A Origem

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Inception
A Origem (BR) (BR)
Aorigemcapa.jpg
EUA & UK
2010 (com efeitos de 1999) • cor • Quase duas horas
Direção O maluco do Christopher Nolan
Roteiro Nolan (de novo)
Elenco Em ordem de aparecimento:
Gênero Fricção científica pouco compreensível
Idioma Ingrês


A Origem[1] (no pirateado, porque o original se chama Inception) é um filme que te faz pensar. Sério mesmo, te faz pensar porque diabos você perdeu seu tempo assistindo isso. Visto que o objetivo principal do filme é plantar essa ideia na sua cabeça, veremos a seguir como isso[2] foi possível. As críticas mais podres enxergam o filme como se fosse outro Matrix, mas uma coisa é inegável: o pior erro de Nolan foi não ter escalado Freddy Krueger para o elenco principal.

Antes do filme[editar]

O processo de plantation[editar]

Como não tinha nada pra fazer (e já estava cansado de ficar tentando ganhar o Oscar), Leonardo DiCaprio é pressionado por um japonês para contratar uns capangas. Juntamente com eles, Leonardo invade a mente de um diretor (Christopher Nolan) pra convencê-lo a fazer um filme de doido com baixo orçamento (e plantar nele essa ideia). Isso só foi possível graças à uma mala prateada, que fica bombeando morfina e outras dorgas nas veias de todo mundo que está dormindo.

A decepção amorosa[editar]

O que Leonardo não sabia é que sua esposa (a dele, ou a sua mesmo) estava fogosa e carente. Bem, mas... E o Quico? Toda vez que Leonardo estava "trabalhando" dentro da mente de alguém, a danada (de dentro da mente dele) ficava atrapalhando. Então, depois que o filme foi feito, ele resolve ir pra casa e plantar na cabeça dela a melhor ideia possível. Deu mais ou menos certo, porque ela morreu na vida real, MAAAAS... continuou a atormentar a mente de Leonardo.

Enredo[editar]

Spoiler5.JPG ATENÇÃO! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais SPOILERS!

Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que Rem usa seu próprio Death Note e mata L, ou que o Titanic afunda.

Spoiler3.jpg

Missão (quase) impossível[editar]

Leonardo acorda no meio de uma praia estranha (à la Náufrago), quando de repente é capturado por chineses. Quando percebe, já está dentro de um palácio e sentado na frente de um velho quase morto, que fica repetindo as mesmas frases que ele (não peraí, isso é só no final do filme).

A partir desse ponto, o filme dá um salto no tempo: Leonardo baixa o espírito de Tom Cruise e resolve roubar uns papéis de um japonês (o mesmo que o pressionou/pressionará). O que ele não sabia é que o fantasma de sua esposa morta iria tentar atrapalhá-lo, mas no final das contas, Leonardo consegue roubar o relatório das vendas de pastel de flango. O lugar inteiro desmorona, vira pó e é cheirado pelos sonhadores.

Um sonho dentro de um sonho[editar]

Cquote1.png Mas que porra, mexeram na Física de novo! Cquote2.png

Leonardo acorda dessa realidade de espião (porque um de seus capangas tenta afogá-lo numa banheira) e já se encontra em uma outra "realidade". Aqui, todo mundo está escondido dentro de um casebre em no Camboja. No momento em que o japonês percebe que é tudo um sonho (de novo), o lugar é invadido por guerrilheiros, todo mundo morre de novo e acorda desse outro sonho.

Na realidade (mas na realidade real mesmo), o japonês revela ser um ricaço que só estava testando Leonardo e sua equipe. O que ele queria mesmo era contratá-los. Mas pra quê?

Nova equipe[editar]

Após verificar melhor o contrato, Leonardo percebe que depois dessa pode ver seus filhos de novo. O objetivo é simples: plantar na mente do concorrente do japonês ricaço, um playboyzinho de merda (que tem um pai em estado terminal, mas nem liga) a ideia de abrir mão do negócio. Para tanto, Leonardo recruta Helena Página (Ariadna) e um metamorfo para substituir dois membros da equipe (que se ferraram de alguma maneira). E um negão hindu que fabrica dorgas pesadas. Ariadna aprende os paranauês dos labirintos, e o esquema é armado...

WTF?[editar]

No segundo nível, já tinha até gente andando a cavalo (o cara de baixo).

Durante um voo, Leonardo, a menina de The Last of Us e os outros invadem o sonho do playboy.

Primeiro nível: uma porra de um trem invade a pista e quase fode tudo. O japa leva um tiro, mas os outros dormem numa van branca, dirigida pelo negão. A van cai de uma ponte...
Segundo nível: é um hotel de gravidade duvidosa, e escadas malucas (como a escada de Penrose). Seria Hogwarts? Um dos comparsas fica pra trás, mas o resto vai dormir em um dos quartos.
Terceiro nível: é uma base escondida na Rússia. A mulher de Leonardo dá dois tiros no peito do playboy, que fica desacordado (???). Ela "morre" em seguida. Ariadna tem uma ideia mirabolante, e resolve entrar no sonho de Leonardo.
Quarto nível: é nada mais, nada menos, do que o limbo uma praia em Osasco uma terra da fantasia, inventada por Leonardo e a mulher dele.

Enfim, é quase um sonho de cinco níveis. Enquanto tudo isso ocorre, a van ainda está flutuando sobre a água, ao melhor estilo Jesus Cristo.

A van que nunca cai[editar]

Isso será mostrado no filme por pelo menos uns 30 minutos.

Leonardo começa a discutir com sua mulher imaginária, ao passo que Ariadna e o playboy fogem de lá. No mesmo instante em que alguém usa um desfibrilador, ele volta ao terceiro nível, e vai até um cofre gigante.

A van ainda não tocou a água...

Ele abre o cofre com um toque, e lá dentro estão o pai dele (já pra morrer) e um cofre menor. Depois de um looooongo discurso, o riquinho finalmente derrama algumas lágrimas e abre o outro cofre. Ele encontra um testamento, e um catavento.

A pontinha do para-choque traseiro da van branca no primeiro nível paralisa por um milésimo de segundo, põe a mão na bunda e se pergunta por quê AINDA NÃO TOCOU A PORRA DA ÁGUA.

Gran finale[editar]

Os níveis mais altos viram pó, os atores cheiram eles, a van cai na água (ufa) e todos voltam ao primeiro nível. Menos Leonardo. Como todo personagem principal tem que ser o bonzão, ele acorda deitado numa praia (de novo), é capturado por chineses (de novo) e já está sentado na frente de um velho quase morto, que fica repetindo as mesmas frases que ele (de novo!).

Leonardo acorda, só que desta vez ele está no voo (no "começo" de tudo isso). Porra, até que enfim hein! O avião pousa e ele vai pra casa ver seus filhos. Na última cena, Leonardo solta um pião da casa própria (que sempre leva consigo) em cima da mesa, e o pião fica rodando.

Aí é onde está o problema. Não há como saber se Leonardo está acordado (o pião deixa de girar) ou se ele ainda tá sonhando[3] (o pião fica rodando sem parar). FFFFFUUUUU!!!

Moral da história: quando quiser saber se está acordado ou dormindo, use um pião ou se mate.

Trilha sonora[editar]

É muito curta.

Referências[editar]

  1. Nome inventado para tentar ganhar bilheteria no Brasil, já que o filme não trata da origem de porra nenhuma. Do contrário, o nome seria algo como "Incepção".
  2. A ideia já foi enfiada plantada em você. Nunca mais se livrará dela, MWAHAHAHAHAHA!
  3. Atualmente, Leonardo DiCaprio se encontra sonhando com o dia em que vai receber um segundo Oscar...