Aluno de Filosofia
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| Aluno de Filosofia é um Filósofo Portanto também é um deficiente mental...
Este é mais um desocupado que não tinha porra nenhuma pra fazer e, cansado de contemplar a empolgante vida sexual dos caramujos-de-jardim, resolveu fazer uma porcaria que preste: filosofar, ou seja, resolveu ser um desempregado. Portanto, se você é uma pessoa provida de um pouco de sanidade mental, vá procurar algo melhor para ler!
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Aluno de Filosofia dá um tapa na pantera!!! E é aprovado pelo Tio Bob!
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A filosofia nos dá uma outra visão do mundo! ![]()
Qualquer calouro empolgado sobre a filosofia
Mamãe, por que eu sou diferente das outras crianças? ![]()
Aluno de filosofia sobre si mesmo
A estupidez é um ser intrigante. Um dia ele matará todos nós... PORCARIA, NÃO SINTO MEUS RINS *morrendo de crise renal* ![]()
Aluno de filosofia sobre juízo final
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[editar] Por que se estuda filosofia?
Se fosse outro curso, esta questão seria desnecessária. Mas, sendo filosofia, a questão perpassa a mente de 99% das pessoas que sabem da existência de um curso de filosofia (o outro 1% deseja fazer filosofia). E a resposta, muito mais fácil do que se imagina, é simples: ninguém aprende filosofia.Dependendo do espécime do aluno, ele pode sair com os seguintes conhecimentos: obter/manusear/usufruir de substâncias como: pinga, maconha, tiner, cola de sapateiro, gatinho e todas as outras substâncias possíveis. Enviadar de vez, tanto os machos quanto os alunos fêmeas. O aluno também poderá aprender algumas normas da ABNT e recitar pedaços de livro. Pode se graduar em ser dependente dos pais, rebelar-se e se tornar caixa de padaria. No mais, o curso básico fica só na vadiagem mesmo.
[editar] Os espécimes de aluno de filosofia
Diferente do que pensa o senso comum, o que não falta é diversidade dentro dos cursos de filosofia espalhados pelas Universidades (e também fora delas). Seria impossível descrever todos os espécimes, então nos ateremos aos universais.Desistentes: é a grande maioria, normalmente desistem depois de uma aula em que o professor ficou o tempo inteiro discutindo o possível significado de um termo em alemão. Também costumam desistir ante a insistência em que os professores alardeiam que a “filosofia não serve para nada, vocês serão apenas bons leitores de um autor qualquer”.
Pretensos Literatos: grupo numeroso, é composto por aqueles “aborrecentes” que ao lerem dois ou três livros se consideram futuros poetas ou escritores. Acham que filosofia tem alguma coisa a haver com os seus delírios subjetivistas/relativistas e acreditam que estudando Kant e Heidegger irão se tornar os Dostoiévskis brasileiros. Não que determinados filósofos, especialmente os do séc XX, não sejam alienados subjetivistas relativistas.
Tocadores de viola: É outra desgraça que infesta o curso. Pelo amor de deus, o cara acha que tocando duas ou três notas em um violão é músico, e, pior, acha isto o capacita a estudar filosofia. Por favor, a besta nunca leu um livro de história, sociologia ou economia e acha, assim como os "Pretensos Literatos", que filosofia vai ajudá-los a serem grandes artistas. São estas bestas/artistas que fodem com o curso.
Seminaristas: A grande maioria das faculdades de filosofia são administradas por entidades religiosas católicas e seus alunos, quase todos, são seminaristas e futuros padrecos. Homossexuais enrustidos, entraram na Igreja Católica para poderem queimar a rosca longe da família e, de quebra, dar uma “atracada” nos coroinhas. Desta forma, além de estudar os Padres da Igreja e seus delírios retrógrados, os seminaristas aprendem várias profissões, tais como padeiro (queimando a rosca e dando a ré no quibe), técnicas agrícolas (agasalhando a mandioca, trepando na bananeira e dando como chuchu na cerca) e, mais importante, aprendem o valor da caridade, pois é dando que se recebe. A vozinha fina e o jeitinho assexuado que todo padre tem é conseguido com muito treino, na disciplina de felação e sodomia. Filosofia que é bom, não aprendem nada.
Hippies: Até hoje a ciência não sabe explicar o porque da alta incidência de hippies nas salas de filosofia. Alguns podem ser encontrados também no curso de história, talvez no de psicologia. Não há relatos de hippies verdadeirosTalvez justamente por isso gostem tanto de filosofia.
Homossexuais: Em busca do conforto que só a lógica aristotélica, o existencialismo ou a distância da casa dos pais pode dar, os homossexuais caem de boca e tudo no curso de filosofia, e são alunos expressivos. São uma categoria a parte, indo de seminaristas a artistas de teatro. Os muito feios podem achar consolo na filosofia em si, o que os torna alunos quase exemplares; já as mulheres não precisam deste consolo, mesmo as muito feias arranjam uma coisa qualquer, seja ela homem ou mulher, num salão de sinuca.
Quase sempre são artistas também (exceto no caso dos seminaristas), o que torna o contato com a filosofia contemporânea "u ôh!". Depois de decorarem as frases "a existência precede a essência", "o inferno são os outros" e "não se é mulher, torná-se mulher", correm para colocar uma foto de Sartre no profile do orkut.
É que era o curso com menos candidato/vaga, porra...: Este é o aluno de filosofia que funciona sob pressão: pressão dos pais, da namorada, do patrão, seja lá de quem for. Ele tem que fazer um curso, qualquer curso, olha lá no livreto do vestibular e, entre filosofia e pedagogia, escolhe logo filosofia. Talvez por um resquício de lembrança do glamour que a filosofia teve em tempos aureos, talvez por pensar que pedagogia é coisa de bicha ou de velha. Ou talvez por nada mesmo. Estes alunos são conhecidos por fingir interesse em tudo e não se interessar em nada.
Bruxos e bruxas: Acredite, há bruxos e bruxas no curso de filosofia. Saindo de diversas estirpes, o bruxo e bruxa não encontram nada que preste no curso de filosofia. Mas, antes de descobrirem que não encontram nada no curso,
Alguns iluminados descobrem seu verdadeiro sonho: serem jornalistas. São os melhores, já que vão encher o saco em outras paragens.
Professoras do interior: De uns anos pra cá, o MEC exigiu de todos os professores de seu ensino básico algum curso superior. Enfim, Magistério não contava mais. Professoras de todos os cantos muniram-se do "curso com menos candidato/vaga" e tornaram-se alunos de filosofia.
Não há explicações científicas válidas para o fato de todas as professoras do interior serem mulheres. Talvez por serem professoras, e não professores, elas sejam mulher. O fato é que não há homens nessa categoria.
Velhos em crise existencial: Religião hoje saiu de moda. Você já é avô, seu corpo já não presta pra nada, sua mulher já encheu o saco? Seja aluno de filosofia e excremente a sua vida.
Ficam ali lendo, escrevendo, quietos... Lendo, escrevendo, quietos... Tantos os exemplares machos quanto os fêmeas.
Punks: São raros, mas nem tanto. Os que chegam a se tornar aluno de filosofia e continuam punks é porque são chegados mesmo no negócio. Mas, diferente dos engajados políticos, os punks normalmente participam das aulas, estudam e trabalham. Denunciam as mesmas bobagens, mas não se filiam a partido nenhumm, preferindo cantar músicas punks (longe da universidade) enquanto bebem vinho barato.
Celebridades de nivel municipal: Conhecidos por escreverem livros que ninguém lê, pintarem telas que ninguém compra ou montarem peças que ninguém vê (isso quando não são atores de nivel municipal), também podem ser escritores de artigos para jornal de bairro. Invariavelmente são bichas (claro, há excessões). Estes encontram-se, como alunos de filosofia, em seu habitat natural. Estudam, discutem, escrevem; são os mais esforçados dos alunos de filosofia, sem obter qualquer sucesso.
Nas salas de aula são conhecidos pelos outros alunos de filosofia como simplesmente ridículos. Alguns por inveja, outros por falta de paciência mesmo.
Jogadores de RPG: Há os que já vem de dado na mão. Junte-os com os bruxos e os seminaristas e você terá um AD&D quase instantâneo. Eles tentam buscar embasamento filosófico para as magias de seus magos. Dizem que já até criaram um MOD (seja lá o que isso for) baseado no Crítica da Razão Pura, do Kant.
Maníacos Sexuais: Estes fazem filosofia por um único motivo: mulheres. Não se sabe porque, mas eles imaginam que no curso de filosofia haverá muitas alunas disponíveis. Depois de sucessivos fracassos, já que o sujeito é um nerd de carteirinha e só sabe amolar ou, quando muito, tentar agarrar a mulher a força, o maniaco descamba para a bruxaria, mais especificamente a Física Quântica, tentando com isso fazer nascer uma mulher através da fissão nuclear. Sem o domínio da técnica, afinal, não são bruxos, os maníacos sexuais são perigosos. Já na década de 40, duas cidades japonesas sofreram as consequências dessa prática arriscada.
Aluno do Mestrado: São necessários alguns pré-requisitos para ser aluno do mestrado em filosofia:
- tomar remédio tarja preta;
- falar com a thalita pada
- ter problemas de dicção (ser gago) e
- ter saco para ficar a vida inteira remoendo o mesmo texto filosófico.
Se for mulher e boa (algo raro na filosofia), para fazer mestrado deve dar para o professor. O problema é achar algum professor não seja viado, assexuado ou aparvalhado.
Aluno do Doutorado: Se o aluno sobreviveu ao mestrado, certamente continuará seus estudos no doutorado. Passará 5 anos com uma bolsa da Capes, e escreverá uma interessante tese (sobre algo que certamente JAMAIS terá a mínima aplicação prática).
[editar] Vantagens de ser aluno de filosofia
Depois de formado, o aluno de filosofia pode ter:
- Cela especial na cadeia, pois o curso de filosofia é considerado um curso superior.
- Pode fazer concurso de nível superior (para aqueles que não especificam que curso superior é).
- Dar aula sobre absolutamente nada em escolas ou universidades (Heidegger aprovaria).
- Usando da dialética materialista, da fenomenologia e do existêncialismo, ele pode ser pansexual assumido, dando palestras para públicos de até 15 pessoas.
[editar] Os ídolos do aluno de filosofia
[editar] São Tomás de Aquino
Teve o grande mérito de cagar com a filosofia do Aristóteles. Acreditou que brincando com silogismos ele poderia provar até a existência de Deus. Um dos seus silogismos mais famosos foi:
- todo padre é pedófilo;
- eu sou padre;
- portanto, sou pedófilo.
[editar] Martin Heidegger
A filosofia de Heidegger é de caráter nitidamente fascista. O incrível é que os estúpidos da filosofia são tão alienados que muitos nem percebem que o cara era nazi. Idolatrado, entre outras coisas, por escrever livros que ninguém entende, mas importantes para os alienados subjetivistas/relativistas. Também satisfez o desejo secreto dos "fiz-filosofia-por-ter-menos-caditado/vaga" ao bancar o médico, tratando do Ser-do-ente. É também muito lembrado por usar seu conceito de "coisidade da coisa", sem nem ao menos estar bêbado. Por ser a maior besta filosófica que já existiu, é o preferido dos "Pretensos Literatos" e dos "Tocadores de Viola", já que dá vazão a todos os delírios destes retardados mentais.
[editar] Hannah Arendt
Coerente em tudo, mesmo sendo de origem judia, namorou o seu mentor intelectual, o notório nazista Heidegger. Intelectual independente, foi financiada pelo Departamento de Estado americano. Profunda, escreveu sobre diversos assuntos após longas pesquisas de quinze minutos na WEB. Crítica, foi propagandista do “American Way of de Life” e em plena guerra fria se alinhou ao imperialismo americano. Isto tudo explica a grande popularidade dela no curso de filosofia.
[editar] Nietzsche Jagger
Este é outro grande fazedor de frases (o instituto de pesquisa Datafoda-se revelou que em 2006 citações de Nietzsche no Microsoft Orkut só perderam em quantidade para as de Fernando Pessoa, Simple Plan e Antônio Roberto). São dele:
"Globo e você, tudo a ver."
"Viva a morte do meu pau." (Parafraseando Gil Brother.)
"Deus está morto". (em outras palavras, queria dizer que a Razão está morta. Com certeza se referia a ele mesmo, pois terminou a vida completamente louco).
"Calestenia, a gente vê por aqui".
Sem contar sua contribuição à história do pensamento, foi também o fundador da banda Rolling Stones, com o nome artistico de Nietzsche Jagger. O que reforçou ainda mais seu apelo junto à classe hiponga.
[editar] Foucault
Muitos alunos, desiludidos com a masturbação mental da filosofia acadêmica, partem para masturbação anal e elegem Foucault como guia intelectual. A subjetividade como parâmetro filosófico deu aos foucaultianos as bases teóricas para desbundarem sem culpas ou arrependimentos. Acreditando que a vontade de dar o rabo tem importância teórica, os foucaultianos foram metendo o nariz em todo lugar, procurando explicar a escola, o hospital, a família etc etc pela ótica da viadagem. Não explicaram nada, mas são muito requisitados pelas escolas de samba como desenvolvedores de adereços, fantasias e enredos.
[editar] Hegel
"Vai tomar no Hegel!", assim se inaugurou a nova etapa da filosofia, começada por Schopenhauer. Junto com Descartes, Hegel é o protagonista da filosofia e um dos patronos dos trampos de hippie, como veremos.
Os hippies devem muito ao Hegel, visto que foi ele o primeiro a instituir o trampo como ofício e, mais que isso, ofício sagrado, ao escrever o livro, em pleno século XIX: "Fenômeno: lojinha do espírito". Depois disso todo o mundo foi obrigado a reconhecer os brincos de hippie como patrimônio inútil universal do reino de Deus. O que deu espaço para as feiras hippies e as lojas de indianos.
Suas principais contribuições à história do pensamento foram:
"Vai tomar no Hegel!".
"Enfia no Hegel que é bom".
[editar] Karl Marx
Só por ser pai biológico do Che Guevara, da Coca Cola, do Fidel Castro e ter participado ativamente do terceiro disco do The Clash, já merece toda a admiração do aluno de filosofia. Isso sem contar o seu trabalho extra como papai noel.[editar] Immanuel Kant
A contribuição dele é nenhuma. Nunca teve mulher, era só um filósofo louco que passeava todos os dias às três da tarde. Juntou toda estupidez cética do Hume com os delírios religiosos do Descartes; e tem retardado que o considera Iluminista. Está aqui porque todo estudante que se preze ri dele, e ainda assim é a maior fonte de teses de mestrado. Por exemplo, em brilhante tese, com conceito "A", recentemente uma aluna da UFPR demonstrou que na 1ª versão da "Crítica da Razão Pura" foram utilizadas 12.823 vírgulas, enquanto na 2ª versão foram 13.244 vírgulas.
Claro, existem os alunos de filosofia que não se prezam. Estes, unindo-se à CNPQ, ao governo Lula,[editar] Jean-Paul Sartre
Deu a constituição ontolôgica para a viadagem, junto com sua mulher(?) Simone de Beauvoir. Além de, segundo a tradição literária de seu tempo (escrita por sua própria mulher), ser brocha. "A existência precede a essência", diz Sartre, e com isso queria dizer que não se precisa ter pau pra ser homem.
Provando que a filosofia se faz com a vida, foi um sujeito bastante engajado. Seguindo a risca os preceitos de seu existêncialismo ateu, tratou logo de aprender a tocar guitarra, fazendo discos e shows por todo o mundo, com a alcunha de Joe Sartriane, o virtuose da guitarra.
[editar] Simone de Beauvoir
Mulher(?) de Jean-Paul Sartre, roubas as ideias do marido, complementando-as para o seu lado. "Ninguém nasce mulher ou nasce homem: torna-se mulher ou torna-se homem"; em outras palavras, usando da hermenêutica, "não se precisa ter pinto para ser o homem da relação.
[editar] O ex aluno de filosofia
Estamos aqui falando do futuro do aluno de filosofia. Vamos explorar algumas de suas possibilidades:
- Abandonar a faculdade, tornando-se assim um ex aluno de filosofia.
- Começar a sair com a mulher do coordenador (daí vai ter que sair da faculdade mesmo, logo se torna ex-aluno).
- Se mudar e voltar para a casa dos pais.
- Virar professor e ensinar absolutamente nada, seja em escolas de ensino fundamental e médio, seja em universidades.
- Ter um sonho profético e ganhar no jogo do bicho.
- Perder a vergonha na cara e se tornar filósofo clínico.
- Largar tudo e se cair no banditismo.
- Casar com mulher rica, mais velha, engordar, escrever livros que ninguém vai ler, ser sustentado por essa mulher e morrer. Depois de morto algum aluno de filosofia (protótipo do que você era) descobre seu livro e gosta. Um dia ele se torna professor respeitado e, de quebra, leva seu livro junto.
Mas ai você já tá morto e se fudeu de qualquer jeito.
Acima de tudo temos que dizer que o ex-aluno é um agarra sacos em potencial aristotélico para tentar arrumar uma boca na ex-faculdade que fez.
Aí é que dá uma preguiça muito grande!
[editar] Doenças Relacionadas
[editar] Bronquite
O encadeamento da doença em um aluno de filosofia está relacionado com o excesso de porra acumulada, já que essa espécie de indivíduos não costuma expeli-la, seja por ato sexual, seja por masturbação – devido ao costume de se masturbar mentalmente. O líquido acumulado sofre refluxo e acaba por se depositar no pulmão do estudante, causando infecção nos brônquios do mesmo.