Bad Religion
|
PROJETO HITS Este artigo está incluído no Projeto Hits, e recebeu a classificação B pela comissão do projeto. Se quiser contribuir neste projeto, contate a Comissão do Projeto Hits e ajude-nos a crescer com bom humor aos nossos ouvidos, organismos e palatos!! |
|
Este Ser Curte Panque Roque.
Ele deve praticar cheiramento de gatinhos ouvindo Exploited. |
| | |
| Bad Religion é coisa de macho! | |
| Origem | Califórnia do Sul |
| País | EUA |
| Período | Viadagem Total |
| Gênero(s) | Punk, Música de macho e Fúria |
| Gravadora(s) | Epitaph |
| Integrante(s) | Greg Graffin, Brett Gurewitz, Jay Bentley, Greg Hetson, Brian Baker e Brooks Wackerman |
| Ex-integrante(s) | Caras que decidiram seguir a carreira emo e por isso nem vale a pena falar deles (e o espaço é muito pequeno para botar o nome de todos...) |
| Site oficial | {{{site}}} |
How could hell be any worse? ![]()
Greg Graffin sobre Bad Religion
Meu melhor amigo ![]()
Tim Armstrong sobre Greg Graffin
Meu também! ![]()
Fat Mike sobre o comentário acima
Meu também ![]()
Jim Lindberg sobre o comentário acima
Esses aí não trairam o movimento, véio! ![]()
Dado Dolabella sobre Bad Religion
AiH, iXo é cOisAh dE Maxuhh, nAuM é pRa mIm ![]()
Emo sobre Bad Religion
Deus me livre de emo ouvir a MINHA banda, e eu sou ateu... ![]()
Greg Graffin sobre Bad Religion
Uma das minhas bandas favoritas ![]()
Chuck Norris sobre Bad Religion
"A lifetime of scrutiny, prejudicial waters wash over me", mas que merda é esta, não consigo compreender, o Greg Graffin devia estar mesmo furioso... ![]()
Eu sobre New Maps of Hell, novo álbum dos Bad Religion
Ao menos não estão virando emo ![]()
Eu sobre Bad Religion
Greg Graffin é ateu e percebe mais da Bíblia do que Você ![]()
Capitão Óbvio sobre Greg Graffin
Nós gostamos da Alemanha, só que nós AMAMOS Bad Religion ![]()
NOFX sobre Bad Religion
Eles não tinham 3 guitarristas?! ![]()
Pensamento que você tem ao ver um vídeo do Bad Religion
"Infected" é a melhor música deles ![]()
Fã de Guitar Hero Bad Religion sobre Bad Religion
Bad Religion é a melhor banda do mundo, adoro "American Jesus" ![]()
Mais um grande fã de Bad Religion
Seus posers de merda, "You" é a melhor ![]()
outro insuportável fã de Tony Hawk Bad Religion
Filho, vai já pro seu quarto trocar essa roupa! ![]()
Sua mãe sobre camiseta do Bad Religion
I'M A HUGE FAN OF BAAAAAAAAD RELIGION!!! ![]()
Fat Mike sobre ser um grande fã de Bad Religion
Bad Religion é uma banda punk formada na Califórnia em 1980, por Greg Graffin, Brett Gurewitz, Jay Bentley e Jay Ziskrout, que tem a particularidade de ter um número quase impossível de álbuns, de 70% das músicas falar contra a religião apesar de 4 em 6 membros da banda serem religiosos, e de ser uma das poucas bandas punk que não estão virando emo.
Tabela de conteúdo |
[editar] Formação e Carreira
Os Bad Religion se formaram em 1980, no Sul da Califórnia, quando todo o mundo que sabia tocar qualquer coisa, e mesmo os que não sabiam, como Graffin, formava uma banda punk muito hardcore contra o sistema. Armados com um dicionário de sinónimos e um ódio à religião, Graffin e Gurewitz iniciaram a banda com outros dois caras, Jay Bentley e Jay Ziskrout. Só havia um problema, Deus, irado com uns adolescentes californianos por eles fazerem a sua banda com o nome nada lisonjeador de "Bad Religion", decidiu amaldiçoar a banda e fazer com que eles passassem a fazer todas as canções com umas 30 palavras imcompreensíveis demasiado longas e idiotas para se cantar, para além de terem de passar 10 anos até que atingissem sucesso.[editar] Primeiros Albuns
Como todas as bandas emo, os Bad Religion começaram como banda de garagem, com o talento musical de um ananás. Por não terem mais nada para fazer, lançaram o seu primeiro álbum, "How Could Hell be Any Worse?" em 1982, e como todos os primeiros álbuns de bandas de garagem, falhou miseravelmente. Aliás, tão miserávelmente que no seu segundo álbum em 1983, "Into the Unknown", os Bad Religion tentaram mudar de estilo, para a viadagem conhecida por "rock progressivo". Esse segundo álbum foi tão mau que a banda se separou durante 1 ano, em 1985.
[editar] Reunião, Suffer e o início do movimento cabra-ômi nos Bad Religion
Em 1986, Brett Gurewitz, agora acordado do efeito da quantidade imensa de heroína que tinha consumido para fazer "Into the Unknown" e o seu "rock progressivo viadinho de merda", Graffin reuniu a banda e voltou a escrever músicas de macho com um som de macho e estilo de macho. O resultado foi o álbum "Suffer" em 1988, aclamado como um dos melhores álbuns do punk de todos os tempos, que SOZINHO salvou o punk do Sul da Califórnia. Após "Suffer", os Bad Religion nunca mais iriam cair no erro de tentar tocar música que fosse remotamente de viado.
Rock progressivo o caralho! Música de viado... nunca mais! Agora é só guitarrada e gritar a toda a hora ![]()
Greg Graffin sobre estilo musical dos Bad Religion
Chefe, deixa só nos dizermos "Aaaaaaaahhhhhh" em todas as músicas, tipo coro de igreja, vai ver que vai botar para quebrar ![]()
Brett Gurewitz sobre estilo musical dos Bad Religion
Isso é coisa de viado? ![]()
Greg Graffin sobre estilo musical dos Bad Religion
Acho que não, se você meter uma letra furiosa, gritar a toda a hora e botar pesado na guitarra e na bateria, é capaz de resultar ![]()
Chuck Norris sobre estilo musical dos Bad Religion
Então senta o dedo nessa porra! ![]()
Capitão Nascimento sobre estilo musical dos Bad Religion
[editar] Sucesso na mídia
Depois de "Suffer" ter iniciado o sucesso da banda, Graffin percebeu que valia a pena continuar com a mesma fórmula vencedora de tocar macho. Por isso, a banda produziu seu quarto álbum, "No Control" em 1989, outro álbum importante para o punk, pois era também no início dos anos 90 que começava a surgir o movimento emo, a escória da humanidade. Os Bad Religion, sendo uma banda de cabra-ômi, perceberam a gravidade da situação e ficaram furiosos, porque em nenhuma circunstância os Bad Religion ficam deprimidos ou tristes, isso é coisa de emo, e os Bad Religion ODEIAMemos. Óbvio, esse ódio só serviu para Graffin e Girewitz fazerem mais músicas de alto nível. Com isso, os Bad Religion começaram uma série de álbuns, "Against the Grain" (1990), "Generator" (1992), "Recipe for Hate" (1993) e "Stranger than Fiction" (1994), que obtiveram bom sucesso no "mainstream". Aí, Gurewitz voltou a ter dinheiro para comprar heróina, e aconteceu o cataclismo...[editar] Traição da editora independente e saída de Gurewitz: Bad Religion na merda
Após o sucesso na mídia e o dinheiro associado, Graffin pensou que era melhor abandonar a editora independente que foi formada por Gurewitz para o primeiro álbum deles, a Epitaph, e assinar com a Atlantic Records. Obviamente, Gurewitz, que era dono da Epitaph, ficou furioso (nenhum membro dos Bad Religion fica possui outras emoções para além de furioso) e decidiu abandonar a banda. Sem o talento e o dicionário de sinónimos de Gurewitz, os Bad Religion perderam qualidade nas canções. Isso levou as que os álbuns "Gray Race" (1996), "No Substance" (1998) e "The New America" (2000) fossem uma merda. Sim, os álbuns até nem eram maus, mas para os Bad Religion nada é medíocre, tudo ou é furiosamente espectacular ou uma furiosa merda......muito foda essa banda do caralho
[editar] Gurewitz volta: o Regresso do Rei
Após esgotar a heroína, Graffin acorda e em 2002 decide assinar outra vez com a Epitaph e trazer Gurewitz de volta. Gurewitz, que tinha saudades dos "Bons, mas furiosos velhos tempos", decidiu voltar, e em 2002, a banda lança "The Process of Belief", o seu primeiro álbum de jeito desde "Stranger than Fiction". Com Gurewitz de volta, Graffin e o resto da banda furiosos de novo e o dicionário de sinónimos sagrado guardado[editar] Idade Aproximada e Leis de Graffin
Não sei se você se apercebeu, mas os Bad Religion estão ativos há 32 anos. Sim, 32 ANOS, com 17 Albuns e mais um a caminho. A quantidade de música produzida pelos Bad Religion é imensa, fato devido ao estado de fúria com que os Bad Religion fazem TUDO. Aliás, podemos delimitar um conjunto de regras que os Bad Religion seguem SEMPRE, as chamadas Leis de Graffin.[editar] Leis de Graffin
- Lei da fúria extrema, ou Furor Bad Religionensis
- Os Bad Religion estão sempre furiosos, sendo desprovidos de qualquer outro estado mental
- Lei da polarização qualitativa
- Para os Bad Religion, não há meio, tudo é furiosamente bom ou furiosamente mau
- Lei da unificação crítica
- Tudo deixa os Bad Religion furiosos, especialmente Graffin, que fica furioso muito facilmente
- Lei da Proporcionalidade Furiosa
- Quanto mais furiosos os Bad Religion estiverem, maior será a qualidade da sua música
- Lei do Agnosticismo Religioso
- Apesar do nome da banda ser "Bad Religion", e de a maior parte das suas músicas ser contra a religião, só Graffin e Gurewitz é que são ateus, ou seja, os outro 4 caras acreditam em Goku. Isso deixa Graffin algo furioso
- Lei da Verbalização Desnecessária
- Todas as letras das canções tem de ter pelo menos 40 palavras incompreensíveis, apenas descobertas com o dicionário de sinónimos sagrado
- Lei da Idade Relativa da Ira
- Quanto mais tempo os Bad Religion estiverem ativos, mas a sua fúria aumenta, e assim a sua qualidade sobe ainda mais
- Lei da Quantificação Capilar Graffiniana Inversa
- Quanto mais cabelo Graffin perder, a fúria dele aumenta e a qualidade da música melhora proporcionalmente, sendo que ela já era alta antes de ele começar perder o cabelo
- Lei da Ira Relativa
- Emos deixam os Bad Religion muito furiosos, mas não no sentido de fazer música, mais no de dar porrada
- Lei da Sacramentalização do Dicionário dos Sinónimos
- O Dicionário dos Sinónimos sagrado, relíquia religiosamente guardada nas catacumbas da Epitaph, é sagrado pois contem o segredo das palavras ultra complicadas que a banda usa.

