Belém

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.

Ir para: navegação, pesquisa
Se vandalizar,Rambo vai descarregar essa belezinha no meio da tua fuça!
Casa de Caboco
Belém vive no Meio do Mato!
Esse artigo fala sobre algo que esta localizado no mato e provavelmente vai te levar para o Lado Verde Escuro da Força.
Mas se vandalizar, Rambo vai meter uma flecha no meio da tua fuça!
BandeiradoPara.jpg
Bandeirapara.jpeg

Agora me deu medo!!!

Belém é mais um nativo desse estado pai d'égua que é o Pará! Te manca da parada?
Então, mermão, deixa da tua fuleiragem e aproveita pra tomar um Tacacá enquanto tu estás lendo!

Fogo.jpg
Fogo mov.gif
FIRE IN THE HOLE!!!
Este artigo é queeeeente....

Beba uma Coca-Cola gelada ou morra!
...Ligue o ar condicionado no máximo! Se não tiver ar condicionado, só lamento...

Belém, em dia de pouca chuva
Jesus, retornando à sua cidade natal
Belém é conhecida por ter as ruas mais limpas do Brasil
U Cão foi quem butô pá nóis lê

Cquote1.pngVocê quis dizer: Belém da Cisjordânia?Cquote2.png
Google sobre Belém
Cquote1.png É minha! Toda minha!! E ninguém toca!! Cquote2.png
Jáder Barbalho sobre Belém e tudo que estiver no Pará
Cquote1.png Capital de uma Sicília verde cada vez menos verde Cquote2.png
Lúcio Flávio Pinto sobre Belém
Cquote1.png Isso e muito mais você só vai encontrar em Belém do Parááááá Cquote2.png
Joelma do Calypso sobre Belém
Cquote1.png Experimente também: Pastel de Belém Cquote2.png
Google sobre Belém
Cquote1.png Cooorageee Cquote2.png
Christian Pior sobre Belém
Cquote1.png Muito obrigado, mas prefiro receber um cartão postal Cquote2.png
Comercial da Record News sobre Belém
Cquote1.png O Cão foi quem butô pra nóis bebê Cquote2.png
Jeremias sobre açaí
Cquote1.png E hoje teremos chuva em Belém... Cquote2.png
Previsão do tempo diária sobre Belém
Cquote1.png A solução é a E-DU-CA-ÇÃO Cquote2.png
Cristovam Buarque sobre povo de Belém
Cquote1.png MWAHAHAHAHAHAHAH! Cquote2.png
Manaus sobre copa de 2014
Cquote1.png É uma cidade ótima pra se viver! Cquote2.png
Cascão sobre Belém
Cquote1.png Nem eu aguento esse povo porco Cquote2.png
Luiz, o espalha lixo sobre Belém]]
Cquote1.png Você pode definir Belém como a cidade do filho de Deus e do calor da terra do Diabo Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Belém
Cquote1.png Isto non ecziste! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre temperaturas abaixo de 30 graus em Belém
Cquote1.png Of preibói em Belém eviftem por culpa da Zelite Cquote2.png
Lula sobre o grande número de playboys em Belém
Cquote1.png É uma cilada, Bino! Cquote2.png
Pedro sobre um pedido para transportar carga até Belém
Cquote1.png Esta terra tem mangueiras / onde canta o urubu Cquote2.png
Gonçalves Dias sobre Belém
Cquote1.png Ahn?? Cquote2.png
Caboco que desconhece Gonçalves Dias, da citação acima (e ficou sem entender a piada)
Cquote1.png Use filtro solar!! Cquote2.png
Pedro Bial aconselhando os que moram ou vão para Belém
Cquote1.png Essa turminha do barulho vai se meter na maior roubada em uma cidade de altas temperaturas que até Deus duvida!! Cquote2.png
Narrador da Sessão da Tarde sobre turistas indo para Belém
Cquote1.png Tirem essa roupa da Makell e essa camisa roxa do Remo de 1995! Vocês são muleques!! MU-LE-QUES!! Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre cabocos
Cquote1.png E vocês, tirem essas roupas da Gucci e da Diesel, seus playboyzinhos de merda! Cquote2.png
Capitão Nascimento, agora sobre playboys belenenses
Cquote1.png E o senhor aí, tira esse jaleco que tu não é médico, tu é muluque!! Cquote2.png
Capitão Nascimento, desta vez sobre Duciomar Costa os açougueiros do PSM da 14
Cquote1.png Na União Soviética, as aparelhagens se emputecem com VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Belém e suas aparelhagens
Cquote1.png Que tal minha roda aro 19 e meu carro importado?? Cquote2.png
Playboy belenense sobre seus "brinquedos" à outro playboy
Cquote1.png U Cão foi quem butô pá nóis lê Cquote2.png
Jeremias José sobre Diário do Barbalho e O Marginal


Belém do Pará(ou Belém do PARIL) é a cidade estado sede do governo do Velho Centro-Oeste Brasileiro (vulgo Pará), Belém também é conhecida por "terra de ninguém" ou "Calixolândia". Fundada durante o processo de conquista do Centro-Oeste Selvagem, a cidade possui a população fundamentalmente composta por uma mistura de cabocos - sem "L" mesmo! -, netos de portugueses, netos de japoneses de Tomé-Açu, netos de libaneses, netos de judeus, filhos de fazendeiros de Paragominas (ou Paragobala) - que na verdade são do sul -, jagunços, cantores de brega e gente preguiçosa.

Além de todos esses, encontram-se ainda grande número de maranhenses pobres despachados pelo Sarney para que este pudesse reformar São Luís, podendo ser encontrados em campos de refugiados como a invasão Che Guevara, Pratinha, e todo e qualquer lugar que você paga para entrar e reza para sair. Também é o lugar original do qual se baseia a série "Lost". É conhecida como a Capital Mundial dos Urubus, dos cachorros vira-latas sarnentos, das calçadas esburacadas (imagina as ruas então...) e dos artistas circenses de sinal de trânsito. Ainda conhecida como Cidade das Mangueiras, teria um rótulo mais condizente se fosse Cidade das Filas Duplas (ou Triplas!).

Os esgotos e bocas de lobo são abertos até mesmo em bairros considerados nobres, o que torna impossível estacionar próximo a calçada, o que faz o belenense estacionar em cima dela.

Índice

História

Belém se constituía apenas num pequeno litoral do rio Cudomá quando Jesus nasceu na cidade, uns anos antes do ano 0 cristão. Mas logo depois Ele se mudou pra Nazaré com Seu Zé e Dona Maria. Os demais habitantes de Belém (umas 40 pessoas; se hoje a cidade é um ovo de codorna, naqueles tempos era o gameta de um fitoplâncton) que não foram mortos pela dominação romana diasporaram pelo mundo. A cidade, então, passou a ser habitada por tribos filisteias (que dariam origem aos atuais descendentes de libaneses na cidade) lideradas por patriarcas como Zaidan, Saliba, Mutran, Massoud, Xerfan, Nasser/Nassar, Ruffeil, Hosn, Salame, Tuma, Gorayeb, Kalume, Sefer, Kahwage e Chamié, dentre outros.

Nota¹: com a expansão da cidade, Nazaré foi anexada e hoje é um bairro. Foi lá que Jesus formou sua gangue, realizou milagres (como ter transformado água em Cerpa num quinzola - há relatos apócrifos que dizem ter sido numa festa de aparelhagem), foi traído (arrependido, Judas teria feito uma peregrinação até o Acre, lugar onde perdeu as botas), morreu (carregando uma cruz no calorzão de meio-dia também...) e ressuscitou (diz-que...).

Nota²: Jesus realmente não era o branco caucasiano popularizado pela Igreja, mas tampouco era negão, como alguns creem. É óbvio que, como todo belenense naquela época, ele só podia ser índio!

A partir de 1616, inicialmente como um Forte Apache às margens do rio Cudomá, a cidade foi ocupada pelos europeus, dentre eles, judeus locais e outros que fugiam da falta do que fazer no Marrocos - também tendo seus patriarcas, como Maneschy, Haber, Bentes, Benchimol, Sicsú, Serruya, Barcessat, Bemerguy, Tobelem, Benzecry, Unger, Levy, Elmescany, Assayag, Hatchwell (corruptela pomposa para Hachuel) e outros. Daquele ano até a década de 20 do século XIX não aconteceu porra nenhuma de interessante; em 1822, entretanto, Belém e todo o Grão-Pará (que, apesar do "Grão" no nome, era imenso, abrangendo toda a região amazônia brasileira - menos o Acre, é claro) recusavam-se a reconhecer a Independência do Brasil forjada por Dom Pedro I, razão pela qual a cidade foi bombardeada por tropas de mercenários ingleses financiados pelo imperador, liderados por gringos de nomes legais como John Pascoe Grenfell e Lord Cochrane, esmagando assim a resistência (existente devido ao grande número de portugas na cidade - ver Ruas de Belém -, cujos descendentes são expressivos até hoje, embora poucos ainda torçam pela Tuna Luso). Mas foi só D. Pedro abdicar que os ratos fizeram a festa: uma década depois, eclodiu a Cabanagem, a única revolta regencial em que o povão conquistou o poder (por isso é apenas lembrada nos livros escolares, e não estudada, nem mesmo aqui), só para serem de novo ferrados pelos mesmos gringos de dez anos antes.

No final do século XIX Belém experimenta um enriquecimento meteórico com o Ciclo da Borracha. Com os lucros do comércio, a cidade se moderniza aos moldes europeus, chegando inclusive a ser a 3ª cidade mais importante do país (atrás do Rio e Sampa), sendo chamada naqueles tempos da Belle Époque de "Paris n'América". Produções teatrais e cinematográficas europeias, como Emmanuelle, Garganta Profunda e Sylvia Saint, aportavam primeiro em Belém, onde eram encenadas/exibidas no Theatro da Paz ou no Cinema Olympia (o mais velho do Brasil ainda em atividade), para só depois seguirem para o Sul. Por aqui também o renomado DJ Carlos Gomes viveu seus últimos anos. Mais alguns judeus chegariam à cidade, com o movimento sionista, fugindo do antisemitismo europeu. No início do século XX, entretanto, o Ciclo da Borracha acaba entrando em colapso devido aos (advinha quem?) ingleses, que fabricam o corretivo, que, ao contrário da borracha, pode apagar anotações feitas a caneta. E a cidade se fode mais uma vez.

Mas o que era ruim piorou: ao longo do século, nasceram e/ou viveram pela cidade pessoas como Jader Barbalho, Jarbas Passarinho, Edmílson Rodrigues, Hélio Gueiros, Carlos Santos (um Sílvio Santos falsificado), Duciomar Costa (atual prefeito, que tem um diploma falsificado de médico), Fafá de Belém, Dira Paes, Nílson Chaves, Banda Calypso, os Maiorana (os Marinho do Pará), Vic Pires Franco, Arthur Tourinho, Ana Júlia Carepa, Almir Gabriel, Sandro Goiano e Carlos Lucena. O que poderia ser a salvação, o nascimento do jogador de futebol Sócrates (esse realmente virou médico), não deu em nada, pois ele logo se mudou pra Sampa (seu irmão Raí nasceu por lá), onde jogou no Corinthians. Para o mesmo estado, mas pra jogar no Santos, foram embora (pra nunca mais voltar, como é o sensato a se fazer) outros possíveis salvadores, o abaetetubaense Giovanni, o monte-alegrense Lima e o ananindeuense Paulo Henrique Ganso.

Tema de uma das últimas versões do game Grand Theft Auto, a cidade, ultimamente, brigava para ser uma das sedes da Copa 2014. É claro que não surpreendeu ninguém que não tenha sido escolhida, mesmo tendo surpreendentemente sediado o Fórum Social Mundial em janeiro de 2009. Antes disso tudo, a última vez que havia sido notícia mundial foi dois anos antes, com o término da maratona aquática de um desocupado que se meteu a nadar todo o Rio Amazonas, o esloveno chamado Martin Strel, que muitos duvidaram que fosse realmente esloveno por não ter "ic" no final do sobrenome.

Shoppings

Castanheira Shopping Center : Vulgo "cabonheira" shopping. É o lugar mais distanciado do centro, pra onde as pessoas das classes F,G,H,I ... Z vão. É um lugar repleto de cabocos, indies, pobretões, favelados, emos e ladrões. Antes do cinema do Iguatemi ser inaugurado, esse fim de mundo atraía os preibóis da "zona sHiKiIi" da cidade (vulgo Umarizal) que queriam ver filmes super atuais como A Lagoa Azul. É considerado o maior (ou menos menor) shopping da região norte (vulga "aldeia indígena"), mas ninguém nunca confirmou isso, já que nunca se conseguiu chegar vivo à outros lugares do norte brasileiro.

Iguatemi Pátio Belém Shopping Center : Este é o shopping (shopping?) "orgulho dos preibóis" paraenses, já que aqui só entram pessoas das classes A+, A, Muito A e B (preibóis pobres). Todos os domingos, o agradável lugar se torna um emocódromo, já que os MiGuXiNhOs resolvem se encontrar aí pra conversar, alisar a franja, soltar a franga ou simplesmente fumar um baseado antes que algum sergurança ou preibói dedo-duro os denuncie. Com a abertura dos novos cinemas, o cubículo de cinco andares (vulgo estacionamento) ficou lotado e hoje é impossível arranjar uma vaga neste shopping antes de 48 horas de tentativas. Hoje foi renomeado para Pátio Belém, um nome muito nada a ver e que não chama a atenção. Segundo psicólogos formados na UFPA (moradores do "merroba") as crianças terão sérios problemas psiquiátricos pela escolha do nome, pois o shopping do "coração da cidade" não tem muito a ver com fato de ser pátio. Mas já que Átrio esquerdo Belém ou Ventrículo direito Belém seria muito complicado resolveram chamar shopping de pátio mesmo.

IT Center Shopping : Mais um cabocódromo, que na verdade, nem é um shopping, tem só isso no nome para parecer mais stáili, já que por aí funcionam umas míseras lojas que pagam 10 reais por mês para os empregados, que são forçados a trabalhar 23 horas e 59 minutos por dia debaixo de um frio infernal (que para os paraenses é igual a 2181826321°).

Boulevard Center : Novo shopping que vai ficar na zona preibóiesca da cidade, no meio de um bairro (vulgo bordel) onde só existem prédios luxuosos de R$8122634127542673219,69. No mais, servirá para reunir camelôs do Paraguay interessados em gerar uma grana preta sem fazer muito esforço.

Clima

Cquote1.png Nas outras regiões dia ensolarado com chuvas no fim da tarde. Cquote2.png
Moça do tempo sobre clima de Belém

Em Belém existem dois climas bem definidos, em duas diferentes estações: a que faz calor, com chuvas e ar abafado, e a que faz MUITO calor, com rios de chuva e suor escorrendo pelas calçadas. São elas:

Portanto, se você acha que estar na floresta amazônica é sinônimo de conforto climático, esqueça: ao contrário de outros infernos-na-terra tropicais como Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT), NUNCA faz frio em Belém. E, devido ao esfrega-esfrega com o matagal (ops, a floresta), a umidade relativa do ar é MUITO, mas MUITO alta.

Migração

Típica caboca do Pará

Os nordestinos, que migraram para o Pará na época da borracha e mais recentemente do Maranhão, constituem, junto com os cabocos - que também vieram do interior - grande parte da população de Belém. Habitam diversos bairros campos de refugiados como a Pratinha, Che Guevara, Terra Firme, Benguí, Guamá, dentre outros. Ou seja, só lugar de nome bonito que você não deve chegar nem perto, pois, como citado acima, é do tipo que se entra vivo e sai de lá só no carro do IML. Os cabocos também são um exemplo de beleza, com esta sendo comparável apenas a da mulher nordestina. O povo é mal educado, burro, e sem noção do mundo, além de serem uns bandos de mal elementos que vão encher os presídios de Manaus, já que nem pra ser ladrão os manauaras servem. A maioria deles nunca saiu da cidade. No máximo, foram até Salinas em ônibus de piquenique. Para este pessoal, Belém é uma das sete maravilhas do mundo. Aqueles que saem costumam não voltar mais, pois ficam deslumbrados com as belezas e com a qualidade de vida fora do estado. A maioria das fêmeas cabocas têm o rosto redondo (ver foto ao lado).

Como dito, em Belém não há ódio entre judeus e libaneses. No caso específico desses dois, muito pelo contrário!
Um dos poucos dados positivos é que Belém é um dos poucos lugares no mundo onde pessoas de origem judaica e libanesa (importantes minorias étnicas da cidade) convivem em paz, principalmente ao adentrar nas festas de 15 anos (os quinzolas) como penetras. Há também um pequeno número de japoneses, que trouxeram na bagagem os Kumons que existem em Belém - há inclusive um zaibatsu na cidade, o Yamada (o quê que é zaibatsu? vai no Google - ou no artigo sem graça da Wikipédia!).

Trânsito

O trânsito de Belém é um caos. É comum observar veículos sem usarem o lacre na placa traseira. Muitos carros são emplacados no Tocantins, onde o IPVA é mais barato. Até os carros oficiais do município. Os motociclistas (em parte são policiais militares) retiram a placa de identificação do veículo, quando não a entortam ou pregam um adesivo para não serem identificados. Circulam pela cidade sem capacete, na contramão ou sem possuir permissão para dirigir. O motorista que transita ao seu lado muda de faixa sem ao menos se dar ao trabalho de olhar para o lado. Isso quando a rua tem faixa; a maioria só tem riscos de giz da perícia, que além de péssima, é particular. Além disso, em Belém vigora um artigo não-escrito do Código de Trânsito: ele diz que, se ligar o pisca-alerta, pode parar em qualquer lugar, pelo tempo que se quiser, mesmo que forma filas duplas (ou mesmo triplas).

As calçadas também merecem destaque. Onde os belenenses iriam guardar seus entulhos? Degraus enormes, lixo, fazem com que a população ande no meio dos carros, fazendo a festa do que querem ver todos os índios da cidade mortos. Chamar aquilo de calçada é piada. É mais confortável para o pedestre andar na borda da pista, pois o esforço de andar em calçadas mal cuidadas, desniveladas e sem um padrão de altura e largura torna ainda mais árdua, a tarefa de caminhar pela cidade.

Os motoristas de ônibus em Belém são capacitados em um curso avançado para jogadores de Need for Speed (em nome apenas, pois os cabocos ainda não conhecem Burnout), cuja formação os capacita a tentar ser os mais perigosos possível, com alguns tendo um curso de extensão em GTA. Confiam no seu tamanho e se mostram pouco preocupados se sua manobra perigosa põe em risco a segurança dos demais usuários da via. Vale ressaltar a linha de ônibus de cabocos Sacramenta (vulgo Sacrabala), que é conhecida por nunca parar em ponto algum, e que para entrar é necessário pular e para sair também. Enfim, dirigir em Belém dá a mesma sensação como se estivesse praticando roleta russa, pois ninguém sabe o que há de vir. Andar de bicicleta pela cidade é o mesmo que pedir para morrer.

Vendo o estado de calamidade pública e completo detrimento no qual se encontra Belém, "os maninhos" tiveram uma ideia: candidatar a terra de Jesus a sub-sede da Copa do Mundo de 2014. Assim os recuros entrariam, as obras seriam superfaturadas e todo mundo ficaria feliz. No entanto o tiro saiu pela bunda da cuia de tacacá e "os maninhos" tomaram uma bela rasteira do seu conterrâneo e governador do Estado "hermano", Dudu Porradeiro que, entre puxa-saquismo ao Blatter e a venda da Amazônia para a Coca-Cola e a Sony, encheu o povo baré de alegria: levou a copa pra Manaus e ainda lascou um cotoco muito bem dado no rabo dos paraenses, que ficaram revoltadíssimos com a não escolha de Belém como sub-sede. No entanto, sabemos que Belém não teria as mínimas condições de sediar o Mundial: a cidade é uma verdadeira terra de ninguém, os pobres vivem na mais absoluta miséria, as ruas são verdadeiros esgotos a céu aberto, o povo é mal-educado, a violência tomas as ruas de Belém, e quando se grita "pega ladrão!" nas ruas de Belém, todo mundo some.

Segundo os jornais de Belém da Cisjordânia, os grandes culpados pela derrota para a vizinha e desafeto Manaus (acreditem, as duas parecem duas putas brigando por causa de ponto na esquina!) foram o prefeito Duciomar Costa e a governadora Ana Júlia Carepa que, por não ter força política nenhuma (na verdade, ela não passa de uma tiazona que se acha patty), pediu ao Presidente Mula Lula chorar pro Blatter mandar a Copa pro muquifo de cidade no entanto o Blatter preferiu levar a copa pra Manaus que, com todos os problemas causados pelos próprios paraenses, que invadem a cidade em busca de comida e emprego, consegue ser a menos pior do Norte.

Mas pior que perder a vaga de sub-sede pra Manaus é ter a reputação manchada em escândalos nacionais que fuderam de vez a imagem já manchada da cidade. Sério, o local é uma putaria só: bebês morrem na maternidade, mãe vende filha por R$ 500, a Câmara de Vereadores, à noite, vira um bordel... E por aí vai. Resumindo: a cidade é uma bela, grande e fétida merda que se instalou na buca do Rio Amazonas.

Futebol

Futebol em Belém é como árabes e palestinos, EUA e Bin Laden, Jáder e ACM. Em dia de jogo, é melhor nem sair de casa, pois é quando as facções terroristas torcidas organizadas resolvem sair de seus becos para brigar.

O chamado Re x Pa, a grande rivalidade da cidade e do Estado, é um dos clássicos mais equilibrados do país, fazendo com que ambos os lados discutam acaloradamente (no mínimo, perto de vias de fato) para definir qual dos dois times é o menor pior, pois a situação de ambos é desoladora. Vejamos:

De certa forma, comparando ao clássico mineiro, o Remo estaria para o Atlético (apesar de este ser listrado) e o Paysandu, para o Cruzeiro (apesar de este ser todo azul). A Tuna Luso, talvez consiga estar em pior situação, pois não mete mais medo em nenhum dos dois; pelo contrário, atrai até a simpatia deles. Terceira força em títulos e tradição e bem atrás dos dois "grandes", seria o América, se mantivermos a comparação com o futebol de Minas.

Pontos Turísticos

Ver-o-peso

Bairros

Por ter sido constituída historicamente à base da cagada, Belém possui todos os traços de uma metrópole pós-colonial, sem nenhum planejamento urbano e com problemas estruturais latentes e insolúveis. Apesar de interligados, os bairros da cidade têm aspectos próprios e às vezes geram contrastes sociais que, igual, só há na Zona Sul do Rio de Janeiro. É possível separá-los em quatro grupos ou "zonas":

Educação??

Colégios

Grande parte nativos não são muito afeitos ao estudo. Os poucos que sobram, são iludidos pelos colégios que pairam pela cidade.

Ensino Superior

As quatro universidades mais prestigiadas são duas públicas (UEPA, conhecida como "colejão", e UFPA, caída aos pedaços e repleta de urubus e lixo, no meio de uma favela) e duas particulares (Cesupa e Unama, onde o critério de admissão é a conferência do contra-cheque). Há também uma terceira pública, a UFRA, que ocupa uma área enorme e só tem três prédios, também caindo aos pedaços. Das demais, praticamente todas são uma aliteração sem fim de "Fa": Faci, Facid, Fibra, Fap, Fapan, Fapen, Feapa, Fabel, Faculdade Ipiranga, Faz, Famaz e Fama, havendo também Iesam, Esamaz, Esmac e outras tantas cuja taxa de inscrição e mensalidade consistem na doação de 1 kg de alimento não-perecível. As mais desesperadas atrás de alunos são normalmente as que permitem aos candidatos agendar a própria prova, tradicional ou eletrônica (!). As lendas (algumas realmente verdadeiras) mais significativas sobre os níveis de algumas destas:

Ruas

As ruas, avenidas, travessas e vilas de Belém têm como fator comum seu mal-asfaltamento, as suas calçadas desniveladas, emporcalhadas e exalando fortes essências à base de ureia humana e/ou canina, além de suas valas transbordáveis, com plantas asquerosas nas margens. Mas podemos dividi-las em vários tipos. Esta classificação é quando à nomenclatura:

Modinhas

Em Belém,como sabemos, os cabocos estão sempre fazendo caboquices. As modinhas da cidade são sempre cafonas e pipiras. Sempre alguém se encaixa em um perfil destes colocados abaixo:

Nesse mesmo contexto, há também os 'New Ravers' que consistem, na sua maioria,em pattys(lésbicas)que usam ray-ban wayfarer falsificado e roupas coloridas ridículas, meninos(gays) com lenços no pescoço e calças coloridas, crentes que vão aparecer no site do Cobra Snake, esses escutam Klaxons, Crystal Castles e Justice porque toca na 'balada'. Tirando isso, a parcela restante (cerca de 0,001%) ouvem Sonic Youth e Velvet Underground e se acham superiores por causa disso, mas não passam de alienados musicalmente. Resumindo, são pessoas burras, influenciadas, alienadas, que vivem na 'balada' pagando de drogadinhos e bissexuais.E por fim temos a modinha mais mal sucedida de todas,é a modinha "Malokera",são aqueles que ficam o dia todo caindo andando de Skate nas ruas cheias de buracos, e são interrompidos a todo momento por algum acidente que ocorre,ou assalto perto dalí.Vivem com um MP3 fuleira comprado em uma barraca do VER-O-PESO escutando bandas como blink-182(das antigas),Charlie Brown Jr.(das antigas) e Raimundos(das antigas).

Vida Noturna

A noite de Belém tem muitas festas de aparelhagem, que são "bailes" de brega, forró e tudo que não presta mais, com grandes estruturas que mais parecem naves espaciais , para onde as classes C, D, E, F, G, H, I, J...etc vão no fim de semana, deixando a cidade vazia e livre de assaltos, roubos, sequestros, furtos e etc.

Quando não é isso, há uma imensa concentração de filhinhos de papai e playboys em seus carros importados circulando pela noite atrás da festa que vai "bombar", como eles próprios dizem; ou vão para os barzinhos pé-sujo da Almirante Wandenkolk e arredores. Já os eupátridas da cidade (que nada mais são do que os pais dos playboys) à noite se reúnem, quando não em seus domínios, no Boteco das Onze ou no Mangal das Garças. Os fuderosamente poderosos também vão ao La Vie En Rose, onde altas surubas ocorrem.

A comunidade indie teve um aumento significativo recentemente, onde o Ibama, até o momento, está conseguindo evitar a superpopulação, restrigindo-os (por enquanto) aos festivais da Serasgum. Há um número considerável de emos em Belém (associado ao crescente número de otakus), que de uns tempos pra cá começaram ser facilmente vistos em lugares como o Café com Arte e o Shopping Iguatemi, porém as medidas do Ibama e dos pais antes desavisados foram efetivas e a superpopulação foi evitada (quer dizer, quase!).

Outro problema atual é a epidemia de pagode entre os playboys. Em todo lugar que se olha a noite está tocando pagode com pagodeiros no meio. Outra epidemia que está se alastrando é a de Rebelde nos cabocos (verdadeiramente dito um bando de desocupados!). Isso foi considerado um grave problema da cidade em relatório recente da ONU. Outro dado bastante preocupante é o do caboco que tornou-se emo: como são pobres para fazer uma chapinha decente, eles apelam para umas melecas que tornam os cabelos petrificados e de aparência grudenta. Quando também se metem a querer deixar o cabelo loiro, utilizam umas substâncias (como descolorante de farmácia ou tinta guache) que acabam deixando-no mostarda.

Barzinhos e Casas Noturnas


Uma importante observação sobre Belém, um detalhe precisa ser destacado sobre a qualidade do atendimento que as empresas em geral oferecem. O atendimento ao consumidor é muito ruim. Atendentes grosseiros, antipáticos e mal educados já estão fazendo a fama de Belém pelo Brasil afora.

Para quem não é de Belém e está na cidade, um mês é suficiente para se perceber isto. Os serviços essenciais e não essenciais são precários. Talvez isso explique a razão de alguns se sentirem no direito de tratar os consumidores como se estivessem lhes fazendo um favor. Quando não é a grosseria, é burrice a falta de treinamento. Por exemplo, no restaurante o garçon traz a bebida, mas não traz os copos. Traz a comida, mas esquece de levar os talheres. Mas os moradores da cidade nem se tocam para isto, pois nasceram vendo as coisas assim, por isso acham normal.

Música

capa de um disco do Stress, repleta de simbolismos em relação à temperatura da cidade

Belém é a cidade de Joelma e Chimbinha, integrantes da Banda KY, ou melhor, Calypso. Começaram tocando seu brega nos becos úmidos, fétidos e quentes de belém, onde tiveram seu talento descoberto, sendo uma das piores bandas do universo. Como já foi dito, há um grande número de pagodeiros na cidade, o que ultimamente é a moda do momento, principalmente entre pattys e playboys. Quando não é isso vemos os paraíbas, que são uma herança maldita deixada pelos nordestinos, muito conhecidos no eixo Sul-Sudeste, onde aparecem com seus carros entupidos de caixas de som tocando o hit do momento (na concepção deles), um forró grudento e irritante, enquanto bebem cerveja e dançam sem parar e acham que estão arrasando. Possuem um ritmo característico, o carimbó (???), que é uma mistura de dança do sol (já que não para de chover) com sinal de fumaça, enquanto os índios rebolam os traseiros.

Nos anos 70, surgiu em Belém a primeira banda brasileira de metal, chamada Stress. Os músicos que não morreram de fome acabaram morrendo de estresse, já que não tinham o que fazer em Belém no anos 70. Muitos formaram a a banda "zona rural" que era uma merda, tocava música escrota, e ainda se diziam os pais do heavy metal mesmo cantando zezé di camargo e luciano.

Aliás, pode até não parecer, mas Belém também tem suas bandas emo, com destaque especial para Mocotó Elétrico e Núcleo R2. Aliás, Heavy Metal em Belém é um fenômeno obscuro. Como sempre puxando para o lado terceiro-mundista, as bandas de heavy metal são na verdade "protesto contra os excluídos", com letras mal escritas em inglês, bucefalia em grau avançado, música malfeita e bandas cujo nome saíram de filmes de terror baratos.

O povoado de Belém também ficou em festa com o mais novo sucesso do local. Francisdalvo dos Prazeres, natural de Cametá e radicado em Belém há 24 anos, foi escolhido para ser o mais novo integrante da banda Village People. Encarnará um tipo de personagem chamado "catador de açaí", o qual se integrará aos demais já existentes. A expectativa é enorme porque nunca uma expressão artística caboca alcançou prestígio internacional.

Kimi Räikkönen após escutar nos seus fones de ouvido os primeiros segundos de um tecnobrega

Tecnobrega

Junto com o pagode, uma das piores invenções recentes da música ocidental, ou pelo menos da música nortista brasileira. Também conhecida como um sintoma de bucefalia.

Basicamente conhecida como tecnocorno ou Tecnocorno Music, ou ainda simplesmente como Música de Corno Chique, basicamente retrata uma coisa: a frustração sexual e altamente boiolística de um caboco que foi traido novamente por uma puta e, em vez de sair pra pegar outra mulher, fica se lamentando feito uma bicha louca.

Invariavelmente presente entre podres metidos a besta que acham que estão "bombando" com aquela lata velha que eles insistem em chamar de carro, andando pelo caótico trânsito de Belém, ouvindo uma música de corno manso e sentindo-se o mais machão de todos... Mesmo assumindo publicamente que é um chifrudo de marca maior.

Em dias de festas dessa porra de música, não passe perto dos lugares onde a festa ocorre: o número de bandidos, viciados em drogas, portadores de doenças sexualmente transmissíveis e todo tipo de caboco safado e nojento estará lá em um verdadeiro louvor e culto de cornos mansos e igonorantes. Se mesmo assim você insistir em passar perto, por qualquer motivo, aconselhamos o uso de coletes à prova de balas, lança-chamas, escopetas, lança-mísseis e um bom tapa-ouvidos.

O ritmo é considerado sagrado pelos cabocos, sendo uma das formas de culto local nas já citadas festas de aparelhagem. Nestas festas, são colocadas milhares de caixas de som lado a lado que começam a tocar os "hits" de tecnobrega vendidos pelos camelôs no centro da cidade.

Depois, um caboco para servir de "DJ" com um microfone, e que mais parece animador de festa infantil, mandando abraço pra Deus e o mundo.

Some-se a isso uma versão shareware do Traktor, que pode ser baixada gratuitamente no site Superdownloads (mixagem nem pensar!! O programa é para fazer a lista!) e milhares de vinhetas canalhas gravadas no quintal de casa. Assim se tem uma perfeita festa de aparelhagem.

Se você, belenense, não gosta de tecnobrega, azar o seu, porque todo pobre igonorante, ladrão, vagabundo e safado que more na cidade gosta, e vai não apenas escutá-la, como também o fará em um volume mais alto do que uma bateria de escola de samba. Caso você não goste e não queira se acostumar mesmo assim, existem algumas coisas que podem ser feitas para amenizar seu sofrimento:

  1. Isole-se em um quarto (de preferência o seu) e coloque o rock mais pauleira que você tiver (ou qualquer outro tipo de música que você curta), no volume mais alto possível. Ainda que não sirva para neutralizar os cornos que ouvem tecnobrega, pelo menos você não sente os efeitos.
  2. Vá ao Aeroporto, é o único lugar da cidade sem a menor chance de você ouvir essa porra de música.
  3. Tranque seu quarto, ligue o ar-condicionado no máximo, e os ventiladores idem.
  4. Tome cerveja (ou qualquer outra coisa que possa deixá-lo inconsciente) até cair...
  5. Vá à zona. Mesmo que lá você ouça essa porra, pelo menos vai se divertir...
  6. Use um bom protetor auricular.
A aparelhagem Águia de Fogo

Receita para se tornar um famoso "DJ" de aparelhagem

Para se tornar um ídolo do tecnobrega não é preciso muito (se quiser, você pode até utilizar os mesmos passos pra criar algo que, ainda que muito, mas MUITO vagamente parecido, a cabocada possa chamar de "forró". Funciona do mesmíssimo jeito).

Ingredientes:

Bata tudo e pronto, está criado o hit do momento, que irá impregnar jovens mentes cabocas, perverter mães de família e indignar senhoras (não-cabocas, claro). Correm também boatos pela cidade de que o estilo seria uma das criações de Jáder Barbalho e seus sobrinhos (alguns distantes, da Normandia), em uma de suas tentativas de conquistar o mundo, depois que Pinky e Cérebro o abandonaram.

Balneários Próximos

Referências

Ligações externas

  1. CRUZ, Ernesto. Ruas de Belém: Significado histórico de suas denominações, pág. 34.




v  d  e h
PARÁ
PA
PA
Ferramentas pessoais
Ver e modificar namespaces
Variantes
Acções
Navegação
Colaboração
Votações
(F)Utilidades
Novidades
Redes sociais
Correlatos
Ferramentas