10 Downing Street

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É aqui de onde o 10 Downing Street se encontra, ou não

Cquote1.png WTF? Cquote2.png
Você sobre 10 Downing Street

Cquote1.png Odeioooooooooo! Cquote2.png
Rainha Elisabeth II sobre 10 Downing Street

Cquote1.png It's mine! Cquote2.png
Qualquer presidente dos Estados Unidos da América sobre 10 Downing Street

Cquote1.png Até que era confortável... Cquote2.png
Tony Blair sobre 10 Downing Street
10 Downing Street é muito mais do que um simples endereço e eu com isso?. Corresponde à denominação da residência oficial do Primeiro-Ministro, líder de governo da monarquia da Inglaterra, Escócia, País de Gales, Irlanda do Norte, Ilhas Falklands, Sealand, Portugal e Algarves.

Histórico[editar]

Primeiros anos: a casa dos fundos[editar]

A origem da 10 Downing Street está na chamada casa dos fundos, um barraco construído do lado do Palácio de Whitehall, e que teve diferentes funções, como abrigar rinhas de galo, um bordel, uma pastelaria, um escritório de advocacia e a residência do conservador, responsável pela manutenção do palácio supracitado. Durante os primeiros anos do século XVII, a casa passou a ser utilizada para o divertimento da monarquia. Tablóides sensacionalistas da época contam que Henrique VIII encontrava-se ali com Ana Bolena, para conversar. Entretanto, com uma tal de Revolução Puritana, ela ganha os moldes ocupacionais atuais. Oliver Cromwell, o mega-fodástico lord protector da Inglaterra residiu alguns anos na casa dos fundos, nos momentos em que não estava assasinando e sodomizando os seus adversários políticos. Nos anos subsequentes, o lugar foi ocupado por diferentes figuras, incluindo Guilherme de Orange, um holandês impetuoso que dominou a Inglaterra e acabou com toda aquela chacrinha revolucionária.

Sir George Downing e as reformas arquitetônicas[editar]

George Downing, antepassado de Oscar Niemeyer, comprou um monte de terrenos na região próxima à casa dos fundos e ao Parlamento, e alugou a preços razoáveis para pessoas de boa índole, mais ou menos como o João Romão de O Cortiço, livro que você não leu e recorreu à resumos na Internet. Assim surge a Downing Street, e consequentemente, a casa de número 10. A velocidade de construção foi realmente assombrosa, e logicamente, daria merda. A área escolhida para a edificação das casas era um pântano, o que tornava o local um tanto instável e inseguro. Nesse sentido, logicamente que Sir George jamais viveu nas casas.

A casa do Primeiro Lorde[editar]

A posse das casas, com o tempo, passou definitivamente para a Monarquia Inglesa. O rei Jorge II, benevolente como todo bom monarca, quis presentear um amigo seu, Robert Walpole, com as casas, que constituíam-se como um verdadeiro presente de grego. O agraciado fez de tudo para achar uma forma de recusar ao regalo, mas tinha a convicção de que não seria muito inteligente simplesmente recusá-lo. Após noites sem dormir, teve uma ideia brilhante: aconselhou ao rei que destinasse a casa ao Primeiro Lorde do Tesouro, uma espécie arcaica de primeiro-ministro. Eis que a manobra não adiantaria nada: Walpole tornou-se Primeiro Lorde.

Vivia numa casa próxima um pobre comerciante, Mr. Chicken, o qual foi gentilmente convencido a vender suas terras para a ampliação e unificação do complexo: consolida-se a Downing Street. Quarenta anos mais tarde surge a famosa porta, que tornou-se a marca da casa n° 10, dado assaz irrelevante.

Minha casa, minha vida: 10 Dowling Street em reformas[editar]

Nos séculos XVIII e XIX, a 10 Downing Street era completamente desprezada. Aqueles que lá viviam queixavam-se veemente do conforto e das dimensões do complexo residencial, que não servia nem para se fazer um bacanal decente. Por isso, vários Primeiros Lordes recusaram-se a viver nessa moradia. Um ministro, certa feita, ordenou a realização de uma inspeção na casa, para verificar quais eram as necessidades de reforma da residência. O laudo, que continha mais de oito mil páginas, listou uma centena de reformas a serem feitas, o que totalizou aproximadamente novecentos e cinquenta libras, o que em bom português quer dizer: muito dinheiro. A resposta dada pelo gabinete foi enfática:

Cquote1.png Nem fudendo!!! Cquote2.png
Ministério da Coroa sobre Valor supracitado.
Nos anos subsequentes, foram feitos pequenos reparos, conhecidos comumente como gambiarra. O Duque de Portland até cogitou investir uma grande soma na casa, quando assumiu o cargo de Primeiro Lorde. Ao fazer alguns cálculos, concluiu que seria mais rentável comprar o Liverpool Football Club, e desistiu da ideia. No entanto, acabou voltando atrás, e como tinha muito dinheiro, resolveu ser bonzinho e pagou as reformas.

10 Downing Street no século XIX: Ninguém me ama, ninguém me quer...[editar]

Desconforto. Esse era o principal adjetivo usado pelos primeiros-ministros do século XIX para definir a 10 Downing Street. Por isso, a maioria dos mandatários ingleses desse período preferiram morar em qualquer outro lugar, menos lá. Durante mais de quarenta anos a casa esteve desocupada, sendo locada esporadicamente para turistas japoneses. Mais uma vez, as tentativas de reformas esbarravam na falta de recursos para gastar com bobagem. E, cada vez mais, a situação piorava. Goteiras, portas rangendo, mofo, pôsteres do Parangolé... O caos não tinha fim.

O caro leitor deve estar com uma dúvida, ou não: por que era tão difícil reformar a casa? Simples, porque as despesas com moradia, alimentação e vestuário do Primeiro-Ministro deveriam ser custeadas por ele mesmo. Por isso, alguns ocupantes da casa se viam obrigados a literalmente acampar na sala da casa. Acredite se quiser! Ai se resolvessem adotar isso em outros países...