Zona Norte (ou Zeêni, no dialeto local). Dadas tais características, a Pampulha pode ou não ser, comprovadamente, um reduto cuja utilidade dúbia é cientificamente comprovada por pesquisas empíricas de eficiência semi-precisa.

O reconhecimento da Pampulha como "cidade paralela" se dá por alguns fatores cruciais, dentre os quais podemos citar:

A economia da Pampulha ainda é um mistério para o FMI. Ainda que continue se sustentando sobre seus principais alicerces históricos - a exportação de salões de beleza e os pet shops para jacaré -, não há indícios de um só estabelecimento comercial de outro gênero que tenha prosperado. Sabe-se que as variadas boutiques presentes na região são apenas passatempos montados pelas madamas do jet set lagoa-pampulhano. Entediadas com o fato de não morarem na Savassi e de terem de suportar aquela decadência pampúlica apenas sustentada no ar pelos mosquistos, abriram lojas de roupas como desculpa para viajarem à Europa frequentemente trazendo lançamentos (pela janela; da coleção passada; de estilista de terceira; "Europa" que elas falam é Portugal).

Dentre os estabelecimentos comerciais que podemos citar como fracassos nos últimos 2 meses estão:

Corredores disputando o Arrastão Internacional da Pampulha. Repare nas máscaras de oxigênio utilizadas devido ao terrível mau-cheiro da lagoa.

A razão para o desaparecimento de tantos estabelecimentos em tão pouco tempo ainda é um mistério, mas há especulações. Uma delas diz que toda a Pampulha foi construída sobre um acidente termonuclear da franco-maçonaria que transformou todos os quatis da região em mandris e todos os mandris da região em mafagafos. Como isso já faz tempo, todos eles já foram pro saco. Seus espíritos, desde então, vagam a esmo e alavancam ainda mais a falta de entusiasmo dos moradores com qualquer tipo de novidade que não esteja num bairro totalmente distante.

O mercado imobiliário da Pampulha é movido por dois fatores: o polímero de CDs e a cultura de mariola. No século XII, quando da colonização hispano-dinamarquesa e a verdadeira era das trevas pré-Quinzinho, Belorrorizante foi separada de duas formas: dentro da Contorno (terrenos pequenos muito caros na Zona Sul) e fora da Contorno (terrenos grandes muito baratos na Pampulha). Como previsto, os terrenos pequenos e muito caros se esgotaram num estalo de dedos, transformando a região Sul numa enorme favela de milionários, atualmente dominada pela criminalidade infanto-juvenil abonada de jovens infantes muito ricos que mataram os criminosos originais.

Os pobres e abastados dínamo-espanholitos que ficaram sem lotes decidiram, então, seguir um caminho alternativo. Compraram terrenos gigantescos por preços baixíssimos e construíram malocas faraônicas no meio do mato, iniciando o que viria a ser o bairro dos Bandeirantes (alusão ao fato de Espanha e Dinamarca serem países que possuem bandeiras).

Cquote1.png Com inveja e sem espaço, os habitantes da Zona Sul decidiram batizar uma mísera avenida com o mesmo nome do primeiro bairro da Pampulha, em tentativa de reafirmar sua falsa superioridade. Cquote2.png
Gerard Depardieu, crítico de videoblog e comentarista de baladas

Nova Pampulha: emergentes ou aproveitadores?

Com o surgimento do bairro dos Bandeirantes, a Pampulha foi inevitavelmente inaugurada com uma garrafa de cidra Cereser quebrada no trezoitão do primeiro assaltante. Entretanto, um fenômeno atual de conurbação semelhante ao que acontece na Grande BH teima em fazer com que bairros das redondezas sejam arbitrariamente considerados parte da revolucionária arquitetura da Pampulha. A este conjunto de bairros aproveitadores foi dado o nome de... Pampulha.

Para evitar futuras disputas territoriais e movimentos separatistas, abaixo temos uma lista dos bairros que NÃO fazem parte da Pampulha, facilmente reconhecidos pelo sobrehumano contraste entre terrenos baldios e empreendimentos titânicos:

Moda

Belo Horizonte é atualmente um pólo de moda internacional, com centros de roupas como o Barro Preto e o Prado Fundo. São comercializados itens luxuosos de importantes grifes, como os Jeans Xará, Akikiébom e Oiapoque.

Enquanto Gisele Bündchen carrega seu cachorro na bolseta, os cachorros de BH tem suas próprias bolsas, onde carregam seus hamsters.

Nas dependências de Belo Horizonte, é permitido usar oncinha, salto alto, batom berrante, cabelo oxigenado, moicano, decote e afins, por um preço mínimo: a fama de puta, tarado, louca ou arruaceiro. Ou seja, no fim você acaba se passando fácil por habitante local.

Entre os itens de moda masculina, destacam-se as camisetas Quicksilver, Billabong ou Volcom, as bermudas Quicksilver ou Lost e o veste-pé Nike Shoxx 12 molas.

Na moda feminina, os hits são a camiseta Roxy, a saia Roxy e o mesmo Nike Shoxx, agora em tons claros (inclusive no escuro).

A moda universitária local traz sandálias de couro genéricas, camiseta preta do curso de uma das 372 micro-faculdades sem habilitação desconhecidas (opcional vermelha com o rosto de Che Guevara) e calças jeans adquiridas no Centro em troca de programa. Não há diferença entre a moda universitária masculina e feminina, já que todas as meninas ao entrarem para a faculdade tornam-se sósias da Heloísa Helena.

Chapéus, pulseiras e adereços espalhafatosos não são permitidos pela polícia local, para que fique bem claro que em BH só é permitido se vestir de um jeito e ter um único comportamento-padrão. Ninguém vai gostar de você se você não seguir esse padrão. Com o intuito de unificar em definitivo os cidadãos, foi criado o pseudo-movimento "Eu Amo BH Radicalmente", de cujos eventos ninguém participa. Tal enganação destina-se apenas a movimentar uma rede de uniformes e acessórios que enfim trarão igualdade e disciplina, já que todos são obrigados a usar camisa e adesivos do movimento para serem reconhecidos na sociedade local, sob pena de expulsão excomunhão. Assim, se você não é nativo, pode adquirir sua camiseta e se transformar num autêntico beagazota.

A moda automobilística A nova sensação do momento são as chamadas pelos estilistas automobilísticos de
Granizo fazendo moda na cidade
ESTRIAS de Granizo, formadas pelo choque de pequenas grandes pedras de gelo que devastaram a cidade logo após o grande cataclisma, assim todos os veículos que se encontaravam em lugares desprovidos de proteção receberam uma nova forma na lataria, que veio como uma nova tendência, aqueles que não tiveram a sorte de estar com seus veículos automotores no sensacional dia torrencial hoje personalizam seu auto com marteladas de leve.

Acolhe também a instalação de belas luzes roxas sob o piso de seu Opalão, junto a uma terceira luz vermelha de freio, faróis azuis, talas brancas e à cor amarelo-simpson original dos veículos. Para quem assim desejar, a cidade oferece outros acessórios para tornar seu carro menos discreto (sirenes, folhagem, artilharia antitanque, etc). É curioso notar que a BHTrans instituiu há algum tempo a obrigatoriedade de adesivos das Meninas Superpoderosas na rabeira de todos os modelos populares, o que se tornou motivo de orgulho para os motoristas mais criativos da cidade, que antes detinham tal monopólio e hoje comemoram. "Finalmente somos todos iguais!" foi a frase mais ouvida na última reunião da APAE.


Altavista Vila

A faraônica torre Altavista Vila, que recebe em média 2,4 visitantes por dia mês. No detalhe, turista japonês descendo das cataratas dentro de um barril. Ao fundo, o antigo Ribeirão Arrudas.
A torre Altavista Vila hoje, depois da construção da Linha Verde por Aécio Never, que cobriu o leito do Arrudas do centro até Porto Alegre.

A maior torre da América Latina localiza-se no ex-Shopping Altavista Vila, construção faraônica criativamente inspirada no desenho animado dos Jetsons.

É um orgulho tão grande para a cidade que tiveram medo que a população vândala o desgastasse. Por isso, esconderam o monumento atrás de 118 montanhas, no logradouro de New Lima City (próximo ao Ceará), numa rua com 85º de inclinação - que é pra você não chegar de bicicleta mesmo, mané.

Também dotaram o magnífico empreendimento de um amplo estacionamento coberto, tão moderno que é revestido de cimento, o que justifica os R$42 cobrados por hora ou fração. Infelizmente, tal grandioso espaço costuma ficar invariavelmente vazio. O curioso é que a tal ladeira em frente esteja sempre lotada de carros estacionados - um verdadeiro enigma.

Em seu entorno, funciona o maior shopping center fantasma do mundo, único lugar onde empresas internacionais do porte do Cinemark, Subway, Pizzaria do Porpeto e Livraria Leitura fecharam suas portas numa velocidade superior ao The Flash com diarréia. Apenas o Hard Rock Café continua funcionando para os garçons, trazendo à periferia a pitoresca "Quinta-Feira Sertaneja", em vitoriosa turnê nacional. Cientistas e especialistas na minissérie Lost estudam as misteriosas causas electro-monetárias para tal falência múltipla.

No topo da grandiosa torre, foram instalados um mirante - do qual se pode observar Belo Horizonte de binóculos a uma distância de 25 minutos-luz - e um bungee-jump feito de queijo de trança. Para acesso à torre, são cobrados o binóculo, a subida, o queijo, a trança, o bungee, o jump, a alta, a vista e a vila. Há rumores de que se vá cobrar também pelas máscaras de oxigênio utilizadas no local (devido ao ar rarefeito), afinal, o preço da matéria-prima tem subido muito.

Assim como todo monumento faraônico que se despreze, a torre já está devidamente esquecida pela população, depredada e abandonada - sem falar que, mesmo com aquele tamanhão enooogme, não pegou ninguém e ficou pra titia.

Grande Cataclisma

No dia 3 de junho de 2006, Belarizôntica foi a única cidade no mundo atingida pela terrível chuva de meteoros saída do rabo do cometa Halle-Berry. Infelizmente, um dos maiores pontos arquiteturísticobalamino-paisagísticos da cidade, a famosa Prasda Liberdade, foi quase inteiramente destruída.

Milhares de mortos e dezenas de feridos (muitos cachorros, centenas de cavalos, dúzias de vacas e toneladas de galinhas) deixaram a rala população belazirôntica limitada a apenas algumas centenas de indivíduos (incluindo cachorros, cavalos, além de vacas e galinhas da Tradicional Família Mineira, que, infelizmente, sobreviveram e não fariam a menor falta).

Apesar de o Palácio da Liberdade-Igualdade-Fraternidade ex-situar-se na zona onde choveu meteoros mais intensamente, nem Aécio Never ou qualquer um dos Super-Amigos sofreu algum dano. Como de costume, o governador estava fora de Minas Gerais no sábado fatídico. Testemunhas apontam que ele se encontrava em Copacabana ou Ipanema, dependendo de pra qual carioca você pergunta.

Abaixo, é possível ver um vídeo amador feito por turistas e encontrado nos destroços. Fragmentos do protagonista foram encontrados em Confins do Judas e no vilarejo próximo de Paraíso das Piabas.





v  d  e h
AS FANTÁSTICAS MINAS GERAIS DO PÃO DE QUEIJO
O mapa de Minas Gerais incluindo possessões, territórios intra e ultramarinos e províncias autônomas e rebeldes, além é claro dos TREM (Territórios Remotos do Estado de Minas)
A bandeira de Minas Gerais com a inscrição em latim "Causeus Quae Sera Tamem" que significa "Queijos, ainda que à tardinha!"

Notas:
  1. Possui status de território autônomo de Minas Gerais
  2. Doada por José Serra em 2007
  3. Juiz de Fora foi cedida ao Estado do Rio de Janeiro por Aécio Never em 2003 em troca de Cabo Frio. Vide Guerra Mineiro-Fluminense
  4. Governador Valadares foi vendida aos Estados Unidos por Aécio Never e Lula em 2005 em um acordo com George W. Bush para acabar com a imigração ilegal, passando a ser um território colonial americano com o nome de "American Outland District of Walladars Governator"
  5. A existência de alguns municípios não foi confirmada cientificamente
  6. Províncias conhecidas como TREM - Territórios Remotos do Estado de Minas
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