Arquivologia

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Loira sobre Arquivologia

Arquivologia é uma disciplina inventada sabe-se lá para que e compõe o baixo-clero da Ciência da Informação. O curso de arquivologia é encontrado nas universidades com a mesma frequência em que se encontra um Mico Azul. O curso forma profissionais de fácil inserção no mercado de trabalho, como pipoqueiros, vendedor de sapatos, ou jogadores do Corinthians.

Índice

Objetivo e Objeto

Arquivistas no exercício da profissão.

A arquivologia foi criada no intuito de aumentar o ego que andava em baixa dos biblioteconômicos. Com o surgimento do curso de Arquivologia, a Biblioteconomia deixou de ser o curso mais inútil das universidades, para vir a se tornar o segundo curso mais inútil das universidades.

Ao contrário dos profissionais em biblioteconomia que lidam apenas com poeira e traças, o profissional da arquivologia precisa também ser especialista em biologia, pois lidam com ratos, baratas, aranhas, fungos e um ecossistema que a disciplina define como arquivo orgânico. Também tornam-se peritos em alergias.

O grande objetivo da arquivologia é arrumar documentos em ordem alfabética e cronológica até julgá-los inúteis e queimá-los. O grande objeto da arquivologia são papeis deteriorados.

Perfil do Arquivista

Todo arquivista é meio vagabundo e pobre. Decidiu escolher pelo curso de arquivologia por não possuir capacidade intelectual para passar em algo mais decente no vestibular e nem dinheiro suficiente para pagar uma faculdade particular.

O arquivista é um profissional deprimido, seu único grande conhecimento é saber a ordem alfabética decorada e montar caixas de arquivo. Exceto quando se trata de historiadores, frustrados com o seu curso de história, que decidiram invadir os cursos de arquivologia onde se acham (e são) melhores do que os meros arquivistas pelo simples fato de saberem o significado de mais palavras.

O historiador no arquivo só faz merda, guarda tudo, acha que entende mais de Arquivologia do que o arquivista e na maioria das vezes sabe mesmo, mas não deixa de fazer merda. A área de arquivologia no Brasil tem tonelada de historiadores, quando não os bobotecários, proque arquivista mesmo você só vê os estagiários fudidos.

Ninguém que possua o mínimo de orgulho próprio respeita um arquivista. As empresas em geral temem contratar um arquivista, por que sua capacidade intelectual é sempre inferior a qualquer outra pessoa que se situe em seu lugar (histriador, bibliotecário, contador).

Os poucos arquivistas que conseguem a profissão, estão fadados a trabalhar em esgotos, garagens, becos e locais isolados dos setores de trabalho, locais esses denominados de arquivo, ou mesmo de lixão.

CONARQ e Arquivo Nacional

O CONARQ (Conselho Nacional de Arquivos) é a autarquia de maior inutilidade que o governo brasileiro se propõe a sustentar, essa instituição declara como as entidades do Brasil devem guardar seus arquivos, ou seja, regrinhas bestas e básicas. Todo arquivista odeia o imperialismo do CONARQ que impõe as suas regras de biblioteconomia nos arquivos públicos do Brasil.

O Arquivo Nacional, vinculado ao CONARQ é o maior acumulador de lixo do Brasil, chamar o Arquivo Nacional de aterro sanitário é um elogio.

Terminologia Arquivística

Exemplo de ordenação documental.

A arquivologia, na tentativa de parecer importante, define vários termos especificos da área:

Teorias Arquivísticas

Toda teoria arquivística, de tão óbvia, é sempre inacreditável que se precise estudar no Ensino Superior.

Teoria do Princípio da Proveniência

A Teoria do Princípio da Proveniência é a base norteante para o exercício da arquivologia. Essa teoria proposta por cheiradores de gatinhos holandeses, diz o óbvio ululante. Todo documento é de responsabilidade de quem o criou/demandou/proviu, coisa que qualquer imbecil que decidiu criar um documento sabe (ou não).

Teoria das Três Idades

A Teoria das Três Idades estabelece três idades aos documentos:

Autores da área

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