Arquivologia
Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Você quis dizer: Arqueologia![]()
Google sobre Arquivologia
Experimente também: Biblioteconomia ![]()
Sugestão do Google para Arquivologia
Arqui o quê? Isso existe? ![]()
Tua mãe sobre o curso sem noção que você escolheu pra fazer no vestibular
Eu adoro Arquivo X, minha série favorita! ![]()
Loira sobre Arquivologia
Arquivologia é uma disciplina inventada sabe-se lá para que e compõe o baixo-clero da Ciência da Informação. O curso de arquivologia é encontrado nas universidades com a mesma frequência em que se encontra um Mico Azul. O curso forma profissionais de fácil inserção no mercado de trabalho, como pipoqueiros, vendedor de sapatos, ou jogadores do Corinthians.
Índice |
Objetivo e Objeto
A arquivologia foi criada no intuito de aumentar o ego que andava em baixa dos biblioteconômicos. Com o surgimento do curso de Arquivologia, a Biblioteconomia deixou de ser o curso mais inútil das universidades, para vir a se tornar o segundo curso mais inútil das universidades.
Ao contrário dos profissionais em biblioteconomia que lidam apenas com poeira e traças, o profissional da arquivologia precisa também ser especialista em biologia, pois lidam com ratos, baratas, aranhas, fungos e um ecossistema que a disciplina define como arquivo orgânico. Também tornam-se peritos em alergias.
O grande objetivo da arquivologia é arrumar documentos em ordem alfabética e cronológica até julgá-los inúteis e queimá-los. O grande objeto da arquivologia são papeis deteriorados.
Perfil do Arquivista
Todo arquivista é meio vagabundo e pobre. Decidiu escolher pelo curso de arquivologia por não possuir capacidade intelectual para passar em algo mais decente no vestibular e nem dinheiro suficiente para pagar uma faculdade particular.
O arquivista é um profissional deprimido, seu único grande conhecimento é saber a ordem alfabética decorada e montar caixas de arquivo. Exceto quando se trata de historiadores, frustrados com o seu curso de história, que decidiram invadir os cursos de arquivologia onde se acham (e são) melhores do que os meros arquivistas pelo simples fato de saberem o significado de mais palavras.
O historiador no arquivo só faz merda, guarda tudo, acha que entende mais de Arquivologia do que o arquivista e na maioria das vezes sabe mesmo, mas não deixa de fazer merda. A área de arquivologia no Brasil tem tonelada de historiadores, quando não os bobotecários, proque arquivista mesmo você só vê os estagiários fudidos.
Ninguém que possua o mínimo de orgulho próprio respeita um arquivista. As empresas em geral temem contratar um arquivista, por que sua capacidade intelectual é sempre inferior a qualquer outra pessoa que se situe em seu lugar (histriador, bibliotecário, contador).
Os poucos arquivistas que conseguem a profissão, estão fadados a trabalhar em esgotos, garagens, becos e locais isolados dos setores de trabalho, locais esses denominados de arquivo, ou mesmo de lixão.
CONARQ e Arquivo Nacional
O CONARQ (Conselho Nacional de Arquivos) é a autarquia de maior inutilidade que o governo brasileiro se propõe a sustentar, essa instituição declara como as entidades do Brasil devem guardar seus arquivos, ou seja, regrinhas bestas e básicas. Todo arquivista odeia o imperialismo do CONARQ que impõe as suas regras de biblioteconomia nos arquivos públicos do Brasil.
O Arquivo Nacional, vinculado ao CONARQ é o maior acumulador de lixo do Brasil, chamar o Arquivo Nacional de aterro sanitário é um elogio.
Terminologia Arquivística
A arquivologia, na tentativa de parecer importante, define vários termos especificos da área:
- Arquivo - Denominado também as vezes de Massa Documental Acumulada. A arquivologia considera arquivo todo e qualquer acumulo caótico de documentos assinados, que esteja em estado de deteorização e que ninguém vai tocar pelos próximos 50 anos.
- Documento - Todo e qualquer objeto – vivo ou não – que esteja em um arquivo, como por exemplo, manuais de equipamentos obsoletos, canhotos de cartão de crédito, folhas de fax apagadas, lingua de sogra, traças, cachorrinhos do mato, etc.
- Classificação - Sempre que um documento é criado, ele é carimbado com um número, para assim que for guardado em um arquivo, nunca mais possa ser encontrado.
- Avaliação - Atividade arquivística que diz quando o documento deve ser jogado fora, ou então guardado para sempre. É lógico que uma atividade delicada como essa, sempre dá em merda, e você nunca encontra um trabalho decente de avaliação documental.
- Ordenação - Atividade pela qual o profissional arquivístico acomoda papeis às estantes. Muito prezado na biblioteconomia.
- Conservação - Atividade arquivística onde o profissional lança veneno contra insetos e parasitas no arquivo diariamente para evitar traças.
- Fundo - Termo criado no século XIX, dotado de uma pseudo-erudição, e que significa nada mais nada menos que "Arquivo".
- Série - Isso aqui é uma complicação, nem os arquivistas sabem direito o que significa "série documental", alguns dizem que é tudo, alguns dizem que são documentos iguais, alguns dizem ser os "filhotes" dos fundos... Não queira entender.
Teorias Arquivísticas
Toda teoria arquivística, de tão óbvia, é sempre inacreditável que se precise estudar no Ensino Superior.
Teoria do Princípio da Proveniência
A Teoria do Princípio da Proveniência é a base norteante para o exercício da arquivologia. Essa teoria proposta por cheiradores de gatinhos holandeses, diz o óbvio ululante. Todo documento é de responsabilidade de quem o criou/demandou/proviu, coisa que qualquer imbecil que decidiu criar um documento sabe (ou não).
Teoria das Três Idades
A Teoria das Três Idades estabelece três idades aos documentos:
- Fase Corrente - Primeira Idade. É quando o documento ainda está com cheiro de novo. Nesta fase ele é assinado por um monte de gente. O trâmite do documento é intenso (é quando é possível encontrar impressões digitais).
- Fase Intermediária - Segunda Idade. O documento é considerado intermediário quando ele já está detonado, amassado e com várias assinaturas. Nesta fase o documento fica na gaveta esquecido por séculos, até alguém se propor a queimá-lo ou mandá-lo para a Fase Permanente.
- Fase Permanente - Terceira Idade. É nesse setor do arquivo que estão papeis como a carta de Pero Vaz de Caminha.
Autores da área
- BELLOTTO, Heloísa Liberalli - Uma velha doida com umas ideias conservadoras sobre arquivologia.
- DURANTI, Luciana - Uma italiana que adora ficar analisando a autenticidade dos documentos.
- SCHELLENBERG, Theodore Roosevelt - Um americano drogado que inventou a arquivologia.
- COOOK, Terry - Um canadense idiota que pensa que queimar documento é a solução da disciplina.
Ver também
| Administração • Agronomia • Arquitetura • Arquivologia • Artes Cênicas • Biblioteconomia • Biologia • Biomedicina • Comércio Exterior • Ciências Contábeis • Ciências Sociais • Ciência da Computação • Design • Direito • Economia• Educação Física • Enfermagem • Engenharia • Farmácia • Fármacia-bioquímica • Filosofia • Física • Fisioterapia • Fonoaudiologia • Geografia • Geologia • Gestão da informação • História • Jornalismo • Letras • Literatura • Marketing • Matemática • Materiais, Processos e Componentes Eletrônicos • Medicina • Odontologia • Pedagogia • Psicologia • Química • Sistemas de Informação • Teologia • Turismo • Veterinária • Zootecnia |